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quarta-feira, 27 de março de 2013

Benefício de amparo Assistencial ao Idoso ou Deficiente – Loas.



O Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC-LOAS, é um benefício da assistência social, integrante do Sistema Único da Assistência Social – SUAS, pago pelo Governo Federal, cuja a operacionaliização do reconhecimento do direito é do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e assegurado por lei, que permite o acesso de idosos e pessoas com deficiência às condições mínimas de uma vida digna.

QUEM TEM DIREITO AO BPC-LOAS:

- Pessoa Idosa - IDOSO: deverá comprovar que possui 65 anos de idade ou mais, que não recebe nenhum benefício previdenciário, ou de outro regime de previdência e que a renda mensal familiar per capita seja inferior a ¼ do salário mínimo vigente.

- Pessoa com Deficiência - PcD: deverá comprovar que a renda mensal do grupo familiar per capita seja inferior a ¼ do salário mínimo, deverá também ser avaliado se a sua deficiência o incapacita para a vida independente e para o trabalho, e esta avaliação é realizada pelo Serviço Social e pela Pericia Médica do INSS.

Para o cálculo da renda familiar per capita é considerado o conjunto de pessoas composto pelo requerente, o cônjuge, o companheiro, a companheira, os pais e, na ausência de um deles, a madrasta ou o padrasto, os irmãos solteiros, os filhos e enteados solteiros e os menores tutelados, desde que vivam sob o mesmo teto.

O benefício assistencial pode ser pago a mais de um membro da família desde que comprovadas todas a condições exigidas. Nesse caso, o valor do benefício concedido anteriormente será incluído no cálculo da renda familiar.

O benefício deixará de ser pago quando houver superação das condições que deram origem a concessão do benefício ou pelo falecimento do beneficiário. O benefício assistencial é intransferível e, portanto, não gera pensão aos dependentes.

Fonte:http://www.previdencia.gov.br/conteudoDinamico.php?id=23

domingo, 17 de março de 2013

A importância do uso da bengala.

Muitos atribuem à bengala um instrumento de identificação que aquele individuo é "cego”. Esta concepção na maioria das vezes surge da própria pessoa cega e que por preconceito consigo mesmo, muitos se recusam ao uso da bengala.
Mas a bengala é símbolo de vitória e independência para aqueles que as usam, pois com ela podemos perceber as mais diferentes sensações táteis. É com ela que o cego conquistou não só a sua independência e autonomia, mas conquistou também o respeito de ser um cidadão atuante, pronto a ingressar a faculdade e ao mercado de trabalho, assim também como a admiração de todos.
Se desde cedo a criança cega ou com visão reduzida for conscientizada e estimulada pela família a usar a bengala, poderá lidar muito mais com as dificuldades próprias e peculiares da infância do que com uma sobrecarga de problemas e tabus adicionada pelos receios, incertezas e preconceitos do adulto. O mesmo certamente acontece com o adolescente e com o adulto, pois as dificuldades e características destas fases serão enfrentadas e resolvidas sem o estresse da preponderância da sua condição de deficiente visual. Isto é: Julia antes de ser cega, é uma criança; Miguel, um jovem acima da sua deficiência visual e Francisco, um adulto apesar da sua visão reduzida.


Conheça um pouco mais como tudo começou...

“Em 1945, o exército americano sentia-se passivo e inoperante diante dos soldados cegados na guerra; 2358, recrutas recebendo pensão do governo e com sua locomoção comprometida. Primeiro Tenente Oftalmologista, Richard Hoover, junto com sua equipe, propôs estudar e tratar o problema da cegueira e o mecanismo da marcha. Hoover criou um método revolucionário de locomoção. Usando um instrumento que lembrava um bastão, mas com função, material e comprimento diferentes. A aplicação desta técnica foi um sucesso extraordinário. Hoover desenvolveu um sistema de exploração para ser efetuado com o toque da ponta da bengala, que transmitiria todas as sensações táteis detectadas por ela. 1948, terminada a primeira etapa, Hoover estendeu o projeto aos demais soldados cegos. Vendo o interesse da sociedade civil, educadores e familiares dos cegos civis, a partir daí difundiu-se, a todos os interessados, a técnica da bengala longa. A técnica de Hoover pela sua comprovada eficácia, segue sendo a única em vigor em todo o mundo. 1957, Joseph Albert Apenjo, enviado pela ONU ao Brasil, veio transmitir as técnicas de orientação e mobilidade ao primeiro grupo de profissionais interessados.”

