Pesquisar

Minhas Redes Sociais – Nosso contato direto com você

No link abaixo nosso contato e nosso endereço de redes sociais. Siga-nos nestas Redes Sociais e tenha sempre acesso as informações que publicamos regularmente.



CLIQUE AQUI!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Quem recebe BPC pode trabalhar sem perder o benefício.

Presidenta Dilma Rousseff sanciona lei que permite trabalho para beneficiários do BPC
A alteração na Lei Orgânica de Assistência Social autoriza pessoas com deficiência a trabalhar como aprendizes, sem perder o benefício. Também assegura que o beneficiário, se necessário, retorne ao BPC sem passar pela reavaliação médica
Pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) poderão tentar o mercado de trabalho sem perder o benefício. A presidenta Dilma Rousseff sancionou, nesta quinta-feira (1º), conforme publicado no Diário Oficial da União, projeto de lei que altera a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), muda a definição conceitual de pessoa com deficiência e amplia a possibilidade de inclusão profissional desse público.
Antes, a pessoa com deficiência perdia o benefício caso tivesse atividade remunerada, inclusive como microempreendedor individual. A partir de agora, o beneficiário pode ingressar no mercado de trabalho e ter o benefício suspenso temporariamente. Se nesse período o beneficiário não conseguir se manter no trabalho ou não adquirir o direito a outro benefício previdenciário, ele retorna ao BPC sem precisar passar pelo processo de requerimento ou de avaliação da deficiência e do grau de impedimento  pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O período de suspensão não é determinado pela lei, mas o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), responsável pela gestão do BPC, proporá ao Legislativo que seja de dois anos. Embora operacionalizado pelo INSS, o BPC não é pensão vitalícia nem aposentadoria. Os beneficiários passam por revisão do INSS a cada dois anos.
Aprendiz – Outra alteração na lei permite que pessoas com deficiência contratadas na condição de aprendizes continuem recebendo o BPC junto com a remuneração salarial durante o período do contrato. “Conforme a lei trabalhista, o contrato de aprendiz é para quem tem entre 16 e 24 anos, está vinculado ao ensino e é remunerado por hora de trabalho. No caso da pessoa com deficiência, não há limitação de idade”, explica a diretora da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS Maria José de Freitas.
A lei também define que pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de longo prazo (pelo menos de dois anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Os impedimentos podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais.
O BPC é um benefício mensal no valor de um salário mínimo concedido ao idoso, com 65 anos ou mais, e à pessoa com deficiência, de qualquer idade, que comprovem não possuir meios para se manter ou cuja família não tenha recursos para mantê-los. Em ambos os casos, é necessário que a renda bruta familiar per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo por mês.
O benefício é gerido pelo MDS e operacionalizado pelo INSS. O recurso para pagamento do BPC sai do Fundo Nacional de Assistência Social. A previsão orçamentária para este ano é de R$ 23,1 bilhões. São 3,5 milhões de beneficiários em todo o País, dos quais 1,8 milhão de pessoas com deficiência.
Projeto piloto – Em parceria com a Federação Nacional das Associações para Valorização de Pessoas com Deficiência (Fenapave) e os ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego, o MDS realiza projeto piloto do BPC Trabalho em dez cidades, com o objetivo de promover a inserção de pessoas com deficiência, entre 16 e 45 anos, no mercado de trabalho.
Os municípios de São Paulo e Santo André, no interior paulista, executam o projeto desde o ano passado. Nesta quinta-feira (1º), a secretária nacional de Assistência Social, Denise Colin, assinou a ampliação do projeto para mais oito capitais: João Pessoa (Paraíba), Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Recife (Pernambuco), Belém (Pará), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Teresina (Piauí), Fortaleza (Ceará) e Curitiba (Paraná).
O BPC Trabalho prevê visitas domiciliares, diagnóstico social e encaminhamento aos serviços da assistência social. Com apoio das entidades socioassistenciais, os beneficiários são avaliados quanto ao potencial de trabalho e suas demandas, identificadas para inserção profissional.
Confira  o novo texto da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) – Lei 8.742 Link externo ::

fonte:http://www.inclusive.org.br/?p=20881

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Testemunho de vida,

Vale apena parar o que está fazendo  e ler este testemunho de vida emocionante.



