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terça-feira, 28 de junho de 2016

medicina da dor ajuda a preservar a visão em modelo de degeneração da retina hereditária.

 -. A medicina da dor que potencialmente ativa um receptor vital para uma retina saudável aparece para ajudar a preservar a visão em um modelo de degeneração da retina grave, relatam os cientistas.

Potencialmente cegando doenças, tais como a retinite pigmentosa e degenerescência macular resultado na perda de células fotorreceptoras da retina que nos permitem converter a luz em imagens.

O estudo, no Jornal Proceedings of the National Academy of Sciences , mostra que, em um modelo animal de grave, herdou degeneração da retina, a droga (+) - pentazocina permite a sobrevivência de células cone, um tipo de células fotorreceptoras que nos dá detalhada , visão de cores, disse o Dr. Sylvia Smith, presidente do Departamento de Biologia Celular e anatomia da faculdade de Medicina da Geórgia na Universidade de Augusta.

Houve uma preservação "marcante" da função cone em camundongos afetados tratados com (+) - pentazocina, disse Smith, biólogo celular da retina e autor correspondente do estudo. Na verdade, a função do cone foi essencialmente o mesmo que em ratinhos normais, enquanto a perda de visão progrediu como esperado em ratinhos mutantes não tratados.

Por volta do dia 42, quando a visão deveria ter sido perdido, várias camadas de células fotorreceptoras foram ainda claramente visível nos ratinhos tratados e a grande maioria destas células estavam cones. Camundongos sem o receptor sigma 1 não beneficiou de (+) - tratamento pentazocina, mais uma evidência do papel essencial do receptor na protecção da retina, disse Smith. ratinhos tratados também apresentaram evidências de estresse oxidativo reduzido.

Embora possa não ser a droga de escolha para pacientes com estes problemas, os cientistas sabiam que (+) - pentazocina, um analgésico provado que parece ter potencial, bem como para melhorar a memória falha, foi um potente ativador do sigma 1 receptor.

Embora o trabalho continua a ser exatamente o que ele faz, overactivating o receptor sigma com a droga provavelmente aumenta a atividade da proteína anti-oxidante natural, Nrf2, e potencialmente outros mecanismos para melhor proteger as células, disse Smith.

Eles também têm evidências de que o tratamento diminui a inflamação, o que muitas vezes acompanha o estresse oxidativo, bem como o estresse no retículo endoplasmático, um organelo importante que ajuda o corpo a produzir, dobrar e proteínas de transporte, incluindo eliminando os mal dobradas que não funcionam como deveriam .

"O stress oxidativo, especialmente na retina, é enorme por causa da luz", disse Smith. células fotorreceptoras da retina converter a luz em sinais que o cérebro converte em imagens. Mas, como a maioria das coisas, muita luz também é ruim para os nossos olhos, luz particularmente fluorescente que ainda permeia muitas configurações de negócios, bem como luz solar excessiva.

"A retina necessita de luz, bem como oxigênio para permitir-nos ver, mas o ambiente oxidativo pode ser prejudicial", disse Smith das células fotorreceptoras metabolicamente exigentes. "É uma corda bamba." Na verdade, um painel de seus colegas biólogos de células da retina provavelmente dizer que o estresse oxidativo é a sua maior preocupação em termos de degeneração da retina, disse ela. A oxidação ocorre quando muitos radicais livres, um subproduto natural do uso de oxigênio, são gerados para o olho para eliminar através de mecanismos naturais e tornar-se letal para as células.

No verão passado, na revista Biology Free Radical e Medicina, laboratório de Smith mostrou papel claro sigma 1 do receptor em uma retina saudável. Sem ele, células de Müller que suportam a retina não consegue controlar os seus próprios níveis de estresse oxidativo destrutiva e, consequentemente, não podem apoiar adequadamente os milhões de neurônios especializados que nos permitem transformar a luz em imagens. camadas bem organizado de células da retina começam a se desintegrar, e a visão é perdida.

A descoberta também identificado um receptor sigma como um alvo potencial para o tratamento principais causas de cegueira como glaucoma e retinopatia diabética. Seu laboratório relatou em 2008 como (+) - pentazocina apareceu para ajudar a retina multicamada manter a sua forma e função bem estratificada e reduziu a perda de células ganglionares, as células nervosas da retina que recebem informações a partir de células fotorreceptoras. A camada mais externa contém epitélio pigmentar, que ajuda a nutrir a retina, e a próxima camada é embalado com as células fotorreceptoras.

células fotorreceptoras também incluem barras, que são na sua maioria agrupado na periferia da retina, que permitem a noite ou dim-luz visão. Ros tipicamente são perdidos na primeira degeneração da retina, em seguida, os cones de sucumbir.

Uma das muitas perguntas Smith e sua equipe agora querem respondido é quanto tempo a função de cone podem ser preservadas em ratinhos tratados com (+) - pentazocina.

Seu modelo é um rato com uma mutação genética que pede rápida perda de cones e bastonetes de dia 35 de vida e é um modelo de degeneração da retina hereditária grave como retinite pigmentosa. Eles injectado o medicamento para dentro da cavidade abdominal em dias alternados até ao dia 42 de vida. Smith e sua equipe agora também querem identificar a dose ideal. Eles também querem entender melhor como a droga funciona neste ambiente de alta estresse oxidativo. Os planos incluem também a remoção de Nrf2 do seu rato mutante para prosseguir se essa proteína está envolvida neste cenário.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Novos tratamentos dão esperança a pacientes com retinose pigmentar e outras doenças.

