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sábado, 28 de maio de 2016

Estudo abre caminho para terapia de degeneração de danos na retina, defendida na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp.

Um campo elétrico pode ser usado para induzir células fotorreceptoras, as responsáveis por captar a luz que chega ao fundo do olho e convertê-la em sinais visuais para o cérebro, a mudar de forma e a se mover, mostra a tese de doutorado “Photoreceptors in Electric Field” (Fotoreceptores em Campo Elétrico), defendida na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp por Juliana Guerra Hühne. O resultado abre caminho para o estudo do uso de campos elétricos em terapias de regeneração de danos na retina.
 “No contexto do nosso trabalho, o campo elétrico poderia ser utilizado para dirigir a migração ou induzir a regeneração de células fotorreceptoras na direção das áreas danificadas ou degeneradas em diversos tipos de doenças da retina, como degeneração macular aguda ou retinite pigmentosa, por exemplo”, disse a pesquisadora, que atualmente mora em Dresden, na Alemanha, onde dá sequências às pesquisas, e respondeu às questões do Jornal da Unicamp por e-mail.
Na realização do estudo descrito na tese, foi utilizada uma linhagem de células fotorreceptoras de camundongos. Com a aplicação de um campo de 5 V/cm (volt por centímetro) ao longo de um período de cinco horas, constatou-se que as células se deformavam e se moviam em direção ao cátodo, o polo de origem da corrente elétrica. A pesquisadora conseguiu também observar a movimentação das estruturas internas da célula em resposta ao campo. O núcleo, em especial, moveu-se para a “parte de trás” da célula, isto é, na direção oposta ao movimento geral causado pelo campo.
“Os mecanismos que controlam a posição do núcleo em uma célula que migra ainda não são completamente entendidos, mais estudos são necessários para esclarecer essas questões”, disse a pesquisadora. “Acredita-se que o posicionamento do núcleo na região posterior da célula, oposta ao movimento, se desenvolve de forma quase passiva, em consequência da extensão celular, devido ao movimento de outras organelas e proteínas intimamente relacionadas à migração celular”. Outra possível explicação estaria no fato de o núcleo ter carga elétrica negativa, por causa do alto conteúdo de DNA, o que induziria um movimento na direção do eletrodo positivo, o anodo.
“Campos elétricos com intensidade variando de 2,5 a 8 V/cm são utilizados para desfibrilação cardíaca e marca-passo”, exemplifica Juliana, para dar uma ideia da intensidade do campo usado em sua pesquisa. “Campos elétricos que desempenham papéis fisiológicos no desenvolvimento, regeneração e cicatrização de feridas variam de 0,10 a 10 V/cm”.
Células e eletricidade
Quem só conhece biologia até o nível do ensino médio talvez imagine que a eletricidade só é importante para certos tipos de células, como os neurônios, que transmitem impulsos nervosos, e as do coração. Juliana diz que essa é uma visão “incompleta”.
“Neurônios, assim como células musculares, são exemplos de tecidos com características especiais de excitabilidade, capazes de gerar potenciais de ação. Potencial de ação é uma variação de tensão rápida e autorregenerativa, que ocorre através da membrana celular”, descreveu ela. “Porém, existem também os potenciais transepiteliais, que ocorrem principalmente devido à distribuição polarizada de canais iônicos nas células epiteliais”, um tipo de célula que reveste órgãos e cavidades internas do organismo. Canais iônicos são passagens na membrana celular por onde transitam partículas dotadas de carga elétrica, os íons. “Alterações desses potenciais transepiteliais, durante o desenvolvimento do embrião, cicatrização de feridas e regeneração, em especial, criam os chamados campos elétricos endógenos, que são gradientes de tensão de longa duração, constantes e de corrente contínua”.
Na maioria das vezes, explica ela, esses sinais elétricos surgem a partir de variações no funcionamento de bombas iônicas – sistemas celulares que transportam íons pela membrana – ou pelo vazamento de íons em células individuais ou de camadas de células, como o epitélio, quando ocorre um ferimento, por exemplo. “O gradiente iônico resultante causa fluxo de corrente e estabelece o gradiente de tensão. Dessa forma, todas as células, e não apenas as células neurais, produzem um potencial de membrana que é específico para o seu tipo e que também é específico para o seu grau de diferenciação”, prossegue Juliana. 