                       TESTEMUNHO DE MINHA VIDA

            Você conhece a palavra de DEUS que diz: O CHORO PODE DURAR UMA  NOITE, MAS A ALEGRIA VEM PELA
MANHÃ.
            Essa noite na qual a bíblia nos  fala, não é a noite que
podemos notar pelo sair do sol e o entrar da lua; essa noite é um problema, dificuldade, algo que realmente
escurece nossas vidas, estou aqui
pra  ti contar sobre minha noite, desde já ti peço desculpas pelos erros de
português.
            O motivo no qual me levou a escrever sobre minha vida, é o de mostrar as pessoas que DEUS
existe e que faz milagres, meu nome é: Wallace Vieira de Aquino, hoje tenho
22 anos e sou deficiente visual, perdi a visão em meio essa noite.

            Nasci em Astolfo Dutra (interior de MG), apenas com uns meses de vida
meus pais resolveram ir embora para Itú (interior de SP).
Cresci, estudei, e com 8 anos estava eu na escola, uma escola meio improvisada por isso organização era algo que não tinha por ali, estava eu no pátio onde era
normal  vê outros alunos andando de bicicletas; não me lembro muito bem como foi
sei apenas que fui atingido pelo guidom de uma bicicleta no lado direito
do rosto.
            Meu rosto ficou marcado com uma marca roxa, voltei pra casa e mostrei a minha mãe a marca e
disse a ela o que havia acontecido.
            "Eu era uma criança bem animada, gostava de tudo, principalmente jogar bola e andar de bicicleta"
            Alguns meses depois comecei a sentir algo estranho, comecei a
roncar durante a noite, sentia algumas dores, minha mãe me levava ao medico na santa casa da cidade, os medicos diziam que era carne
esponjosa.
            Em casa tinha outro problema, a bebida  entrava  como se fosse alguém bem intima e já era o motivo de muitas brigas
entre meus pais. Meus pais  se separaram, eu estava brincando quando o carro no qual meu pai iria embora chegou... corri para a cerâmica onde eu pude vê meu pai 
entrar no carro
e ir.
            "Se fui covarde... não sei, mas não queria vê meu pai ir embora... não de perto"
            Já havia  passado algum tempo, notei que meu nariz começou a trancar, como se estivesse gripado, fui ao medico e como sempre, isso é carne
esponjosa! era o que os medicos sempre diziam; um dia uma medica apertou meu rosto e disse a minha mãe que iria me mandar para o hospital G-Páci (Sorocaba),
era  um hospital de crianças, fiquei internado umas semanas e fiz uma
autópsia.
            "Os minutos são importantes, mesmo que sejam poucos perto de horas, um minuto fecha o
dia,  e esse um minuto estava me separando de uma noite"
            Depois de entrarmos na sala do medico ele mostrou a minha mãe o exame e explicou a ela, no fim de tudo ele disse:
        Seu filho está com um tumor, na região cabeça e pescoço.
            "Já notou como o chão parece sumir  quando mais precisamos
nos firmar? sim agora aquele um minuto já havia passado"
            Comecei a chorar, mesmo sem entender ao certo o que era
aquilo, e ao desespero minha mãe conseguiu perguntar ao medico o que era isso:
         É algo que cresce, e o do seu filho está um pouco avançado. Dizia o medico.
            Após analisar uns papeis o medico me liberou para ir pra  casa; fui transferido para o hospital HC (Hospital das
Clínicas SP). Na primeira  vez que fui a esse hospital pude ver várias pessoas
diferentes.
            "Sabe você pensa que seu problema é grande? procure saber qual é o do seu vizinho"
            Pude ver crianças  de  colo com o mesmo problema que o meu.
A viajem era cansativa 2 horas e meia  de minha casa até o hospital, todo mês eu ia com minha
mãe; fiz exames como: Ressonância magnética,  Tomografia, Laringoscopia,
e outros.
            Embora minha vida por um certo ângulo houvesse parado, o tempo ainda estava andando já estava quase com 11 anos, já não respirava pelo nariz,
meu rosto estava inchado, ia a escola e fazia tudo normal, mas isso não significa que estava tudo bem, fui piorando, o céu de minha boca começou a descer e por eu
