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sexta-feira, 30 de março de 2012

Dispositivo ajuda a recuperar visão

Betina, professora da cidade de Ivoti (RS), está aprendendo a visualizar o mundo novamente. Ela não enxergava desde a adolescência, quando descobriu que tinha retinose pigmentar. A professora está recuperando a visão graças a um dispositivo eletrônico implantado no olho esquerdo.
ASSISTA O VIDEO DA MATERIA NO LINK ABAIXO.

http://noticias.r7.com/videos/dispositivo-ajuda-a-recuperar-visao/idmedia/972b7b1f5631440db82f842dbd208ac1.html

Fonte: R7

Testes com celulas tronco embrionarias nos Estados Unidos

A empresa americana Advanced Cell Technology iniciou estudo clinico com transplante de células do epitelio pigmentado da retina derivados de células tronco embrionarias para tratamento de degeneração macular relacionada com a idade e doença de Stargartd. Serão 12 pacientes de cada grupo. No Brasil o Dr Rubens Siqueira também ja iniciou o transplante de células tronco para tratamento de degeneração macular . Entretanto Dr Rubens utiliza células tronco derivadas da medula ossea do proprio paciente. Também estão em andamento o projeto para retinose pigmentar e retinopatia isquemica incluindo retinopatia diabética também coordenado pelo dr Rubens Siqueira. Estes projetos foram aprovados pelo Comitê Nacional de Ética em Pesquisa no Brasil e estão também registrados nos Estados Unidos no orgao de controle de estudos clínicos- Clinicaltrial.GOV.

Fonte:http://www.rubenssiqueira.com.br/portugues/?idpag=1

Velocista Lucas Prado (Portador de Retinose pigmentar) é convidado para manhã com Príncipe Harry

O velocista Lucas Prado, recordista mundial das provas de 100m e 200m, participa como convidado do Great Sports Day, manhã esportiva promovida pelo Consulado Geral Britânico, com presença do Príncipe Harry, neste sábado, a partir das 7h30min, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro.

O Príncipe Harry visita o Brasil nesta sexta e sábado para o lançamento da Campanha Great, que promove os interesses britânicos no Brasil. Ele viaja na companhia do Ministro da Cultura, Olimpíadas, Mídia e Esporte, Jeremy Hunt, e do Diretor de Integração Paralímpica, Chris Holmes.

O evento, em parceria com o projeto Sport Relief Mile, arrecadará fundos para projetos sociais brasileiros, além de celebrar o ano olímpico. O convidado brasileiro, Lucas Prado, e Chris Holmes possuem algo em comum: ambos são exemplos de superação e grandes atletas.

Chris Holmes é o nadador paralímpico mais bem sucedido do Reino Unido, ganhador de nove medalhas de ouro, seis em uma única Paralimpíada. O ex-atleta, que ficou cego da noite para o dia, quebrou 35 recordes mundiais ao longo de sua carreira. Como diretor de Integração Paralímpica, o papel de Chris é o de estar à frente do Comitê de Organização das Olimpíadas e Paralimpíadas de Londres.

Lucas Prado é o cego mais rápido do mundo. Recordista mundial das provas de 100m e 200m, e ganhador de três medalhas de ouro na Paralimpíada de Pequim, Lucas será uma das grandes atrações do atletismo na edição dos Jogos em Londres. O mato-grossense ficou cego em 2005, por conta de um retinose pigmentar, após um ano de luta e diversas cirurgias.

Lucas Prado integra o Time Rio, projeto de preparação para grandes atletas, fruto de uma parceria entre o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a Prefeitura e a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro. Os atletas do Time Rio, e integrantes da Seleção brasileira de atletismo, Roseane Ferreira, Mariana Oliveira e Jonathan de Souza também participam como convidados do Great Sports Day.

Fonte: http://www.finalsports.com.br/04/headline.php?n_id=176244

quinta-feira, 8 de março de 2012

Novo implante de retina traz esperanças para os cegos

Médicos alemães anunciaram, esta quarta-feira, um importante avanço em implantes de retina, uma tecnologia que visa a devolver a visão a pessoas que sofrem de alguma forma de cegueira hereditária.

Três pacientes nos quais foi implantado um novo dispositivo foram capazes de ver formas e objetos. Um deles, inclusive, conseguiu caminhar em um quarto sozinho, se aproximar de outras pessoas, ver as horas em um relógio e distinguir entre sete tons de cinza.

O dispositivo "representa um avanço sem precedentes no campo das próteses visuais eletrônicas", anunciou a Royal Society britânica, que publicou a pesquisa em uma de suas revistas.

"(O novo implante) pode chegar a revolucionar a vida de até 200 mil pessoas de todo o mundo que sofrem de cegueira provocada por retinose pigmentar", acrescentou a fonte.

A retinose pigmentar é uma doença degenerativa em que os receptores de luz da retina, na parte posterior do globo ocular, param de funcionar, gradativamente.

Nos últimos sete anos, cirurgiões têm aplicado, de forma pioneira, implantes eletrônicos conectados à retina e unidos por cabos a uma pequena câmera externa montada sobre um par de óculos.

A câmara capta a luz e envia ao implante a imagem em forma de sinal elétrico, através de uma unidade do processador. O implante, então, fornece dados ao nervo óptico, que vai do olho ao cérebro.

O novo dispositivo representa um avanço, ao captar a luz que viaja através da lente natural do olho.

O implante é composto de um microchip equipado com 1.500 sensores de luz unidos debaixo da retina, substituindo assim alguns dos receptores perdidos.

O que o cérebro recebe através do nervo óptico é uma pequena imagem de 38 x 40 pixels (pontos de luz que são mais brilhantes ou mais tênues, segundo a luz que incide sobre o chip).

"Três pessoas que antes eram cegas conseguiram localizar objetos brilhantes em uma mesa escura, dois deles puderam discernir desenhos tramados", destacou o documento, publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, periódico dedicado a temas biológicos.

"Um destes pacientes foi capaz de descrever e nomear corretamente objetos como um garfo ou uma faca sobre uma mesa, figuras geométricas, frutas diferentes e discernir sombras de cinza com um contraste de apenas 15%", acrescentou.

Graças à função visual recuperada, esta pessoa conseguiu, sem receber treinamento prévio, localizar e se aproximar sozinha de pessoas em um quarto, bem como ler letras grandes e palavras completas depois de vários anos convivendo com a cegueira.

O implante foi desenvolvido ela empresa alemã Retinal Implant AG, em conjunto com o Instituto de Pesquisa Oftalmológica da Universidade de Tubinga, sul da Alemanha.

O principal pesquisador deste estudo, Eberhart Zrenner, professor de Tubinga e co-fundador da Retinal Implant, em 1996, disse que o estudo piloto mostrou que é possível recuperar as funções visuais para ajudar os cegos na vida cotidiana.

Fonte: G1