Observação: Lembrando que é apena uma suposta pesquisa e particularmente não sei afirmar se esta fonte é confiável, mas achei interessante e compartilho com vocês.
Um estudo publicado na edição deste mês da revista experimental eye research, e publicado enlínea Pelo instituto nacional de saúde, foi encontrado que os canabinóides - compostos que se encontram ojodeforma Natural no cannabis - pode atrasar a degeneração da retina em pacientes com retinitis pigmentoso, unaenfermedad Ocular que frequentemente provoca cegueira.
' os canabinóides se demonstrou que exercem efeitos neuroprotectores em diferentes tipos de insultos neurais', Começa resumo do estudo. Segundo os investigadores, o objectivo do estudo é abordar o potencial dos canabinóides theraputic' em ladegeneración Dos fotorreceptores, a conectividade sináptica e a actividade funcional da retina na rato p23h transgénico, Um modelo animal para autosómica dominante retinitis pigmentoso ( rp ).'
Os pesquisadores descobriram que ;' estes resultados indicam que hu210 [ um cannabinoide sintético ] conserva a estructuray Função de cone e o estribo, juntamente com os seus contactos com os neurônios postsinápticas, em ratasp23h .'
Chegam à conclusão ;' estes dados sugerem que os canabinóides são potencialmente úteis para atrasar a degeneraciónde A retina em pacientes com rp.'
O estudo foi realizado por investigadores do departamento de fisiologia da universidade de alicante.
Fonte:- thejointblog
http://thejointblog.com/cannabis-may-delay-retinal-degener…/
Minhas Redes Sociais – Nosso contato direto com você
No link abaixo nosso contato e nosso endereço de redes sociais. Siga-nos nestas Redes Sociais e tenha sempre acesso as informações que publicamos regularmente.
CLIQUE AQUI!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
Lucas Radaelli: Da deficiência visual ao trabalho com programação na Google
Conheça a história de superação do brasileiro que se tornou Engenheiro de Search Quality da Google e como ele faz para programar!
Lucas Radaelli é engenheiro de Search Quality da Google em Belo Horizonte, ou seja, seu trabalho junto com outros desenvolvedores é tornar diariamente a busca do Google melhor do que ela é! E o mais bacana de tudo isso não é apenas o que o Lucas faz, mas sim quem ele é e sua história de vida! Neste artigo vamos conhecer tudo isso e como ele fez para programar na Google!
Lucas é deficiente visual, nasceu cego do olho esquerdo e perdeu a visão do direito quando tinha 4 anos de idade, consequencias da doença genética Síndrome de Norrie. Aos 21 anos se formou em Ciências da Computação na Universidade Federal do Paraná, chegou ainda a fazer intercâmbio na Alemanha sozinho, proferiu diversas palestras, sempre está participando de podcast e profissionalmente deu consultorias na área de acessibilidade e usabilidade. Lucas Radaelli se define como “leitor compulsivo, projeto de escritor” e, como citado no início desse post, atualmente trabalha na Google programando e melhorando o buscador mais usado no mundo!
Podemos imaginar toda a superação e empenho que o Lucas Radaelli tem e teve para chegar a todos esses resultados! E afinal, como ele faz para programar?
veja no video.
Fonte:http://inspiradanacomputacao.com/lucas-radaelli-da-deficiencia-visual-ao-trabalho-com-programacao-na-google-2/
Lucas Radaelli é engenheiro de Search Quality da Google em Belo Horizonte, ou seja, seu trabalho junto com outros desenvolvedores é tornar diariamente a busca do Google melhor do que ela é! E o mais bacana de tudo isso não é apenas o que o Lucas faz, mas sim quem ele é e sua história de vida! Neste artigo vamos conhecer tudo isso e como ele fez para programar na Google!
Lucas é deficiente visual, nasceu cego do olho esquerdo e perdeu a visão do direito quando tinha 4 anos de idade, consequencias da doença genética Síndrome de Norrie. Aos 21 anos se formou em Ciências da Computação na Universidade Federal do Paraná, chegou ainda a fazer intercâmbio na Alemanha sozinho, proferiu diversas palestras, sempre está participando de podcast e profissionalmente deu consultorias na área de acessibilidade e usabilidade. Lucas Radaelli se define como “leitor compulsivo, projeto de escritor” e, como citado no início desse post, atualmente trabalha na Google programando e melhorando o buscador mais usado no mundo!
Podemos imaginar toda a superação e empenho que o Lucas Radaelli tem e teve para chegar a todos esses resultados! E afinal, como ele faz para programar?
veja no video.