respirar somente pela boca, ao dormir minha lingua relaxava e tocava no céu da boca e assim eu roncava muito alto. Fui chamado para internação iriam me operar, uma
operação precisa mas perigosa, disse o medico, fiquei alguns dias, semanas, internado até que chegou o
dia.
            Acordei no outro dia as 6 da manhã, me arrumaram, uma
parede branca alta com um buraco no centro, de um lado enfermeiros, e do outro medicos
pegando os pacientes para a cirurgia, aquilo me assustava; quando disseram meu nome levei um choque! com um abraço e um beijo minha mãe me disse pra eu ir que iria
dar tudo certo.
            "Comecei a andar firme e ao olhar pra traz vi minha mãe senti como se fosse a ultima vez que fosse vela, corri e dei outro abraço forte comecei a
chorar"
            Homens e mulheres com tocas e máscaras azul claro foi o que me lembro de ter
visto, entrei as 7 da manhã e saí as 23:30 da noite, 17 horas de cirurgia, acordei
na UTI fiquei ali duas semanas, não conseguia falar por causa do aparelho que estava na garganta.
            "Havia acabado... tudo havia se resolvido, pelo menos era o que
eu e minha mãe pensava"
            Depois de passar mais uns dias até tirar os pontos do rosto e da cabeça,
voltei pra casa, pessoas me esperavam, amigos vizinhos e outras que nem
conhecia.
            No outro dia eu estava fazendo 11 anos, o medico disse que eu teria que guardar repouso bola era algo que não podia pensar,
se eu tomasse uma bolada na cabeça onde eu tinha operado poderia afundar pra
dentro. Acordei e fiquei feliz por estar em casa, alguns minutos depois estava eu correndo
atrás de pipas.
            "Minha mãe ficava loca comigo, eu corria de bicicleta, jogava bola mesmo sem
poder"
            Voltei ao medico 3 meses depois pra uma consulta, fiz um exame
de Laringoscopia... é... o exame mostrou algo, somente depois de fazer outros exames foi confirmado... o tumor havia
voltado.
            "Algo parece estar longe e as  vezes parece estar perto, a vida é uma coisa... uma coisa que nós
seres humanos nunca vamos entender"
            Poderiam ter me operado novamente iria ser mais fácil se algo
sem explicação não houvesse acontecido, perderam os exames que eu havia feito. O tempo passou... muito tempo passou... eu já estava com 14 anos não respirar pelo
nariz já era uma coisa normal pra mim, meu rosto era inchado, estudava, jogava bola, e andava como um
louco de bicicleta, aprendi a dirigir com 12 anos, videogame
era minha vida, na escola não era o melhor, mas também não era o pior, ia ao medico todo
mês.
            "Por mas que fosse feliz as vezes eu pensava no problema, olhava pros  meus amigos e pensava porque não posso ser como eles?"
            Meu caderno, livro, material da escola era marcado com sangue por eu ficar muito tempo de cabeça baixa
meu  nariz sangrava, culpa da anemia. Meu rosto estava bem inchado, o céu da boca quase na
lingua.
            Tinha saído da escola (Regente Feijó) mais cedo
parei em uma locadora de videogame, estava jogando GTA, quando minha vista embaçou toda, voltei pra casa com medo procurei não dizer a ninguém mas umas semanas
depois não tinha como esconder;, pipa, bola, não conseguia ver mais, bicicleta não andava
mais, disse a minha mãe com muita dificuldade o que estava acontecendo.
            "Dia 21 de Agosto de 2007, no dia em que fiz 15 anos,
acordei completamente cego!
            Fui ao medico fizeram
vários outros exames, os medicos disseram que o tumor havia crescido tanto que tapou o nervo de meus olhos por dentro, operar não podia era
muito arriscado  só restava a radioterapia. comecei a me sufocar ao dormir o céu da boca já estava encostando tanto em minha lingua que ao dormir
tinha dificuldades pra respirar,  sufocava de uma maneira que minha mãe por diversas vezes teve que me chacoalhar na cama pra que eu volt
asse a
