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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Chegamos a marca de 100 mil acessos!

O blog Retinose Pigmentar Noticias acaba de chegar na marca de mais de 100 mil acessos, e este dado revela uma grande conquista alcançado por este espaço, pois fomenta ainda mais a necessidade de mantê-lo vivo.
Em números, temos registrado centenas de acessos diários, resultando em milhares de visitantes mensais Gostaria, então, de dizer meu muito OBRIGADO a todos e todas que têm contribuído para este crescimento, quer seja por meio das visitas, quer seja por mensagens de apoio enviadas por e-mail e Facebook. Este retorno é muito gratificante para estimular a disseminação de informações do universo da Retinose pigmentar.
Um abraço,

Obs:Descrição da imagem acima:imagem com fundo preto e com letras e números branco escrito a seguinte mensagem:100.000 acessos obrigado!!
Por:Paulo Ricardo

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Maconha pode atrasar a degeneração da retina, de acordo com um novo estudo.

Observação: Lembrando que é apena uma suposta pesquisa e particularmente não sei afirmar se esta fonte é confiável, mas achei interessante e compartilho com vocês.
Um estudo publicado na edição deste mês da revista experimental eye research, e publicado enlínea Pelo instituto nacional de saúde, foi encontrado que os canabinóides - compostos que se encontram ojodeforma Natural no cannabis - pode atrasar a degeneração da retina em pacientes com retinitis pigmentoso, unaenfermedad Ocular que frequentemente provoca cegueira.
' os canabinóides se demonstrou que exercem efeitos neuroprotectores em diferentes tipos de insultos neurais', Começa resumo do estudo. Segundo os investigadores, o objectivo do estudo é abordar o potencial dos canabinóides theraputic' em ladegeneración Dos fotorreceptores, a conectividade sináptica e a actividade funcional da retina na rato p23h transgénico, Um modelo animal para autosómica dominante retinitis pigmentoso ( rp ).'
Os pesquisadores descobriram que ;' estes resultados indicam que hu210 [ um cannabinoide sintético ] conserva a estructuray Função de cone e o estribo, juntamente com os seus contactos com os neurônios postsinápticas, em ratasp23h .'
Chegam à conclusão ;' estes dados sugerem que os canabinóides são potencialmente úteis para atrasar a degeneraciónde A retina em pacientes com rp.'
O estudo foi realizado por investigadores do departamento de fisiologia da universidade de alicante.


Fonte:- thejointblog
http://thejointblog.com/cannabis-may-delay-retinal-degener…/

domingo, 18 de janeiro de 2015

Lucas Radaelli: Da deficiência visual ao trabalho com programação na Google

Conheça a história de superação do brasileiro que se tornou Engenheiro de Search Quality da Google e como ele faz para programar!
Lucas Radaelli é engenheiro de Search Quality da Google em Belo Horizonte, ou seja, seu trabalho junto com outros desenvolvedores é tornar diariamente a busca do Google melhor do que ela é!  E o mais bacana de tudo isso não é apenas o que o Lucas faz, mas sim quem ele é e sua história de vida! Neste artigo vamos conhecer tudo isso e como ele fez para programar na Google!
Lucas é deficiente visual, nasceu cego do olho esquerdo e perdeu a visão do direito quando tinha 4 anos de idade, consequencias da doença genética Síndrome de Norrie.  Aos 21 anos se formou em Ciências da Computação na Universidade Federal do Paraná, chegou ainda a fazer intercâmbio na Alemanha sozinho, proferiu diversas palestras, sempre está participando de podcast e profissionalmente deu consultorias na área de acessibilidade e usabilidade. Lucas Radaelli se define como  “leitor compulsivo, projeto de escritor” e, como citado no início desse post, atualmente trabalha na Google programando e melhorando o buscador mais usado no mundo!
Podemos imaginar toda a superação e empenho que o Lucas Radaelli tem e teve para chegar a todos esses resultados! E afinal, como ele faz para programar?
veja no video.



Fonte:http://inspiradanacomputacao.com/lucas-radaelli-da-deficiencia-visual-ao-trabalho-com-programacao-na-google-2/

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Sensor de som criado por brasileiros ajuda pessoas com deficiência visual