Fonte:http://inspiradanacomputacao.com/lucas-radaelli-da-deficiencia-visual-ao-trabalho-com-programacao-na-google-2/
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Sensor de som criado por brasileiros ajuda pessoas com deficiência visual
Por meio de avisos sonoros, protótipo desenvolvido por pesquisadores brasileiros tem como objetivo dar mais autonomia à portadores de deficiência visual.
Para auxiliar a realização das atividades diárias de pessoas com deficiência visual, pesquisadores do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAP-SoL), sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolveram um protótipo de sistema que permite ao usuário fazer a identificação de obstáculo e ambiente por intermédio do som. O programa computacional denominado GuideMe funciona em um dispositivo pequeno, ajustável à roupa e utiliza processamento de imagem e localização através do eco para reconhecer o ambiente. O protótipo desenvolvido alcançou o primeiro lugar no II Concurso Intel de Sistemas Embarcados realizado durante o IV Simpósio Brasileiro de Engenharia de Sistemas Computacionais (SBESC), que aconteceu de 4 a 7 de novembro, em Manaus (AM).
A equipe de pesquisa é formada pelos doutorandos do programa de pós-graduação em Ciências de Computação e Matemática Computacional (PPG-CCMC) Renê de Souza, Heitor Freitas e Luiz Nunes, com a coordenação do professor Francisco Monaco, do Laboratório de Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente do Departamento de Sistemas de Computação, todos do ICMC. O sistema, por meio de fones de ouvido, estabelece comunicação com o usuário tanto verbalmente, com o uso de um sintetizador de voz, quanto por meio de sons tridimensionais.
“Imagine o deficiente visual aproximando-se de um balcão para pedir informações; se não houver ninguém para atendê-lo, o sistema diz: “ninguém à vista”. Em outra situação, podemos imaginar o deficiente visual procurando por uma pessoa conhecida em um local público; caso a pessoa seja detectada pela câmera, o sistema aponta para a aproximação dela e pode, inclusive, guiar o usuário até o seu amigo”, explica o professor Monaco.
O professor menciona ainda que, em uma situação na qual o usuário caminhe por um corredor, em linha reta, ele deve ouvir um som (suave) que pareça vir de sua frente. Caso o usuário ande em direção a uma das paredes, o som modifica sua direção e passa a ser ouvido como se viesse do lado da parede. Assim, o usuário pode utilizar essa dica sonora para conhecer a geometria do ambiente e corrigir seus passos.
Visão computacional
O sistema explora duas técnicas inovadoras. Uma é baseada em visão computacional que utiliza um webcam convencional e algoritmos de processamento de imagem para detectar a presença de pessoas e identificar rostos conhecidos. A outra técnica é apoiada em psicoacústica (estudo da relação entre estímulos sonoros e suas sensações decorrentes) e utiliza sensores de ultrassom para localizar obstáculos. Porém, em vez de emitir bipes, como sensores de estacionamento utilizados em veículos, por meio de um algoritmo de geração de áudio 3D, o dispositivo produz um som que aparenta surgir da direção e da distância em que está o obstáculo.
O GuideMe utiliza conceitos de wearable computing (tecnologia portátil como peça de vestuário) e sensor fusion (geração de informação combinando múltiplos sensores) e em sua especificação completa, utilizará sensor GPS, bússola e conexão wireless para prover auxílio à locomoção em áreas abertas. O objetivo inicial do projeto foi de aperfeiçoar os algoritmos que utilizam processamento espacial e de imagem. O protótipo atual foi produzido em um equipamento de hardware fornecido pela empresa de tecnologia Intel.
“Pretendemos migrar para um hardware menor, mais leve e com maior eficiência energética, para que possa ser utilizado por mais tempo com auxílio de bateria. Em longo prazo, pretendemos aprimorar a utilidade do dispositivo a partir da avaliação dos usuários”, explica Monaco. Durante o desenvolvimento a equipe fez testes preliminares utilizando o sistema para guiar-se em corredores com outras pessoas presentes. As funções do dispositivo foram executadas como o esperado. O próximo passo é realizar testes em pessoas com deficiência visual. O programa que foi desenvolvido em software livre será disponibilizado para a sociedade.
“Todas as especificações, artefatos de software e aplicações são livres para beneficiar a população e, sobretudo, às pessoas que possam fazer uso do sistema. Acreditamos nos conceitos de free open source software (software livre e de código aberto) e de free open source hardware (hardware livre de projeto livre e aberto) como facilitadores para que a pesquisa possa virar produto, este evolua livremente e chegue às pessoas a custos acessíveis”, complementa o professor “O sistema de orientação psicoacústico utilizado é baseado em técnicas de processamento de áudio tridimensional estudados por pesquisadores na Alemanha. Em conjunto, pretendemos intensificar as pesquisas”, planeja Monaco.
