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sábado, 27 de setembro de 2014

As células-tronco se consagram como uma alternativa para recuperar a visão de quem sofre com as principais causas de cegueira do mundo.

As células-tronco se consagram como uma alternativa para recuperar a visão de quem sofre com as principais causas de cegueira do mundo, que são: a retinose pigmentar (doença degenerativa hereditária da retina), a degeneração macular senil e a retinopatia diabética.
A boa notícia acaba de ser publicada no jornal científico Acta Ophtalmologica, após um trabalho, desenvolvido com cerca de 50 pacientes vítimas de uma das doenças acima, pelo oftalmologista Rubens de Camargo Siqueira, de Rio Preto, em parceria com pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP).
Desde 2009, eles avaliam os efeitos da implantação de células-tronco autólogas (da própria pessoa), no controle destas doenças. Desta vez, o artigo publicado traz os bons resultados obtidos com a aplicação das tais células em portadores de retinopatia e degeneração. “Os resultados para o implante das células em degeneração macular relacionada com a idade vai sair só no início do próximo ano. Mas, já observamos os resultados iniciais da retinopatia diabética e por isto, já publicamos em um jornal científico europeu especializado”, diz o pesquisador.
Siqueira afirma que existem diversos tipos de células-tronco com funções e mecanismos diferentes. “Esta, que estamos usando, é muito bem conhecida pois já é utilizada há mais de 40 anos pelos hematologistas para tratamento de doenças hematológicas como a leucemia. Estas células-tronco derivadas da medula óssea são consideradas adultas e não possuem um grande potencial de transformação (diferenciação) como as células-tronco embrionárias, mas possuem segurança, pois como são do próprio paciente não apresentam rejeição e nem risco de gerar tumor”, explica.
No caso da retinopatia diabética, embora as células não substituam as células da retina que foram perdidas, elas produzem várias substâncias como fatores de crescimento, neurotróficos, mecanismo este denominado de efeito parácrino, que melhoram a sobrevida das células da retina e seu funcionamento, o que poderia gerar uma recuperação funcional.

Cecília Dionizio
ceci.dionizio@diariodaregiao.com.br

Resultados no final do ano

O oftalmologista Rubens Camargo Siqueira, de Rio Preto, afirma que os protocolos de pesquisas iniciados há cinco anos, com as células-tronco derivadas da medula óssea do próprio paciente (autólogas), foram com o objetivo de tratar a retinose pigmentar, que é uma doença degenerativa hereditária da retina e que leva com o passar dos anos a uma baixa significativa da visão e muitas vezes a cegueira. “Este primeiro grupo nós praticamente terminamos a pesquisa e estamos realizando análise final dos resultados que serão publicados no final deste ano”, diz Siqueira.
Primeira brasileira a receber o implante de células-tronco, há cinco anos, foi a psicóloga Fernanda Fernandes, 27 anos, com objetivo de combater a retinose pigmentar. Ela se diz satisfeita com os avanços obtidos, embora reconheça ainda ter uma distância a ser percorrida para reverter as perdas já ocorridas antes da aplicação.
“Fiz uso das células-tronco e trata-se de um futuro tratamento, muito eficaz, muito bom. Fiz duas aplicações primeiro no olho esquerdo e obtive algumas melhoras, em princípio. Mas, o importante é que estas melhoras permanecem até hoje e neste olho não tive mais perdas. Já no olho direito, que fiz apenas uma aplicação em 2012 e estava muito pior que o esquerdo, ainda não teve melhora. Engraçado que este olho, antes era o meu melhor olho. Acho que demoramos muito para fazer”, relata. (CD)

‘Consigo enxergar’

Só quem é vítima sabe a importância de qualquer avanço em relação a uma destas doenças. É o que relata o carioca Manoel Eleuterio, de 68 anos, analista de sistemas aposentado, que há quatro meses se submeteu pela primeira vez a aplicação das células-tronco em ambos os olhos, para tentar reverter a degeneração da mácula.
Neste período, ele já comemora cerca de 20% da recuperação da visão. “Já não enxergava mais nada, nem os rostos na televisão, tanto que comprei uma televisão imensa e não adiantou de nada. Com a cirurgia já consigo enxergar melhor e tenho certeza que vai recuperar mais a cada dia.” (CD)