Fonte:http://sacescola.blogspot.com.br/2010/03/importancia-do-uso-da-bengala.html

sábado, 16 de março de 2013

REATECH:Uma das mais importantes feiras de inclusão social no mundo, acontece de 18 a 21 de abril de 2013.

A 12ª edição da Reatech | Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, uma das mais importantes feiras de inclusão social no mundo, acontece de 18 a 21 de abril de 2013, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo/SP.

Promovida pelo Grupo Cipa Fiera Milano, reunirá 300 expositores em área expositiva de 35 mil m2 e público estimado de 50 mil pessoas. Com o objetivo de promover a inclusão, a feira apresentará as novas tecnologias e lançamentos do setor, como também, palco de atrações, equoterapia, test-drive de carros adaptados, quadra esportiva e uma série de Seminários com a participação de renomados especialistas.

Com entrada gratuita, o evento é aberto a visitantes e público profissional, tais como assistentes sociais, profissionais de clínicas e hospitais, educadores, enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, pedagogos, terapeutas e estudantes.

Durante à feira dois eventos simultâneos: Feira Internacional de Tecnologias em Fisioterapia e Feira Nacional da Pessoa Idosa.

SERVIÇO


Reatech 2013| XII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

18 a 21 de abril

ENTRADA GRATUITA

Dias :

18 e 19, das 13h00 às 21h00

20 e 21, das 10h00 às 19h00

Local : Centro de Exposições Imigrantes

Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil


Eventos Simultâneos: Feira Internacional de Tecnologias em Fisioterapia e Feira Nacional da Pessoa Idosa


- Transporte Gratuito - Estação do Metrô Jabaquara - Saída de Vans na Rua Nelson Fernandes, 400

Fonte:http://www.falandodefeiras.info/2013/01/reatech-2013-em-abril-anote-da-agenda.html

domingo, 3 de março de 2013

Baixa visão X bengala. Será que ja chegou a hora de utilizar uma bengala?



