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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Cientistas do Reino Unido, descobriram que o transplante de células fotorreceptoras sensíveis à luz nos olhos de ratos com deficiência visual pode restaurar a visão dos animais.

Cientistas do University College London, no Reino Unido, descobriram que o transplante de células fotorreceptoras sensíveis à luz nos olhos de ratos com deficiência visual pode restaurar a visão dos animais. O trabalho, publicado na revista Nature, sugere que o transplante de fotorreceptores pode constituir a base de um novo tratamento para devolver a visão a pessoas com doenças degenerativas dos olhos. A equipe injetou células de ratos saudáveis jovens diretamente nas retinas de ratos adultos que não tinham fotorreceptores funcionais. A perda de fotorreceptores é a causa de cegueira em muitas doenças do olho humano, incluindo a degeneração macular relacionada com a idade, retinite pigmentosa e cegueira relacionada ao diabetes. Existem dois tipos de fotorreceptores no olho - bastonetes e cones. Para a pesquisa, os cientistas utilizaram células progenitoras de bastonetes. Os bastonetes são especialmente importantes para permitir a visão no escuro já que são extremamente sensíveis mesmo a níveis muito baixos de luz. Depois de quatro a seis semanas, as células transplantadas pareceram funcionar quase tão bem quantos bastonetes normais e tinham formado as ligações necessárias para transmitir informação visual para o cérebro. Os pesquisadores também testaram a visão dos camundongos tratados em um labirinto mal iluminado. Esses camundongos com bastonetes recém-transplantados foram capazes de usar uma pista visual para encontrar rapidamente uma plataforma escondida no labirinto enquanto os animais não tratados foram capazes de encontrar a plataforma escondida apenas por acaso depois de uma extensa exploração do labirinto. "Mostramos pela primeira vez que as células fotorreceptoras transplantadas podem integrar com sucesso o circuito existente na retina e verdadeiramente melhorar a visão. Estamos esperançosos de que em breve vamos ser capazes de replicar esse sucesso com fotorreceptores derivados de células-tronco embrionárias e, eventualmente, desenvolver testes em humanos", afirma o líder da pesquisa Robin Ali. Segundo os pesquisadores, a abordagem pode levar a tratamentos para milhares de pessoas que perderam a visão por meio de desordens degenerativas dos olhos, além de pavimentar o caminho para técnicas de reparação do sistema nervoso central.

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