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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Como ver o resultado de perícia médica do INSS na internet

Realizar suas consultas dos resultados de perícia médica do INSS pela internet, é a melhor forma de saber como está o andamento do seu processo. A consulta é fácil, rápida e objetiva, sem que haja a necessidade de esperar por um atendente, como acontece na consulta por telefone.
E para você que deseja realizar a consulta do resultado em relação ao seu benefício ou auxílio doença, de forma totalmente online, hoje estaremos ensinando passo a passo sobre o assunto. Clique no link abaixo e siga o passo a passo.

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Criamos aqui uma série de dicas para você estar preparado para a revisão, ter os documentos corretos, não perder prazos, etc:
1. Faça uma consulta imediatamente com o médico especialista que te trata, e peça atestado médico de incapacidade atualizado, com a CID da doença. Como o prazo para se apresentar após o recebimento da carta é curto (e a carta pode demorar para chegar), o ideal é que você se antecipe e esteja pronto antes de receber o chamado do INSS;
2. Peça a requisição de um novo exame médico atualizado, que comprove a real incapacidade para o trabalho, se for o caso. Peça para seu médico uma requisição do exame mais adequado para a doença que lhe incapacitou;
3. Após pegar o resultado do exame, retorne ao médico especialista e peça um laudo detalhado da evolução da doença. Em resumo, esteja munido de tudo que puder comprovar sua incapacitação para permanecer no mercado.
Cumprindo esses 3 passos, mantenha toda esta documentação em um local seguro, pois serão seus recursos em caso de uma perícia médica surpresa.

Caso você já tenha sido chamado e perdeu o beneficio, não precisa entrar em desespero. Da mesma forma, siga nossas 3 dicas e providencie os recursos mencionados. Após isso, procure um advogado especializado em direito previdenciário. Ele saberá tomar as providências corretas para tentar restabelecer o seu benefício.

Fonte:http://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-invalidez-auxilio-doenca-pente-fino/

Aposentado por invalidez cortado após pente-fino terá benefício temporário por até 18 meses

Se o benefício foi pago por mais de cinco anos, considerando o tempo de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, o bônus será pago por um ano e meio e será reduzido de forma gradativa. “Para os primeiros seis meses o valor será integral, para o segundo semestre diminuirá para 50%, e por fim, os últimos 6 meses será 25% do valor. A contagem é feita a partir da data que for verificada a capacidade de voltar ao trabalho”, informa o advogado especialista em Direito Previdenciário Murilo Aith.
Mas é preciso que o segurado tenha sido aposentado por invalidez. Se recebeu somente o auxílio-doença, não terá direito ao abono, segundo a legislação. “A lei se refere a aposentadoria por invalidez, mas pode ser estendida aos benefícios de auxílio-doença por analogia e dependerá de posicionamento de cada juiz até formar jurisprudência”, alerta Aith.
De acordo com a regra, também não tem direito ao bônus quem ficou afastado por menos de cinco anos, estava com a carteira assinada quando começou a receber o benefício por incapacidade e pode retornar ao trabalho. Nestes casos, o segurado terá que ser reintegrado pela empresa e pode ser demitido na sequência, tendo direito apenas às verbas rescisórias.
O pagamento das parcelas é feito de forma automática quando o INSS der alta ao segurado, de acordo com a advogada do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) Adriane Bramante. “O INSS deve fazer o pagamento das ‘parcelas de recuperação’, como chamamos esse período. Não havendo o pagamento, o segurado pode entrar com ação judicial”, orienta Adriane.
O advogado Eurivaldo Bezerra, especialista em Direito Previdenciário, alerta para os casos em que o INSS dá alta indevida ao segurado mesmo com a apresentação de laudos e exames que provem o contrário. “Alta programada para o segurado ir se acostumando é um absurdo”, critica. “Ou tem condições reais de retorno ao trabalho ou não tem”, diz.

Fonte:https://odia.ig.com.br/_conteudo/economia/2016-08-20/abono-por-ate-18-meses-para-quem-for-pego-no-pente-fino.html

Cientistas irlandeses usam o gene cavalo de Tróia para combater a cegueira hereditária

A professora Jane Farrar que está realizando ensaios clínicos sobre retinite pigmentosa
Cientistas irlandeses estão trabalhando em um avanço para curar uma das formas mais comuns de cegueira através da terapia genética.
A retinite pigmentosa (RP) que afeta cerca de 1.500 pessoas na Irlanda, é causada por um gene defeituoso onde a retina sensível à luz no olho se rompe e não pode mais funcionar, resultando na perda gradual da visão da pessoa.
Ensaios clínicos estão sendo realizados em um tratamento pioneiro para a forma hereditária de cegueira que apresenta sintomas como dificuldade para enxergar à noite, manchas e visão de túnel.
A professora Jane Farrar revela que o potencial de cura envolve injetar um vírus na parte de trás do olho para corrigir o gene defeituoso que causa a doença.
Podemos usar vírus não prejudiciais e colocar o gene correto. É um pouco como um cavalo de Tróia.
Podemos adicionar um vírus que transporta a célula correta para esse gene. É uma tecnologia incrível , disse o professor Farrar especialista em genética e pesquisador .
Embora não exista tratamento aprovado para qualquer forma de RP , os pesquisadores
desenvolveram uma cura potencial para um subtipo que afeta cerca de uma em 30.000 pessoas.
Até agora existem oito formas diferentes da doença que estão sendo abordadas com ensaios clínicos visando genes individuais .
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
https://www.independent.ie/life/health-wellbeing/eye-health/irish-scientists-using-trojan-horse-gene-to-fight-inherited-blindness-36396256.html
Irish scientists using 'Trojan horse' gene to fight inherited blindness
independent.ie

Resultados de testes clínicos em Retinose pigmentar

A empresa de terapia celular jCyte anunciou os resultados de um estudo clínico de fase 1 / 2 para seu produto experimental, o jCell, na retinite pigmentosa (RP). Apresentado por David S. Boyer, MD
o estudo de 12 meses mostrou um perfil de segurança favorável e indicações de benefício potencial. A jCell recebeu a designação de Medicamento Órfão e Terapia Avançada de Medicina Regenerativa pelo FDA.
Neste estudo inicial, aberto, houve tendências de melhora na melhor acuidade visual corrigida (BCVA) nos olhos tratados em comparação com os olhos não tratados , disse o co-fundador da jCyte, Henry Klassen, MD, PhD. Os melhores resultados foram observados no grupo de dose mais alta.
RP é uma condição genética que destrói progressivamente os fotorreceptores de bastonetes e cone na retina. Muitas vezes atinge as pessoas na adolescência, com muitos pacientes legalmente cegados pela meia idade. Em todo o mundo, cerca de 1,5 milhão de pessoas sofrem da doença, tornando-se a principal causa de cegueira hereditária.
Neste tratamento, as células progenitoras da retina são injetadas na cavidade vítrea do olho sob anestesia tópica. A esperança é resgatar e reativar fotorreceptores doentes antes que eles morram.
Nosso objetivo inicial era encontrar uma maneira de diminuir a taxa de perda visual, por isso é gratificante ver possíveis melhorias , disse Klassen. Fomos encorajados pelo FDA a explorar doses mais altas.
Para avaliar as alterações na acuidade visual, o estudo avaliou a diferença média na alteração BCVA entre olhos tratados e não tratados em pontos de tempo especificados ao longo do estudo. No grupo de menor dose (500.000 células) a diferença média foi de 1 letra aos 12 meses após o tratamento, enquanto na dose mais alta (3 milhões de células), a diferença média foi de 9 letras.
O estudo da fase 1 / 2a incluiu 28 sujeitos. Os efeitos colaterais observados foram geralmente menores, transitórios e consistentes com uma injeção intra ocular. Não houve eventos de grau 4 associados ao tratamento.
O comentários dos pacientes foi particularmente encorajador. Muitos relataram melhor visão, incluindo maior sensibilidade à luz, melhor discriminação de cores e capacidade de leitura e melhor mobilidade. Além disso , 22 dos 28 pacientes foram tratados em seu outro olho como parte de um estudo de extensão subseqüente.
Estamos muito animados com esses resultados , disse o CEO da jCyte, Paul Bresge. Atualmente, não existem terapias eficazes para oferecer pacientes com RP. Estamos avançando o mais rápido possível para remediar isso .
A empresa lançou um estudo de fase 2b, mascarado e controlado, para avaliar a eficácia do jCell. Apoiado pelo Instituto de Medicina Regenerativa da Califórnia
o estudo randomizado está recrutando até 85 pacientes com BCVA não melhor que 20/80 e não pior que 20/800 em seu olho de estudo. Os participantes receberão uma única injeção de jCell ou controle simulado. A eficácia será avaliada testando o BCVA, os campos visuais, a sensibilidade ao contraste, as medidas de qualidade de vida e a capacidade dos participantes de navegar em um labirinto.
O comentários que recebemos dos participantes do teste foi notável , disse Bresge. Estamos ansiosos para passar pelo processo de regulamentação e trazer esta terapia potencial de fácil administração para pacientes em todo o mundo.
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
https://www.newswise.com/articles/jcyte-presents-results-of-clinical-testing-in-retinitis-pigmentosa2#.WjLlsNVr500.twitter
Results of Clinical Testing in Retinitis Pigmentosa
newswise.com

sábado, 19 de maio de 2018

Combinação esteróide e AINE previne o edema macular após catarata

Uma combinação de um corticosteróide tópico e um antiinflamatório não esteroidal AINE é mais eficaz do que qualquer um sozinho na redução do risco de edema macular cistóide após a cirurgia de catarata em pacientes não diabéticos, dizem os pesquisadores.
Os resultados foram um pouco inesperados , disse Rudy Nuijts, professor associado de oftalmologia da Universidade de Maastricht na Holanda pela Sociedade Europeia de Cirurgias de Catarata e Refrativa .
Ele apresentou a descoberta no Congresso ESCRS em Lisboa, Portugal.
O estudo PRECED de Prevenção do EDGE Macular após cirurgia de catarata foi o primeiro ensaio clínico controlado randomizado, multicêntrico e internacional, especificamente desenhado para determinar a melhor maneira de prevenir a EMC após cirurgia de catarata, disse o Dr. Nuijts. O ESCRS forneceu financiamento para a pesquisa.
A EMC é uma das complicações pós-operatórias mais prevalentes na cirurgia de catarata, especialmente na população diabética, onde a incidência pode chegar a 31%, disse ele. Mas as opiniões diferiram quanto à melhor profilaxia.
Por exemplo, a Academia Americana de Oftalmologia (AAO) afirmou que há uma falta de evidências de nível 1 que apóiam o benefício visual a longo prazo da terapia com AINEs quando aplicado isoladamente ou em combinação com a terapia com corticóides
.
No entanto, no ano seguinte, Hoffman . escreveu que seja usado isoladamente, sinergicamente com esteróides ou para olhos específicos de alto risco, a eficácia dos AINEs é convincente .
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
http://www.ophthalmologytimes.com/ophthalmologytimes/news/steroid-and-nsaid-combination-prevents-macular-oedema-after-cataracts?utm_campaign=Enewsletter%3A+OTE&utm_source=hs_email&utm_medium=email&utm_content=58163884&_hsenc=p2ANqtz-8jA7IiZsIcZ_5zpeRzz6fhoO-kDdlENBqSqj9doTGI1-5NK8fbV3an3EKoyM7cNK2v1cs8NEPQh2O2enHk8bURZqK8nw&_hsmi=58163884
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Ensaio controlado randomizado de terapias de eletroestimulação para modular o fluxo sanguíneo da retina e função visual na Retinose pigmentar

