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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Lista de entidades que assistem deficientes visuais no Brasil.


As informações contidas aqui foram retiradas da Internet, pode acontecer que alguma Entidade não exista mais ou tenha mudado de endereço. Número de Entidades: 128.

Neste link esta a lista das entidades:
http://www.sac.org.br/Mapa_Br.htm

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Serão necessários pelo menos mais dez anos para que o transplante de retina possa ser aplicado com segurança.

Em fase experimental, transplante de retina consegue conter a degeneração macular

Uma das maiores dificuldades da oftalmologia é encontrar um tratamento efetivo para a degeneração macular, principal causa de cegueira em pessoas com mais de 60 anos. Na semana passada, durante um congresso médico realizado em Sevilha, na Espanha, o oftalmologista Rubens Siqueira, pesquisador do departamento de retina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, apresentou os primeiros relatos de pacientes brasileiros submetidos a uma nova técnica para o controle da doença – o transplante de retina. A cirurgia consiste na retirada de 1 milímetro quadrado da camada mais externa da retina do próprio doente e o seu implante na mácula, a estrutura responsável pela visão central (veja o quadro). O objetivo é fazer com que o tecido transplantado assuma as funções das células da mácula e o paciente, assim, recupere o máximo possível da capacidade de enxergar. A técnica ainda é experimental. No mundo inteiro, foram realizados apenas quarenta transplantes de retina, sete deles no Brasil. Em metade dos casos, a doença foi estabilizada. Outros 30% dos pacientes registraram melhoras consideráveis na qualidade da visão.

"Serão necessários pelo menos mais dez anos para que o procedimento possa ser aplicado com segurança", diz Rubens Belfort, oftalmologista da Universidade Federal de São Paulo. De qualquer forma, é um grande avanço na busca por um tratamento para a degeneração macular, especialmente a do tipo seca, para a qual não há nenhuma terapia de cura. Essa forma da doença é responsável por 90% dos casos, o que equivale a 2,7 milhões de vítimas no Brasil. O outro tipo de degeneração macular é a úmida. Ambas se caracterizam pela diminuição no aporte de oxigênio para a mácula, provocada pelo envelhecimento. Como conseqüência, as células dessa região ocular morrem – o que leva o doente à perda da visão central e, nos casos mais graves, à cegueira. A diferença é que, na degeneração macular úmida, para tentar vencer a falta de oxigênio, o organismo cria uma rede anômala de vasos sanguíneos sob a mácula. "Além de ineficientes, esses vasos tendem a se romper com facilidade, o que acelera o processo de cegueira", diz Francisco Max Damico, oftalmologista da Universidade de São Paulo.

A medicina só oferece tratamento para portadores da degeneração macular úmida – e, mesmo assim, em situações muito específicas. De medicamentos a cirurgias com laser, as terapias disponíveis limitam-se a conter a proliferação da rede paralela de vasos sanguíneos. Ainda não se conseguiu desenvolver nenhum método capaz de reparar o dano causado pela morte das células da mácula. Se confirmado o sucesso das experiências feitas até agora, a chave pode estar no transplante de retina.

Fonte:http://www.cpvi.com.br/materias/Vis%C3%A3o_para_o_futuro


Professora com Retinose Pigmentar adota a corrida e perde medidas.


Mesmo sendo portadora de deficiência visual, Maria Inêz Vasconcelos da Silva, de 42 anos, faz questão de exercitar o corpo e correr quase todos os dias. A professora de Ilha Solteira, no interior de São Paulo, tem retinose pigmentar, doença genética que causa degeneração da retina.

“Descobri a doença aos 9 anos de idade, quando meus pais me levaram ao médico para ver se eu tinha algum problema porque eu conversava muito na sala de aula”, lembra.

Segundo o oftalmologista Samir Bechara, a retinose pigmentar pode ficar estagnada ou pode progredir e deixa a visão muito limitada, mas não chega a causar cegueira total. No caso de Maria Inêz, a perda da visão foi aumentando e, atualmente, ela tem menos de 10% em apenas um dos olhos. Além disso, ela tem dificuldades para enxergar à noite, fator também característico da doença.

Mesmo com a deficiência, Maria Inêz é uma pessoa independente e bastante ativa. Com a ajuda de uma professora, ela corre quase diariamente e participa de jogos e corridas na cidade. “Eu fazia exercício físico, mas quando minha visão piorou, parei e engordei. Voltei a praticar há três anos e já emagreci e perdi medidas”, conta.