Há múltiplas causas para a cegueira. Entre elas, glaucoma, catarata, doenças da córnea, doenças associadas à idade, doenças vasculares, inflamatórias, infecciosas, tumorais ─ e as doenças (ou distrofias) degenerativas hereditárias da retina.
E quando se fala em tratamentos, são as pesquisas nessa última categoria de doenças que mais empolgam os especialistas.
"O maior avanço recente seria no tratamento de distrofias retinianas hereditárias", disse à BBC Brasil o oftalmologista paulistano Mauro Goldbaum, especializado em retina e vítreo, com doutorado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Research fellowship no Manhattan Eye, Ear, Throat Hospital em Nova York, Estados Unidos.
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Na busca de curas para essas doenças, "a genética vai permitir uma mudança de paradigma. É realmente uma mudança conceitual muito grande nos tratamentos", disse Goldbaum.
"Tem havido avanços interessantes em outras áreas de pesquisa. Por exemplo, no tratamento da perda de visão associada a diabetes e doenças vasculares, os medicamentos melhoraram muito, o resultado é excepcional. Mas são remédios, um método convencional."
Além disso, explicou, "esses medicamentos geralmente não levam à cura, mas sim ao controle da doença ─ e esse controle requer várias aplicações a longo prazo".
"A terapia gênica é diferente, é realmente inovadora. Primeiro porque promete tratar doenças graves para as quais não temos alternativa no momento", afirmou Goldbaum.
"Segundo porque os estudos têm mostrado que uma única aplicação permite corrigir o efeito do gene causador da doença. Dessa forma, a terapia gênica aproxima-se mais da cura do que do controle da doença", acrescentou.
"Terceiro, porque mesmo doenças degenerativas associadas à idade ─ como glaucoma e degeneração macular ─ envolvem uma predisposição ou alteração genética".
"Então, potencialmente, a terapia gênica poderia oferecer alternativas para doenças não hereditárias, que são mais comuns. E vem sendo incubada há muito tempo. É uma coisa futurística, abre possibilidades de se tratar muitas doenças", concluiu o pesquisador.
Para o paciente, no entanto, a espera ainda será longa. Segundo os especialistas, é provável que tratamentos para essas doenças só estejam disponíveis, em massa, para as gerações futuras.
Isso cria um grande desafio para médicos que recebem, diariamente, pacientes com doenças graves, incuráveis, em seus consultórios.
Por um lado, é preciso incentivar uma atitude positiva, por outro, não se pode despertar falsas esperanças, como explicou à BBC Brasil a oftalmologista e geneticista Juliana Sallum, professora da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp) com doutorado na Johns Hopkins University, em Maryland, Estados Unidos.
"O paciente tem de manter o psicológico bem, manter otimismo em relação ao progresso das pesquisas. Mas você não pode dar esperanças demais. Esse balanço é bem difícil. E a mídia faz muito estrago. Quando explico a realidade, é decepção na certa."
No entanto, há muitas razões para o otimismo, disse Sallum. Ela destaca, além das pesquisas com terapia gênica, estudos envolvendo terapia celular.
"Esses estudos são desbravadores. Abrirão portas e facilitarão pesquisas envolvendo outros genes. E não podemos esquecer que nada disso existia há dez, quinze anos", disse Sallum. "A ciência em si tem avançado bastante. Como médicos, conseguimos ver isso, mas o paciente quer resolver o caso dele, o que é totalmente compreensível."
Sallum tem mais boas notícias:
Avanços em estudos sobre outras doenças degenerativas - como o mal de Alzheimer, por exemplo ─ e sobre o envelhecimento de maneira geral podem, um dia, trazer soluções aplicáveis também às distrofias degenerativas da retina.
"A ideia é não permitir que a célula envelheça e morra. No caso de doenças degenerativas, o objetivo é não deixar que o erro genético cause o envelhecimento precoce, levando à morte celular precoce."
Uma outra estratégia nas pesquisas aposta não em tratamentos ou cura, mas sim em uma solução pragmática para o problema da cegueira. Trata-se do chamado olho biônico.
Entenda, com a ajuda da oftalmologista Juliana Sallum, três empolgantes estratégias na busca global por soluções para as distrofias degenerativas hereditárias da retina.
1. Terapia gênica
A terapia gênica consiste na inserção de um gene ou de material genético em determinada célula com fim terapêutico.
O material genético é transportado para o interior da célula por um vetor ─ em alguns casos, um vírus inofensivo. O vetor é injetado embaixo da retina e transfere, para dentro da célula, o material genético que carrega. A célula passa a expressar esse gene e assim corrige-se a função que estava deficiente.
Esse tipo de terapia é indicado para pacientes cujas células fotoreceptoras estão "em sofrimento" (ou seja, embora seu funcionamento já esteja sendo afetado pela doença, as células ainda estão vivas).
Em anos recentes, foram feitos estudos com terapia gênica para tratar retinose pigmentar, coroideremia e amaurose congênita de Leber, mas ainda não há tratamentos disponíveis.
Já existem, no entanto, estudos clínicos (envolvendo pacientes) em fase avançada, e um deles estaria em estágio final de aprovação: uma equipe da Universidade da Pensilvânia, em, Filadélfia, Estados Unidos, anunciou que espera poder oferecer, dentro de um ano, terapia gênica para alguns pacientes com a distrofia amaurose congênita de Leber.