O II Concurso Intel de Sistemas Embarcados é destinado a estudantes de graduação e pós-graduação e tem a intenção de promover o desenvolvimento de sistemas inteligentes e inovadores com base em tecnologia embarcada. A equipe fará uma visita técnica ao laboratório da Intel nos Estados Unidos, como parte da premiação, e integrará o programa Intel Developer Forum, além de estar pré-classificada para a edição de 2015. A proposta apresentada para o concurso foi uma das aprovadas que recebeu uma placa de desenvolvimento (hardware) para produzir um protótipo em três meses. Além da continuidade do projeto, a equipe visa a investir em pesquisa na área de acessibilidade.
fonte:https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/
Para auxiliar a realização das atividades diárias de pessoas com deficiência visual, pesquisadores do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAP-SoL), sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolveram um protótipo de sistema que permite ao usuário fazer a identificação de obstáculo e ambiente por intermédio do som. O programa computacional denominado GuideMe funciona em um dispositivo pequeno, ajustável à roupa e utiliza processamento de imagem e localização através do eco para reconhecer o ambiente. O protótipo desenvolvido alcançou o primeiro lugar no II Concurso Intel de Sistemas Embarcados realizado durante o IV Simpósio Brasileiro de Engenharia de Sistemas Computacionais (SBESC), que aconteceu de 4 a 7 de novembro, em Manaus (AM).
A equipe de pesquisa é formada pelos doutorandos do programa de pós-graduação em Ciências de Computação e Matemática Computacional (PPG-CCMC) Renê de Souza, Heitor Freitas e Luiz Nunes, com a coordenação do professor Francisco Monaco, do Laboratório de Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente do Departamento de Sistemas de Computação, todos do ICMC. O sistema, por meio de fones de ouvido, estabelece comunicação com o usuário tanto verbalmente, com o uso de um sintetizador de voz, quanto por meio de sons tridimensionais.
“Imagine o deficiente visual aproximando-se de um balcão para pedir informações; se não houver ninguém para atendê-lo, o sistema diz: “ninguém à vista”. Em outra situação, podemos imaginar o deficiente visual procurando por uma pessoa conhecida em um local público; caso a pessoa seja detectada pela câmera, o sistema aponta para a aproximação dela e pode, inclusive, guiar o usuário até o seu amigo”, explica o professor Monaco.
O professor menciona ainda que, em uma situação na qual o usuário caminhe por um corredor, em linha reta, ele deve ouvir um som (suave) que pareça vir de sua frente. Caso o usuário ande em direção a uma das paredes, o som modifica sua direção e passa a ser ouvido como se viesse do lado da parede. Assim, o usuário pode utilizar essa dica sonora para conhecer a geometria do ambiente e corrigir seus passos.
Visão computacional
O sistema explora duas técnicas inovadoras. Uma é baseada em visão computacional que utiliza um webcam convencional e algoritmos de processamento de imagem para detectar a presença de pessoas e identificar rostos conhecidos. A outra técnica é apoiada em psicoacústica (estudo da relação entre estímulos sonoros e suas sensações decorrentes) e utiliza sensores de ultrassom para localizar obstáculos. Porém, em vez de emitir bipes, como sensores de estacionamento utilizados em veículos, por meio de um algoritmo de geração de áudio 3D, o dispositivo produz um som que aparenta surgir da direção e da distância em que está o obstáculo.
O GuideMe utiliza conceitos de wearable computing (tecnologia portátil como peça de vestuário) e sensor fusion (geração de informação combinando múltiplos sensores) e em sua especificação completa, utilizará sensor GPS, bússola e conexão wireless para prover auxílio à locomoção em áreas abertas. O objetivo inicial do projeto foi de aperfeiçoar os algoritmos que utilizam processamento espacial e de imagem. O protótipo atual foi produzido em um equipamento de hardware fornecido pela empresa de tecnologia Intel.
“Pretendemos migrar para um hardware menor, mais leve e com maior eficiência energética, para que possa ser utilizado por mais tempo com auxílio de bateria. Em longo prazo, pretendemos aprimorar a utilidade do dispositivo a partir da avaliação dos usuários”, explica Monaco. Durante o desenvolvimento a equipe fez testes preliminares utilizando o sistema para guiar-se em corredores com outras pessoas presentes. As funções do dispositivo foram executadas como o esperado. O próximo passo é realizar testes em pessoas com deficiência visual. O programa que foi desenvolvido em software livre será disponibilizado para a sociedade.
