Pesquisar

Minhas Redes Sociais – Nosso contato direto com você

No link abaixo nosso contato e nosso endereço de redes sociais. Siga-nos nestas Redes Sociais e tenha sempre acesso as informações que publicamos regularmente.



CLIQUE AQUI!

sábado, 26 de julho de 2014

A eficácia do tratamento de isopropílico unoprostona tópica (RESCULA)em pacientes com retinose pigmentar.

Um estudo foi conduzido pelo Dr. Akiyama & associados do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Kyushu, Fukuoka no Japão para avaliar o efeito do tratamento tópico isopropilunoprostona (unoprostona) (na forma de colírio) em pacientes com retinite pigmentosa (RP). Este medicamento é usado atualmente em glaucoma.
Quarenta pacientes com formas típicas de RP foram incluídos no estudo, dos quais 17 pacientes foram tratados com 0,12% unoprostona tópica duas vezes por dia em um olho seleccionada aleatoriamente. A eficácia do tratamento foi monitorizada por testes de acuidade visual e de campo visual utilizando o Humphrey Field Analyzer (HFA). Além disso, 12 doentes RP que foram incluídos neste estudo e 12 indivíduos normais, foram avaliadas em termos de fluxo de sangue macular em ambos os olhos após a instilação de unoprostona usando o método de manchas de laser.
Um ano após o tratamento, a "sensibilidade macular ', calculada por HFA como a sensibilidade média das centrais 12 pontos, foi preservada nos olhos semelhantes, bem como os olhos tratados com unoprostona. Por outro lado, que nos olhos do paciente de controlo RP foi significativamente diminuída. Além disso, não foram significativamente maiores melhoramentos da 'sensibilidade macular' nos olhos tratados com unoprostona do que os outros olhos. Os índices de variação de fluxo de sangue macular obtidos a partir de ambos os pacientes RP e indivíduos normais foram significativamente aumentados em ambos os tratados e os companheiros de olhos. Não foram observados efeitos secundários graves. Os autores concluem que os resultados demonstram unoprostona tópico pode ser eficaz em pacientes com RP como conseqüência da melhora do fluxo sanguíneo macular, bem como o seu efeito neuroprotetor direta.
Nota do editor: Foi-nos dito que o artigo acima foi difícil de compreender. Por isso nós pedimos nossos médicos para ajudar a tornar mais simples para os não-especialistas para ler. Espero que a parte abaixo ajuda. Graças Ms Anjali Sharma, Bangalore.
Então, o que o estudo nos diz?
Neste estudo, a aplicação de isopropil-unoprostona (unoprostona) eyedrops aos RP olhos demonstraram o seguinte:
A droga apareceu para estabilizar e / ou melhorar os campos visuais nas RP olhos que foram tratados, em comparação com os olhos de pacientes que não foram tratados com esses colírios.
O outro olho não tratado (lembrando que apenas um olho do paciente tinha colírio aplicado a ele) dos pacientes tratados com RP também mostraram alguma melhoria, indicando que o fármaco é absorvido no sangue e atinge o outro olho. Mas o efeito não foi tão significativa como no olho tratado - o que indica que quando aprovada para utilização, as gotas oculares terá que aplicado a cada um dos olhos separadamente.
O fluxo de sangue macular também apresentou melhora nos pacientes tratados RP em relação aos não tratados, o que pode, potencialmente, ter um papel a desempenhar na estabilização ou até mesmo reverter a doença.
Traduçao Rodrigo Xavier
Fonte : http://retinaindia.blogspot.it/2014/07/treatment-efficacy-of-topical.html?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed:+RetinaIndia+%28Retina+India%29

quarta-feira, 23 de julho de 2014

UFRN desenvolve sistema que ajuda deficientes visuais a evitar acidentes.

Acostumados a enfrentar dificuldades para andar nas ruas de Natal, os deficientes visuais podem em breve ganhar um aliado para evitar acidentes. Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está desenvolvendo um sistema que calcula distâncias, identifica obstáculos e alerta sobre eventuais perigos que estejam no caminho de pessoas com deficiência visual.