Um dado importante é que a doença é rara, afetando uma em cada dez mil pessoas. Além disso, ela é provocada por 18 genes diferentes, e a terapia gênica desenvolvida pela equipe americana se aplicará apenas a pacientes com um gene específico, o RPE65.
"Ou seja, trata-se de um gene raro em uma doença rara", disse a geneticista Juliana Sallum.
Também em estágio avançado está a pesquisa desenvolvida pelo oftalmologista britânico Robert MacLaren, da Oxford University, Inglaterra, para o tratamento da coroideremia. Estudos clínicos trouxeram resultados positivos que vêm se sustentando há quatro anos. Em e-mail à BBC Brasil, um integrante da equipe disse que é difícil prever, mas o grupo espera que um tratamento seja disponibilizado dentro dos próximos dez, possivelmente cinco, anos.
A coroideremia também é uma doença rara, afetando uma em cada 50 mil pessoas.
2. Terapia celular
Para pacientes que já perderam muitas células fotoreceptoras , uma outra estratégia nas pesquisas para tratamento é a terapia de reposição de células, ou terapia celular. Por esse método, células são retiradas de outro tecido e tratadas em laboratório para ficarem mais parecidas com as células da retina.
Os estudos atuais apostam em dois tipos de células que são implantadas em diversos lugares dentro do olho: células iPS (sigla inglesa para Induced pluripotent stem cells, ou células-Tronco Pluripotentes Induzidas ─ um novo tipo de célula, descoberto em 2006, que se assemelha às células-tronco embrionárias mas é obtido artificialmente em laboratório) e células tronco (células embrionárias de fetos descartados após fertilização In Vitro).
"A diferença entre terapia celular e terapia gênica é que na terapia gênica o alvo é uma célula que já está lá (na retina)", disse Sallum.
Os estudos atuais envolvem pacientes com Doença de Stargardt e com degeneração macular senil (que não tem causas puramente hereditárias).
Embora os estudos já envolvam pesquisas clínicas, não é possível fazer previsões sobre quando tratamentos estarão disponíveis.
O benefício potencial da terapia celular seria imenso, explicou Sallum. A Doença de Stargardt é uma das mais comuns entre as distrofias degenerativas hereditárias da retina. E a degeneração macular senil (que não pertence à categoria das distrofias degenerativas da retina) é a maior causa de perda de visão em pacientes com mais de 50 anos.
3. Olho biônico
Há diversos olhos biônicos em estudo no momento, mas apenas dois receberam aprovação de entidades reguladoras para ser comercializados. O primeiro, a prótese Argos II, está disponível na Europa desde 2011 e, nos Estados Unidos, desde 2013.
Argus IIImage copyrightDIVULGAÇÃO
Image caption
Chip implantado é implantado no olho por meio de cirurgia
A prótese Argos II (um microchip) é implantada no olho por meio de cirurgia e passa a substituir a função da retina. O paciente usa um óculos acoplado a uma câmera. A câmera, sem fio, envia a imagem para a prótese. A prótese capta a imagem e estimula, por meio de eletricidade, as células remanescentes na retina. As células, por sua vez, enviam a informação ao cérebro.
O chip atual oferece imagens com definição de aproximadamente 36 pixels (pontos), o que permite a visão de vultos luminosos.
A prótese é útil como auxílio para pacientes que caminham com bengala, identificando portas, janelas ou objetos cuja cor contrasta com a do ambiente. Não há uma percepção de formas em detalhe, mas percebe-se que há um objeto ali. Também não há percepção de cor ─ a imagem é em preto e branco.
Argus IIImage copyrightDIVULGAÇÃO
Image caption
Paciente usa óculos acoplado a câmera que envia imagens para prótese ocular
O olho biônico é indicado a pacientes com retinose pigmentar (RP) que não usam mais a visão para se locomover. Por volta de uma em cada quatro mil pessoas no mundo tem RP. No entanto, o número de pacientes com RP que perde a visão completamente é pequeno.
Segundo Juliana Sallum, a decisão de se implantar um olho biônico requer vários cuidados. Entre eles, o preparo psicológico do paciente.
"Sem um preparo cuidadoso, não adianta implantar, porque o paciente vai se decepcionar e mandar desligar", disse a médica.
Além disso, o uso do olho biônico requer anos de contínuo treinamento, já que o usuário precisa aprender a interpretar os estímulos que recebe, transformando-os em informação "visual".
Falando à BBC Brasil, a assessoria de imprensa da empresa americana Second Sight, fabricante da prótese Argos II, informou que há hoje 180 pessoas vivendo com implantes do olho biônico no mundo.
A assessora ressaltou que, apesar da baixa definição da imagem que a prótese oferece, não se pode subestimar a importância, para alguém que perdeu a visão, de se poder identificar o vulto de um rosto durante uma conversa, ou a presença de um carro parado na rua que se quer atravessar.
A assessoria informou também que o fabricante trabalha constantemente para aperfeiçoar a prótese.
O foco desses esforços tem sido melhorias nos óculos e na câmera para permitir um aumento no campo de visão e a percepção de cor, entre outros avanços.
A prótese Argos II custa, atualmente, US$ 150 mil (R$ 523 mil).
Em março desse ano, um outro olho biônico, o Alpha AMS, fabricado pela empresa alemã Retina Implant AG, recebeu aprovação para ser comercializado na Europa.