OBJETIVO:
Nós examinamos as alterações na função visual e no fluxo sanguíneo ocular e da retina (RBF) entre os participantes da retinite pigmentosa (RP) em um estudo controlado randomizado de terapias de eletroestimulação.
MÉTODOS:
Vinte e um participantes RP foram randomizados (1: 1: 1) para estimulação elétrica transcorneal (TES) em 6 sessões semanais de meia hora, eletroacupuntura ou acupuntura a laser inativo (controle sham) em 10 sessões de meia hora durante 2 semanas. Tratamento precoce do estudo da retinopatia diabética (ETDRS): acuidade visual de contraste rápido, campos visuais de Goldmann, sensibilidade escotópica AdaptDx, fluxo espectral e Doppler colorido da artéria central da retina (RAC) e RBF em capilares maculares foram medidos duas vezes antes do tratamento, após 2 sessões de TES, dentro de uma semana e um mês após a conclusão da intervenção.
RESULTADOS:
Nós medimos uma melhora significativa na velocidade de fluxo médio retrobulbar CRA para ambos os grupos TES (p = 0,038) e eletroacupuntura (p = 0,001), em média, após 2 semanas de tratamento, quando comparado com controles farsa, falso. Simulação elétrica transcorneal (TES) e eletroacupuntura tiveram significantes aumentos de 55% e 34% maiores, respectivamente, em RBF nos vasos maculares quando comparados aos controles sham (p <0,001; p = 0,008) dentro de uma semana após completar seis TES sessões ou um mês após a eletro-acupuntura. Houve uma diferença significativa na proporção de olhos que melhoraram a função visual quando comparados os três grupos de intervenção (p = 0,038): quatro dos sete sujeitos do TES (57%), dois dos sete sujeitos de eletroacupuntura (29%) e nenhum dos sete indivíduos controle (0%) tiveram uma melhora visual significativa fora da variabilidade típica do teste-reteste em duas visitas consecutivas após o tratamento.
CONCLUSÃO:
O aumento do fluxo sangüíneo após as terapias de eletroestimulação é uma alteração fisiológica objetiva que ocorreu, além de melhorias na função visual em alguns pacientes com RP.
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29130647
Randomized controlled trial of electro-stimulation therapies to modulate retinal blood flow and visual function in retinitis pigmentosa. - PubMed - NCBI
ncbi.nlm.nih.gov

Uma cura para a cegueira à vista

a perda de visão é uma daquelas maldições inevitáveis de envelhecer.
Depois de um tempo, os olhos de algumas pessoas simplesmente não funcionam como costumavam as retinas se quebram e param de enviar sinais ao cérebro para formar imagens. Não há cura para a cegueira relacionada à idade, chamada degeneração macular, e a única prótese no mercado é elétrica e requer óculos especiais para usar.
Uma empresa de Connecticut diz que tem um jeito melhor e mais gentil.
O projeto da Lambda Vision para um implante de retina, que começou os testes em animais não tem hardware e nenhum eletrodo envia pulsos elétricos para os olhos. É uma membrana fina e flexível, como uma lente de contato para a parte de trás do olho, feita de uma substância roxa e turva que cresceu em seu laboratório na UConn Health em Farmington.
É uma proteína incrível. Faz essencialmente tudo o que precisamos. Bob Birge co-fundador da Lambda Vision
É uma proteína incrível , disse o co-fundador da Lambda Vision Bob Birge um químico da UConn. Faz essencialmente tudo o que precisamos.
A substância chamada bacteriorodopsina pode converter luz em energia. Ele faz isso de forma tão eficiente e com um tempo tão perfeito que alguns cientistas argumentam que está vivo embora Birge não esteja entre eles. É uma proteína que se forma naturalmente em um micróbio robusto de água salgada chamado Halobacterium salinarumum organismo unicelular que vive na Terra há 3,5 bilhões de anos.
Cada prótese começa com um andaime feito de fibras de poliéster. Isso é mergulhado na solução de proteína púrpura deixe secar ao ar por alguns segundos depois mergulhe de novo e de novo cerca de 200 vezes para criar uma membrana com cerca de um milímetro de espessura.
Leva de dois a três dias para cada uma das três estações robóticas do LambdaVision para concluir uma prótese.
Se você fizesse isso manualmente ficaria louco , disse Birge. O custo do dispositivo não está na proteína ou no polímero andaime , mas no tempo que leva para passar por esse processo de imersão.
Os implantes acabados são flexíveis e cerca de um décimo do tamanho de uma lente de contato.
A CEO e co-fundadora Nicole Wagner imagina que não demoraria muito para a prótese começar a funcionar. Quando a luz passa pelo olho, as proteínas devem começar a disparar fazendo com que as células nervosas ainda saudáveis se comuniquem com o cérebro.
CEO Nicole Wagner e CSO Jordan Greco na Lambda Vision na Universidade de Connecticut.
Não é do conhecimento comum para o público mas os químicos têm dito há décadas que você poderia imbuir tecnologia com proteínas sensíveis à luz como bacteriorhodopsin.
Eles são essencialmente dispositivos mecânicos baseados em materiais biológicos e operam como um relógio , disse Birge.
Ao longo dos anos, Birge usou a proteína para criar um sistema para capturar e armazenar dados transmitidos por satélites. Ele tem outro design para um dispositivo de armazenamento de computador baseado em proteína um pequeno cubo que caberia no seu bolso. Outros tentaram usar a bacteriorhodopsina para ajudar a diagnosticar a gripe, administrar drogas no corpo, monitorar a atividade cardíaca purificar a água e criar roupas que transformam luz em energia de acordo com o Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia.
Birge diz que os cientistas brincaram durante anos que, um dia o Vale do Silício perceberá o potencial da bacteriorhodopsina e começará a extraí la das lagoas salinas da Baía de São Francisco, onde a proteína prospera e empresta à água sua tonalidade roxo avermelhada.
Não que seja tão simples.
Birge vem pesquisando a proteína há mais de 35 anos e tentando desenvolver a mutação certa para um implante de retina por mais de 15 anos. Wagner e o diretor científico Jordan Greco juntaram se ao seu laboratório UConn como estudantes de pós graduação e ajudaram a lançar a empresa.
Bob Birge, co-fundador da Lambda Vision e professor emérito de química da Universidade de Connecticut.
Oito anos depois, Birge, Wagner e Greco iniciaram testes em animais.
E os cirurgiões começaram a praticar o procedimento para implantar o dispositivo com porcos. O processo é muito parecido com alimentar um modelo de navio em uma garrafa de vidro o cirurgião tem que fazer um buraco muito pequeno no olho, enrolar a lente, deslizá-lo e desvendá lo contra a parede traseira do olho, sobre o danificado retina.
Eles já praticaram a cirurgia com ratos.
a empresa começará a estudar se esses implantes estão funcionando.
Levará pelo menos dois a três anos para o produto ser testado em humanos com degeneração macular e retinite pigmentosa , um distúrbio genético raro que muitas vezes leva à cegueira.
O que, afinal, mantém Jordan e eu quando você fica tão frustrado é que recebemos uma ligação de alguém que foi cegado por esta doença
Quando isso será em estudos clínicos , disse Wagner. O que nos encoraja é que existe uma enorme necessidade lá fora e há tantas pessoas torcendo por nós por causa disso. Mas muito antes de as próteses chegarem ao mercado, elas estarão fazendo uma viagem em algum lugar onde a Lambda Vision nunca pretendeu . Uma versão em miniatura da configuração de imersão é destinada à Estação Espacial Internacional, onde a NASA testará o processo de fabricação do implante em microgravidade. É um projeto muito legal , disse Wagner, acrescentando que o CFO, Greco, sempre quis ir para o espaço. Esta é a próxima melhor opção. A Lambda Vision ganhou a oportunidade no Centro para o Avanço da Ciência no Espaço e da Boeing, através do MassChallenge, acelerador de Boston. Em condições de ausência de peso, pode ser possível fabricar centenas de implantes de retina por dia em vez de um a cada poucos dias. O prêmio também veio com uma participação de US $ 500.000 em financiamento. A Lambda Vision também levantou cerca de US $ 2,4 milhões de fontes estaduais e federais, incluindo um prêmio de US $ 500.000 do Connecticut Bioscience Innovation Fund.
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
http://www.courant.com/business/hc-biz-uconn-lambda-vision-20171026-story.html
At UConn, A Cure For Blindness In Sight
courant.com

FDA aprova primeira lente implantada que pode ser ajustada após cirurgia de catarata para melhorar a visão sem óculos em alguns pacientes

A Food and Drug Administration aprovou o LXSight . o primeiro sistema de dispositivos médicos que pode fazer pequenos ajustes no poder da lente artificial após a cirurgia de catarata, para que o paciente tenha uma visão melhor quando não estiver usando óculos.
A catarata é uma condição ocular comum em que a lente natural se torna nebulosa, prejudicando a visão do paciente. Após a cirurgia de catarata, durante a qual a lente natural do olho que ficou turva é removida e substituída por uma lente artificial lente intra ocular ou LIO , muitos pacientes apresentam algum erro refrativo residual pequeno que requer o uso de óculos ou lentes de contato. O erro de refração, que é causado quando a lente artificial não foca adequadamente, causa visão turva.
Até agora, os erros de refração que são comuns após a cirurgia de catarata só poderiam ser corrigidos com óculos, lentes de contato ou cirurgia refrativa , disse Malvina Eydelman, MD, diretor da Divisão de Oftalmologia e Orelha, Nariz e Garganta no Centro de FDA. Dispositivos e Saúde Radiológica. "Este sistema fornece uma nova opção para certos pacientes que permite ao médico fazer pequenos ajustes nas lentes implantadas durante vários procedimentos em consultório após a cirurgia inicial para melhorar a acuidade visual sem óculos.
A LIO do RxSight é feita de um material exclusivo que reage à luz UV, que é fornecida pelo Dispositivo de Entrega de Luz, 17 a 21 dias após a cirurgia. Os pacientes recebem três ou quatro tratamentos de luz durante um período de 1-2 semanas, cada um com duração de cerca de 40 -150 segundos, dependendo da quantidade de ajuste necessário. O paciente deve usar óculos especiais para proteção UV desde o momento da cirurgia de catarata até o final dos tratamentos de luz para proteger a nova lente da luz UV no ambiente.
Um estudo clínico de 600 pacientes foi conduzido para avaliar a segurança e a efetividade do Dispositivo de Luz Lente Ajustável e Dispositivo de Entrega de Luz RxSight. Seis meses após o procedimento, os pacientes viram, em média, uma melhoria de cerca de uma linha adicional no gráfico de visão, para visão à distância sem óculos, em comparação com uma LIO convencional. Seis meses após a cirurgia, 75 por cento também tiveram uma redução no astigmatismo.
O dispositivo destina-se a pacientes que têm astigmatismo na córnea antes da cirurgia e que não têm doenças maculares.
O dispositivo não deve ser usado em pacientes que tomam medicação sistêmica que pode aumentar a sensibilidade à luz UV, como a tetraciclina, doxiciclina, psoralenos, amiodarona, fenotiazinas, cloroquina, hidroclorotiazida, hipercina, cetoprofeno, piroxicam, lomefloxacina e metoxsalen. O tratamento em pacientes que tomam tais medicamentos pode levar a danos oculares irreversíveis. O dispositivo também é contra indicado nos casos em que os pacientes têm história de vírus do herpes simplex ocular.
O FDA aprovou a lente ajustável Vision Light e o dispositivo Light Delivery para a RxSight .
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
https://www.healthcanal.com/eyes-vision/242164-fda-approves-first-implanted-lens-can-adjusted-cataract-surgery-improve-vision-without-eyeglasses-patients.html
FDA approves first implanted lens that can be adjusted after cataract surgery to improve vision without eyeglasses in some patients - Healthcanal.com
healthcanal.com

Nova Retina Artificial é ultrafina, sem silicone e sem fio

Uma equipe de cientistas suecos e israelenses revelou o mais fino implante de retina do mundo, feito de camadas de ouro e tinta de tatuagem orgânica. O dispositivo é sem fio, livre de silicone e 500 vezes mais fino do que os implantes de retina existentes, disseram os pesquisadores na revista Advanced Materials.
Se o implante se comportar tão bem em humanos quanto em modelos animais, algum dia ele poderá restaurar a percepção da luz para milhões de pessoas com condições degenerativas nos olhos, como retinite pigmentosa ou degeneração macular.
A plataforma é o mais recente esforço para criar uma solução sem fio para fotorreceptores defeituosos.
pesquisadores chineses criaram fotorreceptores artificiais a partir de uma série de nanofios recobertos de ouro e usaram suas próteses para restaurar a resposta à luz em um modelo de cegueira degenerativa.
Em vez de trocar fotorreceptores defeituosos por fotorreceptores artificiais, o novo dispositivo ultrapassa totalmente os fotorreceptores e atua diretamente nas células ganglionares da retina. A equipe construiu o dispositivo pintando 2 camadas de pigmento orgânico em uma camada de base de ouro. Eles imergiram este sanduíche supercondutor em uma solução de água salgada para imitar o ambiente ocular. Após a exposição à luz, eles relatam que o dispositivo se torna carregado e gera um campo elétrico que estimula os neurônios próximos.
Os pesquisadores testaram o sistema em neurônios cultivados e em retinas de embriões de galinha que ainda não haviam desenvolvido fotorreceptores. Em ambos os casos, o dispositivo gerou eletricidade suficiente para energizar os neurônios da retina.
Essa foi a maior conquista , disse o autor sênior Eric Glowacki, pesquisador da Universidade de Linköping na Suécia à Live Science. O dispositivo é o primeiro sistema optoeletrônico independente de não silicone capaz de gerar tal poder, diz ele. Ao contrário de alguns implantes comercialmente disponíveis o novo dispositivo realiza esse feito sem a ajuda de uma bateria externa ou outro hardware. E o uso de material orgânico pode reduzir o risco de rejeição por implantes à base de silicone.
A equipe agora está testando o dispositivo em coelhos vivos para ver se ele pode conferir uma resposta à luz vermelha, que os animais normalmente não conseguem detectar.
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
https://www.aao.org/headline/new-artificial-retina-is-ultra-thin-silicone-free-
New artificial retina is ultra-thin, silicone-free and wireless
aao.org

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Chegamos a 400 mil visitas

Mais de 400 mil visitas ao blog retinose pigmentar notícias.
Esta tem sido uma longa caminhada de partilha e aprendizagem
No dia 27de abril  de 2018 atingimos e ultrapassamos as 400 mil  visitas.
Só tenho uma palavra.