Câncer
Além do uso de campos elétricos para guiar o movimento das células, outras aplicações vêm sendo estudadas. “Pesquisas na área de regeneração de membros também têm sido conduzidas. Com a premissa de que se você pode alterar o potencial de uma célula, você pode mudar a forma como ela cresce, e que alterando o potencial elétrico de muitas células, você pode causar o crescimento de uma estrutura específica, pesquisadores fizeram crescer com sucesso olhos em caudas de rãs”, exemplificou.
“Já na área da engenharia de tecidos, as principais aplicações de campos elétricos se concentram na formação e caracterização de tecidos artificiais e de suas células componentes, auxiliando tanto na formação da matriz extracelular artificial, como na micromanipulação das células com campos elétricos”, disse. “Existem também estudos mostrando a diferenciação de células-tronco através da aplicação de campo elétrico. Células-tronco apresentam o potencial de se desenvolverem em outros tipos celulares, em determinadas condições. Até agora, extensa literatura já validou o papel do campo elétrico na regeneração de tecidos, mostrando o grande potencial da utilização de materiais condutores e campos elétricos em engenharia de tecidos, em particular para a reparação e regeneração de ossos, nervos e tecidos cardíacos”.
A conclusão da tese de Juliana aponta, ainda, a possibilidade do uso de campos elétricos no combate ao câncer. “Diversos estudos envolvendo aplicação de campos elétricos e câncer têm sido realizados, na tentativa de produzir tanto diagnóstico como tratamento”, afirmou a pesquisadora. “Esses estudos investigam os mecanismos de controle e de propagação das células cancerígenas, e baseiam-se no fato de que as células cancerígenas transformadas são perturbadas eletricamente. Elas têm uma carga de superfície negativa maior do que as células normais e, geralmente, o seu potencial de membrana é consideravelmente mais despolarizado”.
Ela conta, ainda, que uma empresa israelense divulgou recentemente resultados promissores de pesquisas laboratoriais e de testes em humanos envolvendo a aplicação de campos elétricos contra tumores. “Essa empresa tenta desenvolver um dispositivo que usa campos elétricos fracos para destruir células cancerígenas, mas sem lesionar as células normais”, descreve. “Campos elétricos de baixa intensidade foram utilizados para interromper a divisão das células cancerígenas e retardar o crescimento de tumores cerebrais. O dispositivo está em ensaios clínicos de fase final nos Estados Unidos e na Europa para glioblastoma, um câncer cerebral letal. A sua eficácia também está sendo testado na Europa contra o câncer de mama”.
Próximos passos
Juliana espera que os resultados apresentados em sua tese venham a ter aplicação terapêutica no futuro. “Campos elétricos já têm sido utilizados para aplicações terapêuticas, especialmente, na cicatrização de feridas e regeneração de tecidos, como tecido ósseo e cartilagem, por exemplo”, disse ela. “Estudos sobre a estimulação elétrica para promover a união óssea mostraram resultados clínicos promissores, utilizando dispositivos tanto externos como implantáveis. Outros estudos demonstraram que a estimulação elétrica aumenta a migração de células do menisco e a reparação de tecidos integrativa”.
“No contexto do nosso trabalho, o campo elétrico poderia ser utilizado para dirigir a migração ou induzir a regeneração de células fotorreceptoras na direção das áreas danificadas ou degeneradas em diversos tipos de doenças da retina, como degeneração macular aguda ou retinite pigmentosa, por exemplo”.
Especificamente sobre seu trabalho com células fotorreceptoras, ela diz que “antes de partir para estudos ‘in vivo’, estudos ‘in vitro’ mais detalhados ainda são necessários. Pretendemos, primeiro, investigar a polarização de formações células complexas, envolvendo camadas de células em tecidos e estimulação em mais dimensões, utilizando eletrodos especiais, para depois iniciarmos estudos em animais”.
Publicação
Tese: “Photoreceptors in Electric Field”
Autora: Juliana Guerra
Orientador: Sérgio Mühlen
Unidade: Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC)

Fonte:http://www.unicamp.br/unicamp/ju/656/sinais-promissores

Reversão de sucesso de retinose pigmentar.



É geralmente ensinado que a retinite pigmentosa (RP) é uma doença hereditária e que não há cura. Quando jovem, vítima de RP geralmente tem visão normal. Este fato sugere que a causa primária da RP é um patógeno ou um déficit nutricional e não herança. Esta idéia é apoiada pela dificuldade de fazer pesquisa RP, e pelo nosso sucesso com dois pacientes tratados com nutrientes e com 200 microamperes eletricidade. Nenhum destes pacientes não relacionados tem parentes conhecidos com retinite pigmentosa.