Fonte:http://www.bbc.com/portuguese/geral-36531873

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Engenheiro do Facebook que perdeu a visão por causa da retinose pigmentar, É o principal responsável pelo desenvolvimento da tecnologia de inteligência artificial que faz a descrição de imagens no Facebook.

RIO - No início, o que mais havia na Internet era texto. Hoje, há cada vez mais fotos. Estima-se que 1,8 bilhão de novas imagens por dia ganham para redes sociais como o Facebook, Twitter e Instagram.

Pessoas com problemas de visão ou cegos usam softwares sofisticados, os chamados "screenreaders", para saber o que está online. Os programas leem o texto das páginas, transformando em áudio ou braile (que será lido com interfaces manuais). Mas não podem descrever imagens: o melhor que podem é ler descrições, em geral marcadas em redes sociais com #paracegover.

Um novo sistema do Facebook, lançado nesta terça-feira, pode mudar isso. É uma ideia de Matt King, um engenheiro da rede social que ficou cego devido a uma retinite pigmentosa, condição que destrói as células sensíveis à luz na retina.


"Muita coisa que acontece no Facebook é extremamente visual, e como cego, você pode realmente se sentir fora da conversa, como se nem estivesse lá", diz ele em entrevista à BBC.

A tecnologia que King e sua equipe desenvolveram usa um software interno do Facebook para decifrar textualmente o que uma imagem contém. O sistema já foi treinado para reconhecer coisas como diferentes tipo de comida e veículos, mas está disponível no momento apenas para sistemas iOS e em algumas regiões.


"A inteligência artificial avançou até esse ponto, no qual é prático para nós tentar fazer computadores descreverem imagens de um jeito significativo. Ainda estamos em estágios iniciais, mas está nos ajudando a ir para uma direção onde o objetivo é incluir todos que querem participar da conversa", afirma o americano de 49 anos.


Atualmente, o sistema descreve imagens em termos básicos: "Há duas pessoas nessa imagem e eles estão sorrindo", mas o software está treinado para reconhecer cerca de 80 objetos comuns, como carros, trens, comida e ambientes de montanha, água e praia, assim como esportes como golfe, natação e tênis. As imagens são descritas na função "texto alternativo", ou "Alt text", em cada foto. Aqui entre a inteligência artificial: quanto mais imagens escanear, mais sofisticado será, com mais precisão.

Em março, o Twitter ativou uma função parecida, mas manual: usuários podem acrescentar o al text em suas fotos, as descrevendo. Mas embora as descrições possam ser melhores (já que estão sendo feitas por pessoas), o sistema exige que o usuário aja para descrever, enquanto o novo sistema do Facebook é automático.

King e sua equipe gostariam que o software fosse além e usasse o reconhecimento de rostos para identificar automaticamente por nome quem está na foto. Mas outros resistem porque seria uma violação de privacidade marcar pessoas sem autorização nas imagens.

Para King, é uma questão de princípios: pessoas com problemas de visão e os que veem deveriam ter acesso igual ao que é postado on-line. Quem vê sabe quem está em muitas das fotos, então os cegos deveriam poder ter o mesmo privilégio;

"Acho que tenho direito a essa informação. Estou pedindo uma informação que já está disponível para quem vê. É uma questão de igualdade".


Fonte:http://m.oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/facebook-lanca-sistema-que-le-fotos-para-deficientes-visuais-19019781

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Comissão isenta de IPI eletrodoméstico comprado por pessoa com deficiência

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (15), proposta que isenta a pessoa com deficiência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de fogões, micro-ondas, geladeiras, congeladores, máquinas de lavar roupa e de secar. Pelo texto, a isenção valerá uma vez a cada cinco anos.

A mesma isenção será válida para a compra de matérias-primas, de produtos intermediários e do material de embalagem utilizado na industrialização dos produtos. 

Por outro lado, o imposto incidirá normalmente sobre quaisquer acessórios opcionais que não sejam equipamentos ou itens originais dos produtos listados.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Misael Varella (DEM-MG), ao Projeto de Lei 3473/15, do deputado Alexandre Leite (DEM-SP). 

“Trata-se de reconhecer que os produtos domésticos, longe de significar um luxo, removem as barreiras para o exercício diário da vida doméstica”, afirmou Varella.

Diferentemente do projeto original, o substitutivo apresenta um texto mais enxuto. Em vez de detalhar os procedimentos para obter a isenção, o substitutivo remete sua regulamentação ao Poder Executivo, a fim de facilitar a atualização das regras, sempre que necessário.

A proposta aprovada também inclui referência à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15), no que se refere ao conceito de pessoa com deficiência e à necessidade de avaliação biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional.

A lei vigente considera pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o que pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em condições iguais às das demais pessoas.