Entre os 15 e os 16 anos de idade, durante o acompanhamento oftalmológico de rotina, descobri que tenho uma doença degenerativa na retina que causa uma perda visual progressiva: a retinose pigmentar.
Desde então, convivo com esta condição. Mas o que pretendo neste texto não é contar minha história de vida, muito menos falar de “superação” – como espera o senso comum – e sim descrever algumas características da baixa visão, sobretudo da minha, com o objetivo de difundir informação e combater o preconceito.
O universo da baixa visão é muito variado e, segundo os especialistas, é formado por 80% das pessoas com deficiência visual. Isso mesmo, apenas 20% das pessoas com deficiência visual são cegas, sendo esta uma informação pouco conhecida. Assim, uma grande parte deste grupo apresenta características diversas, de acordo com o grau e o tipo de perda da visão. Só de retinose pigmentar existem mais de 100 tipos e cada um deles com vários graus de resíduo visual.
Uma primeira informação sobre as pessoas com baixa visão é o fato de usarem ou não a bengala, instrumento que auxilia na locomoção, na autonomia e que, geralmente, é relacionado a uma pessoa que não enxerga nada. Eu, por exemplo, a utilizo, pois minha perda visual apresenta duas características que fazem necessário o seu uso.
Primeira, minha retinose pigmentar atingiu mais a parte periférica da retina do que a central. Na prática consigo ver mais aquilo que está na minha frente do que aquilo que está no chão, correndo o risco de tropeçar bastante ou até mesmo cair em um buraco. Segunda, minha retinose pigmentar causa maior dificuldade de enxergar à noite ou em ambientes mais escuros, o que é conhecido como “cegueira noturna”. Portanto, a bengala se torna fundamental para a locomoção durante o tempo todo, mesmo eu tendo muito mais facilidade de ver e andar durante o dia do que durante a noite.
A partir disso, outra informação sobre o grupo de pessoas com baixa visão é o fato de conseguirem enxergar mais do que as pessoas imaginam e, ao mesmo tempo, menos do que possa parecer. Alguns exemplos: durante o dia eu consigo ver um carro estacionado do outro lado da rua (sem identificar a marca ou a cor); consigo ver as outras pessoas (sem identificar quem é); mas posso não ver um degrau, um buraco, um poste, um galho de árvore. Posso ver a cor da camiseta de outra pessoa, mas posso não vê-la acenar ou piscar para mim. Posso ler um outdoor, mas não ler um panfleto. Enfim, tudo depende do contraste, da luminosidade, das cores, da distância, das formas etc.
Além disso, muitas pessoas com baixa visão não aparentam ter uma perda visual, pois os olhos não apresentam deformidades, como é o meu caso, já que a degeneração ocorre nas retinas, que ficam no fundo dos olhos. Com isso, é comum a desconfiança constante das outras pessoas ao me verem andar com a bengala e, ao mesmo tempo, olhar para elas ao conversar ou desviar de objetos na rua.
Conheço muitas pessoas com baixa visão que não precisam da bengala, mas também conheço muitas que precisam e não aceitam usá-la ou sentem medo e vergonha. Posso dizer, sem receio de errar, que esta desconfiança é um dos principais obstáculos para a aceitação da bengala. Desta desconfiança surgem ameaças e agressões verbais ou físicas – situações que experimento diversas vezes no cotidiano e que me fazem usar os óculos escuros sempre e, dessa maneira, “vestir” o papel social do “cego” tão esperado por todos.
E para ilustrar mais ainda esta situação, cito o exemplo de um amigo advogado, que tem baixa visão e que precisa da bengala somente à noite. A desconfiança em relação a ele é constante, constrangedora e um obstáculo para o seu convívio social saudável, inclusive no seu bairro.
Assim, antes de finalizar este texto, considero fundamental afirmar a importância da bengala e estimular o seu uso quando necessário nos casos de baixa visão. Ela constitui um símbolo historicamente negativo, carregado de preconceitos, mas que proporciona, principalmente, autonomia. E justamente por este motivo deve ser valorizada e vista como instrumento da inclusão e não da dependência e da pena.
Portanto, deixo aqui, para finalizar, duas reflexões: uma em relação ao preconceito. Nem tudo é o que aparenta ser. Não julgue as pessoas com deficiência antes de conhecê-las a partir de estereótipos errôneos que infelizmente já estão cristalizados no imaginário popular. Na dúvida, pergunte, busque informação e colabore para esclarecer e eliminar atitudes preconceituosas. A outra é sobre a bengala, instrumento que, apesar de ser um estigma que gera atitudes, sentimentos e pensamentos que não colaboram para a inclusão efetiva, me proporcionou autonomia, melhorou minha auto-estima e que no dia-a-dia me serve como arma na guerrilha por um mundo que respeite as diferenças de cada um. Espero que todos um dia consigam enxergá-la desta forma, que todos a vejam simplesmente como mais uma característica da diversidade humana.


Manoel Negraes, 32 anos, cientista social, trabalha na Mobilização Social da Unilehu – Universidade Livre para a Eficiência Humana (Manoel@unilehu.org.br) e no Minuto da Inclusão, projeto do MID – Comunicação e Cidadania (Manoel.mid@gmail.com).

Fonte:http://saci.org.br/index.php?modulo=akemi¶metro=33634


Testes com colirio no Japão é uma promessa para o tratamento da Retinose Pigmentar.