Doença pode ser prevenida

Pessoas diagnosticadas com a retinopatia diabética, que chega a atingir 35% dos portadores de diabetes, mesmo com a doença sob controle, tem um elevado risco de perder a visão. Sabe-se que quem tem a doença há mais de 15 anos, apresenta em 90% dos casos alguma alteração nos vasos sanguíneos.
Sendo assim, o Instituto da Visão, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realiza mutirão para diagnóstico precoce há alguns anos, para evitar esta que é uma complicação crônica do diabetes mellitus frente a má circulação na retina, estrutura do olho responsável por transformar a luz em imagens. Em 8% das vítimas há o risco de perder a visão se não tiverem acesso a exames e tratamento.
Exames preventivos como a retinografia são importantes. Ele é eficaz para o diagnóstico e o tratamento das doenças oculares, documentando anormalidades e evolução de lesões suspeitas, além de acompanhar a eficácia de tratamentos.
Ela registra a imagem da retina e do nervo óptico, que analisa as estruturas da retina, coróide e vasos retinianos, por meio de fotos tiradas com uma iluminação especial e com o uso de filtros, e avalia doenças como retinopatia diabética, oclusões vasculares da retina e degeneração macular.
Disponível no Centro Oftalmológico Humanizado de Referência, de Rio Preto, o retinógrafo 3D -Nonmyd WX3D realiza o exame e é indicado também para análise de fundo de olho. (CD)

Como é feita a aplicação das células-tronco

No procedimento é realizado em uma unidade especial de transplante de medula óssea e requer primeiramente que o paciente seja avaliado pelo hematologista que por meio de exames laboratoriais e clínico identificará se o paciente estará apto a realizar o procedimento
nO paciente é submetido a coleta da medula óssea que é feita pelo hematologista sob anestesia local (utiliza-se comumente o osso da bacia que possui mais quantidade de medula óssea e é de mais fácil coleta). Como na oftalmologia utilizamos pouca quantidade para injetar no olho, o procedimento da coleta é mais tranquilo que para outras doenças.
nApós a coleta, uma pequena quantidade de medula óssea é então levada ao laboratório especializado onde por meio de um equipamento especial se separa as células-tronco para serem colocadas em um injetor especial
nNo mesmo dia, que são retiradas as células-tronco são injetadas dentro do olho com anestesia local e o paciente tem alta no mesmo dia sem necessidade de internação.

Fonte:http://grupoojornal.com.br/votuporanga/visao-recuperada/

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Eleitor com deficiência visual como faz na hora de votar?

Eleitor com deficiência

Serviços
Informar necessidade especial à Justiça Eleitoral - entre diretamente em contato com o cartório da Zona Eleitoral de sua inscrição.



Informações

Quais necessidades especiais devem ser informadas à Justiça Eleitoral?

Devem ser informadas as necessidades que afetem o exercício do voto, tais como as relacionadas à locomoção e à visão.

Por que o eleitor deve informar à Justiça Eleitoral suas necessidades especiais?

Para que a seção eleitoral possa ser preparada às necessidades específicas do eleitor (urna com fones de ouvido, local acessível, etc.).

Como o eleitor pode informar à Justiça Eleitoral suas necessidades especiais?

Deve comparecer pessoalmente ao cartório eleitoral mais próximo. Se não for possível, deve entrar em contato com o cartório para orientações sobre como proceder.

Há um prazo para o eleitor informar à Justiça Eleitoral suas necessidades especiais?

Sim. Para que a Justiça Eleitoral possa tomar todas as providências necessárias, devem as informações ser prestadas até 7.5.2014.

As informações recebidas após o prazo também serão consideradas para a preparação das seções eleitorais, na medida do possível.

Como deve proceder o portador de limitação física ou mental para manter regularizada sua situação eleitoral?

Se a pessoa sofre de alguma limitação física ou mental que a impossibilite de votar ou torne extremamente oneroso o exercício do voto, ela mesma ou um familiar mais próximo poderá requerer uma quitação eleitoral permanente ao cartório eleitoral, apresentando documentação que comprove a dificuldade, como laudos médicos, por exemplo.