“Todas as especificações, artefatos de software e aplicações são livres para beneficiar a população e, sobretudo, às pessoas que possam fazer uso do sistema. Acreditamos nos conceitos de free open source software (software livre e de código aberto) e de free open source hardware (hardware livre de projeto livre e aberto) como facilitadores para que a pesquisa possa virar produto, este evolua livremente e chegue às pessoas a custos acessíveis”, complementa o professor “O sistema de orientação psicoacústico utilizado é baseado em técnicas de processamento de áudio tridimensional estudados por pesquisadores na Alemanha. Em conjunto, pretendemos intensificar as pesquisas”, planeja Monaco.
O II Concurso Intel de Sistemas Embarcados é destinado a estudantes de graduação e pós-graduação e tem a intenção de promover o desenvolvimento de sistemas inteligentes e inovadores com base em tecnologia embarcada. A equipe fará uma visita técnica ao laboratório da Intel nos Estados Unidos, como parte da premiação, e integrará o programa Intel Developer Forum, além de estar pré-classificada para a edição de 2015. A proposta apresentada para o concurso foi uma das aprovadas que recebeu uma placa de desenvolvimento (hardware) para produzir um protótipo em três meses. Além da continuidade do projeto, a equipe visa a investir em pesquisa na área de acessibilidade.
fonte:https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Gravação de orientação e mobilidade na prática: saindo de bengala pelo centro para fazer compras:
Gravação sobre atividades de vida diária:Por Wagner Maia
clique aqui e ouça!
Fonte:Estas gravações e outros vídeos estão disponíveis no Portal da Deficiência Visual: WWW.deficienciavisual.com.br
clique aqui e ouça!
Fonte:Estas gravações e outros vídeos estão disponíveis no Portal da Deficiência Visual: WWW.deficienciavisual.com.br
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
domingo, 14 de dezembro de 2014
Até 2020 o número de deficientes visuais poderá dobrar no mundo.
Segundo dados do IBGE de 2010, no Brasil, mais de 6,5 milhões de pessoas têm alguma deficiência visual, o que corresponde a 3,5% da população. Desse total: 528.624 pessoas são incapazes de enxergar (cegos); 6.056.654 pessoas possuem grande dificuldade permanente de ver (baixa visão ou visão subnormal). Outros 29 milhões de pessoas declararam possuir alguma dificuldade permanente de visão, ainda que usando óculos ou lentes.
A vida do deficiente visual é marcada também por uma luta por inclusão social, direito à educação e inserção no mercado de trabalho. Entre os problemas enfrentados diariamente por pessoas que possuem problemas de visão está a falta de acessibilidade, inclusive nas vias públicas e nos transportes urbanos. Mesmo nos grandes centros os investimentos em políticas públicas para promover o direito constitucional de ir e vir ainda são modestos e caminham lentamente.
Nos últimos anos, foram realizadas algumas adaptações na cidade de São Paulo, como faixas táteis nos pisos, com textura e cor diferenciadas, além de informações acompanhadas dos signos em Braille, mas a promoção da acessibilidade ainda engatinha numa das maiores cidades do mundo.
Sobre deficiência visual no mundo
A cada 5 segundos 1 pessoa se torna cega no mundo.
Do total de casos de cegueira, 90% ocorrem nos países emergentes e subdesenvolvidos.
Até 2020 o número de deficientes visuais poderá dobrar no mundo.
Com tratamento precoce, atendimento educacional adequado, programas e serviços especializados, a perda da visão não significa o fim de uma vida independente e produtiva.
* Dados World Report on Disability 2010 e Vision 2020
A Organização Mundial da Saúde aponta que, se houvesse um número maior de ações efetivas de prevenção e/ou tratamento, 80% dos casos de cegueira poderiam ser evitados. Ainda segundo a OMS cerca de 40 milhões a 45 milhões de pessoas no mundo são cegas; os outros 135 milhões sofrem limitações severas de visão.
Glaucoma, retinopatia diabética, atrofia do nervo ótico, retinose pigmentar e degeneração macular relacionada à idade (DMRI) são as principais causas da cegueira na população adulta. Entre as crianças as principais causas são glaucoma congênito, retinopatia da prematuridade e toxoplasmose ocular congênita.
O que é deficiência visual?
A deficiência visual é definida como a perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da visão. O nível de acuidade visual pode variar o que determina dois grupos de deficiência:
· Cegueira - há perda total da visão ou pouquíssima capacidade de enxergar, o que leva a pessoa a necessitar do Sistema Braille como meio de leitura e escrita.
