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sábado, 25 de janeiro de 2014

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

São nas horas difíceis que nós percebemos o quanto somos forte.

Agente qu tem uma deficiência visual sofre por ter algumas limitações, e hoje eu estava recordando de uma fase difícil da minha vida, que era quando eu trabalhava a noite. Imagina um portador de RP trabalhando a noite complicado não é mesmo? Eu trabalhava a noite em uma padaria perto da minha casa, ainda bem que era perto da minha casa pois a minha maior dificuldade era para ir e voltar do trabalho. Em alguns anos de trabalho poderia citar varias situações complicadas, engraçadas e constrangedoras que passei .Era muito tenso sempre a volta para casa pois já era tarde da noite e você sozinho em ruas escuras enxergando pouco te traz muita insegurança. E pra ajudar parece que os cachorros adoravam me perseguir a noite nossa passei cada sufoco! Teve uma noite que por incrível que pareça tinha um cachorro deitado no meio da rua, e eu não vi o abençoado e acabei pisando nele, foi por Deus que o cachorro não me mordeu pois eu sai assustado pra um lado e ele saiu assustado gritando para o outro kkk. Outra vez eu trombei numa placa no meio da rua, uma placa que estava sinalizando um buraco, o povo achava que eu tava bêbado ou então era doido.Bem estas foram algumas situações desagradáveis que infelizmente eu já vivi. Antes eu não tinha nem coragem de escrever estas coisas , ficava tudo guardado pra mim, hoje eu tenho mais maturidade pra lidar com esta maldita Retinose. Muitas vezes eu chegava do trabalho tarde da noite entrava no meu quarto e chorava sozinho, por que eu precisava trabalhar não queria ficar dependendo dos meus pais. Já vão fazer 2 anos que deixei de trabalhar e consegui me aposentar, não vou dizer que estou feliz com isso por que não estou, mas eu moro numa cidade muito pequena e não tem muita oportunidade de emprego pra um jovem sem limitações imagina para agente que tem algumas limitações. Se eu tivesse oportunidades abriria mão da aposentadoria e voltaria a trabalhar por que o trabalho edifica o homem e como edifica! Mas a vida continua fé em Deus e fico na esperança de dias melhores.

Autor:Paulo Ricardo

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Cientistas argentinos avançam em tratamento celular na retina

Uma equipe de cientistas argentinos conseguiu um avanço significativo para o tratamento futuro de problemas de visão ao obter, em laboratório, células progenitoras da retina a partir de células-tronco adultas provenientes de tecido adiposo.

O trabalho é do Centro de Pesquisa em Engenharia de Tecidos e Tratamento Celulares (CIITT) da Universidade Maimónides, de Buenos Aires.
"Isso nos dá uma grande possibilidade porque começamos a produzir a partir das células do próprio indivíduo outras que têm um potencial terapêutico", afirmou, em entrevista à Agencia Efe, o diretor do CIITT, o médico Gustavo Moviglia.
Ao contrário de outras pesquisas, onde são utilizadas células embrionárias ou modificadas geneticamente em um laboratório, os cientistas argentinos trabalharam a partir de células obtidas de tecido adiposo.
"Foi um grande desafio, porque de todas as células, a com menos certeza de que podiam ser transformadas em células dos olhos eram as do tecido adiposo. Nós tivemos sorte", contou Moviglia, que tem 27 anos de experiência de pesquisa na área da biologia celular.
O processo implica a utilização de um subgrupo de linfócitos específicos em um cultivo junto a células do tecido adiposo do paciente, que desta forma conseguem se diferenciar para obter células com potencial reparador da retina.
"Com esta população de linfócitos, as células de gordura, no dia seguinte, eram um pouco diferentes. E, ao terceiro dia, começaram a formar as estruturas próprias do olho, ou seja, as células já adquiriram não só os marcadores do olho, mas também as formas, como os cones ou os bastões", explicou Moviglia.
De modo similar, no passado, a equipe do CIITT demonstrou que pode obter a partir de cultivos com linfócitos células progenitoras neurauis, ósseas e de ilhotas de Langerhans (ilhotas pancreáticas).
Agora, com o resultado alcançado, a equipe já iniciou a fase de aplicação em ratos. Em seguida, será testado o tratamento em humanos com problemas de degeneração na retina por idade, uma patologia muito comum em idosos, embora potencialmente o tratamento também possa ser aplicado em casos de retinopatias de origem genérica.
Muitas vezes, nos tratamentos genéricos, são utilizadas células da medula óssea, mas sua extração é dolorosa; por outro lado, para obter gordura amarela, é necessária apenas a aplicação de anestesia local para extraí-la de debaixo da pele. Além disso, há outra vantagem fundamental: há maior e melhor qualidade de células-tronco na gordura do que na medula óssea.
"À medida em que uma célula-tronco vai se dividindo, com o tempo, vai envelhecendo. Um paciente de 60 anos tem as células-tronco de sua medula óssea trabalhando sete dias da semana, 24 horas do dia. Por outro lado, a gordura trabalhou muito pouco. Comparativamente, as células da gordura são mais jovens porque trabalharam menos", explica Moviglia.
O pesquisador declarou que também foi constatado que, no mesmo volume de medula óssea e de gordura, há dez vezes mais células-tronco no de gordura do que na medula óssea.
Por outro lado, ao contrário de outros tratamentos celulares, onde são utilizadas células embrionárias ou geneticamente modificadas com presença de oncogenes (genes presentes em tumores), este tipo de células, obtidas a partir de tecido adiposo, não gera tumores nem doenças autoimunes. Além disso, as células obtidas "in vitro" capazes de regenerar a retina, por provirem de gordura do próprio paciente (células autólogas), não produzem rejeições.
Outro dos aspectos positivos deste avanço é o fato do tempo demandado pelos procedimentos para incubar no laboratório as células progenitoras da retina, que é de apenas dois dias, enquanto com outras técnicas ele é de cerca de quatro semanas. Esta redução se traduz em menores gastos, pois estes procedimentos têm "um grande custo de laboratório" e "por cada dia que se guarda uma célula em uma garrafa de cultivo, se acrescenta um custo significativo", indicou Moviglia.