OBRIGADO.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Os efeitos adversos do ácido valpróico sobre as funções visuais no tratamento da retinose pigmentar



OBJETIVO:

Avaliar a eficácia e segurança do tratamento com ácido valpróico (VPA) em pacientes com retinite pigmentosa (RP).

MÉTODOS:

Um total de 48 olhos de 24 pacientes (13 homens, 11 mulheres) com RP prescrito VPA foram incluídos. A duração do tratamento com VPA foi de 6 a 12 meses (média de 9,4 meses). Os parâmetros avaliados foram acuidade visual corrigida (BCVA) (logaritmo do ângulo mínimo de resolução logMAR), análises de campo visual (VFAs) com perimetria automática de Humprey, eletrorretinografia multifocal (ERG) com varredura Roland-RETI e efeitos colaterais de VPA. .

RESULTADOS:

A média de idade foi de 34,3 ± 10,3 anos (variação de 18 a 56 anos). Quinze dos pacientes (30 olhos) tiveram dois traçados ERG e VFA, permitindo a comparação entre a linha de base e acompanhamento (intervalo 6-12 meses). A média do BCVA antes e após a terapia com VPA foi de 0,36 ± 0,38 e 0,36 ± 0,37 logMAR, respectivamente (P = 0,32). Os índices perimetétricos quantitativos, incluindo o desvio médio e o desvio padrão padrão, não foram significativamente alterados após a terapia com VPA (P> 0,05). As amplitudes de P1 (em termos de nV / deg2 e mV) das ondas ERG foram significativamente diminuídas nos anéis 1, 3 e 4 após a terapia com VPA (P <0,05). Em relação às amplitudes de N1, a única diminuição significativa foi observada na área 1 (P = 0,03). Além disso, a latência de N1 foi significativamente aumentada na área 3 após a terapia com VPA (P = 0,04).

CONCLUSÕES:

A terapia com VPA não teve nenhum benefício significativo no BCVA e VFA. Além disso, pode estar associado ao declínio em alguns parâmetros do ERG. Portanto, os médicos devem evitar prescrever VPA para RP até que sua segurança e eficácia sejam adequadamente avaliadas.

Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão

Fonte :
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29044065

Terapia Genética Francesa para curar a retinose pigmentar


um ensaio de Fase I / II na França testando HORA-PDE6B uma terapia genética única com o potencial de curar uma retinite pigmentosa.

Com sede em Paris
o Horama oferece terapias genéticas para lidar com as doenças que afetam a visão. A empresa lança um ensaio clínico de I / II que recrutou 12 pacientes no Hospital Universitário de Nantes para o teste de segurança e uma determinada medida para o HORA-PDE6B. Este tratamento é uma terapia genética destinada a curar uma retinite pigmentosa com um único controle nos casos em que é feito por mutações no gene da PDE6 β.

 Christine Placet, CEO da Horama

Estima-se que as mutações na PDE6 β  afetam mais de 5.000 pessoas nos EUA e na Europa e resultam em uma perda progressiva de visão e campo visual que ocorre na infância, resultando em incapacidade. Quando você tem algum grau de visual, você não pode se mover, não pode, não pode se identificar, não pode ver os pés quando e um carro vindo de um lado , diz Christine Placet .

Eventualmente, uma condição leva à cegueira aos 40 anos de idade. E não há tratamento.

Um Horama pode acabar com isso se HORA-PDE6B se mostrar seguro e eficaz. Uma terapia genética consiste em um vírus adeno-associado recombinante AAV em que os genes virais foram substituídos por uma cia funcional do gene da PDE6. O DNA injetado sob a retina, entre os fotorreceptores e o epitélio pigmentar da retina, foi utilizado como células para a preparação da proteína PDE6 β.

 Segundo Placet, uma terapia tem o potencial de ser uma curar com uma única injeção em cada olho. Como as células às quais o DNA não são renovados à medida que envelhecem,

As empresas Nightstarx e Gensight estão trabalhando na área de terapia genética para doenças oculares. No entanto, eles se concentram em outras doenças congênitas. Placet .
O Horama tem uma grande chance de ser lançado primeiro um tratamento para uma doença.

O próximo julgamento vai acompanhar os pacientes por vários anos, mas os resultados serão avaliados em 1 ano após o tratamento dos pacientes. As perspectivas são positivas, uma vez que já existem dados positivos de segurança na próxima semana. Chamado de HORA-RPE65, o salário contém uma gene do gene RPE65 para tratar uma doença amaurose congênita de Leber tipo 2 (LCA2).

Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão

Fonte :
https://labiotech.eu/horama-retinitis-pigmentosa-cure/

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Estudo sugere que a vitamina A pode beneficiar crianças com Retinose pigmentar

Um estudo financiado pela FFB na Massachusetts Eye and Ear Infirmary (MEEI) sugere que a suplementação de palmitato de vitamina A pode retardar o declínio da função do cone em quase 50% em crianças com retinose pigmentosa (RP). Os cones são os fotorreceptores que normalmente fornecem visão diurna e a capacidade de ler, reconhecer rostos e perceber cores. A função do cone foi avaliada no estudo por um eletrorretinograma de campo total ou ERG, que mede a resposta elétrica da retina à luz.
O estudo incluiu crianças com diferentes tipos genéticos de RP. Havia 55 participantes tomando palmitato de vitamina A e 25 que não eram. A dose diária de suplementação variou de 5.000 a 15.000 UI, a maioria dependendo da idade do paciente.
Os pesquisadores do MEEI alertam que os resultados do estudo não são definitivos, porque o número de pacientes na investigação foi relativamente pequeno, a análise foi retrospectiva e a determinação de quem recebeu vitamina A e quem não recebeu não foi aleatória.
Os resultados do estudo foram publicados online no JAMA Ophthalmology . Os autores do trabalho de estudo incluíram Michael Sandberg do MEEI, PhD (agora aposentado), e o falecido Eliot Berson , MD.
Em estudos anteriores, o Dr. Berson descobriu que o palmitato de vitamina A reduzia a perda de visão em adultos com RP, e seu efeito foi aumentado quando combinado com ácido docosahexaenóico (DHA), uma gordura saudável abundante em peixes de água fria, como atum e salmão, e luteína antioxidante. O Dr. Berson usou um suplemento vegetariano de DHA em seus estudos.
A vitamina A é necessária para o processo bioquímico na retina que torna a visão possível. No entanto, autores de um comentário no JAMA Ophthalmology relatam que o papel da vitamina A em retardar a perda de visão em pessoas com RP não é bem compreendido.
Adultos e crianças que considerem a suplementação de palmitato de vitamina A devem primeiro consultar seu oftalmologista para determinar se o regime é adequado para eles. Um teste anual de enzimas hepáticas também é recomendado, porque altas doses de vitamina A podem ser tóxicas para um fígado anormal.
Estudos laboratoriais mostraram que a suplementação de vitamina A pode ser prejudicial para aqueles com condições maculares, como a doença de Stargardt e as distrofias cone bastonete.
Publicação Feita Por Rodrigo Xavier na Pagina Doenças Da Visão no Facebook
Fonte :
http://www.blindness.org/blog/index.php/study-suggests-vitamin-a-may-benefit-children-with-rp/
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Pela 1ª vez, Itália realiza implante de retina artificial

Uma equipe de médicos italianos realizou a primeira cirurgia para a implantação de uma prótese subretiniana, também conhecida como retina artificial, com sucesso em Milão.
Com isso, a mulher de 50 anos que passou pelo procedimento na unidade de oftalmologia do hospital San Raffaele poderá voltar a enxergar com algumas limitações.
A mulher passa bem da delicada intervenção cirúrgica, e só está esperando a avaliação do uso do microchip para estimular a retina para receber a alta médica. O microchip é destinado a pessoas que perderam a visão durante a idade adulta devido a doenças genéticas graves da retina, como retinite pigmentosa, e pode restaurar a percepção da luz e os contornos de alguns objetos e pessoas próximas.
Coordenada pelo professor Francesco Maria Bandello, a operação foi realizada por uma equipe de especialistas em cirurgias vítreorretiniana e oftalmoplastia.
Publicação Feita Por Rodrigo Xavier na Pagina Doenças Da Visão no Facebook
Fonte :
https://istoe.com.br/pela-1a-vez-italia-realiza-implante-de-retina-artificial/
Pela 1ª vez, Itália realiza implante de retina artificial - ISTOÉ Independente
istoe.com.br

Imagina se todas as pessoas que sofressem de miopia ou de algum problema na córnea pudesse tratá-los apenas pingando um colírio, sem precisar fazer uma operação

Imagina se todas as pessoas que sofressem de miopia ou de algum problema na córnea pudesse tratá-los apenas pingando um colírio, sem precisar fazer uma operação
Daqui a muito pouco tempo isso será possível, já que uma equipe de cientistas israelenses desenvolveram este colírio que já foi patenteado e chama nanodrops.
A inovação foi desenvolvida por oftalmologistas da Universidade Bar-Ilan e do Centro Médico Shaare Zedeke promete corrigir a miopia e curar córneas danificadas aos poucos, conforme o uso.
O nanodrops já foi testado em porcos e o resultado foi positivo, agora é aguardar até o final do ano para que ele possa ser testado em seres humanos também. E a inovação não para aí! O colírio também vai ajudar quem precisa usar óculos multifocais, pois eles também vão poder curar este tipo de problema de visão. O funcionamento seria mais ou menos assim: os pacientes abrem um aplicativo em seu smartphone, medem a refração dos olhos em casa, criam um padrão de laser e um padrão óptico na superfície corneana de seus olhos, para depois começarem o tratamento com o colírio.
Um dos médicos envolvidos nesta pesquisa, Dr. David Smadja, disse que ainda não sabem ao certo quanto tempo de uso é necessário para que ele corrija os problemas de visão, mas que se for comprovada sua eficácia o tratamento será um método revolucionário para melhorar a visão das pessoas. Ele, inclusive deu uma palestra em uma conferência médica, em Jerusalém, que contou com a presença de mais de 350 pessoas, entre médicos e enfermeiros, da qual salientou a importância dessa inovação, se for aprovada para ser feita em seres humanos.
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Fonte :
http://razoesparaacreditar.com/saude/cientistas-colirio-cura-miopia/
Tchau óculos: Cientistas israelenses desenvolvem colírio que repara córneas e cura miopia
razoesparaacreditar.com

terapia gênica apresenta resultado animador

Nos Estados Unidos, o estudante Creed Pettit, 9 anos, passou por um procedimento cirúrgico, que usou a terapia gênica para tratar a cegueira causada pela retinose pigmentar, doença ocular rara, hereditária e degenerativa que causa deficiência visual grave.
A terapia repara o gene alterado que causa a doença. Quanto mais precoce o procedimento é feito, melhores podem ser os resultados, informa a oftalmologista Camila Ventura, a única brasileira que acompanhou a cirurgia feita pela oftamologista Audina Berrocal, no Bascom Palmer Eye Institute, em Miami. Creed já enxerga o tablet em penumbra. Espera-se dele uma boa resposta. Está se recuperando sem apresentar inflamação no olho.
O sonho do menino é contemplar um arco-íris e se espera que a terapia gênica caminhe para que ele alcance esse ideal. Durante o procedimento cirúrgico por que Creed passou, foi injetada uma medicação Luxturna que corrige a mutação no gene RPE65 que pode levar à cegueira. Nos Estados Unidos, a terapia custa US$ 850 mil dólares aproximadamente R$ 2,8 milhões.
No Brasil, o remédio americano baseado na terapia genética ainda não está disponível.
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Fonte :
http://m.blogs.ne10.uol.com.br/casasaudavel/2018/04/08/terapia-genica-crianca-passa-por-cirurgia-que-promete-corrigir-cegueira-tratamento-custa-us-850-mil-nos-eua/?utm_source=www.google.com&utm_medium=referral&utm_campaign=mobile-redirect
Terapia gênica: criança passa por cirurgia que promete corrigir cegueira; tratamento custa US$ 850 mil nos EUA - Casa Saudável
blogs.ne10.uol.com.br