O olho biônico, como é chamado, já vem sendo testado em um estúdio com a simulação de obstáculos encontrados nas ruas. O coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica na Saúde (Lais) da UFRN, Ricardo Valentim, explica que a ideia é utilizar a mesma técnica que os morcegos utilizam. "Emitir o som e a partir do tempo de retorno calcular a distância entre os objetos ou identificar se há um vazio, como um buraco", conta.
O sistema funciona com três sensores: um instalado na aba do boné, outro na altura da cintura que pode ficar na bengala do deficiente visual, e o terceiro na ponta da bengala. "Os sensores recebem as informações sobre os obstáculos e desníveis e informa, de forma sonora, para o deficiente visual", esclarece o pesquisador Sedir Moraes. Um aplicativo, instalado no celular, emite os alertas sonoros.

A expectativa do coordenador do Lais é que empresas se interessem em produzir o sistema em escala, no entanto ele acredita que o poder público deveria aproveitar a oportunidade. "O ideal mesmo é que o Sistema Único de Saúde (SUS) absorva e possa distribuir isso gratuitamente para os deficientes visuais". O custo do protótipo em teste atualmente é de R$ 60 com a utilização de uma bateria com autonomia para 12 horas.
ASSISTA O VIDEO DA REPORTAGEM NO LINK ABAIXO:


http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/bom-dia-rn/videos/t/edicoes/v/ufrn-desenvolve-sistema-que-ajuda-deficientes-visuais-a-evitar-acidentes/3514319/

terça-feira, 8 de julho de 2014

Aceitar a deficiência.

Quando perdemos a visão ao longo da vida, principalmente na adolescência, muitas vezes, sofremos da principal barreira para nos adaptarmos e convivermos bem com esta nova situação, o autopreconceito.
As pessoas com deficiência adquirida não estão livres de um dos sentimentos inerentes ao ser humano: o preconceito.
Projetamos na sociedade nossa própria visão em relação à deficiência. Nossa dificuldade de aceitar o diferente, de evidenciar uma dificuldade, de aceitarmos as pessoas fora do padrão.
Criados em uma cultura excludente, em que o mundo é protagonizado por super homens e mulheres, muitas vezes demoramos para encontrar o caminho alternativo para fazer as coisas com naturalidade. Ler usando braille, pedir ajuda para encontrar algo ou andar com o auxílio do condutor são atitudes que negamos em prol de uma suposta normalidade, de um jeito aceito pela sociedade e por nós.
Recusamos ajuda, dizemos não ao recurso, abrimos mão de ferramentas por considerarmos símbolos de uma situação de inferioridade, de incapacidade.
Procuramos o padrão para sermos aceitos, para aceitarmos a nós mesmos.
Insistimos em fingir que somos o que não somos.
Mas tem uma hora, ainda bem, que dá tudo errado. Tropeçamos feio no degrau que fingimos ver, falamos a coisa certa para a menina errada, entramos na porta que estava fechada. Só aí sentimos a dor da mudança, uma dor profunda que faz a gente parar para refletir, parar para procurar um novo caminho. Faz com que pensemos se somos maiores ou menores que os símbolos dos quais insistimos em fugir.
Mais cedo ou mais tarde, com menos ou mais dor, nós encontramos o caminho. Percebemos que maior que qualquer símbolo é a pessoa e suas atitudes; percebemos que não enganávamos ninguém, e aí começamos a assumir nossa condição e os recursos para que tenhamos plenitude em nossas ações.
Quem dependia de alguém para ler o texto, passa a usar o Braille ou o leitor de tela; no lugar de pedirmos ajuda para ir até a esquina, andamos com autonomia usando uma bengala; perguntamos onde está ao invés de disfarçarmos para procurar. Quando assumimos os recursos nos damos a oportunidade de sermos capazes.
O primeiro passo para a inclusão é incluirmos a nós mesmos, já que a aceitação pelos outros passa, inicialmente, pela nossa autoaceitação.

Por Guilherme Bara
http://www.blogdoguilhermebara.com.br/aceitar-a-deficiencia/