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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Diferenca entre Retinose e Doença de Stargardt

Retinose Pigmentar

A retinose pigmentar é uma doença que destrói gradualmente as células sensíveis à luz localizada no fundo do olho. Ela tem este nome porque provoca pontos pretos (concentrações de pigmentos) na retina.Geralmente o primeiro sintoma da retinose é a perda da visão noturna, pois a doença ataca primeiro as células periféricas, com capacidade para receber imagens com pouca luz. À medida que avança a retinose pode provocar a chamada "visão tubular": a pessoa só enxerga o que está diretamente à frente dela, e por isso não consegue andar sem tropeçar ou esbarrar nos outros.

Doença de Stargardt

Ela é conhecida também como degeneração macular juvenil: tem as mesmas características da degeneração macular relacionada à idade, mas pode surgir a partir dos 7 anos de idade. O Conselho Brasileiro de Oftalmlogia calcula que somente na faixa entre 10 e 14 anos de idade existem no país cerca de 18.000 crianças com Stargardt.

Esta doença, na maioria dos casos de origem hereditária, é causada por um gene que provoca a destruição das células da mácula. Aos poucos os portadores perdem a visão central, capaz de perceber detalhes e cores com nitidez. A visão lateral não é afetada, e normalmente a degeneração macular juvenil não leva à cegueira total.

Noticias sobre o Dr Rubens e sua pesquisa com uso de células tronco.

Dr Rubens apresenta resultados no congresso de células tronco

Dr Rubens apresentou resultados e situação atual dos 3 protocolos de pesquisa com uso de células tronco derivadas da medula óssea para tratamento de doenças da retina. Os 3 projetos incluem células tronco para tratamento da retinose pigmentar , degeneração macular e retinopatia isquemica. O Congresso contou com todos os especialistas em células tronco no Brasil e convidados internacionais e foi realizado na cidade de Salvador na ultima semana de setembro de 2011

Dr Rubens é autor do capitulo sobre terapia com células tronco para doenças da retina

Livro sobre células tronco é lançado na Europa e Dr Rubens Siqueira e o autor do capitulo sobre celulas tronco para tratamento de doenças da retina O Livro com título Embryonic Stem Cells - Differentiation and Pluripotent Alternatives abrande a pesquisa basica e o uso em diferentes especialidades das células tronco em diferentes serviços no mundo. O capitulo pode ser visto através do link:http://www.intechopen.com/articles/show/title/stem-cell-therapy-for-retinal-diseases

FONTE:http://www.rubenssiqueira.com.br/portugues/?idpag=1

Terapia genética para a doença de Stargardt prestes a avançar

Segundo o Algarve Primeiro apurou a partir da Fundação Americana para a cegueira, FDA estão a ser reunidas as condições para iniciar os ensaios clínicos com seres humanos com vista a corrigir genes defeituosos das doenças degenerativas da visão.

Neste contexto, os pacientes afectados com a doença de Stargardt, vão contar com uma nova razão para ter esperança, isto porque a empresa Oxford Biomédica que se encarrega de desenvolver estudos e ensaios clínicos na terapia genética no Reino Unido, recebeu autorização da FDA para iniciar um ensaio clínico com StarGen ™.

Refira-se que este tratamento está indicado para a doença de Stargardt.

Segundo os responsáveis pelo ensaio clínico, 28 pessoas vão ser inscritas na Fase I / II do ensaio clínico a ser realizado na Oregon Health and Science University, em Portland, sob a liderança de Pedro Francisco, MD, Ph.D. e na França com arranque previsto ainda para este verão.

Este tratamento vai seguir a metodologia aplicada nos ensaios de terapia genética usados para o tratamento da amaurose congénita de Leber, que resultaram na visão restaurada em crianças e adultos jovens que receberam apenas uma "dose" da terapia.

O método a ser implementado visa transportar através de um vírus um gene corrigido que vai substituir o defeituoso.

Com base nos dados pré-clínicos, prevê-se que uma única aplicação de StarGen ™ na retina possa fornecer a correção a longo prazo ou potencialmente permanente.

Recorde-se que a doença é causada por uma mutação do gene ABCR que leva à degeneração dos fotorreceptores na retina e à perda de visão.