Ao contrário da maioria das pessoas, Maria Inêz corre no estádio da cidade porque, segundo sua professora, é um local mais seguro e livre de carros. “Começamos fazendo caminhada e, como eu sabia que a pista não ia mudar, passei a confiar mais no caminho”, diz. Além dos quilos e medidas a menos, ela também teve melhora nas dores que tinha nas pernas e na coluna. “Meu corpo mudou, agora não sinto mais nada”, avalia.

Fonte: Portal de noticias G1

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Isenção de imposto na compra de automoveis para deficientes visuais.




Como sempre recebemos diversos emails com dúvidas sobre a isenção de IPI e IOF na aquisição de automóveis, por deficientes visuais, resolvemos postar aqui as principais informações sobre essa isenção, que em alguns carros pode desonerar em até 20% o seu valor.

Sugerimos que você também dê uma lida nas leis que se aplicam à isenção desses impostos federais em nossa seção de direitos.

QUEM PODE REQUERER?

As pessoas portadoras de deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, ainda que menores de dezoito anos, poderão adquirir, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, com isenção do IPI, automóvel de passageiros ou veículo de uso misto, de fabricação nacional, classificado na posição 87.03 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (Tipi).

É considerada pessoa portadora de deficiência visual aquela que apresenta acuidade visual igual ou menor que 20/200 (tabela de Snellen) no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20°, ou ocorrência simultânea de ambas as situações.

ISENÇÃO DE IOF

São isentas do IOF as operações de financiamento para a aquisição de automóveis de passageiros de fabricação nacional de até 127 HP de potência bruta, quando
adquiridos por pessoas portadoras de deficiência física.

PRAZOS:

IPI - O benefício somente poderá ser utilizado uma vez a cada dois anos, sem limite do número de aquisições.

IOF - O benefício somente poderá ser utilizado uma única vez.

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA

Para que sejam evitadas idas e voltas à unidade da Secretaria da Receita Federal, que é o local onde você deverá dar entrada no processo de pedido de isenção, é bom estar atento aos documentos necessários. O processo é um tanto burocrático, então o primeiro passo é juntar toda a papelada e dar entrada na Receita Federal. Faça isso antes de começar a visitar as concessionárias de veículos, porquê depois que a isenção é deferida você terá o prazo de um ano para adquirir o veículo. Ah, e se esse prazo expirar sem você ter comprado o seu carro, recomece tudo do início.

Você deverá juntar a seguinte documentação, e apresentá-la, diretamente ou por intermédio de seu representante legal:

Requisição conforme modelo do ANEXO I da Instrução Normativa nº 607 de 5 de janeiro de 2006, dirigido ao Delegado da Delegacia da Receita Federal do Brasil (DRF) ou ao Delegado da Delegacia da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária (Derat), competente para deferir o pleito:.
Laudo de Avaliação, na forma do ANEXO IX, emitido por prestador de:
a) serviço público de saúde; ou

b) serviço privado de saúde, contratado ou conveniado, que integre o Sistema Único de Saúde (SUS).

Declaração de Disponibilidade Financeira ou Patrimonial da pessoa portadora de deficiência ou do autista, na forma do ANEXO II da Instrução Normativa nº 607, de 2006, disponibilidade esta compatível com o valor do veículo a ser adquirido.
Declaração na forma do ANEXO XII da Instrução Normativa nº 607, de 2006, se for o caso.
Documento que prove regularidade da contribuição previdenciária, expedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Caso o INSS não emita o referido documento, o interessado deverá:
a) comprovar, por intermédio de outros documentos, a referida regularidade; ou

b) apresentar declaração, sob as penas da lei, de que não é contribuinte ou de que é isento da referida contribuição, conforme MODELO.

Original e cópia simples ou cópia autenticada da carteira de identidade do requerente ou do representante legal.
REQUERIMENTO de isenção de IOF.
Caso a pessoa portadora de deficiência ou o autista, beneficiário da isenção, não seja o condutor do veículo, por qualquer motivo, o veículo deverá ser dirigido por condutor autorizado pelo requerente, conforme identificação constante do ANEXO VIII da Instrução Normativa nº 607, de 2006. Poderão ser indicados até 3 (três) condutores autorizados, sendo permitida a substituição destes, desde que o beneficiário da isenção, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, informe este fato à autoridade competente que autorizou o benefício, apresentando, na oportunidade, novo Anexo VIII, com a indicação de outro (s) condutor (es) autorizado (s) em substituição àquele (s). A indicação de condutor(es) não impede que a pessoa portadora de deficiência conduza o veículo, desde que esteja apto para tanto, observada a legislação específica.
Cópia da Carteira Nacional de Habilitação do condutor autorizado.
Certidão Negativa da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional – PGFN

Fonte:http://www.vejam.com.br/ipi