respirar. Minha mãe pediu que me internasse e que
colocassem  um aparelho na minha garganta pra que eu não sufocasse mais
enquanto dormisse; esse aparelho permitia que eu respirasse direto pelo
canal da traqueia.
            Comecei a fazer radioterapia 28 dias direto acordando as 2 da manhã pra voltar as 3 da
tarde, mais de 5000 dose de radioterapia tomei. No meio disso tudo a radioterapia
abriu meus vasos sanguíneos, por estar com uma anemia muito profunda comecei a dar hemorragias, vomitei bolas de sangue, em uma semana tive cinco hemorragias, comecei
a tomar um remedio tarja preta pra estancar o sangue.
            "Muitos dizem que as vezes sentimos o frio como se fosse a morte passando perto de nós, com o tempo esse
frio já era normal pra mim, sonhos, ou vontades eram coisas que já nem tinha mais, por diversas vezes disse a minha mãe, sangrando e com ela me ajudando a estancar
o sangue eu olhava pra ela e dizia: mãe! deixa pra lá, é minha hora, não tem como"
            Como se não bastasse o problema que já estava acontecendo  comigo,, tivemos que vim embora para Astolfo Dutra (interior de MG onde nasci),
minha mãe eu e minha irmã chegamos aqui em 08 de Julho de 2008; no ônibus vim pensando se aqui seria diferente sem saber bem o que era ser diferente, já no outro
dia fui a um culto, aceitei JESUS sem saber bem o que era aquilo. Comecei a ir a igreja, comecei a sentir melhora, meu primo profetizou na igreja que eu estava
curado,  mas como um novo convertido ao apertar meu rosto eu não via
diferença, porém DEUS agiu mesmo sem eu ter certeza do que era milagre.
            Comecei a respirar pelo nariz, retirei o aparelho da
garganta. Dia 10 de novembro de 2008 meu primo veio a falecer, o profeta morreu mas sua profecia
jamais; dia 26 de dezembro de 2008, depois de chegar da igreja senti dores
fortes no nariz, fiquei dia 27, 28, com dor; no outro dia fui pra Juiz de Fora cheguei ao medico fiz exames, fiquei internado 2
semanas. Saíram larvas do meu nariz 230 larvas foi que minha mãe
contou.
            "Pensava eu porque isso está acontecendo comigo? pensei que aqui seria diferente, comecei a seguir a DEUS e minha vida continua
a mesma"
            Comecei a melhorar meus olhos, nariz que estavam inchados já não estavam mais, a medica chamou eu e minha mãe e com o exame na mão disse:
 Wallace, tenho  duas notícias pra você, uma boa e uma ruim. Sem pensar eu disse:
 Fala a ruim já ta tudo ferrado mesmo! ela disse palavras que fariam de mim um pequeno:
 Wallace a  ruim é que você vai embora mas não pra sua casa sim para a casa de
apoio... a boa é que nos exames deu que não há tumor algum.
            "Sabe o chão que havia desaparecido? não sei pra onde havia
ido, sei apenas que naquele momento pude depois de muitos anos,
novamente sentir meus pés tocá-lo"
            Naquele momento pude ver o que DEUS havia feito em minha
vida, chorei... chorei muito, minha mãe nem sei ti falar como ela ficou, contei a todos, testemunhei, e peguei
firme com DEUS, aceitei JESUS de novo mas dessa vez foi de verdade. Em 2011 tive a oportunidade de começar a estudar na associação dos cegos em Juiz de Fora, braille,
informática, locomoção, e atletismo, comecei a viver, fui consagrado a obreiro da igreja, consegui o
benefício BPC LOAS.
            Estava tudo bem mas no final do ano de 2012  passei novamente pelo mesmo que havia passado em 2008, onde havia o tumor por ele ter desaparecido
ficou um espaço, por eu ter feito a cirurgia meu nariz é aberto por  dentro, é fácil pegar
infecção, mas dessa vez  foi um pouco mais complicado, fiquei 4 dias com dor, tomei remedios na veia mas a dor não parava, remedio
pra dormir não adiantava, dessa vez o medico teve que tirar várias larvas com a pinça, eu acordado sentado em uma cadeira de cabeça levantada e o medico tirando
uma por uma, mas dessa vez não estava com medo sabia que DEUS estava comigo, fiquei bem, e nos exames deu mais uma vez nada... nada de câncer ou
tumor.

