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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Professora com Retinose Pigmentar adota a corrida e perde medidas.


Mesmo sendo portadora de deficiência visual, Maria Inêz Vasconcelos da Silva, de 42 anos, faz questão de exercitar o corpo e correr quase todos os dias. A professora de Ilha Solteira, no interior de São Paulo, tem retinose pigmentar, doença genética que causa degeneração da retina.

“Descobri a doença aos 9 anos de idade, quando meus pais me levaram ao médico para ver se eu tinha algum problema porque eu conversava muito na sala de aula”, lembra.

Segundo o oftalmologista Samir Bechara, a retinose pigmentar pode ficar estagnada ou pode progredir e deixa a visão muito limitada, mas não chega a causar cegueira total. No caso de Maria Inêz, a perda da visão foi aumentando e, atualmente, ela tem menos de 10% em apenas um dos olhos. Além disso, ela tem dificuldades para enxergar à noite, fator também característico da doença.

Mesmo com a deficiência, Maria Inêz é uma pessoa independente e bastante ativa. Com a ajuda de uma professora, ela corre quase diariamente e participa de jogos e corridas na cidade. “Eu fazia exercício físico, mas quando minha visão piorou, parei e engordei. Voltei a praticar há três anos e já emagreci e perdi medidas”, conta.

Ao contrário da maioria das pessoas, Maria Inêz corre no estádio da cidade porque, segundo sua professora, é um local mais seguro e livre de carros. “Começamos fazendo caminhada e, como eu sabia que a pista não ia mudar, passei a confiar mais no caminho”, diz. Além dos quilos e medidas a menos, ela também teve melhora nas dores que tinha nas pernas e na coluna. “Meu corpo mudou, agora não sinto mais nada”, avalia.

Fonte: Portal de noticias G1

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