terça-feira, 3 de abril de 2018

Viagra não é recomendado para pessoas com Retinose pigmentar

A Viagra deve ser usado apenas por homens maiores de 18 anos
A partir deste mês, os britânicos já podem comprar Viagra sem a necessidade de receita médica em farmácias do Reino Unido. No Brasil, no entanto, ainda é necessário apresentar o documento, embora seja possível comprar o medicamento sem a prescrição, pois a farmácia não precisa reter a receita.
As autoridades sanitárias britânicas anunciaram a decisão há alguns meses com a intenção de reduzir a venda ilegal do produto pela internet. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária brasileira (Anvisa), o Viagra é um dos remédios mais falsificados do Brasil.
O sildenafila, comercializado com o nome de Viagra pela farmacêutica Pfizer, pode ajudar os homens com disfunção erétil a manter uma ereção para ter uma relação sexual satisfatória.
Mas como qualquer outra medicação, o Viagra pode trazer efeitos colaterais. Leia abaixo o que você deveria saber antes de comprar e provar as pílulas.
1 - Como funciona?
Para a ereção dar certo, o sildenafil, o componente do Viagra, precisa aumentar o fluxo sanguíneo até o pênis. Esse mesmo composto, embora em menor quantidade, também é usado em remédios que combatem a hipertensão pulmonar.
Segundo dados do NHS, o serviço de saúde do Reino Unido, ao menos dois terços dos homens que usam o medicamento dizem que ele funciona e provoca ereção.
O remédio demora entre 30 e 60 minutos para fazer efeito
Em média, o remédio demora entre 30 e 60 minutos para fazer efeito em homens com disfunção erétil. Na bula do publicada no site da Anvisa, a empresa farmacêutica informa que um comprimido de 50 mg deve ser tomado em até uma hora antes da relação sexual. Já o serviço de saúde britânico afirma ser possível ter ereção ingerindo uma pílula até quatro horas antes.
"De acordo com a eficácia e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada para um máximo recomendado de 100 mg ou diminuído para 25 mg. A dose máxima recomendada é de 100 mg. A frequência máxima recomendada de Viagra é de uma vez ao dia", informa a Pfizer.
Porém, tomar apenas o remédio não é garantia de sucesso. É necessário também estímulo sexual para que o medicamento funcione bem. Por outro lado, informa a instituição britânica, a ereção deve desaparecer com o fim da relação sexual.
2 - Quem pode e quem não deve tomar Viagra?
O Viagra é recomendado apenas para homens maiores de 18 anos que tenham impotência, ou seja, pessoas que não conseguem ter ou manter uma ereção. Ele não é indicado para mulheres.
Os efeitos colaterais mais comuns são dores de cabeça, náuseas, ondas de calor e tontura, mas a maioria dos homens não sente nenhum problema.
Como regra geral, o medicamento deve ser evitado por homens que têm falta de ar ou dor no peito ao fazer exercícios leves, como subir poucos lances de escadas.
O sistema de saúde do Reino Unido e a Pfizer desaconselham o Viagra para as seguintes pessoas:
- doentes graves do coração ou do fígado;
- pacientes que tenham sofrido derrame há pouco tempo;
- homens com pressão baixa;
- pessoas com a doença retinite pigmentosa;
- pacientes em tratamento com medicamentos que contenham qualquer forma de óxido nítrico, nitratos orgânicos ou nitritos orgânicos.
É também recomendado consultar um médico antes de tomar o medicamento caso a pessoa esteja fazendo algum tratamento médico, ou tenha doenças como úlceras estomacais, hemofilia, leucemia ou anemia falciforme.
Há também tratamentos hormonais para tratar a impotência
3 - Tomar Viagra pode ser perigoso?
Tomar sildenafil pode ser perigoso se o paciente também seguir um tratamento com medicamentos conhecidos como nitratos, normalmente prescritos para angina (dor no tórax), pois a combinação de ambos os componentes pode causar uma queda perigosa na pressão arterial.
O composto também não combina bem com o Adempas, um remédio para hipertensão pulmonar, nem com drogas de uso recreativo que tenham nitrito de amilo (um vasodilatador), como as chamadas "poppers".
Segundo o NHS, não há estudos conclusivos sobre efeitos colaterais caso haja mistura de sildenafil com drogas como cocaína ou LSD, mas o órgão não recomenda o uso das substâncias ao mesmo tempo.
Por outro lado, o Viagra causa efeitos colaterais graves em menos de um a cada mil pacientes.
Recomenda-se que o paciente pare de tomar Viagra e consultar um médico nos seguintes casos:
- se sentir dor no peito;
- se tiver ereções prolongadas (mais de quatro horas) e às vezes dolorosas;
- caso exista uma perda repentina de visão;
- se houver uma reação cutânea grave, que pode ser acompanhada por febre, descamação da pele, inchaço e bolhas;
- caso sofra convulsões ou alergias.
4 - Existem tratamentos alternativos ao Viagra para impotência?
Há remédios que funcionam de maneira similar ao Viagra, como Cialis.
Também existe um medicamento vasodilatador chamado Alprostadil, que ajuda a estimular o fluxo sanguíneo até o pênis. Ele é vendido como injeção e supositório. É recomendado uma consulta médica antes desse tratamento.
Por outro lado, há disfunções de ereção causadas por problemas endócrinos que podem ser tratados com hormônios masculinos injetáveis.

Fonte:http://www.bbc.com/portuguese/geral-43577974

Estudos de acompanhamento em ratos identificaram moléculas chave que interagem com RPGR para manter a estrutura dos fotorreceptores

Este gene pode causar perda de visão na meia-idade
Uma equipe de cientistas descobriu recentemente um gene que pode danificar as células do olho pela degeneração gradual da retina, causando perda de visão na meia
idade.
Segundo os pesquisadores, alterações químicas no olho podem levar à cegueira na meia
idade.
Suas descobertas ajudam na compreensão de uma condição genética que causa perda de visão para uma em cada 3.000 pessoas no Reino Unido.
A equipe examinou como as mudanças em um gene conhecido como RPGR podem danificar as células oculares para causar um distúrbio conhecido como retinite pigmentosa ligada ao cromossomo X uma doença ocular hereditária crônica caracterizada por pigmentação negra e degeneração gradual da retina.
A condição é incurável e afeta a visão noturna e periférica antes de gradualmente causar cegueira na meia idade.
A equipe da Universidade de Edimburgo colheu amostras de pele de dois pacientes e transformou células-tronco que podem se transformar em qualquer tipo de célula em células oculares sensíveis à luz conhecidas como fotorreceptores.
Eles compararam estes com células de familiares saudáveis dos pacientes.
Fotorreceptores que decaem em pacientes com retinite pigmentosa diferiram em sua estrutura fundamental quando comparados com aqueles de membros da família.
Estudos de acompanhamento em ratos identificaram moléculas chave que interagem com RPGR para manter a estrutura dos fotorreceptores.
Quando RPGR é falho, a estrutura é comprometida e os fotorreceptores não podem funcionar corretamente, levando à perda de visão.
O pesquisador chefe Roly Megaw disse que, ao aprofundar a compreensão do gene RPGR e seus efeitos sobre as células fotorreceptoras, eles esperam que essas descobertas os aproximem do desenvolvimento de um possível tratamento para essa doença devastadora.
A pesquisa apresentada na conferência Eye Development and Degeneration em Edimburgo aparece na revista Nature Communications.
Publicaçao Feita Por Rodrigo Xavier na Pagina Doenças Da Visão no Facebook
Fonte :
http://www.newindianexpress.com/lifestyle/health/2017/sep/07/this-gene-can-cause-vision-loss-in-middle-age-1653767.html
This gene can cause vision loss in middle-age
newindianexpress.com

A reativação da visão de fotorreceptores do cone perdido pode ser um grande avanço no tratamento da Retinose pigmentar

Reactivando possibilidade de cones ao endereçar RP
O aprisionamento de glicose no epitélio pigmentar da retina é responsável pela perda da visão central na retinite pigmentosa. Injetar pressa do tipo selvagem no olho para restaurar o transporte de glicose ou injetar glicose no espaço sub-retiniano pode facilitar a regeneração do cone.
A reativação da visão de fotorreceptores do cone perdido pode ser um grande avanço no tratamento da retinite pigmentosa (RP). Este achado importante é baseado nos resultados observados em um modelo autossômico dominante de RP (P23H), a mutação autossômica dominante mais comum em RP nos Estados Unidos. A chave para a descoberta foi a restauração da glicose aprisionada no epitélio pigmentar da retina (RPE) que finalmente reativou os cones dormentes.
Pacientes com RP tornam-se cegos, independentemente da mutação do gene, em última análise, devido à perda da visão do cone resultante da dormência dos cones , relatou Henry Kaplan, MD.
Enquanto a maioria das mutações RP ocorre em genes fotorreceptores específicos de bastonetes, há destruição progressiva da pressa , perda da visão periférica e adaptação ao escuro. A perda subsequente da função do cone, ou dormência do cone, resulta em cegueira funcional.
A dormência do cone em RP resulta em núcleos de cones viáveis por muitos anos após a degeneração do segmento externo segmento interno.
O transporte de glicose para o espaço extracelular sub-retiniano e segmento interno do cone é essencial para fornecer energia para a regeneração do segmento externo do cone.
Degeneração do segmento externo da pressa e perda de contato com microvilosidades apicais resulta em aprisionamento de glicose no EPR. A consequente falta de glicose dos fotorreceptores do cone resulta na degeneração do segmento externo
E na desmontagem do segmento interno, mas com a manutenção dos núcleos viáveis do cone .
Cortesia de Henry Kaplan, MD.
Esta perda funcional importante isto é, dormência do cone é definida como a deterioração da visão central que segue a degeneração da pressa em RP devido à degeneração do cone, explicou o Dr. Kaplan. Ele é o Professor Evans de Oftalmologia, presidente do Departamento de Oftalmologia e Ciências Visuais e diretor do Kentucky Lions Eye Center, Universidade de Louisville .
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Fonte :
http://modernretina.modernmedicine.com/modern-retina/news/reactivating-cones-possibility-addressing-rp
Reactivating cones possibility in addressing RP
modernretina.modernmedicine.com