Que os pesquisadores tiveram dificuldade com o conceito genético de RP é resumida da seguinte forma:. "A fim de prosseguir os estudos de laboratório em anormalidades fotorreceptoras herdadas, é essencial ter grupos de pacientes com um defeito comum bem definido Isso raramente tem sido alcançado, a única forma segura de garantir que até agora a ser a investigação de pessoas com ascendência ligada. Herança de RP pode ser autossômica recessiva, autossômica dominante ou Xlinked, e não há heterogeneidade dentro das categorias. Além disso, (simplex) casos espontâneos ocorrem sem que haja irmãos ou evidência de consangüinidade afetadas ~ Estes podem ser hereditárias ou adquiridas e estudos significativos só será possível quando a relação de doenças conhecidas foi investigado: "

Os fatores nutricionais começaram a entrar em foco quando uma epidemia de cegueira gato semelhante a RP atingiu a Austrália em 1975.2 Como resultado, nós agora sabemos que um nutriente criticamente essencial para a retina é a taurina. Os gatos estavam recebendo comida de cachorro que foi rotulado de comida de gato e que não continha taurina. A quantidade limitada de taurina típica da alimentação humana podem ficar indisponíveis se certas bactérias intestinais estão presentes. Dietas deficientes, bem como uma infecção bacteriana em tais membros de uma família pode fazer PR parece ser herdada. Aparentemente, estas bactérias causam os rins excretam taurina, de modo que a suplementação com taurina podem não fornecer o necessário taurina pelos olhos. Se a suplementação com taurina não está funcionando, o antibiótico específico para tratar esses patógenos bloqueio taurina é Neomicina

Perda de adaptação ao escuro é característico de retinite pigmentosa. Estudos têm demonstrado que a adaptação ao escuro é muito melhorada por mirtilos (bagas azuis europeus).

Em relação a degeneração macular, que também é considerada incurável, Newsome 'mostrou que a suplementação com zinco pode retardar, mas não impedir a perda da visão. O estudo de Michael Allen e usado nutrientes e zinco o mesmo que fez Newsome, mas também aplicados 200 microamperes de eletricidade ± 9 volts de onda quadrada, 10 ciclos / seg.) Para as pálpebras fechadas. Acuity melhorou ou estabilizou em 15 dos 25 pacientes com degeneração macular, monitorados por cinco anos. Praticamente todos os sujeitos de Newsome, placebo e grupos suplementados, perdeu a visão em seu estudo de dois anos, embora os indivíduos suplementados manteve boa acuidade mais tempo. Outros estudos têm mostrado que a aplicação de correntes elétricas fracas para o olho tem benefício positivo na degeneração macular e outros conditions.7 "Parece haver nenhum efeito adverso conhecido de usar microamperage corrente elétrica sobre os olhos. Nosso uso de 200 micro amperes, ± 9 volts a 10 ciclos por segundo em úmidos pálpebras doses, produz apenas uma sensação de luz bruxuleante.

Nutrientes (Ocuguard) podem parar a progressão da DMRI como mostra Richer. "" Cheraskin'2 mostrou que os antioxidantes são especialmente benéfico e que a melhoria da nutrição deve ser iniciado mais cedo na vida.

Retinite pigmentosa Estudo

Com isso em mente dois pacientes RP foram monitorados enquanto eles tomaram nutrientes diários e recebeu 200 microamperes alternadas ± 9 volts de eletricidade onda quadrada aplicado nas pálpebras durante visitas ao consultório mensais semanais e eu.

Paciente 1: Angela veio para um exame oftalmológico aos 15 anos, após a Clínica Mayo, a diagnosticou como tendo retinite pigmentosa e recomendou que ela aprender Braille. Dois outros oftalmologistas confirmou o diagnóstico e aconselhou que ela acabaria por ficar cego. Para seu primeiro exame, Angela teve que ser levado para o escritório. Sua acuidade foi: OD. 20/402, OS. 20/200 e os seus campos visuais foram menos de 150.