O juiz avaliará se a situação informada realmente impede o eleitor de votar ou torna extremamente oneroso o exercício do voto e fornecerá documento que o isentará da obrigação permanentemente.

O eleitor com deficiência ou com mobilidade reduzida tem preferência para votar?

Sim, respeitada a seguinte ordem:
candidatos;
juízes eleitorais e seus auxiliares;
servidores da Justiça Eleitoral;
promotores eleitorais;
policiais militares em serviço;
eleitores maiores de 60 anos;
enfermos;
eleitores com deficiência ou com mobilidade reduzida;
mulheres grávidas e lactantes.

O eleitor com deficiência ou com mobilidade reduzida pode ser auxiliado na hora de votar?

Sim. Se o presidente da mesa receptora verificar ser imprescindível que o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida conte com o auxílio de pessoa de sua confiança para exercer o direito de voto, está autorizado a permitir o ingresso dessa segunda pessoa, junto com o eleitor, na cabina de votação.

Como vota o eleitor deficiente visual?

Para votar, serão assegurados ao eleitor com deficiência visual:
a utilização do alfabeto comum ou do sistema braile para assinar o caderno de votação ou assinalar as cédulas, se for o caso;
uso de qualquer instrumento mecânico que portar ou lhe for fornecido pela mesa receptora de votos;
uso do sistema de áudio, quando disponível na urna, sem prejuízo do sigilo do voto;
uso da marca de identificação da tecla número 5 da urna

Fonte:http://www.tre-sc.gov.br/site/eleitores/eleitor-com-deficiencia/index.html

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A difícil decisão de fazer o uso da bengala.

 No início, temos a tendência de pensarmos que não precisamos usar a bengala, pelo fato de não sermos cegos - uma espécie de negação da deficiência, pois não precisamos ser cegos para usá-la. Há um certo orgulho em ainda enxergarmos, mesmo que seja pouco, e pensar em usar a bengala resulta num tipo de orgulho ferido, muitas vezes só de pensar nisso. Quando começamos a usar a bengala, ficamos tímidos, meio constrangidos - isso é involuntário, mas passa, principalmente quando tudo começa a ficar mais fácil, as portas vão se abrindo, as pessoas se aproximando e a sociedade entendendo que temos uma deficiência e assim somos. As situações de vergonha na rua por esbarrarmos em alguém desaparecem, tanto pelo fato de esbarrarmos muitíssimo menos, quanto pelo fato da presença da bengala justificar as eventuais esbarradas. Ou seja, as pessoas que se desculpam e procuram nos cuidar até mesmo. Não tô dizendo que é um conto de fadas ou a melhor coisa do mundo, mas é a nossa vida, somos nós. Nossa independência, nossa autonomia, nosso modo de ser no mundo. Trabalho, faço faculdade, estou sempre em interação com muitas pessoas e tudo se dá com muita tranquilidade, cada vez mais. Usar a bengala e começar a ganhar o mundo é questão de começar e praticar. Quando os benefícios começam a surgir, a gente vê na hora que vale a pena. Tudo acaba sendo maior que o orgulho, o constrangimento, os acidentes, os riscos, as limitações, tudo isso fica tão pequeno e remoto que é preferível optar pela vida, vida plena!!! O que algumas pessoas vão pensar? Não importa! Aliás, não importa o que as pessoas e o que a deficiência fazem conosco, mas sim o que NÓS fazemos com isso!!! Paramos e nos encolhemos? Ou nos libertamos e seguimos? Eu fico com a segunda escolha! E vocês?? Abraço!,  

Por:Rafael braz

Mais um mico para coleção.