"É importante registrar que o design de produtos domésticos cada vez mais está se adequando ao conceito de 'desenho universal', facilitando seu uso por todas as pessoas, inclusive aquelas com algum impedimento ou mobilidade reduzida", avaliou.

Medidas semelhantes
Atualmente, as pessoas com deficiência contam com isenção de IPI na compra de veículos, concedida pela Lei 8.989/95. 

O relator destaca ainda que o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Plano Viver sem Limite, instituído pelo Decreto 7.612/11, prevê medidas de isenção tributária para o desenvolvimento e aquisição de tecnologias assistivas. 

"Embora os produtos da linha branca não se encaixem propriamente no conceito de tecnologias assistivas, o acesso a eles também promove autonomia, independência e qualidade de vida da pessoa com deficiência".

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será votado pelas comissões de Finanças e Tributação, inclusive quanto ao mérito; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


http://www.olhardireto.com.br/juridico/noticias/exibir.asp?noticia=comissao-isenta-de-ipi-eletrodomestico-comprado-por-pessoa-com-deficiencia&edt=0&id=33167

Facebook disponibiliza descrição das imagens em português paradispositivos com sistema iOS.

Antes as descrições eram feita apenas em inglês, mas a partir de agora as descrição estão sendo feita em português. A ferramenta  funciona de maneira extremamente simples, integrando-se ao sistema de descrição dos leitores de tela. Basicamente, a função entra em ação ao encontrar uma imagem na tela, usando sua tecnologia de reconhecimento de objetos para gerar descrições em áudio.E como a novidade funciona, na prática? De maneira bem simples, na verdade. No lugar de descrever a cena em detalhes, por exemplo, o software se resume a descrever o que provavelmente está presente na imagem; assim, a foto de uma floresta resulta na descrição de que “esta imagem pode conter ‘exteriores’; ‘nuvens’; ‘folhagem’; ‘árvores’” e outros. Parabéns ao Facebook pela iniciativa, não tenho dúvidas que este recurso vai fazer toda a diferença para aqueles que tem uma limitação Visual.
Parte do texto retirada do site TecMundo

sábado, 28 de maio de 2016

Estudo abre caminho para terapia de degeneração de danos na retina, defendida na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp.

Um campo elétrico pode ser usado para induzir células fotorreceptoras, as responsáveis por captar a luz que chega ao fundo do olho e convertê-la em sinais visuais para o cérebro, a mudar de forma e a se mover, mostra a tese de doutorado “Photoreceptors in Electric Field” (Fotoreceptores em Campo Elétrico), defendida na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp por Juliana Guerra Hühne. O resultado abre caminho para o estudo do uso de campos elétricos em terapias de regeneração de danos na retina.
 “No contexto do nosso trabalho, o campo elétrico poderia ser utilizado para dirigir a migração ou induzir a regeneração de células fotorreceptoras na direção das áreas danificadas ou degeneradas em diversos tipos de doenças da retina, como degeneração macular aguda ou retinite pigmentosa, por exemplo”, disse a pesquisadora, que atualmente mora em Dresden, na Alemanha, onde dá sequências às pesquisas, e respondeu às questões do Jornal da Unicamp por e-mail.
Na realização do estudo descrito na tese, foi utilizada uma linhagem de células fotorreceptoras de camundongos. Com a aplicação de um campo de 5 V/cm (volt por centímetro) ao longo de um período de cinco horas, constatou-se que as células se deformavam e se moviam em direção ao cátodo, o polo de origem da corrente elétrica. A pesquisadora conseguiu também observar a movimentação das estruturas internas da célula em resposta ao campo. O núcleo, em especial, moveu-se para a “parte de trás” da célula, isto é, na direção oposta ao movimento geral causado pelo campo.
“Os mecanismos que controlam a posição do núcleo em uma célula que migra ainda não são completamente entendidos, mais estudos são necessários para esclarecer essas questões”, disse a pesquisadora. “Acredita-se que o posicionamento do núcleo na região posterior da célula, oposta ao movimento, se desenvolve de forma quase passiva, em consequência da extensão celular, devido ao movimento de outras organelas e proteínas intimamente relacionadas à migração celular”. Outra possível explicação estaria no fato de o núcleo ter carga elétrica negativa, por causa do alto conteúdo de DNA, o que induziria um movimento na direção do eletrodo positivo, o anodo.
“Campos elétricos com intensidade variando de 2,5 a 8 V/cm são utilizados para desfibrilação cardíaca e marca-passo”, exemplifica Juliana, para dar uma ideia da intensidade do campo usado em sua pesquisa. “Campos elétricos que desempenham papéis fisiológicos no desenvolvimento, regeneração e cicatrização de feridas variam de 0,10 a 10 V/cm”.
Células e eletricidade
Quem só conhece biologia até o nível do ensino médio talvez imagine que a eletricidade só é importante para certos tipos de células, como os neurônios, que transmitem impulsos nervosos, e as do coração. Juliana diz que essa é uma visão “incompleta”.
“Neurônios, assim como células musculares, são exemplos de tecidos com características especiais de excitabilidade, capazes de gerar potenciais de ação. Potencial de ação é uma variação de tensão rápida e autorregenerativa, que ocorre através da membrana celular”, descreveu ela. “Porém, existem também os potenciais transepiteliais, que ocorrem principalmente devido à distribuição polarizada de canais iônicos nas células epiteliais”, um tipo de célula que reveste órgãos e cavidades internas do organismo. Canais iônicos são passagens na membrana celular por onde transitam partículas dotadas de carga elétrica, os íons. “Alterações desses potenciais transepiteliais, durante o desenvolvimento do embrião, cicatrização de feridas e regeneração, em especial, criam os chamados campos elétricos endógenos, que são gradientes de tensão de longa duração, constantes e de corrente contínua”.
Na maioria das vezes, explica ela, esses sinais elétricos surgem a partir de variações no funcionamento de bombas iônicas – sistemas celulares que transportam íons pela membrana – ou pelo vazamento de íons em células individuais ou de camadas de células, como o epitélio, quando ocorre um ferimento, por exemplo. “O gradiente iônico resultante causa fluxo de corrente e estabelece o gradiente de tensão. Dessa forma, todas as células, e não apenas as células neurais, produzem um potencial de membrana que é específico para o seu tipo e que também é específico para o seu grau de diferenciação”, prossegue Juliana. 