            "Fui curado por DEUS, te passei minha história de vida, pra
que você possa ver que DEUS fez, faz e vai sempre fazer; DEUS existe e ele quer ti dar algo... algo que você realmente
precisa, não há
impossível para DEUS, as pessoas me perguntam se sou feliz sendo cego, eu digo que sim! DEUS já fez muitas coisas em minha vida e continua fazendo, faço tudo que
quero fazer ando na rua tenho amigos sou feliz, hoje com 22 anos vejo que
mudei, e tenho a consciência e a certeza de que sou um milagre do
SENHOR"

            E assim como por um minuto a noite entrou em minha vida, assim também ela se foi dando lugar
ao amanhecer, minha noite durou 8 anos mas a minha manhã chegou, não importa
o quanto sua noite dure acredite que o amanhecer vai chegar, e vai
trazer com ele um sol que vai te fazer esquecer tudo o que passou
durante a noite.

            Quero ti pedir um favor, passe esse testemunho pra todos que você puder poste onde você
puder. Assim não estará me fazendo ficar famoso, mas
estará falando de DEUS mostrando o que ele pode fazer e que ele tem poder pra
tudo. Obrigado por ter dado alguns minutos de seu dia para ler meu testemunho

            Meu choro durou uma noite, mas minha alegria veio pela
manhã.
        JESUS TE AMA 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A festa! Edição Rio de Janeiro!


Após a primeira edição tendo sido realizada em São Paulo no dia 13 de setembro, a primeira festa da interação do Brasil agora com sua segunda edição na cidade maravilhosa no dia 22 de novembro!

A festa da interação, é um evento que que só depende de você para ser um sucesso.
E a cada edição, um novo passo que damos para ver mudanças significativas acontecerem para a pessoa com deficiência no Brasil.
Matemática simples:
Pessoa com deficiência + pessoa sem deficiência = A festa da interação!
Uma festa onde podemos ver como pode se tornar o Brasil.
Um país sem preconceito, onde todos se ajudam e que todos percebam que a diferença maior não está no que os olhos podem ver. E que as diferenças fazem parte e são importante para o crescimento de qualquer nação.
Se podemos ver em um mesmo local, pessoas que se reúnem com um mesmo objetivo sem olhar as diferenças, podemos levar isso para fora daquele espaço, para o nosso dia a dia, mostrando que só depende de cada um de nós para que de fato as coisas mudem.
A força está nas mãos do povo, e quando o povo perceber isso, é que realmente as coisas irão mudar de verdade.
A festa!
"A união, a amizade e o respeito, são a base do nosso projeto."

Observação.:

Não garantimos que teremos ingressos disponíveis no dia do evento. Por essa razão, é muito importante que você adquira o seu o quanto antes no contato abaixo

Se desejar mais informações, acesse o link abaixo e saiba tudo sobre
Afesta:
www.espacoeficiente.com.br/afesta.php
E-mail:
espacoeficiente@gmail.com

POR:EQUIPE A FESTA.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Homem com Retinose Pigmentar pôde rever a esposa depois de 33 anos.

Como funciona?

O olho biônico, cujo nome é Argus II, foi criado por pesquisadores da Universidade Duke e já tem autorização para ser comercializado nos EUA. Ele é composto por um sensor implantado diretamente no olho e uma câmera acoplada a um par de óculos (tipo um Google Glass).

As informações visuais captadas pela câmera são enviadas via wireless e transformadas em sinais elétricos pelo sensor, que estimula o nervo óptico.

Infelizmente a tecnologia do Argus ainda não possibilita uma visão detalhada das coisas. Por enquanto, Larry enxerga apenas flashes de luz, o que o permite distinguir faixas de pedestre da rua, portas da parede e outras coisas grandes. Ainda não vê o suficiente para deixar de ser considerado cego pela legislação americana.

Mesmo assim, ele disse que conseguiu rever cenas que acreditava serem apenas memórias antigas, como a lua cheia, um pato nadando na lagoa e até os crisântemos amarelos de sua esposa.

Os prognósticos para a tecnologia são muito positivos. Basta lembrar dos grandes avanços que separam os primeiros aparelhos auditivos dos atuais. Ao menos 1,5 milhão de pessoas que perderam a visão por causa de retinoses podem se beneficiar com o novo dispositivo.



fonte:http://www.brasilpost.com.br/2014/10/13/cego-olho-bionico_n_5980310.html

sábado, 11 de outubro de 2014

Alma em solidão.

Autor:Abdul Nasser 
ALMA EM SOLIDÃO

Se olhos são a janela da alma, o que fazer quando essas janelas, aos poucos, se fecham?

Todos os dias, uma fresta se perde, menos luz...

Minha alma parece uma criança de castigo, tentando ver a alegria lá fora, por entre as frestas que restam...

Caminhar para uma prisão dentro de si, não uma solitária, pois ainda se pode ver por outros meios, mas, ainda assim, meu corpo me priva dessas janelas, dia a dia...

O processo de aceitar que logo minha alma, que vivia de frente pro mar, vai se mudar para um cubiculo escuro e sem janelas é dificil...

Nego, tento esquecer, mas, cada dia parace que estou mais perto do inevitável.

Agora é aceitar e aprender a "ver" felicidade nos sons, no tato, nos cheiros...

Como uma dádiva é preciso agradecer e aproveitar cada minuto de liberdade que minha alma puder ter, cada minuto na janela, pois logo estará só ouvindo e sentido, porém, nunca mais verá nada nem ninguém.