China e seu suposto tratamento para Retinose Pigmentar

Entrei em contato com Carol Gu pela primeira vez em relação às cirurgias de RP na China, achei que seu principal papel era o de coordenador de pacientes. Não foi até que cheguei ao centro de tratamento e comecei a conversar com Carol que descobri que ela é o visionário e o linchador por trás de todo o programa internacional de tratamento.
Carol me contou que desenvolveu sua paixão por ajudar os pacientes com RP ao obter seu diploma de enfermagem em Heidelberg, na Alemanha. Enquanto esteve lá, ela trabalhou em um lar de idosos e desenvolveu uma amizade íntima com uma mulher idosa que sofria de RP. Carol estava familiarizada com a ofuscante doença ocular porque é uma condição relativamente comum na China, e ela sabia que era tratada com acupuntura, ervas chinesas e outros elementos da Medicina Tradicional Chinesa .
Mas quando ela procurou por tratamentos semelhantes na Alemanha para sua amiga, descobriu que não havia nenhum.
Eu procurei na internet por todas as soluções que consegui encontrar, mas tudo o que encontrei foram exercícios para os olhos e suplementos vitamínicos , explica Carol. Partiu meu coração que eu não pude ajudá-la. Mas quando voltei para a China e estava determinado a ajudar outros pacientes com RP em todo o mundo.
Carol começou a pesquisar as opções de tratamento para RP, e descobriu que, juntamente com TCM, os cirurgiões estavam realizando cirurgias de derivação vascular e implantações de células-tronco que estavam restaurando alguma visão para os pacientes e ajudando a prevenir a degeneração. Ela ficou obcecada em encontrar o melhor tratamento para pacientes internacionais e começou a entrar em contato com médicos, pedindo para entrevistá-los e acompanhar o progresso de seus pacientes.
Após três anos de pesquisa, Carol montou uma equipe de cirurgiões de RP e lançou o China RP Treatment Center para pacientes internacionais.
Como a acessibilidade e a qualidade do serviço são elementos essenciais do programa de tratamento, Carol diz que foi cuidadosa em expandi-lo muito rapidamente. Ela também tem sido muito seletiva nos pacientes que aceita, porque percebe que as cirurgias não são adequadas para todos. Não há cura para RP. E tanto quanto eu gostaria que pudéssemos ajudar a todos, é difícil ajudar os pacientes que estão nos estágios finais da doença , explica Carol. E porque há tantas variações de RP, os resultados variam muito de paciente para paciente. Nosso objetivo é ajudar o maior número de pacientes possível para melhorar a visão e interromper ou retardar muito a progressão da doença .
O centro de tratamento em Changchun onde passei por minhas cirurgias foi a primeira fase da visão de Carol. A próxima fase envolve um centro de tratamento mais integrador que abre em meados no coração de Pequim. Juntamente com as cirurgias, infusões intravenosas e injeções oculares, a TCM abrangente, incluindo a tradicional e a eletro acupuntura, será incluída no pacote de tratamento.
Ter um centro de tratamento de RP em classe mundial em Pequim, que integra o melhor da medicina ocidental e da medicina tradicional chinesa, tem sido meu sonho desde que me mudei para a China , observa Carol. Em Pequim, poderemos acessar ainda mais especialistas de RP. E devido à sua localização, será muito mais fácil para os nossos pacientes internacionais fazerem a viagem. E nós somos capazes de fazer isso enquanto mantemos os preços acessíveis .
Para Carol, ajudar os pacientes RP é mais do que uma paixão é seu chamado.
Meus pacientes muitas vezes se tornam amigos de longa data e eu quero continuar a fazer tudo o que puder para ajudá-los , diz Carol. O meu sonho é um dia viajar pelo mundo para visitar todos os pacientes da RP com quem tive a honra de trabalhar ao longo dos anos. Quero vê-los pessoalmente de novo e vê-los me ver.
Publicaçao Feita Por Rodrigo Xavier na Pagina Doenças Da Visão no Facebook
Fonte :
http://determinedtosee.com/?p=1818#comment-19670
China Surgeries – the Back Story
determinedtosee.com

sexta-feira, 23 de março de 2018

Com Retinose pigmentar, e cego desde os 9 anos, Eder Pires de Camargo é livre-docente e dá aulas de física na Unesp de Ilha Solteira

Era apenas mais um dia de aula, no primeiro colegial em uma escola de Lençóis Paulista, em 1987, quando Eder Pires de Camargo ouviu de seu professor de matemática: "menino, você tem potencial". Poderia ser um simples elogio, mas foi um grande incentivo para ele, então com 14 anos, lutar pelos seus sonhos. Deficiente visual desde os 9 anos, Eder teve o apoio necessário para seguir em frente e ser o primeiro livre-docente cego no ensino de Física no Brasil.
Aos 45 anos, o professor ministra aulas na Unesp de Ilha Solteira e Bauru e lança seu sétimo livro, o primeiro a tratar diretamente de sua história como cego em um mundo de pessoas que enxergam.
"Se aquele professor não tivesse ido lá me buscar no fundo da sala, não sei o que teria sido de mim", disse Eder, que na época já tinha retinose pigmentar, uma deficiência degenerativa da retina. "A imagem que se projeta na retina não chega até o cérebro. Perdi a capacidade visual de ler e tive que transformar toda estrutura social e a mim mesmo", falou o professor.
Sem poder ver o mundo ao seu redor, o medo sempre andou ao lado de Éder, desde quando dava aulas na educação básica. "O medo foi um motivador para os meus estudos de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Sempre amei lecionar na educação básica, mas minha escolha pelo ensino universitário se deu, primeiramente, pela fuga do medo, pela procura de condições mais adequadas de trabalho", falou.
A livre-docência é o título acadêmico mais elevado da carreira universitária e Eder conquistou sua titulação em 2016 pela Unesp de Ilha Solteira. "Precisei desconstruir toda uma lógica visual de leitura e escrita que se encontra centrada na visão, principalmente na área da física, que contém linguagem matemática, gráfica, representações de modelos físicos. Tudo isso registrado visualmente", afirmou o professor.
O livre-docente foi sozinho a Toronto, no Canadá, no início deste ano, e não se dá por vencido quando o assunto é superação. "A língua inglesa é um desafio ainda, pretendo me aperfeiçoar e com a viagem pude provar a proposta que venho defendendo, ou seja, minha relação com a dificuldade", comentou.
Obras escritas
O livro de contos autobiográficos que Eder lança neste mês, intitulado "Estrangeiro", relata as histórias de superação, fracasso, amor, humor e as dores de um personagem cego em meio a tantos que enxergam. "A obra é uma defesa da cegueira enquanto beleza que caracteriza o cego. Não compartilho da ideia de que ser cego é um defeito, uma fragilidade ou inferioridade. Tenho orgulho e honra de ser cego", falou o escritor. "As incapacidades, limitações e desvantagens emergentes da deficiência visual são invenções de uma sociedade que se estruturou em função do "ver", ou melhor, de uma ideologia da visão", complementou.
É a sétima produção literária de Eder, entretanto, os outros retratam sua pesquisa sobre o ensino de física e ciências para alunos com deficiência visual. "Tento humanizar o cego no livro, apresentar que ele ama, odeia, supera, perde, ganha, tem time de futebol e tantas coisas como qualquer pessoa, com suas especificidades", disse o professor, que é palmeirense.
Para produzir a obra, Eder usou computadores com ledores de texto, o Virtual Vision e o NVDA - programas que leem menus e ícones de computador ao usuário. "Estrangeiro" pode ser adquirido pela página do Facebook do escritor, https://www.facebook.com/EderPiresDeCamargo/, ou pelo link www2.fc.unesp.br/encine.
(Colaborou Victor Stok)

Fonte:https://www.diariodaregiao.com.br/_conteudo/2018/03/cidades/1098650-vencendo-a-escuridao.html

quinta-feira, 22 de março de 2018

Médicos recuperam a visão de duas pessoas quase cegas

Douglas Waters, um senhor britânico de 86 anos, tem muito a comemorar. Há alguns meses, ele mal conseguia enxergar — por anos, ele conviveu com uma mancha central na visão do olho direito, que só aumentou ao longo do tempo. “Agora eu posso ler o jornal de novo”, contou emocionado à BBC. Após uma cirurgia inédita com células-tronco, a visão voltou ao normal. Ele e outro paciente foram as primeiras cobaias a participar do novo método de tratamento.
Os dois haviam sido diagnosticados com uma doença chamada degeneração macular relacionada à idade, responsável por quase metade dos casos de cegueira em pessoas acima de 55 anos. Nesses pacientes, as células da mácula da retina, responsáveis pela visão central e percepção de detalhes e cores, começam a morrer. A visão passa a ficar embaçada, os traços retos parecem um pouco curvos, até surgirem pontos escuros crescentes no centro do olho. Estima-se que três milhões de brasileiros tenham essa doença.
Até então havia apenas um tratamento, à base de injeções intraoculares, que podiam impedir a progressão da doença e até restaurar parte da visão. Mas o experimento dos médicos britânicos se mostrou menos doloroso e mais eficaz. A partir de células-tronco embrionárias, eles criaram novas células de uma das camadas da retina (epitélio pigmentado) e implantaram na parte de trás dos olhos de seus pacientes.
Embora o organismo tenha apresentado alguns pequenos indícios de rejeição logo após a cirurgia, nos 12 meses que se seguiram, os dois pacientes estavam saudáveis. E a com a visão normal. A expectativa dos médicos é que, em até cinco anos, a técnica possa ser aplicada em todo o Reino Unido.

Fonte:https://super.abril.com.br/saude/medicos-recuperam-a-visao-de-duas-pessoas-quase-cegas/

Pente-fino do INSS: saiba quem não deve ser convocado para fazer perícia

Está em andamento em todo o Brasil a segunda etapa do pente-fino do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Cartas de convocação já estão chegando aos beneficiários de auxílio-doença que estão há mais de dois anos sem perícia médica e para os aposentados por invalidez com menos de 60 anos de idade. A meta do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) é que, ao longo de 2018, sejam analisados 1,2 milhão de benefícios por incapacidade.
Até o começo de março, somente no Rio Grande do Sul, haviam sido encaminhadas 32 mil cartas de convocação para perícia (20 mil de aposentados por invalidez e 12 mil por auxílio doença). O MDS promete divulgar um novo balanço desse processo ainda neste mês.
Mas nem todos os beneficiários de auxílio doença ou aposentados por invalidez podem ser alvo do pente-fino. E isso está definido na própria Lei 13.457/2017, que definiu as regras da revisão do INSS. Não pode perder o benefício quem tem 55 anos de idade, ou mais, e recebe auxílio doença ou aposentadoria por invalidez há mais de 15 anos. Também fica a salvo o aposentado por invalidez com mais de 60 anos.
– Mas o segurado com 60 anos de idade, ou mais, que ganha auxílio-doença pode ser chamado para o pente-fino e ter o benefício cessado. Isso porque o auxílio tem um caráter temporário. O INSS poderá converter o auxílio em aposentadoria por invalidez ou dizer que o beneficiário tem condições de voltar ao trabalho – explica a presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Previdenciários (IBDP), Adriane Bramante.

Deixe a documentação preparada
Mas a presidente do IBDP não descarta que beneficiários nessas duas condições recebam carta do INSS chamando para a revisão. Ela orienta que esses segurados, mesmo sabendo que não podem ter os pagamentos cortados, compareçam à perícia com seus exames e laudos. Na própria perícia, a situação já deve ser esclarecida.
– De qualquer forma, estando ou não protegidos do pente-fino, os beneficiários precisam estar com os documentos em dia, com os laudos atualizados, tudo pronto. Porque se for esperar chegar a carta do INSS para organizar isso, não vai dar tempo de arrumar tudo e ir bem preparado para a revisão – alerta Adriane.
Quem está no alvo do pente-fino precisa cuidar o prazo: após receber a carta de convocação, tem cinco dias úteis para agendar a perícia pelo número 135. Quem não atender à convocação ou não comparecer na data agendada terá o benefício suspenso. A partir da suspensão, o beneficiário tem até 60 dias para procurar o INSS e agendar a perícia.  Se não procurar o INSS neste prazo, o benefício será cancelado.
Entenda o pente-fino do INSS
Quem deverá ser chamado:
– Beneficiários de auxílio-doença que estão há mais de dois anos sem perícia médica.
– Aposentados por invalidez com menos de 60 anos.
Como é a convocação:
– O INSS está enviando cartas convocando os segurados.
– Depois de receber a carta de convocação, o beneficiário terá cinco dias úteis para agendar a perícia pelo número 135.
– O beneficiário que não atender a convocação ou não comparecer na data agendada terá o benefício suspenso.
– A partir da suspensão, o beneficiário tem até 60 dias para procurar o INSS e agendar a perícia.
– Se não procurar o INSS neste prazo, o benefício será cancelado.
– Na data marcada para a realização da avaliação, o segurado deve levar a documentação médica disponível como atestados, laudos, receitas e exames.
Quem está fora da mira:
– Beneficiários com 55 anos ou mais de idade e que têm mais de 15 anos de aposentadoria por invalidez ou de auxílio-doença.
– Aposentados por invalidez que já completaram 60 anos de idade, independente do tempo de benefício.
Fique atento:
– Quem recebe auxílio-doença e tem mais de 60 anos não está automaticamente livre de ser convocado. Nessa situação, para estar livre de ter o pagamento cortado, será preciso estar recebendo o benefício há mais de 15 anos.