· Baixa visão ou visão subnormal - caracteriza-se pelo comprometimento do funcionamento visual dos olhos, mesmo após tratamento ou correção. As pessoas com baixa visão podem ler textos impressos ampliados ou com uso de recursos óticos especiais.
fonte: http://www.prograd.uff.br
Foto,Yesterday,Segundo dados do IBGE de 2010, no Brasil, mais de 6,5 milhões de pessoas têm alguma deficiência visual, o que corresponde a 3,5% da população. Desse total: 528.624 pessoas são incapazes de enxergar (cegos); 6.056.654 pessoas possuem grande dificuldade permanente de ver (baixa visão ou visão subnormal). Outros 29 milhões de pessoas declararam possuir alguma dificuldade permanente de visão, ainda que usando óculos ou lentes.
A vida do deficiente visual é marcada também por uma luta por inclusão social, direito à educação e inserção no mercado de trabalho. Entre os problemas enfrentados diariamente por pessoas que possuem problemas de visão está a falta de acessibilidade, inclusive nas vias públicas e nos transportes urbanos. Mesmo nos grandes centros os investimentos em políticas públicas para promover o direito constitucional de ir e vir ainda são modestos e caminham lentamente.
Nos últimos anos, foram realizadas algumas adaptações na cidade de São Paulo, como faixas táteis nos pisos, com textura e cor diferenciadas, além de informações acompanhadas dos signos em Braille, mas a promoção da acessibilidade ainda engatinha numa das maiores cidades do mundo.
Sobre deficiência visual no mundo
A cada 5 segundos 1 pessoa se torna cega no mundo.
Do total de casos de cegueira, 90% ocorrem nos países emergentes e subdesenvolvidos.
Até 2020 o número de deficientes visuais poderá dobrar no mundo.
Com tratamento precoce, atendimento educacional adequado, programas e serviços especializados, a perda da visão não significa o fim de uma vida independente e produtiva.
* Dados World Report on Disability 2010 e Vision 2020
A Organização Mundial da Saúde aponta que, se houvesse um número maior de ações efetivas de prevenção e/ou tratamento, 80% dos casos de cegueira poderiam ser evitados. Ainda segundo a OMS cerca de 40 milhões a 45 milhões de pessoas no mundo são cegas; os outros 135 milhões sofrem limitações severas de visão.
Glaucoma, retinopatia diabética, atrofia do nervo ótico, retinose pigmentar e degeneração macular relacionada à idade (DMRI) são as principais causas da cegueira na população adulta. Entre as crianças as principais causas são glaucoma congênito, retinopatia da prematuridade e toxoplasmose ocular congênita.
O que é deficiência visual?
A deficiência visual é definida como a perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da visão. O nível de acuidade visual pode variar o que determina dois grupos de deficiência:
· Cegueira - há perda total da visão ou pouquíssima capacidade de enxergar, o que leva a pessoa a necessitar do Sistema Braille como meio de leitura e escrita.
· Baixa visão ou visão subnormal - caracteriza-se pelo comprometimento do funcionamento visual dos olhos, mesmo após tratamento ou correção. As pessoas com baixa visão podem ler textos impressos ampliados ou com uso de recursos óticos especiais.
fonte: http://www.prograd.uff.br,
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
terapia genética poderia ajudar milhares de pessoas cegas.
terapia genética poderia ajudar milhares de pessoas cegas
A forma radical de terapia genética, que remodela células do olho em receptores de luz pode ajudar a restaurar a visão de pessoas que são completamente cegos.
Em testes iniciais em cães cegos com uma doença hereditária semelhante à retinite pigmentosa condição humana (RP), os animais foram capazes de dizer a diferença entre a piscar luzes e não intermitente.
Blind Mice dado o mesmo tratamento foram capazes de percorrer um labirinto, bem como os ratos normais.
A nova abordagem cria fotorreceptores de substituição a partir de células que normalmente não reagem à luz. Os ensaios clínicos em seres humanos com doenças degenerativas dos olhos poderia seguir.
O tratamento "híbrido", publicado na revista Proceedings Journal of the National Academy of Sciences, envolve um gene que altera as células não-sensíveis à luz e um "photoswitch" química injetada. Professor Ehud Isacoff, da Universidade da Califórnia em Berkeley, disse: "O cão tem uma retina muito semelhante à nossa, muito mais do que os ratos, por isso, quando você quiser trazer uma terapia visual para a clínica, você quer primeiro show que que funciona num modelo animal de grande porte
"Nós já mostramos que podemos entregar a photoswitch e restaurar a resposta à luz para a retina cega no cão, bem como no mouse. Podemos reanimar a retina cão. "
O novo tratamento emprega um vírus para inserir um gene em células normalmente não-sensíveis à luz que lhes dá o potencial para "ver".