Angela reclamou falta de jeito em andar e vendo pontos flutuantes. Ela teve que desistir da banda do colégio por causa de sua incapacidade de ficar na fila. Depois de tomar suplementos nutricionais e tratamentos elétricos, a partir de Dezembro de 1992, Angela rapidamente (em cerca de um mês) tornou-se, em média, mocinha capaz de mover-se e comportar-se normalmente. Ela continuou os nutrientes e estimulação elétrica para o tempo presente. Agora ela está bem casado e tem dois filhos. Sua última verificação acuidade, 14 de dezembro de 1997, foi: OD. 20/20 e OS. 20/40. Sua visão periférica agora é razoavelmente normal, para além de 55 graus por um teste de tela tangente. Ela relata razoavelmente boa visão noturna, e ela tem uma carteira de motorista padrão. Ela relatou que sua visão agora está bem. Dados de exames de Angela estão resumidos Ela continua com as vitaminas múltiplas diárias mais minerais e 300 mg. de mirtilo. 750 mg de taurina Ela tinha no escritório tratamentos elétricos por três anos. Desde junho de 1995, tem um estimulador elétrico de 200 microampere em casa. Ela usa-lo em seus olhos duas vezes por dia.

Paciente 2:. Barbara, 37 anos, foi examinado em setembro de 1993 registros de quatro médicos diagnosticaram como tendo RP. Ela tinha vários, graves, defeitos do campo visual. Sua capacidade de conduzir e caminhar, especialmente à noite, foi prejudicada como foi a sua capacidade de ler e para continuar seu trabalho com a aprendizagem de crianças com deficiência. Informações sobre o exame de Barbara também são resumidos. Barbara agora dirige 75 milhas de suas visitas ao consultório. Ela não podia fazer isso antes. Seus campos visuais são muito melhorada. Em relação ao sucesso de seus quatro anos de suplementos nutricionais e de estimulação elétrica, ela disse: "Agora eu não tenho problemas em tudo." Desde junho de 1995, Barbara também tem um estimulador elétrico em casa, que ela usa em seus olhos sobre duas vezes por dia.

Para retinite pigmentosa temos encontrado um benefício significativo a partir de correntes elétricas fracas aplicadas aos olhos, e do uso de suplementos nutricionais diárias. Fizemos notáveis melhorias visuais e psicológicos em dois pacientes "incuráveis" retinite pigmentosa. Recomendamos que todos os pacientes com problemas de retina incluindo aqueles com retinite pigmentosa ser fornecidas, no mínimo, com suplementos nutricionais adequados e microampere estimulação elétrica.

1 Voaden MJ: Retinal Research. Pergarnon Press. 1991: 10:294.

2. Haves KC. et al: Science. 1975: I88: 949.

3. Bradford BW. Allen HW: Taurina em saúde e na doença. Volune 2. No. 6. EUA. Raum e Zert. 1991:17-23

4. Newsome DA. Swartz M. et al: Zinco Oral em degeneração macular. Arch Ophthal. 1988:106:192-198.

5. Michael. LD. Allen MI: Nutritional SuppIementation estimulação elétrica e degeneração macular relacionada à idade. J. Orthomol Med. 1993:8:168-171.

. 6 Allen, MJ: Tratar DMRI. Letter. Optom Vis Sci. 1994: 74:293.

7.Kurtz JL:. Os princípios e prática de fisioterapia ocular para optometristas, Am J Optomn pubi. 1930.

. 8 Wallace L: O tratamento de degeneração macular e outras doenças da retina usando terapia bioelectromagnetic, J Optom fototerapia. 1997; 3.

9. Rockland Corporation, 12320 E. Skelly Drive, Tulsa, OK 74128.

. 10 Richer, 5: "atrófica DMRI, uma doença sensível Nutrition Editorial Visitante, J Am Optomc Assoc, 1996; 67:. 6-10.

. 11 Richer, S: Estudo multicêntrico oftalmológica e nutricional relacionada com a idade degeneração macular, as partes 1 e 2 J Am Optomc Assoc de 1996:.. Vol. 67: 12-49.

12 Cheraskin E:. Antioxidantes na saúde e na doença. J Am Optomc Assoc, 1996; 67: 50-57.

os dados de exame.
Idade do paciente Data Olho Direito Olho Esquerdo Campos ambos os olhos
Angela 15 12/92 +1,50-2.00x180. 20/40.2 1,25-2.00x180. 20/200
Angela 20 12/97 +1,50-2.00x180. 20/20 1,25-2.00x180. 20/40 ~ ~
Barbara 37 09/93 +0,50 -1,00 x 78. 20/30 0,50 -1,00 x 90. 20/30
Barbara 41 12/97 0,00 -1,00 x 18. 20/20 0,00 -1,00 x 90. 20/20 Menos de ± 15 "
Teste motorista passou
Menos do que ± 20 "
Teste motorista passou
  