O StarGen LentiVector Oxford ™ utiliza a tecnologia da plataforma ® para oferecer uma versão corrigida do gene ABCR tentando assim corrigir os problemas provocados por essa mal-formação genética.

Fonte:http://www.emspublinet.com/index.php?article=16747&visual=8&id_area=1&layout=20

Cientistas testam terapia genética inédita para salvar visão de britânico

Pesquisadores de Oxford, na Grã-Bretanha, trataram um paciente britânico com uma terapia genética inédita para evitar que ele perdesse a visão.

A técnica é uma versão avançada de um tratamento desenvolvido há quatro anos em Londres. Pela primeira vez, cientistas tentaram compensar um problema genético nas células que captam a luz, posicionadas no fundo do olho, com injeções de células saudáveis.

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Terapia genética melhorou memória de ratos com sintomas de AlzheimerMesma mutação genética causa duas doenças diferentes, diz estudoO paciente é um advogado de Bristol, Jonathan Wyatt, de 63 anos, que sofre de uma condição genética conhecida como choroideremia. Wyatt foi o primeiro de 12 pacientes submetido à técnica experimental. A experiência com a nova técnica deve durar dois anos no Hospital John Radcliffe, de Oxford.

O médico de Wyatt, professor Robert MacLaren, acredita que só dentro de dois anos poderá terá certeza se a degeneração da visão do paciente parou de avançar. Se isto ocorrer, a visão do advogado terá sido salva.

'Se isto funcionar então vamos querer tratar pacientes muito mais cedo, na infância, quando eles ainda tem visão normal (...) para evitar que eles percam a visão', afirmou.

MacLaren afirma que, se esta terapia funcionar, poderá ser usada também para outras doenças da visão, incluindo a forma de cegueira mais comum entre idosos, a degeneração macular.

'Esta é uma doença genética e não tenho dúvidas de que, no futuro, vai haver um tratamento genético para ela', disse.

Visão prejudicada
Jonathan Wyatt enxergava normalmente até os 19 anos, quando começou a ter problemas para enxergar em ambientes escuros. Médicos disseram que a visão dele iria piorar e que ele poderia ficar cego.

Há dez anos ele começou a ter dificuldades para ler declarações durante julgamentos, em salas com menos iluminação.

'A pior ocasião foi quando eu estava lendo uma declaração para a corte e cometi um erro. O juiz me perguntou 'O senhor não sabe ler, Sr. Wyatt?'. Então decidi abandonar a advocacia', disse.

Atualmente ele trabalha em casa e, sem o tratamento, aguardava ficar cego dentro de poucos anos. O advogado espera que o tratamento permita que ele continue em sua profissão.

A doença de Wyatt, choroideremia, é rara e é causada por uma versão defeituosa do gene chamado REP1. O problema faz com que as células do olho que detectam a luz, que ficam no fundo do olho, morram.

Os portadores da doença tem uma visão normal, mas, no final da infância, começam a deixar de ver durante a noite.

A partir daí a visão entra em fase de gradual degeneração. Os médicos afirmam que os pacientes podem perder totalmente a visão quando estão por volta dos 40 anos. Não havia tratamento para este problema.

A nova terapia genética testada em Oxford é simples: o processo de morte das células detectoras de luz é suspenso quando cópias sem defeito do gene REP1 são injetadas nestas células.

Tratamentos em dez anos
A pesquisa de Oxford foi feita depois de um teste com terapia genética que começou há quatro anos no Hospital Moorfields, em Londres. O objetivo principal destes testes é demonstrar que a técnica usada em Londres é segura.

O tratamento, que adota um procedimento um pouco diferente, foi testado primeiro em adultos que já tinham perdido quase toda a visão e depois em crianças.

De acordo com o professor Robin Ali, que liderou esta pesquisa, os testes mostraram que a terapia genética é segura e que houve uma melhora significativa em alguns pacientes.

O presidente da Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha, John Bell, afirmou que estes testes de terapias genéticas em Oxford e Londres sugerem que vários problemas de visão sem cura poderão ter um tratamento 'dentro dos próximos dez anos'.

FONTE:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/10/cientistas-testam-terapia-genetica-inedita-para-salvar-visao-de-britanico.html