Fonte:https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/dicas-de-economia/noticia/2018/03/pente-fino-do-inss-saiba-quem-nao-deve-ser-convocado-para-fazer-pericia-cjf1h2yv9055601r4qqikwz7u.html

terça-feira, 13 de março de 2018

MPF denuncia professor da UnB por discriminar aluna com Retinose Pigmentar

OMinistério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) denunciou à Justiça, neste mês, um professor da Universidade de Brasília (UnB) suspeito de discriminar, em sala de aula, uma aluna de engenharia química que tem deficiência visual. Além do crime supostamente praticado em duas ocasiões, o MP aponta prática de improbidade administrativa.
"O que quer que eu faça? Dê aula só para você? [...] Engenheiro é 80% visão. [...] Pessoas que não possuem inteligência visual devem ser portadores de deficiência grave", teria dito o professor à sala, em referência à estudante.
Em nota ao G1, a UnB afirmou ser "contra qualquer tipo de manifestação de intolerância e discriminação", e trabalhar "para que as pessoas com deficiência tenham condições de usufruir plenamente de seus direitos como membros da comunidade acadêmica".
Segundo o processo, a denúncia foi levada à ouvidoria da universidade por 11 alunos em 2016, mas o professor continuou a discriminar a aluna – mesmo após uma reunião com a direção do departamento de engenharia.
A estudante, de acordo com o MPF, é portadora de retinose pigmentar. A doença tem origem genética e compromete a visão de modo progressivo. Por isso, a aluna teria pedido ao professor que fizesse algumas adaptações na aula – por exemplo, narrar a linguagem matemática escrita no quadro e nos slides.
Já no primeiro dia de aula, o professor negou o pedido e afirmou que não poderia mudar a rotina de ensino por conta de uma única aluna. Ao ouvir a solicitação novamente, em um outro dia, o professor teria feito comentários sobre o caso para toda a turma.
"O engenheiro que não consegue visualizar as coisas não é um bom profissional. [...] Se um engenheiro civil não consegue visualizar a viga, ela provavelmente vai desabar."
Reitoria da UnB, no Campus Darcy Ribeiro (Foto: Bianca Marinho/G1)
Reitoria da UnB, no Campus Darcy Ribeiro (Foto: Bianca Marinho/G1)
Reitoria da UnB, no Campus Darcy Ribeiro (Foto: Bianca Marinho/G1)
Tentativa frustrada
As denúncias foram levadas, em um primeiro momento, à Ouvidoria da UnB. Com os relatos, a administração da universidade convocou uma reunião com a aluna, o professor e os diretores das coordenações de engenharia mecânica e engenharia química. O diretor do Programa ao Portador de Necessidades Especiais da UnB também compareceu ao encontro.
No debate, segundo o MP, o professor justificou a conduta adotada – a ação não informa o teor dessa justificativa – e o diretor do programa admitiu a falha da UnB ao instruir professores para atender às deficiências dos alunos.
Apesar disso, na aula seguinte à reunião, o professor teria voltado a comentar o tema em sala. Segundo a denúncia, ele afirmou à turma que "graças às exigências da aluna com deficiência", aquela disciplina teria um ritmo mais devagar, com perda de conteúdo e prejuízo a todos.
Como resultado, a aluna abandonou a disciplina e procurou o MPF para registrar a denúncia. Não há prazo para que o tema seja julgado pela Justiça Federal em Brasília.
Ao G1, a UnB afirmou que foi aberto um processo de sindicância para a apuração dos fatos. "Uma comissão independente avaliou os relatos e concluiu que não houve a prática de assédio moral, recomendando, assim, o arquivamento do processo. A Ouvidoria da UnB realizou reuniões com as partes envolvidas, nas quais foram pactuadas adaptações para que a estudante pudesse realizar a disciplina."
Além disso, a reitoria da universidade informou que pediu à Comissão de Ética da Universidade que fizesse um trabalho de reforço do Código de Conduta da Alta Administração Federal entre os servidores da instituição, de forma a evitar esse tipo de ocorrência.
Discriminação e improbidade
Na denúncia, o MP defende que a conduta do professor ultrapassa qualquer "infelicidade" e alcança o nível da discriminação. "Não se pode admitir que, por causa de uma deficiência, a pessoa tem maior ou menor capacidade", diz o procurador da República Ivan Marx, que assina a ação penal.
"Logo, diante da notória inadequação das analogias, no contexto em que foi empregada, o que se pode concluir é que os maus exemplos dados pelo denunciado tinham mesmo um único objetivo: depreciar a aluna deficiente visual.”
As duas acusações por discriminação baseada em deficiência são previstas no Estatuto da Pessoa com Deficiência, de 2005. A pena para cada uma pode chegar a três anos de reclusão, além de multa.
Já na ação por improbidade administrativa, o MPF defende que o professor contrariou os princípios da legalidade, da moralidade e da impessoalidade na administração pública. Neste caso, se condenado, o professor pode perder o cargo e ter os direitos políticos suspensos por até cinco anos.
Fonte:https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/mpf-denuncia-professor-da-unb-por-discriminar-aluna-com-deficiencia-visual.ghtml

Informações importantes sobre as pesquisas científicas trazidas do 20º Congresso da Retina Internacional

Congresso Mundial Retina Internacional 2018
Auckland – Nova Zelândia
Relatório
Profa Dra Juliana M Ferraz Sallum
Neste mês de fevereiro de 2018 tive a oportunidade de participar do Congresso Mundial Retina Internacional 2018. Aconteceu na Universidade de Auckland, Nova Zelândia. E foi organizado pelos Professores Stuart McCutcheon e Professor Andrea Vincent, pelo Grupo Retina Nova Zelândia e encabeçado pelo Presidente Fraser Alexander além da Sra Christina Fasser, Presidente do Retina Internacional.
Nos dois primeiros dias representantes dos Grupos Retina de mais de 30 países se reuniram para trocarem idéias e se atualizar em um Programa de Educação Continuada. Projetos conjuntos foram apresentados e discutidos. Dentre eles foram apresentados os materiais informativos produzidos de forma conjunta sobre Genotipagem das Doenças Degenerativas da Retina. Nos meses anteriores tive a oportunidade de participar da elaboração deste material que explica o que é Genotipagem,  aspectos técnicos e a importância. Este material poderá ser usado nos diversos países quando se objetiva acesso à genotipagem. Este material encontra-se em inglês no site do Grupo Retina Internacional. Além desse planejou-se o Desenvolvimento de material semelhante sobre a Degeneração Macular Relacionada à Idade.
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Sessão Plenária Congresso Retina Internacional 2018
Neste programa de Educação Continuada fui convidada a dar uma aula atualizando o Grupo sobre pesquisas em Degeneração Macular relacionada à idade. Diversas pesquisas clínicas estão em andamento avaliando a utilização de vários medicamentos novos. Alguns medicamentos como o Lampalizumab para minimizar a progressão da DMRI na sua forma seca, mas a grande maioria são medicamentos para tratar a forma úmida. Por enquanto os tratamentos vigentes se baseiam na inibição da ação do VEGF (Fator de crescimento vascular endotelial) pelas drogas antiVEGF presentes no mercado mundial. Apresentei estudos de outras drogas que atuam sobre outros alvos. O medicamento Fovista é um exemplo. Era muito aguardado,  pois tem ação associada anti PDGF , Fator de crescimento derivado das plaquetas, um outro alvo evitando a fibrose da membrana neovascular. Mas nos testes clínicos não se mostrou eficiente para melhorar os resultados do tratamento quando associado ao Lucentis (anti VEGF em uso clinico). Outros estudos avaliam vários medicamentos antiangiogênicos (contra a formação de novos vasos) inclusive em colírio. Além destes discuti estudos que usam terapia gênica para produzir efeito anti VEGF duradouro contra as membranas neovasculares da forma úmida da DMRI.  Se futuramente estas iniciativas se mostrarem eficientes poderão ser tratamentos mais duradouros. Mas teremos que aguardar estes resultados. Apresentei também iniciativas usando células tronco para tratamento de áreas de atrofia do epitélio pigmentado da retina. Os estudos fase I e II demostraram segurança. Neste campo muita pesquisa ainda será necessária para que se obtenham efeitos positivos na visão dos pacientes.
Os dias subsequentes foram de grandes plenárias com pacientes e médicos da Nova Zelândia e de países vizinhos, além dos convidados internacionais e dos delegados dos grupos.
O programa científico neste dia iniciou com uma palestra sobre as Distrofias de Retina mostrando aspectos clínicos pela Profa Dra Elise Héon.  Em sua prática no Hospital Sick Children em Toronto ela examina muitas crianças e ela reforçou a importância da avaliação da criança como um todo, pois nesta idade podem ocorrer casos sindrômicos com comprometimento associados em outros órgãos.
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Profa Dra Juliana M Ferraz Sallum, Sra Christina Fasser and Profa Dra Elise Héon.
Prof Dr Eric Pierce, de Harvard apresentou os Progressos das Terapias para as Doenças Degenerativas. Focando no desenvolvimento de terapias para Amaurose Congênita de Leber.
A Profa Dra Andrea Vincent revisou os aspectos clínicos de algumas distrofias mais prevalentes na Nova Zelândia e a influencia do efeito fundador nestas populações insulares e geograficamente mais distantes.
Profa Andrea Vincent também apresentou sobre o diagnóstico clínico e a sua importância para guiar o diagnóstico genético.
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Profa Dra Jean Bennett, Prof Dr Daniel Chung, Profa Dra Juliana M Ferraz Sallum, Sra Christina Fasser and Prof Dr Rene Moya.
Prof Dr Eric Pierce também apresentou como conduzir casos difíceis de genotipagem quando os testes genéticos são inconclusivos ou não encontram nenhuma variante genética que possa estar associada com a doença. O Sequenciamento de Nova Geração (NGS) tem sido a técnica mais utilizada para a genotipagem. Com ela faz se o sequenciamento de um painel de genes. Quando este teste não consegue concluir a genotipagem usam se ferramentas de sequenciamento de maior quantidade de genes, análise de número de cópias de genes e em contexto de pesquisa pode analisar o RNA. A análise de bioinformática se torna bem complexa, mas é possível esclarecer alguns casos.
Prof Alex Hewitt, pesquisador nesta área de terapia gênica, mostrou o potencial da nova ferramenta de edição gênica, CRISPR. A possibilidade cortar e ligar o DNA permite consertar os genes com mutações (variações causadoras de doenças). Por enquanto estes experimentos ocorrem em animais transgênicos e em células iPS. Células iPS são células do indivíduo, em geral coletadas da pele e transformadas em células precursoras da retina. Estas células servem de modelo para estudar como corrigir o erro genéticos dos pacientes. Ele mostrou aplicações desta nova tecnologia em estudos pré clínicos, o que permitirá o uso em estudos em pacientes no futuro.
A Profa Dra Jean Bennett, da Filadélfia, foi quem desenvolveu a terapia gênica para Amaurose Congênita de Leber para o gene RPE65. Nesta palestra ela contou sobre o estudo desde o inicio nos cachorros e depois como foi o estudo clínico, a formação da empresa Spark, até que se tornasse a primeira terapia aprovada para uma doença da retina, o Luxturna.
Profa Dra Jean Bennett também atualizou-nos sobre terapias gênicas em outros genes.
O Prof Dr Daniel Chung da empresa Spark Therapeutics apresentou detalhes do estudo da terapia gênica para a distrofia de retina relacionada ao RPE65. A colocação do nome da doença desta forma permite incluir como candidato ao tratamento pessoas que tem a distrofia de retina de aparecimento precoce ou mais tardio.
Prof Dr Tom Edwards apresentou aspectos da técnica cirúrgica usada na terapia gênica, mostrando os cuidados para a cirurgia submacular e as vantagens de utilização do microscópio com o OCT acoplado, permitindo localizar melhor os instrumentos durante a injeção submacular. Este palestrante vem do grupo de Terapia Gênica do Reino Unido (UK Gene Therapy Trials) que desenvolveu o estudo inicial de terapia genica para coroideremia. Os resultados desta pesquisa de fase I e II foram positivos e permitiram mover a pesquisa para fase III, em vários centros do mundo. O Departamento de Oftalmologia da UNIFESP será um dos locais de pesquisa para coroideremia.
A cirugia robótica apareceu em outras áreas da medicina. Seu uso está sendo avaliado para cirurgia submacular visando aumentar a precisão do procedimento. Um vídeo apresentou o equipamento e seu uso em cirúrgica.
Os assuntos Maculopatia Diabética e Degeneração Macular Relacionada à Idade foram amplamente discutidos por vários palestrantes em sessão específica. Foram mostradas opções de tratamento, subtipos da doença, exames de imagens e análise estatística de Big Data avaliando os regimes de tratamento. Estas informações são importantes para avaliar diferentes tratamentos para estas doenças.
Profa Dra Ilva Rupenthal apresentou os avanços no desenvolvimento de dispositivos de liberação de drogas. Mostrando mecanismos já no mercado como Ozurdex e outros em desenvolvimento.
O renomado Prof Dr Kent Small contou-nos uma longa pesquisa sobre uma distrofia macular chamada Atrofia Areolar Central. Desde aspectos clínicos de famílias que ele acompanhou por anos e a dificuldade de encontrar um gene relacionado a este problema e finalmente nos últimos anos a identificação de um gene relacionado que interfere na formação da mácula dos embriões.
Uma sessão sobre células tronco abordou o uso de células tronco modificadas como modelos de doenças da retina. Isso irá permitir testes pré clínicos, isto é estudos nas células que simulam a retina do paciente antes de irem para os pacientes. Esta sessão partiu desde princípios básicos sobre células tronco até o uso de edição gênica nestas células. Os pesquisadores Alice Pébay e Alex Hewitt foram os responsáveis por estas atualizações.
Dentre as terapias celulares em fase clínica temos as terapias que implantam células derivadas do EPR (epitélio pigmentado da retina) em pessoas com grandes áreas de atrofia macular. E mais recentemente o Teste Clínico do ReNeuron. Neste caso as células usadas são precursores de células fotorreceptoras.
A visão artificial mereceu uma sessão especial. A Profa Dra Penny Allen mostrou o desenvolvimento da uma prótese na Australia,  Bionic Vision Australia. Prof Dr Tom Edwards mostrou experiência do serviço no implante da prótese subrretiniana de origem alemã. Prof Dr Thiran Jayasundera, de Michigan, apresentou o processo completo de implante da prótese Argus 2. O paciente passa por avaliação pré cirúrgica, na qual o paciente tem que entender bem o procedimento, pois as expectativas de visão tem que estar alinhadas com a possibilidade de alcançar apenas e pequenos ganhos visuais, que na melhor da hipóteses serão em alguns ganhos em algumas  atividades do dia a dia. Vídeos das cirurgias foram apresentados mostrando a complexidade da implantação dos componentes dos aparelhos. E ficou clara a importância da abordagem em equipe, pois após o implante o paciente tem que passar por treinamento em especialistas para regular o sinal do aparelho e aprender a interpretar o que ele está enxergando. Houve avanços nos últimos anos, mas ainda tem que ficar claro para os pacientes que a visão recuperada é baixa. Portanto aplica-se apenas a pacientes que tem apenas percepção luminosa, mas que não conseguem usá-la mais para deambulação.
A associação “The Blind Foundation“ da Nova Zelândia apresentou perspectivas da reabilitação visual e políticas a esse respeito. Aspectos sobre reabilitação infantil foram apresentados Em palestras subsequentes.
Tecnologias assistivas para leitura e para permitir independência dos pacientes foram apresentados por Rob Drummond da Quantum RLV
O uso de celulares com acessibilidade foi apresentado pelo Sr Matt Rudland
Palestras sobre vida sem limites e como dar apoio para as pessoas viverem as vidas que eles escolherem fez parte do foco dos aspectos abordados pela equipe da “The Blind Foundation”. Discussões sobre independência e autodeterminação mostraram que as barreiras podem não ser instransponíveis. Liderança em um mundo visual. Viajando mesmo com perda visual. Participaram deste painel várias pessoas, dentre elas alguns dos participantes dos grupos Irlanda – Avril Daly, Nova Zelândia – Fraser Alexander.
E o evento terminou com uma revisão do Prof Dr Gerald Chader sobre os novos conhecimentos.
O Congresso foi encerrado pela Sras Christina Fasser e Avril Daly ambas da Retina International e pelo Sr Fraser Alexander da Retina Nova Zelândia.
O Grupo Retina da Islândia fez o convite para o próximo Congresso em 2020 em Reykjavik, Islândia.