Logo minha alma será só...

sábado, 27 de setembro de 2014

As células-tronco se consagram como uma alternativa para recuperar a visão de quem sofre com as principais causas de cegueira do mundo.

As células-tronco se consagram como uma alternativa para recuperar a visão de quem sofre com as principais causas de cegueira do mundo, que são: a retinose pigmentar (doença degenerativa hereditária da retina), a degeneração macular senil e a retinopatia diabética.
A boa notícia acaba de ser publicada no jornal científico Acta Ophtalmologica, após um trabalho, desenvolvido com cerca de 50 pacientes vítimas de uma das doenças acima, pelo oftalmologista Rubens de Camargo Siqueira, de Rio Preto, em parceria com pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP).
Desde 2009, eles avaliam os efeitos da implantação de células-tronco autólogas (da própria pessoa), no controle destas doenças. Desta vez, o artigo publicado traz os bons resultados obtidos com a aplicação das tais células em portadores de retinopatia e degeneração. “Os resultados para o implante das células em degeneração macular relacionada com a idade vai sair só no início do próximo ano. Mas, já observamos os resultados iniciais da retinopatia diabética e por isto, já publicamos em um jornal científico europeu especializado”, diz o pesquisador.
Siqueira afirma que existem diversos tipos de células-tronco com funções e mecanismos diferentes. “Esta, que estamos usando, é muito bem conhecida pois já é utilizada há mais de 40 anos pelos hematologistas para tratamento de doenças hematológicas como a leucemia. Estas células-tronco derivadas da medula óssea são consideradas adultas e não possuem um grande potencial de transformação (diferenciação) como as células-tronco embrionárias, mas possuem segurança, pois como são do próprio paciente não apresentam rejeição e nem risco de gerar tumor”, explica.
No caso da retinopatia diabética, embora as células não substituam as células da retina que foram perdidas, elas produzem várias substâncias como fatores de crescimento, neurotróficos, mecanismo este denominado de efeito parácrino, que melhoram a sobrevida das células da retina e seu funcionamento, o que poderia gerar uma recuperação funcional.

Cecília Dionizio
ceci.dionizio@diariodaregiao.com.br

Resultados no final do ano

O oftalmologista Rubens Camargo Siqueira, de Rio Preto, afirma que os protocolos de pesquisas iniciados há cinco anos, com as células-tronco derivadas da medula óssea do próprio paciente (autólogas), foram com o objetivo de tratar a retinose pigmentar, que é uma doença degenerativa hereditária da retina e que leva com o passar dos anos a uma baixa significativa da visão e muitas vezes a cegueira. “Este primeiro grupo nós praticamente terminamos a pesquisa e estamos realizando análise final dos resultados que serão publicados no final deste ano”, diz Siqueira.
Primeira brasileira a receber o implante de células-tronco, há cinco anos, foi a psicóloga Fernanda Fernandes, 27 anos, com objetivo de combater a retinose pigmentar. Ela se diz satisfeita com os avanços obtidos, embora reconheça ainda ter uma distância a ser percorrida para reverter as perdas já ocorridas antes da aplicação.
“Fiz uso das células-tronco e trata-se de um futuro tratamento, muito eficaz, muito bom. Fiz duas aplicações primeiro no olho esquerdo e obtive algumas melhoras, em princípio. Mas, o importante é que estas melhoras permanecem até hoje e neste olho não tive mais perdas. Já no olho direito, que fiz apenas uma aplicação em 2012 e estava muito pior que o esquerdo, ainda não teve melhora. Engraçado que este olho, antes era o meu melhor olho. Acho que demoramos muito para fazer”, relata. (CD)

‘Consigo enxergar’

Só quem é vítima sabe a importância de qualquer avanço em relação a uma destas doenças. É o que relata o carioca Manoel Eleuterio, de 68 anos, analista de sistemas aposentado, que há quatro meses se submeteu pela primeira vez a aplicação das células-tronco em ambos os olhos, para tentar reverter a degeneração da mácula.
Neste período, ele já comemora cerca de 20% da recuperação da visão. “Já não enxergava mais nada, nem os rostos na televisão, tanto que comprei uma televisão imensa e não adiantou de nada. Com a cirurgia já consigo enxergar melhor e tenho certeza que vai recuperar mais a cada dia.” (CD)