O gene produz uma proteína que actua como um bloqueio. Quando a chave molecular desde o interruptor de fotorreceptores é inserida na fechadura, sensibilidade à luz está ligada.
No entanto, uma nova injecção do photoswitch tem de ser feita a cada semana para manter o seu efeito.
A terapia é dito ser promissora porque, embora as doenças tais como RP destruir células fotossensíveis do olho, as outras células da retina são muitas vezes deixadas intactas.
Em testes com ratos, o gene foi inserido com sucesso em quase todos os milhão ou mais células ganglionares da retina do roedor. Os cientistas também estão olhando para ver se o photoswitch pode ativar outros tipos de receptores, incluindo algumas que possam permitir a percepção de luz mais fraca.
A terapia é um de uma série de potenciais tratamentos para a cegueira em estágios iniciais de desenvolvimento, dois dos quais produziram resultados experimentais promissores deste ano.
Em outubro, os cientistas de os EUA empresa Ocata Therapeutics mostraram que as células da retina derivadas de células-tronco poderia seguramente ser implantados em pacientes e melhorar a visão em alguns casos.
No início deste ano, os cientistas da Universidade de Oxford elogiou os resultados dos ensaios de uma terapia genética para choroideremia, uma causa hereditária rara de cegueira que afeta uma em cada 50 mil pessoas.
Inserção de um gene chamado faltando REP1 impedido progressão para cegueira e levou a melhorias dramáticas na visão de dois homens em um estágio avançado de perda de visão.
RP afeta cerca de 25.000 pessoas no Reino Unido e, pelo menos, dois milhões em todo o mundo.
Cerca de um em cada 80 da população transporta um dos genes defeituosos que causam a doença.
http://www.scotsman.com/…/gene-therapy-could-help-thousands
www.scotsman.com, scotsman.com
sábado, 6 de dezembro de 2014
Eu estou curado!
Durante muito tempo da minha vida procurei não olhar nos olhos da minha deficiência visual. Tratava do assunto com indiferença, como quem tenta "varrer para debaixo do tapete" aquilo com o que não sabe conviver. Eu, familiares e amigos vivíamos num "faz de conta" em que fingíamos que tudo estava normal e que não havia nada de diferente comigo, obviamente uma quimera.
Os bons pais sempre querem o melhor para os filhos. Como os meus são excelentes, buscaram me fazer ter muita autonomia e a encarar tudo de peito aberto - o que demorei um pouco para aprender. Tratar alguém com deficiência desse jeito, naquela época era considerado "prafrentex" demais e lembro que muita gente achava que eu devia ficar escondido em casa como um peixinho no aquário. Ufa, eles não fizeram isso! Me tratavam como uma "criança normal".
Eu sempre respeitei e admirei o modo como eu fui criado, mas algumas coisas foram um pouco difíceis e por caminhos tortuosos. Para eles, eu seria mais feliz se ficasse curado e fosse "normal". Isso me trouxe algumas sensações péssimas e uma meia duzia de histórias engraçadas. Quando eu era criança não entendia muito bem tudo aquilo, mas sabia que eu parecia ter "algo errado".
Quando se tem alguma deficiência até as pessoas querem encontrar uma "cura" para ti a todo custo. Elas sempre conhecem "alguém que pode curar tua doença" ou pior "conhecem um remedinho que é batata... receita da vovó". Nem vou mencionar aqui que quase todo mundo me pergunta se "tem uma cirurgia que te cure? um óculos não resolve? já consultou outros médicos ou tratamento no exterior? Isso daria muito pano para manga e não é o meu foco aqui.
Eu respeito as pessoas que tem fé no plano transcendental e seus tratamentos possam me fazer enxergar normalmente, mas me dou o direito de não gostar muito desse tipo de coisa. Também deixarei de lado os "pastores e missionários" que me param na rua dizendo que esse "defeito" que eu tenho é "falta de jesus", quer dizer então que deficiência é pecado? Se eu disser o que eu penso dessa gente, processo na certa. Porém, muita gente se sente inferiorizada e triste com esse tipo de estigma.
Pior que isso, são os sujeitos que deliberadamente se aproveitam da fé alheia. Inventam histórias mirabolantes de gente que levanta da cadeira de rodas e sai andando ou cegos que voltam a enxergar. Fazem "consultas", "remédios", infusões, chás e tantas outras coisas. Dizem que tem o dom dado por Deus, mas o contraditório é que a maioria cobram e caro para ser o "emissário do Senhor".
Os pais, avós irmãos e amigos de quem tem deficiência não fazem ideia da "tortura" que é para a maioria de nós - ainda mais quando crianças - ir semanalmente aos curandeiros de plantão. No meu caso, ainda tenho muito vivo todo o sofrimento que eu sentia. Eu e meus pais íamos sempre cheios de esperanças de que tudo daria certo, e ao fim de tudo, era só um acumulo de decepções e desencantos.