Depois de muito tempo sem um desabafo meu por aqui, ai vai mais um! Hoje pela manhã resolvi sair de casa e pegar o ônibus para ir ate a outra cidade pois fazia um tempo que não fazia isto por causa das dificuldades que aumenta a cada dia mais. Mas sei que quanto mais agente se ausenta de fazer as coisas mais abobalhado para andar agente fica e não quero me acomodar. Foi assim estava em cima do horário do ônibus então sai meio apressado então foi quando me deparo com um monte de areia de construção na minha frente, saio afundando os pés no monte de areia e caio por cima do monte de areia e me sujo todo de areia e tenho que voltar para trás para me trocar, acabei desistindo de ir no meu destino. Cara quando acontece isto agente se sente tão mal, passa mil e uma coisas na cabeça, eu sempre penso se tem tanto cara cego por ai andando sozinho por que eu vou me ausenta. Só quando acontece isso da um desanimo, desculpa pelo desabafo Aqui é o único lugar que me sinto a vontade de falar destas situações espero depois rir desta situação. Criei estes canais de interação como blog, grupo, página não apenas com o intuito de trocar informações mais também para horas como estas pois só quem tem esta maldita doença sabe o quanto é difícil conviver com ela. Valeu pessoal vida que segue pois chorar e viver reclamando não vai resolver nada mas é inevitável não vivenciar o momento.

Por:Paulo ricardo

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Paciente pode ver pela primeira vez em três décadas


Paciente pode ver pela primeira vez em três décadas

Residente Arizona tem resultados positivos de uso de Argus II apenas uma semana após o implante de retina
por equipe HSC 
Lisa Kulik viu fogos de artifício para a primeira vez em quase 30 anos em 4 de julho A revelação foi resultado do implante de retina inovadora co-inventado por Mark Humayun no Instituto dos Olhos USC.
Kulik, 55, tem retinite pigmentosa, uma doença degenerativa que rouba progressivamente as suas vítimas de vista. Em 2 de junho, ela se tornou a primeira pessoa a oeste do Mississipi para receber a prótese de retina Argus II US Food and Drug Administration-aprovado - tecnologia sem fio inovadora co-inventado por Humayun, Cornelius Pings Professor de Ciências Biomédicas e professor de oftalmologia, engenharia biomédica , celular e neurobiologia na Keck de Medicina da USC e da Escola de Engenharia Viterbi USC.
Eu estou esperando que eu vou ser capaz de ver as silhuetas das pessoas, como meus netos, e ser capaz de dar a volta por mim.
Lisa Kulik
Quando Kulik usava o Argus II para o 4 de julho celebração com o marido e sobrinha, ela não esperava ver nada. Mas quando os fogos de artifício explodiu, assim como flashes em seu campo de visão.
"Meu marido e sobrinha foram mais animado do que eu", disse ela. "Eu estava vendo flashes grossas e finas, e eu sabia que era o fogo de artifício. Eu também vi a lua, e eu posso ver o contraste entre a grama ea calçada.
"Eu estou esperando que eu vou ser capaz de ver as silhuetas das pessoas, como meus netos, e ser capaz de dar a volta por mim", acrescentou. "Perder a independência tem sido a parte mais difícil [de ser cego] para mim. Eu gostaria de ser capaz de dar um passeio pela rua. "
Progresso de Kulik é encorajador Humayun, que começou a desenvolver o Argus II mais de 20 anos atrás.
"Ela podia ver pontos de luz no primeiro dia de ativação, que é muito emocionante", disse Humayun, co-diretor do Instituto de Olhos USC. "Isso a colocou à frente de nossas expectativas. A maioria dos nossos pacientes não vê há décadas, e eles têm que reaprender a interpretar os sinais visuais, que leva um bom tempo. É como ver um bebê aprende a engatinhar, depois a andar, em seguida, para ser executado. "
Kulik recebeu o implante durante uma cirurgia de quatro horas realizada por Lisa Olmos de Koo, professor assistente de oftalmologia na Escola Keck, com Humayun ajudar.
O morador do Arizona está passando por vários meses de testes de acompanhamento, enquanto ela treina seu cérebro para ver de uma nova maneira.
Ela também está participando de um estudo para determinar se a restauração parcial da visão tem um impacto sobre a forma como o cérebro processa a informação. Ela retorna para a USC periodicamente para exames de imagem ressonância magnética, bem como testes com o Argus II.
USC http://www.healthcanal.com/eyes-vision/54770-patient-can-see-for-the-first-time-in-three-decades.html
Health News - Patient can see for the first time in three decades
de healthcanal.co