Nutritionals utilizados: Doutor Donsbach "C" Clear9
Três comprimidos contêm Valor% RDA EUA
Vitamina A (óleo de fígado de peixe) 9,375 IIJ 188
A vitamina D (óleo de fígado de peixe) 300 lii 75
Vitamina E (d-alfa-tocoferol) 150 UI 500
Vitamina C (Ácido Ascórbico / Cakium ascorbato) 750 mg 1250
A tiamina (vitamina B-i) 37,5 mg 2500
A riboflavina (vitamina B-2) 56 mg de 3295
Niacina 30mg 150
A vitamina B-6 (piridoxina) 56 mg de 2800
Ácido pantotênico (pantotenato d-cálcio) 37,5 mg 375
O cálcio (carbonato / citrato) 188 mg 20
Magnésio (Óxido) 93,5 mg 25
Selênio (quelado) 37,5 mcg
Zinco (gluconato) 28 mg 185
L-cisteína a 150 mg
L-Arginina 112,5 mg
Bioflavinoids 112,5 mg
L-glutamina 100 mg
Glicina 75 mg
Glutationa 15mg
Além disso, cada paciente e re'ceive
Tauri ne 750 mg
Boldo 350 mg

Fonte : http://www.altoonamedicalsupply.com/retinits%20pigmetosa.htm

terça-feira, 24 de maio de 2016

Após 40 anos, homem volta a ver com ajuda de olho biônico .

São Paulo – John Jameson, um residente do Texas, Estados Unidos, voltou a enxergar depois de 40 anos de cegueira. Isso aconteceu graças a um implante realizado em seu olho.

A tecnologia usada é uma retina artificial, chamada Argus II. De forma simples, a Argus II envolve um par de óculos especiais e uma camada de eletrodos que é fixada nos olhos do paciente. A tecnologia permite que alguns cegos voltem a ver padrões de luzes e algumas imagens. Apesar da melhor, a visão não é completamente restaurada.

De acordo com Jameson, desde a cirurgia, sua visão tem melhorado a cada dia, à medida que seu cérebro se adapta à nova tecnologia.

“Quando você é criança, acorda na manhã de Natal e vê a árvore cheia de luzes, presente e tudo mais. Isso é uma grande alegria. Agora, isso acontece comigo todos os dias, todo dia eu acordo e posso ver mais”, disse em entrevista ao Texas Standard. “Quando acordo, eu amo ficar vendo a natureza acordar também. É como um milagre.”

O implante Argus II foi criado pela empresa americana Second Sight. Uma câmera que fica acoplada ao par de óculos capta as imagens. O conteúdo é transformado em pulsos elétricos e enviado para o implante, usando uma conexão sem fio.

Os eletrodos estimulam as células que ainda sobrevivem no olho, que enviam informações para o cérebro—que as converte em imagem.

O procedimento foi regularizado pela FDA (Administração de Drogas e Alimentos, órgão federal dos Estados Unidos) em 2014 e vem sendo usado aos poucos por médicos americanos.

Para que um paciente possa receber o implante, existem algumas condições. É preciso ser maior de 25 anos, ter tido visão funcional em algum momento da vida e ter algum grau de cegueza grave, para que a melhora trazida pelo Argus II seja relevante.


Fonte:http://exame2.com.br/mobile/tecnologia/noticias/apos-40-anos-homem-volta-a-ver-com-ajuda-de-olho-bionico

terça-feira, 26 de abril de 2016

Implante de micro chip na retina.

 Nikki Watson era incapaz de andar ao longo das pistas do país perto de sua casa Devon sem ajuda ou sem o uso de uma bengala.

Em novembro, apenas seis semanas depois de ter um microchip instalado em seu olho direito, Nikki, que foi registrado cego desde os 17 anos de idade, descobriu que podia andar sem ajuda. Ela nunca vai esquecer o sentimento. ""De repente, percebi que eu tinha deixado o meu marido, Hal, e um outro amigo para trás e estava andando feliz por mim, porque eu poderia fazer a sebe ao lado da estrada", diz Nikki, 49, a partir Shebbear, em North Devon.

Nikki tem o olho retinite pigmentosa doenças degenerativas, o que faz com que as células fotorreceptoras na parte de trás dos olhos a morrer, levando a cegueira. Antes desta técnica, nenhum tratamento estava disponível para a condição, que afeta um em cada 3.000 pessoas.A doença é uma condição genética e irmão mais velho de Nikki, Geoffrey, 59, também é afetada.G remo em Plymouth, ela se lembra de andar em coisas e cair muito mais do que as outras crianças. "Na escola eu teria que ir para a frente da classe para ver o que estava no quadro negro", diz ela.