Fonte : http://www.portalpcdonline.com.br/2013/10/cientistas-argentinos-avancam-em.html

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Começa no Japão o primeiro teste de células iPS em humanos.

Uma equipe de cientistas japoneses iniciou nesta quinta-feira o primeiro teste clínico do mundo com humanos usando células-tronco de pluripotência induzidas (iPS, na sigla em inglês), o que inicia uma etapa nova e transcendente da medicina regenerativa.

Este primeiro estudo clínico usando a descoberta genética das iPS, cujo criador é o japonês Shinya Yamanaka, consolida a liderança do Japão neste tipo de medicina.

O histórico experimento se desenvolverá no Instituto Riken e no hospital da cidade de Kobe (centro do país), depois de seus responsáveis receberem a autorização obrigatória do Ministério da Saúde japonês no dia 19 de julho.

A equipe de cientistas extrairá amostras de pele humana e a partir delas gerará células iPS com capacidade de se transformar em tecido de retina, que depois seria implantado em pacientes que sofrem uma degeneração macular associada à idade.

Este problema, que atualmente afeta cerca de 700 mil pessoas no Japão, é a principal causa de cegueira no mundo.

O objetivo deste primeiro teste não é, no entanto, que os pacientes tratados recuperem a visão, embora isto possa acontecer, e sim provar que se trata de um processo seguro no qual por exemplo não se desenvolvem tumores, segundo explicou um porta-voz da equipe à Agência Efe.

O grupo de cientistas liderado pela médica Masayo Takahashi, oftalmologista responsável do departamento de regeneração retiniana do Instituto Riken, começou os procedimentos, estabelecendo os critérios para a escolha de seis pacientes que se submeterão ao teste: eles têm que residir no Japão e ter mais de 50 anos.

Depois disso e do processo de geração de tecidos, que dura aproximadamente dez meses, o primeiro transplante de retina nos pacientes com cegueira será realizado daqui a um ano.

Os especialistas concordam que se o experimento funcionar, será uma revolução na medicina regenerativa e na busca de tratamentos para doenças até hoje incuráveis.

As autoridades japonesas se apressaram em aprovar o projeto, já que a solicitação conjunta do Instituto Riken de Investigação e da Fundação para a Investigação Biomédica foi apresentado há apenas um ano.

"Os procedimentos foram muito rápidos. Estou muito agradecida porque podemos fazer o teste clínico de uma forma adequada antes de qualquer outro no mundo", disse Takahashi durante um encontro nesta semana com a imprensa.

O Japão sabe que tem um papel muito importante na medicina regenerativa e na experimentação com células-tronco, âmbito no qual fez grandes investimentos como no centro de pesquisa da Universidade de Kioto.

O pioneiro em geração de iPS é o japonês Shinya Yamanaka, agraciado em 2012 com o Prêmio Nobel da Medicina pelo método que desenvolveu para criar este tipo de células mediante a reprogramação de células já maduras.

Esta descoberta resolve o problema ético de trabalhar com células-tronco de embriões que, como as iPS, também possuem a capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula.

No dia que o governo aprovou este primeiro teste, Yamanaka comemorou a decisão e disse que se tratava de um importante ponto de partida para a aplicação destas células capazes de gerar tecidos.

Os avanços continuam no Japão, onde uma equipe de cientistas da Universidade de Yokohama desenvolveu um fígado funcional para seres humanos a partir de células iPS.

Esta pesquisa, realizada com ratos, poderia representar um grande avanço na medicina regenerativa, uma vez testada clinicamente, ao solucionar a escassez de doadores para curar doenças por insuficiência dos órgãos em fase terminal.

Fonte:http://saude.terra.com.br/comeca-no-japao-o-primeiro-teste-de-celulas-ips-em-humanos,8f2f5bd106430410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.htmlhttps://www.google.com.br/