Fonte:http://retinabrasil.org.br/site/informacoes-importantes-sobre-as-pesquisas-cientificas-trazidas-do-20o-congresso-da-retina-internacional/

Pesquisas com algas em andamento para tentar curar a Retinose Pigmentar

A Retinose Pigmentar é um grupo de distúrbios genéticos que afetam a retina, e causa uma degeneração da visão. Como resultado o indivíduo sofre uma perda progressiva da visão até evoluir para cegueira total. Mas agora a empresa britânica GenSight Biologics recebeu autorização para executar testes de um novo tratamento baseado em optogenética, para tentar curar esse tipo de cegueira.
A técnica optogenetic consiste em manipular certos genes para determinadas áreas do cérebro que interpretam a luz. O que os pesquisadores pretendem fazer é aplicar a técnica no olho e manipular o gene que controla a camada de células ganglionares da retina. Esta terapia é a inserção de genes algas nas células e transformá-las em fotorreceptores. As algas em questão pertencem à variedade chamada Chlamydomonas renhardtti. Elas são organismos unicelulares com um mecanismo que permite buscar a luz solar para a fotossíntese. A ideia, portanto, é que o gene das algas transplantadas para o olho humano servem para ajudar a recuperar parte da capacidade de visão.
Os voluntários que participam dos testes devem atender a vários requisitos, incluindo não ser completamente cego e ainda ser capaz de ver, pelo menos, cinco dedos a uma distância de um metro.
Por: José Mulser

fonte;: http://eduardopaulino.com.br/blog/pesquisas-com-algas-em-andamento-para-tentar-curar-um-tipo-de-cegueira/

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Pessoas com deficiência poderão registrar sua condição na carteira de identidade

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou, nesta quarta-feira (7), projeto de lei (PLS 346/2017) do senador Hélio José (PROS-DF) que permite às pessoas com deficiência o registro de sua condição na cédula e no documento nacional de identidade (DNI).
A inserção da expressão “pessoa com deficiência” na carteira de identidade só será feita a pedido do interessado. O projeto também abre a possibilidade de se especificar o tipo de deficiência, sempre a critério do cidadão. A especificação deverá seguir o parâmetro de avaliação biopsicossocial estabelecido pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência/Lei Brasileira de Inclusão – LBI (Lei nº 13.146/2015)
O projeto estabelece ainda que a menção à deficiência na cédula de identidade terá fé pública. Mas resguarda a possibilidade de avaliação do cidadão para fins de obtenção de benefícios. As medidas contidas no projeto levarão 90 dias para entrar em vigor após sua transformação em lei.
Ao justificar a proposta, Hélio José observou que a inserção desse registro na carteira de identidade (e futuramente no DNI, criado pela Lei nº 13.444/2017) servirá como prova da condição da pessoa com deficiência perante entidades públicas e privadas. A intenção é evitar, conforma salientou, “a imposição de exigências extras e arbitrárias que dificultem à pessoa com deficiência o exercício de seus direitos”.
O relator, senador Romário (PODE-RJ), considerou a iniciativa meritória e sugeriu modificações na redação, para listar os tipos de deficiência a serem especificados no documento de identificação: física, auditiva, visual, mental ou intelectual.
“É chegada a hora de estender à pessoa com deficiência o desembaraço de que gozam as pessoas ditas ‘normais’ na consecução de suas metas e na obtenção de seus direitos no dia-a-dia. A pronta comprovação da deficiência, em documento tão simples e de ágil apresentação como o são a cédula de identidade e o DNI, abrirá inúmeras portas às pessoas com deficiência, sedentas que estão de inclusão plena”, ressaltou o relator no parecer.
O PLS 346/2017 agora segue para votação final na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Fonte:https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2018/02/07/pessoas-com-deficiencia-poderao-registrar-sua-condicao-na-carteira-de-identidade

domingo, 28 de janeiro de 2018

Saiba como obter passagem aérea para fazer tratamento médico

O programa de passagem social da empresa TAM é destinado exclusivamente às pessoas que precisam viajar, somente nos trechos nacionais operados pela TAM, com a finalidade de realizar tratamento médico de urgência, especializado e comprovado, através de relatórios médicos e dos agendamentos de consultas/procedimentos, devido à carência de recursos na localidade onde residem.
Se você precisa fazer esse tipo de viagem e pretende usar essa opção, te aconselho fazer o procedimento que irei detalhar a seguir com no mínimo, uns 30 dias de antecedência!
Para fazer a solicitação da passagem você deve fazer o preenchimento deste formulário (PARA BAIXAR O MODELO CLIQUE AQUI) e enviar para o e-mail: passagem.social@tam.com.br
Além do formulário deve ser anexado no mesmo e-mail as copias dos seguintes documentos:
– relatório médico do caso comprovando a necessidade da viagem;
– comprovação do agendamento da consulta ou procedimento médico a ser realizado na localidade desejada;
– documentos (RG) do paciente e do acompanhante;
– comprovante de residência do paciente.
Também pode ser necessário fazer a apresentação dos mesmos no aeroporto, então não se esqueça de levá-los. Esta solicitação estará sujeita a exigência de apresentação de documentação complementar.
O PRAZO PARA ANÁLISE/RESPOSTA SERÁ DE 10 DIAS ÚTEIS.
Fonte: Amigos Cadeirantes

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Méliuz. Compre nas suas lojas favoritas e ganhe uma parte do dinheiro de volta

Peço licença aos leitores pois vou estar fugindo um pouco do tema da página.
Compras na internet não poderiam ser mais simples: você escolhe o produto, paga e espera que ele chegue em casa. Entretanto, no meio desse processo, um detalhe muito triste sempre acaba acontecendo: o consumidor tem que desembolsar uma certa quantia de dinheiro pelo que comprou em taxas, frete e coisas assim.
Sim, isso é normal e não há nada de errado com o fato. Mas e se pudéssemos inverter essa lógica e ganharmos dinheiro ao fazer compras online? Essa é a proposta do Méliuz, uma plataforma de cashback em que os consumidores podem lucrar ao adquirir produtos na internet.
Como isso é possível?
É fácil entender como tudo isso é possível: as lojas pagam ao Méliuz para anunciar e aparecer no site. Quando os consumidores compram determinado produto usando a plataforma, o lucro é dividido entre as partes. O Méliuz ganha com a fidelidade do cliente, a loja ganha com sua compra e você aproveita os descontos e parte do seu dinheiro de volta.

Para aproveitar os descontos do Méliuz e poder recuperar uma porcentagem do valor gasto em suas compras, siga os passos a seguir:
1. Faça o seu cadastro no Méliuz:AQUI
para que a plataforma possa devolver uma parte da grana gasta nas lojas, é preciso que o Méliuz identifique você. O cadastro é simples e rápido;
2. Busque a loja: em seguida, digite na barra de busca o nome da loja que tem o produto que você deseja comprar;
3. Ative o dinheiro de volta: agora é só clicar no botão "Ativar e ir para a loja". Você será redirecionado para a loja para que ela saiba que você é um cliente do Méliuz;
4. Faça a sua compra: depois disso, faça a sua compra normalmente. Dentro de alguns dias, a loja vai avisar o Méliuz sobre a transação e a plataforma vai colocá-la em seu extrato.

Ainda está confuso?
Assim que o cliente efetua a compra, a loja online avisa o Méliuz em até dois dias. Enquanto isso, um email é enviado para você e a compra é colocada em seu extrato Méliuz como "pendente". Quando o usuário conseguir acumular R$ 20 reais ou mais, ele terá direito a resgatar o valor para uma conta bancária gratuitamente.
O que você achou desse serviço da Méliuz? Quer experimentar? Então acesse o site, cadastre-se e comece a ganhar dinheiro com as suas compras online.
https://www.meliuz.com.br/i/ref_80991dac    Fonte: TecMundo:

domingo, 21 de janeiro de 2018

Implante de retina : um raio de esperança para deficientes visuais

Uma degeneração completa da retina significa cegueira, que pode ser contrariada por meio de tecnologia inovadora. Um chamado implante subretiniano colocado sob a retina permite que os indivíduos afetados recuperem parte de sua visão. O implante de retina Alpha AMS foi desenvolvido por especialistas do Instituto de Pesquisa de Oftalmologia do Hospital Universitário de Tübingen e da Clinica de Olhos no Hospital da Cidade de Dresden em Friedrichstadt. A re aquisição de uma parte da visão requer pouco tempo e, portanto, permite o sucesso em uma fase inicial. Particularmente impressionante é o fato de que já no dia da ativação das mudanças de implante na visão são percebidas. Para quem é adequado o implante retina Pré-requisito para implantação : retina e nervo óptico ainda estão intactos. Se for esse o caso, o micro chip pode ser usado. O implante da retina detecta a luz incidente, converte a em sinais elétricos e encaminha a para o nervo óptico. Através desta conexão, a informação chega ao cérebro, onde é convertida em imagens. As pessoas que já usam um implante de retina relataram melhor percepção de luz e reconhecimento de objetos em estudos. Isso resultou em maior mobilidade e maior autonomia nas atividades da vida diária. Publicaçao Feita Por Rodrigo Xavier na Pagina Doenças Da Visão no Facebook Fonte : https://www.tk.de/techniker/gesund-leben/spitzenmedizin/nervensystem/retina-implantat-2013234
Doenças Da Visão
Implante retina : um raio de esperança para deficientes visuais
sob um minuto de tempo de leitura
Uma degeneração completa da retina significa cegueira, que pode ser contrariada por meio de tecnologia inovadora. Um chamado implante subretiniano colocado sob a retina permite que os indivíduos afetados recuperem parte de sua visão.
O implante de retina Alpha AMS foi desenvolvido por especialistas do Instituto de Pesquisa de Oftalmologia do Hospital Universitário de Tübingen e da Clinica de Olhos no Hospital da Cidade de Dresden em Friedrichstadt.
A re aquisição de uma parte da visão requer pouco tempo e, portanto, permite o sucesso em uma fase inicial. Particularmente impressionante é o fato de que já no dia da ativação das mudanças de implante na visão são percebidas.
Para quem é adequado o implante retina
Pré-requisito para implantação : retina e nervo óptico ainda estão intactos. Se for esse o caso, o micro chip pode ser usado. O implante da retina detecta a luz incidente, converte a em sinais elétricos e encaminha a para o nervo óptico. Através desta conexão, a informação chega ao cérebro, onde é convertida em imagens.
As pessoas que já usam um implante de retina relataram melhor percepção de luz e reconhecimento de objetos em estudos. Isso resultou em maior mobilidade e maior autonomia nas atividades da vida diária.
Publicação Feita Por Rodrigo Xavier na Pagina Doenças Da Visão no Facebook
Fonte :
https://www.tk.de/techniker/gesund-leben/spitzenmedizin/nervensystem/retina-implantat-2013234
Retina-Implantat: Lichtblick für sehbehinderte Menschen
tk.de