Ainda trago na memória a sensação de ser constantemente "preterido" por Deus, pois tanta gente conseguia o que queria e eu não. Muitas vezes me perguntava: Porque comigo? o que eu fiz de tão errado para não dar certo? Além é claro, da sensação de desamparo e de ficar ainda mais triste vendo a decepção dos meus pais.
Muitos foram os métodos e tratamentos mirabolantes para curar minha baixa visão, foram tantas que muitas eu nem me lembro mais. Já tomei suco de couve em jejum, chá com sabor de sabonete, isso quando não tinha o tradicional banho de arruda ou de passarem um galo preto no meu corpo. Isso tudo parece meio estranho, mas a gota d'água que me fez dizer chega foi quando eu tinha uns vinte anos, período em que eu tinha cabelos até a altura dos ombros com lindos cachinhos.
O tratamento consistia em uma compressa colocada nos olhos cujos ingredientes principais eram ovos de galinha e argila derretida em chá de camomila. Pois bem, eu fiz isso durante um tempo - contrariado é claro -, até que um dia a tal mistura vazou e encharcou meu lindo cabelo. Resultado, fiquei fedendo a ovo por umas duas semanas (não, nem banho adiantou).
Essa foi uma parte engraçada de todo o drama que eu vivia, mas que me fez botar um ponto final naquela maluquice toda. Eu já estava realmente cansado de tentar de tudo e sempre dar errado, decidi que era o fim do meu calvário da cura.
Pouco tempo depois, minha vida tomou outros rumos e eu passei por uma série de discriminações e preconceitos quando ainda tentava alavancar a minha carreira como professor de história. Depois de momentos bem difíceis em que eu achava que deveria mesmo desistir de tudo, comecei a refletir e pensar sobre o que eu poderia fazer para me reconstruir e fazer a minha parte para que ninguém mais passasse o que eu passei. Descobri o amor pela vida acadêmica e que era a docência nesses espaços que eu queria para o resto da vida, mais que isso, ser sempre um pesquisador-ativista.
Depois de tantos percalços, percebi que sou feliz por causa da deficiência, e não apesar dela. Se eu tenho uma carreira em ascensão e de relativo sucesso como acadêmico e como audiodescritor consultor, devo isso a ela, se tive a chance de ter um apartamento, de ter um casamento tão bom, de viajar, de ter amigos queridos que eu amo tanto, foi por conta do que a baixa visão me proporcionou.
Nem sempre foi assim, mas atualmente trato a deficiência como um dom - tomando emprestado o conceito de Borges - adquirido e construido. Não me sinto mais defeituoso, unicamente caracterizado como alguém que tem olhos que não enxergam bem. Não me vejo limitado ou amarrado ao fracasso, mas sim, livre para um mundo de possibilidades. Os problemas e as dificuldades existem sim, mas quem não as têm?
Depois de tanto tempo, acabei descobrindo que não foi nenhum curandeiro, pastor, padre, nenhum chá, infusão ou compressa de argila com ovo de galinha que fez esse "milagre". Sim, EU ESTOU CURADO! Me libertei das correntes dos estereótipos, estigmas e baixas expectativas. Afinal, nem a baixa visão ou o céu são meus limites. A baixa visão não foi o meu fim, mas um belo e venturoso começo...
Felipe Mianes
Fonte:http://arteficienciavisual.blogspot.com.br/2013/06/eu-estou-curado.html?m=1
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Bengala verde para a pessoa com baixa visão.
Imaginem a cena: você visualiza de longe alguém se utilizando de uma bengala, caminhando devagar por uma calçada movimentada de uma grande cidade. A pessoa se aproxima de um cruzamento e você instintivamente acelera o passo, objetivando ajudá-la a concretizar a travessia daquelas ruas com trânsito denso e complexo. Surpresa! Ao perguntar à sua mais nova companhia qual o seu destino, a resposta é o caixa eletrônico, isso mesmo, aquele para onde você também está seguindo. Bem, essa não é a última novidade do dia. Chegando lá, você observa perplexo a pessoa, que acabou de receber sua ajuda, interagindo com a máquina. Ela vê os números, demora muito, mas pega o dinheiro, conta as notas e guarda na carteira.
Pois é, estamos falando de uma possibilidade real. Mas sem estresse, o personagem bengalante de nossa historinha não se trata de um cego falso, ou como se fala na linguagem do futebol, de um gato. Logo, se o caso fosse verdade e tivesse ocorrido com você, não seria nenhuma pegadinha de programa de televisão.
