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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Reabilitação visual.

1. Quando encaminhar um paciente para Visão Subnormal – Reabilitação Visual?

Quando após o diagnóstico e tratamento clínico e/ou cirúrgico da patologia ocular, o paciente permanecer com uma ou mais alterações como:

- baixa acuidade visual
- alteração de campo visual
- fotofobia
- baixa sensibilidade ao contraste

Ou apresentar queixas e dificuldades visuais que estejam interferindo na vida diária como:

- dificuldade na leitura (do dia a dia, na escola, no trabalho)
- dificuldade em reconhecer faces (reconhecimento de detalhes)
- dificuldade na locomoção (campo visual com alterações)
- dificuldade em realizar tarefas visuais específicas (trabalhos manuais, atividades de lazer como jogos de cartas, etc)


2. Como é feita a avaliação?

Inicia-se com uma anamnese detalhada com ênfase nas queixas funcionais, como dificuldades visuais nas tarefas do dia a dia. Informações sobre o ambiente domiciliar, escolar e do trabalho são colhidas para verificar condições ergonômicas e necessidades de adaptações, por exemplo, quanto à iluminação. Inclui também uma revisão minuciosa do histórico médico e ocular. Em seguida, testes funcionais da visão são realizados:

- acuidade visual para longe com tabelas especiais
- acuidade visual para perto
- acuidade e velocidade de leitura com tabela padronizada
- sensibilidade ao contraste
- campo visual central (Tela de Amsler)
- teste com lentes filtrantes (fotofobia)


3. Reabilitação visual?

A reabilitação visual não recupera a visão perdida, mas pode maximizar a visão residual, com a adaptação e treinamentos com auxílios de visão subnormal para perto e para longe. Estratégias e habilidades são desenvolvidas e treinadas para manter ao máximo a independência e a qualidade de vida e auxiliar cada um individualmente, a alcançar os objetivos traçados pós deficiência visual.


4. Quais são os auxílios de visão subnormal?

Ópticos: óculos com lentes asféricas, lentes esferoprismáticas, lupas manuais, lupas de apoio, telessistemas monoculares, binoculares, manuais ou montados em armação.
Não ópticos: material ampliado, luminárias de mesa, material com alto contraste, apoio de leitura entre outros.
Eletrônicos: programas de informática de ampliação e sistemas de magnificação eletrônica.

Fonte:artigo de Celina Tamaki Monteiro de Castro, Ortoptista e Mestre e Doutora em Ciências Visuais – UNIFESP

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