Não ficou claro o que estava fazendo com que ela e problemas de visão de seu irmão.

Quando Nikki tinha nove anos, ela foi levada para um oculista de e dado óculos com uma lente apagado. A outra lente, para leitura, era muito espessa e tinha um telescópio saliente que pudesse ser utilizado para a visão de longe. "Eu usava esses feliz nas férias de verão, mas na primeira assembléia de volta à escola, eu usei a lente telescópica para ver a folha de hino na parede. Um menino virou-se e riu e logo todo mundo estava rindo. Eu nunca usava-los novamente. "

Aos 11 anos, ela foi enviada para Exhall Grange em Coventry, uma escola para crianças com visão parcial e aqueles com doenças progressivas. "Eu imaginei que seria como Malory Towers, mas não foi. Eu odiava cada minuto porque foi tão longe de casa ".H er visão se deteriorou ainda mais e, aos 17 anos, Nikki foi registrado cego e aprendeu a usar uma bengala branca.

Um dia, ela foi enviada para o aconselhamento na enfermaria, onde os médicos confirmaram que ela tinha a retinite pigmentosa. "Um painel de estranhos de bata branca me disse que eu ficaria cego em 24 e não havia nada que alguém pudesse fazer."

Até então seu campo de visão era "como olhar para baixo de um tubo de Smartie".Voltar em Plymouth, Nikki passou três anos na escola de meninas católicas e conseguiu passar seu Inglês A-level. Aos 21 anos, ela conseguiu um emprego trabalhando para o Registo Predial. "Eu tinha uma máquina que iria ampliar os cartões de títulos de propriedade em uma tela de televisão na frente de mim. Foi lento. "Um trabalho de t se encontrou com Hal, seu futuro marido. Odene, seu primeiro cão-guia , foi convidado de honra em seu casamento.

Foi uma pura acaso que Nikki aprendeu sobre a pesquisa que está sendo realizada pelo Prof Robert MacLaren e sua equipe no Hospital Eye Oxford . "Um sábado eu estava ouvindo a a Fighting Blindness Twitter feed de caridade. Ele disse que o professor estava à procura de pessoas para participar do julgamento. Eu decidi dar-lhe um ir. "

Em setembro passado, Nikki passou por uma cirurgia no Hospital John Radcliffe ter o microchip implantado abaixo de sua retina: contendo 1.500 pequenos detectores de luz eletrônico, que envia sinais do nervo óptico é capaz de pegar, assim que os pacientes podem começar a recuperar alguma visão.Dois dias depois, ela estava em casa, com escudos de olho de plástico para usar fora e na hora de dormir. Quatro semanas mais tarde, o chip foi ligado e os médicos começaram a realização de testes.

"Toda vez que ele passou, eu vi um flash brilhante. Eles tinham colocado para fora objetos para identificar. I foi perguntado se eu podia ver uma placa de jantar ou um anel circular. Eu disse que era um anel. Quando me disseram que eu estava certo, eu queria pular e beijar o oftalmologista. "A casa rriving, ela ligou o chip e podia ver que havia uma carta sobre o capacho. "Eu fui ao redor da casa mudar as luzes e desligar. Fiquei emocionada meu cérebro estava começando a interpretar o que eu estava vendo. "

No entanto, alguns meses mais tarde a um check-up, o olho direito de Nikki parecia dolorido. A fiação não estava deitado em sua conjuntiva. Ela fez uma cirurgia para corrigir a falha, mas em janeiro o fio tinha levantado novamente e o chip ainda não estava funcionando, por isso, em fevereiro, ela foi retirada.Prof MacLaren, professor de oftalmologia da Universidade de Oxford e cirurgião consultor vitreoretinal no Hospital Eye Oxford, diz que isso é incomum. "Na maioria dos pacientes, a micropastilha electrónica está a funcionar muito bem. Nikki é o único em que isso aconteceu e ela foi a apenas azarão. Tendo o chip substituído em uma data futura é uma opção para Nikki ".N ikki diz: "Estou de volta à estaca zero, mas eu não teria feito nada diferente. Se o professor sugere que pode ser reimplantado, eu vou considerá-lo.