Câncer
Além do uso de campos elétricos para guiar o movimento das células, outras aplicações vêm sendo estudadas. “Pesquisas na área de regeneração de membros também têm sido conduzidas. Com a premissa de que se você pode alterar o potencial de uma célula, você pode mudar a forma como ela cresce, e que alterando o potencial elétrico de muitas células, você pode causar o crescimento de uma estrutura específica, pesquisadores fizeram crescer com sucesso olhos em caudas de rãs”, exemplificou.
“Já na área da engenharia de tecidos, as principais aplicações de campos elétricos se concentram na formação e caracterização de tecidos artificiais e de suas células componentes, auxiliando tanto na formação da matriz extracelular artificial, como na micromanipulação das células com campos elétricos”, disse. “Existem também estudos mostrando a diferenciação de células-tronco através da aplicação de campo elétrico. Células-tronco apresentam o potencial de se desenvolverem em outros tipos celulares, em determinadas condições. Até agora, extensa literatura já validou o papel do campo elétrico na regeneração de tecidos, mostrando o grande potencial da utilização de materiais condutores e campos elétricos em engenharia de tecidos, em particular para a reparação e regeneração de ossos, nervos e tecidos cardíacos”.
A conclusão da tese de Juliana aponta, ainda, a possibilidade do uso de campos elétricos no combate ao câncer. “Diversos estudos envolvendo aplicação de campos elétricos e câncer têm sido realizados, na tentativa de produzir tanto diagnóstico como tratamento”, afirmou a pesquisadora. “Esses estudos investigam os mecanismos de controle e de propagação das células cancerígenas, e baseiam-se no fato de que as células cancerígenas transformadas são perturbadas eletricamente. Elas têm uma carga de superfície negativa maior do que as células normais e, geralmente, o seu potencial de membrana é consideravelmente mais despolarizado”.
Ela conta, ainda, que uma empresa israelense divulgou recentemente resultados promissores de pesquisas laboratoriais e de testes em humanos envolvendo a aplicação de campos elétricos contra tumores. “Essa empresa tenta desenvolver um dispositivo que usa campos elétricos fracos para destruir células cancerígenas, mas sem lesionar as células normais”, descreve. “Campos elétricos de baixa intensidade foram utilizados para interromper a divisão das células cancerígenas e retardar o crescimento de tumores cerebrais. O dispositivo está em ensaios clínicos de fase final nos Estados Unidos e na Europa para glioblastoma, um câncer cerebral letal. A sua eficácia também está sendo testado na Europa contra o câncer de mama”.
Próximos passos
Juliana espera que os resultados apresentados em sua tese venham a ter aplicação terapêutica no futuro. “Campos elétricos já têm sido utilizados para aplicações terapêuticas, especialmente, na cicatrização de feridas e regeneração de tecidos, como tecido ósseo e cartilagem, por exemplo”, disse ela. “Estudos sobre a estimulação elétrica para promover a união óssea mostraram resultados clínicos promissores, utilizando dispositivos tanto externos como implantáveis. Outros estudos demonstraram que a estimulação elétrica aumenta a migração de células do menisco e a reparação de tecidos integrativa”.
“No contexto do nosso trabalho, o campo elétrico poderia ser utilizado para dirigir a migração ou induzir a regeneração de células fotorreceptoras na direção das áreas danificadas ou degeneradas em diversos tipos de doenças da retina, como degeneração macular aguda ou retinite pigmentosa, por exemplo”.
Especificamente sobre seu trabalho com células fotorreceptoras, ela diz que “antes de partir para estudos ‘in vivo’, estudos ‘in vitro’ mais detalhados ainda são necessários. Pretendemos, primeiro, investigar a polarização de formações células complexas, envolvendo camadas de células em tecidos e estimulação em mais dimensões, utilizando eletrodos especiais, para depois iniciarmos estudos em animais”.
Publicação
Tese: “Photoreceptors in Electric Field”
Autora: Juliana Guerra
Orientador: Sérgio Mühlen
Unidade: Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC)

Fonte:http://www.unicamp.br/unicamp/ju/656/sinais-promissores

Reversão de sucesso de retinose pigmentar.



