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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Aprendi que para ser aceito como um deficiente é preciso primeiro se aceitar

Ana Carmem Dias perdeu a visão há 14 anos. Ela é uma prova de que com determinação é possível se realizar profissionalmente
A perda da visão foi em consequência de uma retinose pigmentar, uma série de alterações genéticas. "Cresci com algumas limitações do campo visual, mas jamais deixei me levar pelos desafios. No primeiro ano, foi complicado se adaptar ao mundo da cegueira. Graças ao apoio de toda a minha família, consegui superar os obstáculos que a vida me impôs", confessa Ana Carmem.

Na luta diária para concretizar os sonhos dela, a funcionária pública, que hoje atua como educadora municipal em diversas áreas, enfrentou o preconceito e barreiras de acessibilidade, pelos lugares onde trabalhou. "Aprendi que para ser aceito como um deficiente é preciso primeiro se aceitar. A maturidade emocional me trouxe mais segurança para lidar com o estranhamento das pessoas", destaca.

Foram algumas tentativas frustradas de trabalhar na rede privada, que a motivaram a se inscrever em concursos públicos. "A falta de qualificação para deficientes também limita a inclusão no mercado de trabalho", ressalta Ana Carmem, ao se referir às dificuldades de se conquistar vagas de emprego para deficientes.

Para ela, o portador de deficiência, seja qual for, não deve se render nunca às dificuldades e limitações. "A luta é grande para todas as pessoas, sejam elas deficientes ou não, por isso, é preciso se qualificar, correr atrás de uma formação profissional. Os sonhos, não nascem apenas de uma vontade, um desejo, mas de muito esforço e determinação", aconselha a educadora, que hoje se diz plenamente realizada no que faz, dando palestras motivacionais em muitas empresas e outros setores da sociedade.

Fonte: http://maringa.odiario.com/empregos/noticia/566990/determinacao-vence-limites-impostos-pela-vida/

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