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sábado, 29 de novembro de 2014

Esta retinose é mesmo uma coisa muito curiosa.


Essa retinose é uma coisa curiosa. Enche nossas vidas de contradiçoes.    
Eu tenho visao suficiente para assistir televisao, mas essas letrinhas e pequenos icones do smartphone nao ha mais oculos suficiente no mundo que me faça enxerga las.     Mas graças a Deus pessoas inteligentes pensaram em pessoas como eu e inventaram os leitores de tela. 

Andando em um parque em dia de sol, minha cegueira periferica pode passar despercebida pela maioria das pessoas. Porem, se eu entrar em uma sala de cinema , se eu nao tiver a abençoada ajuda de alguem, a cegueira se manifestará.     Sem dó e nem piedade, cruel! 
Em algumas situaçoes, dependendo da luminosidade do ambiente, dependendo do contraste, dependendo da calçada ser larga e sm buracos rsrs( sonho!) .... E assim vai... Ora la, ora ca...
E qdo e, se vier a cegueira total. Porque até nisso a retinose causa essa incerteza... Tem quem fique totalmente cego... Porem outros chegam longe com a visao central preservada. Qual sera o meu caso? Só Deus sabe!

Por tudo ser tao incerto, eu me preparo emocionalmente para qualquer situaçao.essa preparacao e adaptacao é necessaria para que a doença nao nos cause tanta tristeza.
E é o fim?
Tem quem nao concorde, mas pra mim nao é o fim mas sim, o começo de uma vida com novas experiencias, novas formas de perceber o que antes se percebia com o sentido da visao.
Assim, usar bengala para se locomover, usar os leitores de tela ou uma lupa pra ler e tantos outros recursos que hj temos disponiveis, alem de se constituirem novas experiencias, nos conectam ao mundo .  E é essa conexao que nos permite fazer o que faziamos antes de perder a visao  , poren agora, de uma nova forma!

Autora: Rafaela plachta

domingo, 9 de novembro de 2014

“Necessário é reconhecer que o olho é uma porta de entrada da visão. Mas mais necessário ainda é admitir que não é a única.


“Necessário é reconhecer que o olho é uma porta de entrada da visão. Mas mais necessário ainda é admitir que não é a única. Será que o ouvido é a porta de entrada pertencente apenas à audição. O nariz recebe somente o olfato? A boca acolhe unicamente o paladar? E o que dizer das pontas dos dedos? Dão as boas-vindas apenas ao tato? Claro que não. A audição, o olfato, o paladar e o tato também enxergam. E enxergam tanto quanto a visão enxerga.”
“Qual é a essência do olhar? É conseguir fazer chegar ao conjunto de elementos que constituem a nossa vida a compreensão de objetos, pessoas, fatos, contextos, emoções. E não há quem use apenas os olhos para isso. Mesmo os que enxergam usam todos os recursos existentes no seu corpo para levar para sua alma a visão daquilo que os cercam. A importância que damos para os olhos é exagerada, uma vez que se fossem as únicas ferramentas de condução da realidade para a alma a nossa visão do mundo seria parcial, fragmentada e, portanto, incompleta.”

João B. Cintra Ribas

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Quem recebe BPC pode trabalhar sem perder o benefício.

Presidenta Dilma Rousseff sanciona lei que permite trabalho para beneficiários do BPC
A alteração na Lei Orgânica de Assistência Social autoriza pessoas com deficiência a trabalhar como aprendizes, sem perder o benefício. Também assegura que o beneficiário, se necessário, retorne ao BPC sem passar pela reavaliação médica
Pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) poderão tentar o mercado de trabalho sem perder o benefício. A presidenta Dilma Rousseff sancionou, nesta quinta-feira (1º), conforme publicado no Diário Oficial da União, projeto de lei que altera a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), muda a definição conceitual de pessoa com deficiência e amplia a possibilidade de inclusão profissional desse público.
Antes, a pessoa com deficiência perdia o benefício caso tivesse atividade remunerada, inclusive como microempreendedor individual. A partir de agora, o beneficiário pode ingressar no mercado de trabalho e ter o benefício suspenso temporariamente. Se nesse período o beneficiário não conseguir se manter no trabalho ou não adquirir o direito a outro benefício previdenciário, ele retorna ao BPC sem precisar passar pelo processo de requerimento ou de avaliação da deficiência e do grau de impedimento  pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O período de suspensão não é determinado pela lei, mas o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), responsável pela gestão do BPC, proporá ao Legislativo que seja de dois anos. Embora operacionalizado pelo INSS, o BPC não é pensão vitalícia nem aposentadoria. Os beneficiários passam por revisão do INSS a cada dois anos.
Aprendiz – Outra alteração na lei permite que pessoas com deficiência contratadas na condição de aprendizes continuem recebendo o BPC junto com a remuneração salarial durante o período do contrato. “Conforme a lei trabalhista, o contrato de aprendiz é para quem tem entre 16 e 24 anos, está vinculado ao ensino e é remunerado por hora de trabalho. No caso da pessoa com deficiência, não há limitação de idade”, explica a diretora da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS Maria José de Freitas.
A lei também define que pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de longo prazo (pelo menos de dois anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Os impedimentos podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais.
O BPC é um benefício mensal no valor de um salário mínimo concedido ao idoso, com 65 anos ou mais, e à pessoa com deficiência, de qualquer idade, que comprovem não possuir meios para se manter ou cuja família não tenha recursos para mantê-los. Em ambos os casos, é necessário que a renda bruta familiar per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo por mês.
O benefício é gerido pelo MDS e operacionalizado pelo INSS. O recurso para pagamento do BPC sai do Fundo Nacional de Assistência Social. A previsão orçamentária para este ano é de R$ 23,1 bilhões. São 3,5 milhões de beneficiários em todo o País, dos quais 1,8 milhão de pessoas com deficiência.
Projeto piloto – Em parceria com a Federação Nacional das Associações para Valorização de Pessoas com Deficiência (Fenapave) e os ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego, o MDS realiza projeto piloto do BPC Trabalho em dez cidades, com o objetivo de promover a inserção de pessoas com deficiência, entre 16 e 45 anos, no mercado de trabalho.
Os municípios de São Paulo e Santo André, no interior paulista, executam o projeto desde o ano passado. Nesta quinta-feira (1º), a secretária nacional de Assistência Social, Denise Colin, assinou a ampliação do projeto para mais oito capitais: João Pessoa (Paraíba), Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Recife (Pernambuco), Belém (Pará), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Teresina (Piauí), Fortaleza (Ceará) e Curitiba (Paraná).
O BPC Trabalho prevê visitas domiciliares, diagnóstico social e encaminhamento aos serviços da assistência social. Com apoio das entidades socioassistenciais, os beneficiários são avaliados quanto ao potencial de trabalho e suas demandas, identificadas para inserção profissional.
Confira  o novo texto da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) – Lei 8.742 Link externo ::

fonte:http://www.inclusive.org.br/?p=20881