Doença pode ser prevenida

Pessoas diagnosticadas com a retinopatia diabética, que chega a atingir 35% dos portadores de diabetes, mesmo com a doença sob controle, tem um elevado risco de perder a visão. Sabe-se que quem tem a doença há mais de 15 anos, apresenta em 90% dos casos alguma alteração nos vasos sanguíneos.
Sendo assim, o Instituto da Visão, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realiza mutirão para diagnóstico precoce há alguns anos, para evitar esta que é uma complicação crônica do diabetes mellitus frente a má circulação na retina, estrutura do olho responsável por transformar a luz em imagens. Em 8% das vítimas há o risco de perder a visão se não tiverem acesso a exames e tratamento.
Exames preventivos como a retinografia são importantes. Ele é eficaz para o diagnóstico e o tratamento das doenças oculares, documentando anormalidades e evolução de lesões suspeitas, além de acompanhar a eficácia de tratamentos.
Ela registra a imagem da retina e do nervo óptico, que analisa as estruturas da retina, coróide e vasos retinianos, por meio de fotos tiradas com uma iluminação especial e com o uso de filtros, e avalia doenças como retinopatia diabética, oclusões vasculares da retina e degeneração macular.
Disponível no Centro Oftalmológico Humanizado de Referência, de Rio Preto, o retinógrafo 3D -Nonmyd WX3D realiza o exame e é indicado também para análise de fundo de olho. (CD)

Como é feita a aplicação das células-tronco

No procedimento é realizado em uma unidade especial de transplante de medula óssea e requer primeiramente que o paciente seja avaliado pelo hematologista que por meio de exames laboratoriais e clínico identificará se o paciente estará apto a realizar o procedimento
nO paciente é submetido a coleta da medula óssea que é feita pelo hematologista sob anestesia local (utiliza-se comumente o osso da bacia que possui mais quantidade de medula óssea e é de mais fácil coleta). Como na oftalmologia utilizamos pouca quantidade para injetar no olho, o procedimento da coleta é mais tranquilo que para outras doenças.
nApós a coleta, uma pequena quantidade de medula óssea é então levada ao laboratório especializado onde por meio de um equipamento especial se separa as células-tronco para serem colocadas em um injetor especial
nNo mesmo dia, que são retiradas as células-tronco são injetadas dentro do olho com anestesia local e o paciente tem alta no mesmo dia sem necessidade de internação.

Fonte:http://grupoojornal.com.br/votuporanga/visao-recuperada/

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Eleitor com deficiência visual como faz na hora de votar?

Eleitor com deficiência

Serviços
Informar necessidade especial à Justiça Eleitoral - entre diretamente em contato com o cartório da Zona Eleitoral de sua inscrição.



Informações

Quais necessidades especiais devem ser informadas à Justiça Eleitoral?

Devem ser informadas as necessidades que afetem o exercício do voto, tais como as relacionadas à locomoção e à visão.

Por que o eleitor deve informar à Justiça Eleitoral suas necessidades especiais?

Para que a seção eleitoral possa ser preparada às necessidades específicas do eleitor (urna com fones de ouvido, local acessível, etc.).

Como o eleitor pode informar à Justiça Eleitoral suas necessidades especiais?

Deve comparecer pessoalmente ao cartório eleitoral mais próximo. Se não for possível, deve entrar em contato com o cartório para orientações sobre como proceder.

Há um prazo para o eleitor informar à Justiça Eleitoral suas necessidades especiais?

Sim. Para que a Justiça Eleitoral possa tomar todas as providências necessárias, devem as informações ser prestadas até 7.5.2014.

As informações recebidas após o prazo também serão consideradas para a preparação das seções eleitorais, na medida do possível.

Como deve proceder o portador de limitação física ou mental para manter regularizada sua situação eleitoral?

Se a pessoa sofre de alguma limitação física ou mental que a impossibilite de votar ou torne extremamente oneroso o exercício do voto, ela mesma ou um familiar mais próximo poderá requerer uma quitação eleitoral permanente ao cartório eleitoral, apresentando documentação que comprove a dificuldade, como laudos médicos, por exemplo.

O juiz avaliará se a situação informada realmente impede o eleitor de votar ou torna extremamente oneroso o exercício do voto e fornecerá documento que o isentará da obrigação permanentemente.

O eleitor com deficiência ou com mobilidade reduzida tem preferência para votar?

Sim, respeitada a seguinte ordem:
candidatos;
juízes eleitorais e seus auxiliares;
servidores da Justiça Eleitoral;
promotores eleitorais;
policiais militares em serviço;
eleitores maiores de 60 anos;
enfermos;
eleitores com deficiência ou com mobilidade reduzida;
mulheres grávidas e lactantes.