É geralmente ensinado que a retinite pigmentosa (RP) é uma doença hereditária e que não há cura. Quando jovem, vítima de RP geralmente tem visão normal. Este fato sugere que a causa primária da RP é um patógeno ou um déficit nutricional e não herança. Esta idéia é apoiada pela dificuldade de fazer pesquisa RP, e pelo nosso sucesso com dois pacientes tratados com nutrientes e com 200 microamperes eletricidade. Nenhum destes pacientes não relacionados tem parentes conhecidos com retinite pigmentosa.

Que os pesquisadores tiveram dificuldade com o conceito genético de RP é resumida da seguinte forma:. "A fim de prosseguir os estudos de laboratório em anormalidades fotorreceptoras herdadas, é essencial ter grupos de pacientes com um defeito comum bem definido Isso raramente tem sido alcançado, a única forma segura de garantir que até agora a ser a investigação de pessoas com ascendência ligada. Herança de RP pode ser autossômica recessiva, autossômica dominante ou Xlinked, e não há heterogeneidade dentro das categorias. Além disso, (simplex) casos espontâneos ocorrem sem que haja irmãos ou evidência de consangüinidade afetadas ~ Estes podem ser hereditárias ou adquiridas e estudos significativos só será possível quando a relação de doenças conhecidas foi investigado: "

Os fatores nutricionais começaram a entrar em foco quando uma epidemia de cegueira gato semelhante a RP atingiu a Austrália em 1975.2 Como resultado, nós agora sabemos que um nutriente criticamente essencial para a retina é a taurina. Os gatos estavam recebendo comida de cachorro que foi rotulado de comida de gato e que não continha taurina. A quantidade limitada de taurina típica da alimentação humana podem ficar indisponíveis se certas bactérias intestinais estão presentes. Dietas deficientes, bem como uma infecção bacteriana em tais membros de uma família pode fazer PR parece ser herdada. Aparentemente, estas bactérias causam os rins excretam taurina, de modo que a suplementação com taurina podem não fornecer o necessário taurina pelos olhos. Se a suplementação com taurina não está funcionando, o antibiótico específico para tratar esses patógenos bloqueio taurina é Neomicina

Perda de adaptação ao escuro é característico de retinite pigmentosa. Estudos têm demonstrado que a adaptação ao escuro é muito melhorada por mirtilos (bagas azuis europeus).

Em relação a degeneração macular, que também é considerada incurável, Newsome 'mostrou que a suplementação com zinco pode retardar, mas não impedir a perda da visão. O estudo de Michael Allen e usado nutrientes e zinco o mesmo que fez Newsome, mas também aplicados 200 microamperes de eletricidade ± 9 volts de onda quadrada, 10 ciclos / seg.) Para as pálpebras fechadas. Acuity melhorou ou estabilizou em 15 dos 25 pacientes com degeneração macular, monitorados por cinco anos. Praticamente todos os sujeitos de Newsome, placebo e grupos suplementados, perdeu a visão em seu estudo de dois anos, embora os indivíduos suplementados manteve boa acuidade mais tempo. Outros estudos têm mostrado que a aplicação de correntes elétricas fracas para o olho tem benefício positivo na degeneração macular e outros conditions.7 "Parece haver nenhum efeito adverso conhecido de usar microamperage corrente elétrica sobre os olhos. Nosso uso de 200 micro amperes, ± 9 volts a 10 ciclos por segundo em úmidos pálpebras doses, produz apenas uma sensação de luz bruxuleante.

Nutrientes (Ocuguard) podem parar a progressão da DMRI como mostra Richer. "" Cheraskin'2 mostrou que os antioxidantes são especialmente benéfico e que a melhoria da nutrição deve ser iniciado mais cedo na vida.

Retinite pigmentosa Estudo

Com isso em mente dois pacientes RP foram monitorados enquanto eles tomaram nutrientes diários e recebeu 200 microamperes alternadas ± 9 volts de eletricidade onda quadrada aplicado nas pálpebras durante visitas ao consultório mensais semanais e eu.

Paciente 1: Angela veio para um exame oftalmológico aos 15 anos, após a Clínica Mayo, a diagnosticou como tendo retinite pigmentosa e recomendou que ela aprender Braille. Dois outros oftalmologistas confirmou o diagnóstico e aconselhou que ela acabaria por ficar cego. Para seu primeiro exame, Angela teve que ser levado para o escritório. Sua acuidade foi: OD. 20/402, OS. 20/200 e os seus campos visuais foram menos de 150.

Angela reclamou falta de jeito em andar e vendo pontos flutuantes. Ela teve que desistir da banda do colégio por causa de sua incapacidade de ficar na fila. Depois de tomar suplementos nutricionais e tratamentos elétricos, a partir de Dezembro de 1992, Angela rapidamente (em cerca de um mês) tornou-se, em média, mocinha capaz de mover-se e comportar-se normalmente. Ela continuou os nutrientes e estimulação elétrica para o tempo presente. Agora ela está bem casado e tem dois filhos. Sua última verificação acuidade, 14 de dezembro de 1997, foi: OD. 20/20 e OS. 20/40. Sua visão periférica agora é razoavelmente normal, para além de 55 graus por um teste de tela tangente. Ela relata razoavelmente boa visão noturna, e ela tem uma carteira de motorista padrão. Ela relatou que sua visão agora está bem. Dados de exames de Angela estão resumidos Ela continua com as vitaminas múltiplas diárias mais minerais e 300 mg. de mirtilo. 750 mg de taurina Ela tinha no escritório tratamentos elétricos por três anos. Desde junho de 1995, tem um estimulador elétrico de 200 microampere em casa. Ela usa-lo em seus olhos duas vezes por dia.