Por meio de avisos sonoros, protótipo desenvolvido por pesquisadores brasileiros tem como objetivo dar mais autonomia à portadores de deficiência visual.
Para auxiliar a realização das atividades diárias de pessoas com deficiência visual, pesquisadores do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAP-SoL), sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolveram um protótipo de sistema que permite ao usuário fazer a identificação de obstáculo e ambiente por intermédio do som. O programa computacional denominado GuideMe funciona em um dispositivo pequeno, ajustável à roupa e utiliza processamento de imagem e localização através do eco para reconhecer o ambiente. O protótipo desenvolvido alcançou o primeiro lugar no II Concurso Intel de Sistemas Embarcados realizado durante o IV Simpósio Brasileiro de Engenharia de Sistemas Computacionais (SBESC), que aconteceu de 4 a 7 de novembro, em Manaus (AM).
A equipe de pesquisa é formada pelos doutorandos do programa de pós-graduação em Ciências de Computação e Matemática Computacional (PPG-CCMC) Renê de Souza, Heitor Freitas e Luiz Nunes, com a coordenação do professor Francisco Monaco, do Laboratório de Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente do Departamento de Sistemas de Computação, todos do ICMC. O sistema, por meio de fones de ouvido, estabelece comunicação com o usuário tanto verbalmente, com o uso de um sintetizador de voz, quanto por meio de sons tridimensionais.
“Imagine o deficiente visual aproximando-se de um balcão para pedir informações; se não houver ninguém para atendê-lo, o sistema diz: “ninguém à vista”. Em outra situação, podemos imaginar o deficiente visual procurando por uma pessoa conhecida em um local público; caso a pessoa seja detectada pela câmera, o sistema aponta para a aproximação dela e pode, inclusive, guiar o usuário até o seu amigo”, explica o professor Monaco.
O professor menciona ainda que, em uma situação na qual o usuário caminhe por um corredor, em linha reta, ele deve ouvir um som (suave) que pareça vir de sua frente. Caso o usuário ande em direção a uma das paredes, o som modifica sua direção e passa a ser ouvido como se viesse do lado da parede. Assim, o usuário pode utilizar essa dica sonora para conhecer a geometria do ambiente e corrigir seus passos.
Visão computacional
O sistema explora duas técnicas inovadoras. Uma é baseada em visão computacional que utiliza um webcam convencional e algoritmos de processamento de imagem para detectar a presença de pessoas e identificar rostos conhecidos. A outra técnica é apoiada em psicoacústica (estudo da relação entre estímulos sonoros e suas sensações decorrentes) e utiliza sensores de ultrassom para localizar obstáculos. Porém, em vez de emitir bipes, como sensores de estacionamento utilizados em veículos, por meio de um algoritmo de geração de áudio 3D, o dispositivo produz um som que aparenta surgir da direção e da distância em que está o obstáculo.
O GuideMe utiliza conceitos de wearable computing (tecnologia portátil como peça de vestuário) e sensor fusion (geração de informação combinando múltiplos sensores) e em sua especificação completa, utilizará sensor GPS, bússola e conexão wireless para prover auxílio à locomoção em áreas abertas. O objetivo inicial do projeto foi de aperfeiçoar os algoritmos que utilizam processamento espacial e de imagem. O protótipo atual foi produzido em um equipamento de hardware fornecido pela empresa de tecnologia Intel.
“Pretendemos migrar para um hardware menor, mais leve e com maior eficiência energética, para que possa ser utilizado por mais tempo com auxílio de bateria. Em longo prazo, pretendemos aprimorar a utilidade do dispositivo a partir da avaliação dos usuários”, explica Monaco. Durante o desenvolvimento a equipe fez testes preliminares utilizando o sistema para guiar-se em corredores com outras pessoas presentes. As funções do dispositivo foram executadas como o esperado. O próximo passo é realizar testes em pessoas com deficiência visual. O programa que foi desenvolvido em software livre será disponibilizado para a sociedade.
“Todas as especificações, artefatos de software e aplicações são livres para beneficiar a população e, sobretudo, às pessoas que possam fazer uso do sistema. Acreditamos nos conceitos de free open source software (software livre e de código aberto) e de free open source hardware (hardware livre de projeto livre e aberto) como facilitadores para que a pesquisa possa virar produto, este evolua livremente e chegue às pessoas a custos acessíveis”, complementa o professor “O sistema de orientação psicoacústico utilizado é baseado em técnicas de processamento de áudio tridimensional estudados por pesquisadores na Alemanha. Em conjunto, pretendemos intensificar as pesquisas”, planeja Monaco.
O II Concurso Intel de Sistemas Embarcados é destinado a estudantes de graduação e pós-graduação e tem a intenção de promover o desenvolvimento de sistemas inteligentes e inovadores com base em tecnologia embarcada. A equipe fará uma visita técnica ao laboratório da Intel nos Estados Unidos, como parte da premiação, e integrará o programa Intel Developer Forum, além de estar pré-classificada para a edição de 2015. A proposta apresentada para o concurso foi uma das aprovadas que recebeu uma placa de desenvolvimento (hardware) para produzir um protótipo em três meses. Além da continuidade do projeto, a equipe visa a investir em pesquisa na área de acessibilidade.

fonte:https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Gravação de orientação e mobilidade na prática: saindo de bengala pelo centro para fazer compras:

Gravação sobre atividades de vida diária:Por Wagner Maia

clique aqui e ouça!

Fonte:Estas gravações e outros vídeos estão disponíveis no Portal da Deficiência Visual: WWW.deficienciavisual.com.br