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Terapia genética para mutações no gene RPGR

AGTC anuncia designação de medicamento órfão da FDA dos EUA para terapia genética para tratar retinite pigmentar X

Applied Genetic Technologies Corporation
uma empresa de biotecnologia que realiza ensaios clínicos em humanos de terapias genéticas baseadas em vírus adeno-associados (AAV) para o tratamento de doenças raras, anunciou que a Food and Drug Administration (FDA) concedeu uma designação de medicamento órfão para seu produto de terapia genética candidato para o tratamento de retinite pigmentosa (XLRP) relacionada ao X causada por mutações no gene RPGR .

A empresa anunciou que a Comissão Européia (CE) concedeu uma designação de medicamento órfão para a mesma indicação.
XLRP é uma condição hereditária que causa perda de visão progressiva, começando com a cegueira noturna em meninos seguidos pela constrição progressiva do campo de visão. Os homens afetados tornam-se legalmente cegos em uma média de cerca de 45 anos de idade. A forma mais comum de XLRP é causada por mutações no gene RPGR. Os dados pré-clínicos indicam que o tratamento com um produto de terapia genética retardou a perda de função visual em um modelo canino de XLRP devido a mutações no gene RPGR. XLRP e retinosquise ligada ao X (XLRS) são os dois programas de desenvolvimento dentro da colaboração e contrato de licença da AGTC com Biogen para desenvolver terapias baseadas em genes para múltiplas doenças oftálmicas.
Receber a designação de medicamento órfão dos EUA para o nosso quarto candidato a tratamento de terapia genética demonstra nosso compromisso contínuo em atender as necessidades não atendidas de pessoas com doenças hereditárias raras , disse Sue Washer, presidente e CEO da AGTC.

XLRP afeta cerca de 20 mil pessoas nos EUA e na Europa. Estamos no bom caminho para apresentar um pedido de Investigação de novos medicamentos para este programa este ano, e essa designação de medicamento órfão ajudará a acelerar o processo de revisão regulatória enquanto trabalhamos para trazer uma nova opção de tratamento para pacientes com XLRP .

A AGTC também recebeu a designação de medicamentos órfãos da FDA e da CE para os seus produtos de terapia genética para o tratamento da retinosquise ligada ao X e para o tratamento de acromatopsia causada por mutações nos genes CNGA3 e CNGB3.

A designação de medicamento órfão, abrangida pela Orphan Drug concedida a medicamentos ou produtos biológicos que tratam uma doença ou condição rara que afeta menos de 200 mil indivíduos. Os produtos que recebem designação de medicamento órfão são elegíveis para receber exclusividade de mercado por um período de sete anos, um processo de revisão regulamentar acelerado, uma isenção de certos impostos e taxas de usuários e suporte clínico adicional da FDA.

Publicação Feita Por Rodrigo Xavier na Pagina Doenças Da Visão no Facebook

Fonte : http://health.einnews.com/pr_news/396148088/agtc-announces-u-s-fda-orphan-drug-designation-for-gene-therapy-to-treat-x-linked-retinitis-pigmentosa?n=2&code=h4LyIdYqUl8ZcKyX

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Samsung lança aplicativo que visa ajudar pessoas com baixa visão.

A novidade funciona com o Gear VR, processa as imagens a partir dos vídeos projetados do smartphone, adequando-as para usuários com deficiência visual.
A Samsung desenvolveu um aplicativo para ajudar pessoas com dificuldade de visão.
Batizado de Rélúmĭno, o app funciona em conjunto com o Gear VR e tem como vocação aumentar a visão das pessoas que possuem algum tipo de deficiência visual.
O app, entretanto, não tem como público alvo pessoas com cegueira total.
Usuários que possuem os modelos mais recentes dos smartphones Galaxy, incluindo os Galaxy S7, S7 Edge, S8 e S8+;
Poderão realizar o download do Rélúmĭno gratuitamente na Oculus Store.
Por enquanto, há suporte nos idiomas inglês e coreano.
“O Relúmĭno mudará a vida de 240 milhões de pessoas com deficiência visual ao redor do mundo e prometemos um apoio sólido e contínuo”;
Afirma Jaiil Lee, Vice-Presidente e Responsável do Centro de Criatividade e Inovação na Samsung Electronics.
O aplicativo processa as imagens a partir dos vídeos projetados por meio da câmera traseira do smartphone e faz com que as imagens sejam próprias para pessoas com baixa visão.
Mais especificamente, as suas principais características incluem aumentar e minimizar a imagem; Destacar o contorno da mesma;
Ajustar o contraste das cores e o brilho;
Inverter a cor;
E filtrar as cores da tela.
O efeito final é que o Rélúmĭno possibilita às pessoas com deficiência visual;
Enxergarem as imagens mais claras quando estão lendo um livro ou olhando um objeto, por exemplo.
Para aqueles que padecem de um ponto cego na visão ou da visão em túnel;
Que é a perda da visão periférica com a retenção da visão central;
O Rélúmĭno auxilia mapeando as imagens despercebidas e as colocando nas partes visíveis do olho.
Diferente de outros assistentes visuais com qualidade semelhante e que com frequência custam milhares de dólares, os usuários do Rélúmĭno podem desfrutar das características equivalentes por um preço muito mais acessível.
Do latim “reiluminar”, o Rélúmĭno foi projetado, primeiro, para fazer com que as pessoas com deficiência visual participem de atividades cotidianas, como assistir à TV e ler livros, do mesmo modo que as pessoas sem deficiência.
Segundo a Samsung, o Rélúmĭno continuará em desenvolvimento.
A equipe responsável pelo projeto pensa em desenvolver produtos, como óculos;
Para que as pessoas com deficiência visual possam usar os acessórios no seu cotidiano sem grandes interferências.
Além disso, a equipe tratará de forma contínua as inconveniências que surgirem no aplicativo;
Recentemente liberado, por meio do feedback dos usuários.
Fonte: www.samsung.com/br/

sábado, 13 de janeiro de 2018

Quero a garantia Do direito de ir E Vir Para pessoas com deficiência! Ajude-nos!

CLIQUE AQUI E ASSINE O ABAIXO ASSINADO.
Pedro de Jesus Júnior Curvelo, Brasil
Projeto de Mara Gabrilli garante passe livre interestadual gratuito em veículos e aeronaves a pessoas com deficiência carentes
Em 2017, a deputada Mara Gabrilli apresentou, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 7.241/2017, que altera a Lei do Passe Livre (Lei nº 8.899/1994), para garantir o transporte interestadual gratuito a pessoas com deficiência carentes em qualquer serviço de transporte de passageiros explorado pela União, direta ou indiretamente, não importando o tipo de veículo ou sua configuração. Assim, ficaria garantida a reserva de dois assentos às pessoas com deficiência carentes por veículo, em todos os modais – inclusive no transporte aéreo –, assim como em todas as configurações de serviços (executivo, leito, semileito) e não mais somente na modalidade convencional.
Atualmente, a Lei do Passe Livre já garante a gratuidade às pessoas com deficiência, comprovadamente carentes, e seu acompanhante. No entanto, sua regulamentação (Decreto nº 3.691/2000 e portarias do Ministério dos Transportes) restringe o direito de reserva de dois assentos por veículo aos serviços convencionais. A regulamentação também é omissa quanto ao Passe Livre Aéreo, garantido, no passado, por decisão judicial do Superior Tribunal de Justiça.
O Projeto da Deputada Mara Gabrilli, portanto, resgata a intenção original do legislador de não restringir o Passe Livre apenas ao serviço convencional e de abarcar também o transporte aéreo.
Tramitação do Projeto de Lei:
No despacho inicial de tramitação, em razão de previsão do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, o PL nº 7.241/2017 foi apensado ao PL nº 1.967/1999 e outros, que tratam de temas semelhantes. Contudo, o PL nº 1.967/1999 e seus apensos já haviam tramitado por comissões importantes, como a de Viação e Transporte (CVT) e a de Seguridade Social e Família (CSSF), as quais regimentalmente teriam competência para apreciar e acolher o projeto da Deputada Mara Gabrilli. No momento, as proposições encontram-se na Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (CIDOSO), que infelizmente não é competente por apreciar o mérito do PL nº 7241/2017, o que poderia acarretar o seu não acolhimento.
Assim, a Deputada Mara Gabrilli apresentou ao Presidente da Câmara, Deputado Rodrigo Maia, um Requerimento de Desapensação (REQ 7690/2017) de seu projeto, para que ele siga sua tramitação autonomamente, receba novo despacho de tramitação pelas comissões da Câmara e possa de fato ser apreciado e, ao final, aprovado pelo Congresso Nacional. O referido Requerimento de Desapensação encontra-se, no entanto, pendente de aprovação pelo Presidente Rodrigo Maia, o qual os movimentos de pessoas com deficiência deveriam buscar sensibilizar em relação à matéria.

Segue uma sugestão de texto que pode ser enviado por e-mail ao deputado Rodrigo Maia em apoio ao requerimento da Deputada Mara Gabrilli.

E-mail: dep.rodrigomaia@camara.leg.br

Excelentíssimo Senhor Presidente Rodrigo Maia,

A Deputada Federal Mara Gabrilli apresentou à Vossa Excelência Requerimento de Desapensação (REQ 7690/2017), em que solicita a tramitação em apartado do Projeto de Lei nº 7.241/2017, de sua autoria, apensado ao PL nº 1.967/1999 e outros.
Apensar o PL nº 7.241/2017, que trata da gratuidade para as pessoas com deficiência em todas as modalidades de transporte público coletivo exploradas pela União, ao PL nº 1.967/1999, que dispõe sobre o acesso gratuito de idosos em Parques Nacionais, importa na prejudicialidade da matéria anexada.
Isso porque ela não será analisada pelas comissões de Viação e Transportes (CVT) e de Seguridade Social e Família (CSSF), que, competentes pela temática, já aprovaram seus relatórios antes do apensamento. Ademais a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (CIDOSO), na qual se encontra o projeto principal, não tem competência para tratar da temática da deficiência, restando inconteste que o PL nº 7.241/2017 não será analisado em seu mérito.
Os movimentos sociais e a comunidade de, pessoas com deficiência de todo o país – que abrange 1/4 da população brasileira, o equivalente a cerca de 46 milhões de pessoas, segundo o último censo do IBGE – estão mobilizados e com grande expectativa em torno da deliberação do Projeto de Lei de autoria da Deputada Mara Gabrilli.
Assim, certos de poder contar com o apoio e a sensibilidade de Vossa Excelência à matéria, gostaríamos de solicitar-lhe a aprovação do Requerimento de Desapensação (REQ 7690/2017) do PL nº 7.241/2017, com vistas a garantir sua efetiva apreciação pela Câmara dos Deputados e, quiçá, ao final da tramitação, sua aprovação pelo Congresso Nacional.

Respeitosamente,
Pedro de Jesus Junior + 46 milhões de pessoas com deficiencia
Cidade, Data.
Curvelo / 12 de Janeiro de 2018