Paciente 2:. Barbara, 37 anos, foi examinado em setembro de 1993 registros de quatro médicos diagnosticaram como tendo RP. Ela tinha vários, graves, defeitos do campo visual. Sua capacidade de conduzir e caminhar, especialmente à noite, foi prejudicada como foi a sua capacidade de ler e para continuar seu trabalho com a aprendizagem de crianças com deficiência. Informações sobre o exame de Barbara também são resumidos. Barbara agora dirige 75 milhas de suas visitas ao consultório. Ela não podia fazer isso antes. Seus campos visuais são muito melhorada. Em relação ao sucesso de seus quatro anos de suplementos nutricionais e de estimulação elétrica, ela disse: "Agora eu não tenho problemas em tudo." Desde junho de 1995, Barbara também tem um estimulador elétrico em casa, que ela usa em seus olhos sobre duas vezes por dia.

Para retinite pigmentosa temos encontrado um benefício significativo a partir de correntes elétricas fracas aplicadas aos olhos, e do uso de suplementos nutricionais diárias. Fizemos notáveis melhorias visuais e psicológicos em dois pacientes "incuráveis" retinite pigmentosa. Recomendamos que todos os pacientes com problemas de retina incluindo aqueles com retinite pigmentosa ser fornecidas, no mínimo, com suplementos nutricionais adequados e microampere estimulação elétrica.

1 Voaden MJ: Retinal Research. Pergarnon Press. 1991: 10:294.

2. Haves KC. et al: Science. 1975: I88: 949.

3. Bradford BW. Allen HW: Taurina em saúde e na doença. Volune 2. No. 6. EUA. Raum e Zert. 1991:17-23

4. Newsome DA. Swartz M. et al: Zinco Oral em degeneração macular. Arch Ophthal. 1988:106:192-198.

5. Michael. LD. Allen MI: Nutritional SuppIementation estimulação elétrica e degeneração macular relacionada à idade. J. Orthomol Med. 1993:8:168-171.

. 6 Allen, MJ: Tratar DMRI. Letter. Optom Vis Sci. 1994: 74:293.

7.Kurtz JL:. Os princípios e prática de fisioterapia ocular para optometristas, Am J Optomn pubi. 1930.

. 8 Wallace L: O tratamento de degeneração macular e outras doenças da retina usando terapia bioelectromagnetic, J Optom fototerapia. 1997; 3.

9. Rockland Corporation, 12320 E. Skelly Drive, Tulsa, OK 74128.

. 10 Richer, 5: "atrófica DMRI, uma doença sensível Nutrition Editorial Visitante, J Am Optomc Assoc, 1996; 67:. 6-10.

. 11 Richer, S: Estudo multicêntrico oftalmológica e nutricional relacionada com a idade degeneração macular, as partes 1 e 2 J Am Optomc Assoc de 1996:.. Vol. 67: 12-49.

12 Cheraskin E:. Antioxidantes na saúde e na doença. J Am Optomc Assoc, 1996; 67: 50-57.

os dados de exame.
Idade do paciente Data Olho Direito Olho Esquerdo Campos ambos os olhos
Angela 15 12/92 +1,50-2.00x180. 20/40.2 1,25-2.00x180. 20/200
Angela 20 12/97 +1,50-2.00x180. 20/20 1,25-2.00x180. 20/40 ~ ~
Barbara 37 09/93 +0,50 -1,00 x 78. 20/30 0,50 -1,00 x 90. 20/30
Barbara 41 12/97 0,00 -1,00 x 18. 20/20 0,00 -1,00 x 90. 20/20 Menos de ± 15 "
Teste motorista passou
Menos do que ± 20 "
Teste motorista passou
  
Nutritionals utilizados: Doutor Donsbach "C" Clear9
Três comprimidos contêm Valor% RDA EUA
Vitamina A (óleo de fígado de peixe) 9,375 IIJ 188
A vitamina D (óleo de fígado de peixe) 300 lii 75
Vitamina E (d-alfa-tocoferol) 150 UI 500
Vitamina C (Ácido Ascórbico / Cakium ascorbato) 750 mg 1250
A tiamina (vitamina B-i) 37,5 mg 2500
A riboflavina (vitamina B-2) 56 mg de 3295
Niacina 30mg 150
A vitamina B-6 (piridoxina) 56 mg de 2800
Ácido pantotênico (pantotenato d-cálcio) 37,5 mg 375
O cálcio (carbonato / citrato) 188 mg 20
Magnésio (Óxido) 93,5 mg 25
Selênio (quelado) 37,5 mcg
Zinco (gluconato) 28 mg 185
L-cisteína a 150 mg
L-Arginina 112,5 mg
Bioflavinoids 112,5 mg
L-glutamina 100 mg
Glicina 75 mg
Glutationa 15mg
Além disso, cada paciente e re'ceive
Tauri ne 750 mg
Boldo 350 mg

Fonte : http://www.altoonamedicalsupply.com/retinits%20pigmetosa.htm