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domingo, 20 de setembro de 2015

Garoto com Retinose pigmentar não consegue atendimento médico.

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A Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) está sem atendimento médico, em São José, na Grande Florianópolis desde março deste ano. Cerca de 500 pessoas são afetadas com a falta do serviço de oftalmologista. Segundo a direção da FCEE, a carga horária exigida e o salário são fatores que dificultam a contratação de um profissional, como mostrou a reportagem desta quinta-feira (17) do Jornal do Almoço (veja vídeo acima).
Sem atendimento de um médico especialista, pacientes como o Felipe Scussel, de 10 anos, enfrenta sérios problemas. Ele mora em Sombrio, no Sul do estado e tem uma doença chamada retinose pigmentar genética, que o faz perder a visão aos poucos e que se agravou muito no último ano.
Como toda a criança da idade dele, Felipe adora brincar, contar histórias e estudar. E quem o vê correndo e feliz não consegue imaginar o problema que enfrenta com a família. Por estar com a visão muito prejudicada, não consegue mais ler nem escrever.
Segundo a mãe dele, Renata Scussel, por esse motivo ele não gosta mais de ir para a escola. "Hoje no colégio ele não consegue ler nem escrever, então ele está só escutando. Para ele não tem mais importância ir para o colégio", afirma.
Desde março ela tenta uma avaliação na Fundação Catarinense de Educação Especial para que o filho possa voltar a frequentar a escola e ter acesso a equipamentos e livros especiais para a sua nova realidade. Só com um laudo da Fundação o material é repassado pelo governo federal. Mas já se passaram seis meses e ela não obteve resposta.

Posição da Fundação
De acordo com o diretor da FCEE, Valdemar Pinheiro,  o problema agora com o oftalmologista é o mesmo do início do ano e que deixou muitas pessoas sem o documento que dá direito ao transporte gratuito: a falta de outros médicos que fizessem o laudo que é necessário.

Ainda segundo o diretor, existe uma grande dificuldade para encontrar profissionais que aceitem fazer a carga horária exigida pela fundação pelo salário oferecido de R$ 4 mil para trabalhar 20 horas por semana, o que significa 4 horas por dia.
"Como eles não conseguem cumprir a carga horária, a gente exige o cumprimento, eles pedem exoneração", argumenta.

Para tentar diminuir o problema, o diretor afirma que nos próximos 20 dias será contratado um oftalmologista será em regime emergencial. Ele acredita que até o final do ano a Fundação consegue zerar o número de pessoas na fila de atendimento.

Fonte:http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2015/09/fundacao-catarinense-de-educacao-especial-esta-sem-medicos.html

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