"É a pesquisa surpreendente e significa que, no futuro, quando uma menina de 17 anos de idade, é dito que ela tem a doença, não vai ser tão cortada e seca como quando me foi dado o meu diagnóstico."

Prof MacLaren espera que o microchip se tornará disponível para as pessoas com a doença dentro de três anos.

"Enquanto isso, estamos felizes em implantar chips em pessoas com retinite pigmentosa. O julgamento é científico, por isso precisamos que eles sejam completamente cego a fim de saber que a visão que recebem após o implante é a partir do chip. Até o momento nove pacientes foram implantados, e estamos prestes a fazer mais três. "


Fonte:http://www.telegraph.co.uk/wellbeing/health-advice/i-was-thrilled-with-my-electronic-retina/

domingo, 24 de abril de 2016

As plaquinhas.



Passo por estas situações tantas repetidas vezes. Mas hoje, não sei o
porquê, me tocou de uma forma mais profunda. Diariamente, andando
pelas ruas da cidade, encontro pessoas que me dedicam seus olhares de
pena. E eu me calo diante da realidade dos fatos. Essa realidade que
apenas eu conheço, e eles não. A grande verdade, que estas pessoas
desconhecem, é que a pena que sentem, traduz unicamente os seus medos
e frustrações projetados em mim, como se eu representasse aquilo que
eles tanto temem, todos os seus medos traduzidos em uma pessoa. Tanto
medo de não ver, tanto medo de ser enganado, sem saber eles, coitados,
que vivem presos em uma cela de ignorância, algemados por esta tão
triste realidade de pensar que são felizes e saudáveis. Porém hoje,
estava eu acomodada no conforto fabuloso de uma maravilhosa cafeteria
de Bento, e havia um ser na mesinha ao lado. Uma senhora fina, talvez
no auge dos seus 40 anos. Julguei isso tudo pela voz, pela postura e
maneira de falar. Eu ouvia sua respiração, era aflita... E sentia o
peso dos seus problemas. Eu podia ver, acreditem vocês ou não, a sua
aura, enegrecida e perturbada pela impotência diante de algo que a
afligia. E ela ofereceu-se para auxiliar-me em alguma coisa simples,
ajuda que eu não pedi nem necessitava. Primeiro senti uma certa raiva
daquela atitude. Sou humana e nem sempre compreendo a ignorância
alheia. Mas depois, reparando no seu olhar de pena, e na sua aura. Me
dei conta de que ela talvez saísse dali menos aflita, mais confiante,
simplesmente porque para ela, a minha deficiência deve ser um peso
maior do que os seus problemas. Tenho esperança de que este seja o
desfecho da história. Afinal, prefiro que as pessoas pensem que são
mais felizes que eu, talvez assim encontrem ânimo para suas lutas. Por
outro lado, muitas vezes eu sinto um desejo tão grande e que sou
obrigada a conter... O desejo de dizer tudo que penso, o quanto minha
deficiência me fez ver muito mais longe, perceber as minúcias e
malícias, das pessoas e do mundo. Me controlo muito para não despejar
nestes infelizes as verdades tão sutis que sua cegueira espiritual
nunca permitirá que eles vejam. Mas sei que não posso. Afinal, cada um
terá seu momento de acordar e perceber que existem realidades
paralelas à aquelas que se pode enxergar. A vocês, caros amigos e
leitores, espero apenas que percebam o que quero dizer nas entrelinhas
dos meus pensamentos.
Ontem minha mãe me relatou um fato que ilustra muito bem aquilo qe eu
quis dizer neste texto. Ela estava resolvendo assuntos no centro da
cidade onde mora, e
encontrou uma moça cadeirante passando por apuros para descer uma
calçada. Parou para ajudá-la, porque esta solicitou ajuda. Minha mãe
seguiu o caminho acompanhando-a, já que iam para o mesmo lado. Então
minha mãe contou para a moça que ela tem uma filha deficiente visual,
que no caso, sou eu. Então a cadeirante parou a cadeira, olhou para
minha mãe e disse: Ah, coitada! Pois é, lembram da frase "o sujo
falando do mal lavado", eis o que nos revolta. As pessoas, muitas
vezes, tem problemas muito maiores do que uma deficiência, mas ficam
com pena da gente, só porque nosso problema é visível, e os milhões de
problemas que eles têm não são perceptíveis. Afinal, manter as
aparências de uma vida feliz e substanciosa é muito fácil. Difícil
para eles, seria carregar a imagem dos seus dramas por onde vai.
Imagine-se andar com uma plaquinha escrito "meu marido tem outra" ou
"meu filho é drogado", ou quem sabe "eu apanho em casa". Pois é
exatamente o que acontece conosco. Nós andamos com uma bengala que
declara "eu sou cego". Agora pergunta qual dos problemas eu prefiro
ter? Desculpem-me a franqueza, mas eu fico com minha cegueira.