A Ciência e Tecnologia do Japão Agência (JST) comprometeu verbas a um julgamento humano de unoprostona isopropílico. Esta droga, aplicado topicamente (em gotas para os olhos), foi desenvolvido no Japão para o tratamento de glaucoma. No entanto, no início de estudos em humanos também tem mostrado uma promessa para o tratamento de retinite pigmentosa (RP), bem como age-related macular degeneration (AMD).

O novo ensaio de fase 3 ocorrerá provavelmente em vários centros japoneses, a partir de 2013, graças a este grande investimento do governo japonês. Fase 3 de testes especificamente testar a eficácia terapêutica de um medicamento, fornecendo as informações necessárias para que possa ser aprovado para uso clínico.

Ensaios anteriores

Estágios iniciais de testes em humanos, já concluída no Japão, testaram a segurança da droga e determinou a sua dose mais adequada. Estes testes iniciais, chamados de fase 1/2 ensaios, envolveu 112 pacientes com meio-de pigmentosa fase final de retinite em seis centros de japoneses. Todos tinham entre 20 e 65 anos de idade.

Os testes mostraram que o medicamento tópico foi seguros nesses pacientes RP. O mais comum efeito colateral foi a irritação e ardor nos olhos quando as gotas foram administradas. Uma pessoa parou de participar do estudo por causa dessa irritação. No entanto, há eventos adversos graves foram relatados em pessoas que utilizam as gotas contendo fármaco.

Os estudos demonstraram também que a dose mais elevada testada foi a mais eficaz (duas gotas de uma solução oftálmica de 0,15%, duas vezes por dia). As pessoas que receberam a dose mais elevada do fármaco nestes testes iniciais eram mais propensos do que as pessoas que receberam uma droga falsa (placebo), para ter uma melhora significativa em sua noite de tempo e dim-luz visão. Eles também eram mais propensos a relatar melhorias em suas "funções sociais de vida, devido à visão."

Talvez o mais emocionante, o julgamento mostrou claramente que o tratamento pode ajudar a proteger a visão de deterioração. Ao longo dos seis meses do estudo, 21,2% das pessoas que receberam o placebo perderam alguma sensibilidade visual, enquanto que apenas 2,6% dos que receberam a dose mais elevada do fármaco perdido qualquer sensibilidade.

Unoprostona tem vários efeitos únicos no olho. Aparentemente, o seu efeito terapêutico importante na degeneração da retina é parar o processo de morte celular, denominado apoptose. Saiba mais sobre a apoptose e terapias que podem parar a morte celular em nossa folha de anti-apoptose terapias.

Unoprostona também pode melhorar o fluxo de sangue para a retina. Esta acção pode ser útil em RP, e pode ser ainda mais relevante para o tratamento da AMD. Sugere-se (mas ainda não provado) que este efeito pode reduzir a probabilidade de que uma pessoa com DMRI seca iria desenvolver DMRI exsudativa. Um dos primeiros testes de fase 2 unoprostona julgamento em pessoas com DMRI seca está em andamento na Europa.

Disponibilidade na América do Norte

Unoprostona isopropilo já está aprovada para o tratamento de glaucoma, em muitos países. É vendida sob o nome comercial Rescula e comercializado pela empresa farmacêutica, Sucampo.

Ele foi aprovado nos Estados Unidos, em 2000, para uso limitado como uma droga de back-up para o glaucoma. Todavia, as condições de sua aprovação limitado, de marketing e nunca foi vendido.

Recentemente, Sucampo fez uma nova aplicação para a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos para expandir o uso da droga para o glaucoma. Este foi aprovado em dezembro de 2012, ea empresa planeja começar a vender Rescula nos Estados Unidos em meados de fevereiro. Atualmente, não há planos para comercializar a droga no Canadá.

Visite o site Sucampo para obter detalhes sobre a droga e os efeitos colaterais observados quando usado para tratar as pessoas com glaucoma.

Fonte:http://www.ffb.ca/research/research_news/rescula.html