O eleitor com deficiência ou com mobilidade reduzida pode ser auxiliado na hora de votar?

Sim. Se o presidente da mesa receptora verificar ser imprescindível que o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida conte com o auxílio de pessoa de sua confiança para exercer o direito de voto, está autorizado a permitir o ingresso dessa segunda pessoa, junto com o eleitor, na cabina de votação.

Como vota o eleitor deficiente visual?

Para votar, serão assegurados ao eleitor com deficiência visual:
a utilização do alfabeto comum ou do sistema braile para assinar o caderno de votação ou assinalar as cédulas, se for o caso;
uso de qualquer instrumento mecânico que portar ou lhe for fornecido pela mesa receptora de votos;
uso do sistema de áudio, quando disponível na urna, sem prejuízo do sigilo do voto;
uso da marca de identificação da tecla número 5 da urna

Fonte:http://www.tre-sc.gov.br/site/eleitores/eleitor-com-deficiencia/index.html

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A difícil decisão de fazer o uso da bengala.

 No início, temos a tendência de pensarmos que não precisamos usar a bengala, pelo fato de não sermos cegos - uma espécie de negação da deficiência, pois não precisamos ser cegos para usá-la. Há um certo orgulho em ainda enxergarmos, mesmo que seja pouco, e pensar em usar a bengala resulta num tipo de orgulho ferido, muitas vezes só de pensar nisso. Quando começamos a usar a bengala, ficamos tímidos, meio constrangidos - isso é involuntário, mas passa, principalmente quando tudo começa a ficar mais fácil, as portas vão se abrindo, as pessoas se aproximando e a sociedade entendendo que temos uma deficiência e assim somos. As situações de vergonha na rua por esbarrarmos em alguém desaparecem, tanto pelo fato de esbarrarmos muitíssimo menos, quanto pelo fato da presença da bengala justificar as eventuais esbarradas. Ou seja, as pessoas que se desculpam e procuram nos cuidar até mesmo. Não tô dizendo que é um conto de fadas ou a melhor coisa do mundo, mas é a nossa vida, somos nós. Nossa independência, nossa autonomia, nosso modo de ser no mundo. Trabalho, faço faculdade, estou sempre em interação com muitas pessoas e tudo se dá com muita tranquilidade, cada vez mais. Usar a bengala e começar a ganhar o mundo é questão de começar e praticar. Quando os benefícios começam a surgir, a gente vê na hora que vale a pena. Tudo acaba sendo maior que o orgulho, o constrangimento, os acidentes, os riscos, as limitações, tudo isso fica tão pequeno e remoto que é preferível optar pela vida, vida plena!!! O que algumas pessoas vão pensar? Não importa! Aliás, não importa o que as pessoas e o que a deficiência fazem conosco, mas sim o que NÓS fazemos com isso!!! Paramos e nos encolhemos? Ou nos libertamos e seguimos? Eu fico com a segunda escolha! E vocês?? Abraço!,  

Por:Rafael braz

Mais um mico para coleção.

Depois de muito tempo sem um desabafo meu por aqui, ai vai mais um! Hoje pela manhã resolvi sair de casa e pegar o ônibus para ir ate a outra cidade pois fazia um tempo que não fazia isto por causa das dificuldades que aumenta a cada dia mais. Mas sei que quanto mais agente se ausenta de fazer as coisas mais abobalhado para andar agente fica e não quero me acomodar. Foi assim estava em cima do horário do ônibus então sai meio apressado então foi quando me deparo com um monte de areia de construção na minha frente, saio afundando os pés no monte de areia e caio por cima do monte de areia e me sujo todo de areia e tenho que voltar para trás para me trocar, acabei desistindo de ir no meu destino. Cara quando acontece isto agente se sente tão mal, passa mil e uma coisas na cabeça, eu sempre penso se tem tanto cara cego por ai andando sozinho por que eu vou me ausenta. Só quando acontece isso da um desanimo, desculpa pelo desabafo Aqui é o único lugar que me sinto a vontade de falar destas situações espero depois rir desta situação. Criei estes canais de interação como blog, grupo, página não apenas com o intuito de trocar informações mais também para horas como estas pois só quem tem esta maldita doença sabe o quanto é difícil conviver com ela. Valeu pessoal vida que segue pois chorar e viver reclamando não vai resolver nada mas é inevitável não vivenciar o momento.

Por:Paulo ricardo