Autora:
Camila Gandini

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Nova técnica capaz de restaurar a visão de pessoas cegas começará a ser testada!

Médicos no Texas estão planejando, através da neurociência, usar uma técnica inédita para tentar restaurar a visão de pessoas cegas, segundo relatórios da MIT Technology Review.

 

A empresa RetroSense Therapeutics testará uma técnica conhecida como Optogenética, que envolve a modificação de neurônios para que eles possam ser transformados em uma espécie de “interruptor”, para poder ligado e desligado usando a luz. A técnica tem sido demonstrada em ratos e macacos, mas esta seria a primeira vez que ela seria usada em seres humanos.

 

De acordo com Tech Review, o teste é de responsabilidade da Retina Foundation of the Southwest, e envolverá 15 pacientes com retinite pigmentosa, uma condição pela qual as células do olho sensíveis à luz (retina) tornam-se degeneradas, fazendo com que os pacientes percam a visão periférica e noturna, finalmente, ficando cegos.

 

Anteriormente, os cientistas usaram Optogenética para apagar memórias de medo no cérebro de ratos. A técnica envolve a infecção de células cerebrais com um vírus que foi programado para transportar um gene a uma proteína sensível à luz encontrada em algas, chamada canal-rodopsina-2 (ChR2). Uma vez que as células são infectadas, o gene pode ser ativado e desligado em resposta à luz de uma determinada cor, ou comprimento de onda, transmitindo sinais da retina para o cérebro. A esperança é que as células danificadas sejam ignoradas, enquanto as células ganglionares passem a ser diretamente sensíveis à luz.

 

Os pacientes que participarão do teste não serão completamente cegos, eles possuem visão muito limitada, enxergando apenas uma mão se movendo na frente de seu rosto. O CEO da RetroSense, Sean Ainsworth disse ao Tech Review que espera que o tratamento permita que os pacientes vejam “mesas e cadeiras” ou até eiam letras grandes.


 
No entanto, como a proteína só pode responder à luz de uma única cor (nesse caso, a luz azul), os cientistas acreditam que os pacientes só poderão ver o mundo em preto e branco. Não está claro como eles vão perceber a cor, ou se eles serão capazes de ver algumas cores.

 

Caso o teste seja um sucesso, os cientistas pretendem explorar como a Optogenética pode ser usada para tratar outros distúrbios. Por exemplo, uma empresa com sede na Califórnia, chamada Circuit Therapeutics, tem planos para desenvolver tratamentos optogenéticos para a doença de Parkinson. E isso pode acontecer mais cedo do que pensamos. Antonello Bonci, neurocientista e diretor científico do Instituto Nacional de Abuso de Drogas, em Baltimore, disse ao Tech Review que os tratamentos cerebrais com optogenética poderiam estar disponíveis em até 5 anos.



Fonte:http://www.jornalciencia.com/nova-tecnica-capaz-de-restaurar-a-visao-de-pessoas-cegas-comecara-a-ser-testada/

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Tratamento para a Retinose Pigmentar.

Olá minhas pupilas!!!
Uma nova tecnologia desenvolvida por médicos no Canadá, devolve a visão aos cegos. Quem lidera a técnica é um brasileiro.Dr. Flávio Rezende é Chef do Setor de Retina da Universidade de Montreal e conta para o Instituto holofotes o que é, pra quem é e como funciona os óculos que transmitem a imagem para o cérebro e o portador de rp já em estágio avançado (cego) consegue ver sombras. Podemos afirmar que já é um grande avanço e que devemos ter esperança em Deus e nos médicos aos quais Ele deu inteligência para estudar e descobrir formas de beneficiar à todos. Parabéns ao Dr. Flávio por todo empenho e por nos fazer acreditar em nosso valor como nação e fazer a diferença. Você Brilhou!!! vejam a entrevista completa onde ele fala também sobre os estudos e algumas curiosidades como óculos para bebe, doença de stargat, quais os cuidados devemos tomar e muito mais. Aproveitem!  Eu trabalho é pra vocês.









Fonte:http://institutoholofotes.org.br/noticias/tratamento-para-a-retinose-pigmentar/