A coisa é bem mais séria, pois estamos falando de uma pessoa com baixa visão que em situações como a que acabamos de contextualizar, e em tantas outras, acaba passando por constrangimentos, de toda ordem, desde piadinhas despropositadas, até insultos de quem nem tenta entender o que está acontecendo e já se considera ludibriado.
Existem alternativas simples e bastante eficientes. Em alguns países, a ideia é que essas pessoas possam se utilizar de uma bengala com outra cor, no caso verde, o que faria com que qualquer cidadão soubesse de imediato ao oferecer uma ajuda, enfim ao interagir, que não se trataria de um cego total. Aqui no Brasil a ideia também é que a sinalização se dê a partir de uma bengala verde.
A questão, porém, é que mesmo que as pessoas com baixa visão troquem suas bengalas, com adesão total ao verd eserá que a população saberia entender esse novo símbolo?
Não vou poder avançar, trazendo uma multiplicidade de variáveis que perpassem a baixa visão, ou visão subnormal. O fato concreto é que uma pessoa pode ver bem determinada coisa, e ser cega para tantos outros contextos. Isso somado à desinformação geral da população, e por muitas vezes da própria pessoa com deficiência, que reluta inclusive em aceitar a bengala, nos apresenta um cenário preocupante e totalmente invisível aos olhos de nossos gestores públicos, da mídia, e por consequência, de toda a sociedade.
Com esta coluna, não pretendo resolver o problema, mas espero poder ter conseguido lhes apresentar um problema. Quando a sociedade se encontra cega diante de uma demanda social, um dos bons colírios para dar início ao tratamento é, sem dúvida, a informação.
Me atrevendo a brincar um pouco de oftalmologista social, também receitaria uma boa ‘pomadinha de proatividade, misturada com indignação'. Sabendo do problema, não dá só para se lamentar e buscar culpados. Todos podem, à sua maneira, propor e viabilizar alternativas, a indignação, somada à vontade de fazer, tem por resultado a atitude e a transformação da realidade. . Então vamos lá pessoal é neste mês de dezembro que vai ser lançada no brasil a bengala verde para as pessoas com baixa visão, então pessoal vamos aderir a esta pratica quebrar a resistência ao uso de uma bengala e quebrar este estereótipo de quem usa uma bengala é uma pessoa frágil e coitadinha.Mais informações sobre o lançamento da bengala verde no site do Grupo Retina SP www.retinasp.org.br.
Carlos Ferrari
Fonte:http://www.dgabc.com.br/Noticia/468980/bengala-verde?referencia=buscas-lista
Pois é, estamos falando de uma possibilidade real. Mas sem estresse, o personagem bengalante de nossa historinha não se trata de um cego falso, ou como se fala na linguagem do futebol, de um gato. Logo, se o caso fosse verdade e tivesse ocorrido com você, não seria nenhuma pegadinha de programa de televisão.
A coisa é bem mais séria, pois estamos falando de uma pessoa com baixa visão que em situações como a que acabamos de contextualizar, e em tantas outras, acaba passando por constrangimentos, de toda ordem, desde piadinhas despropositadas, até insultos de quem nem tenta entender o que está acontecendo e já se considera ludibriado.
Existem alternativas simples e bastante eficientes. Em alguns países, a ideia é que essas pessoas possam se utilizar de uma bengala com outra cor, no caso verde, o que faria com que qualquer cidadão soubesse de imediato ao oferecer uma ajuda, enfim ao interagir, que não se trataria de um cego total. Aqui no Brasil a ideia também é que a sinalização se dê a partir de uma bengala verde.
A questão, porém, é que mesmo que as pessoas com baixa visão troquem suas bengalas, com adesão total ao verd eserá que a população saberia entender esse novo símbolo?
Não vou poder avançar, trazendo uma multiplicidade de variáveis que perpassem a baixa visão, ou visão subnormal. O fato concreto é que uma pessoa pode ver bem determinada coisa, e ser cega para tantos outros contextos. Isso somado à desinformação geral da população, e por muitas vezes da própria pessoa com deficiência, que reluta inclusive em aceitar a bengala, nos apresenta um cenário preocupante e totalmente invisível aos olhos de nossos gestores públicos, da mídia, e por consequência, de toda a sociedade.
Com esta coluna, não pretendo resolver o problema, mas espero poder ter conseguido lhes apresentar um problema. Quando a sociedade se encontra cega diante de uma demanda social, um dos bons colírios para dar início ao tratamento é, sem dúvida, a informação.
Me atrevendo a brincar um pouco de oftalmologista social, também receitaria uma boa ‘pomadinha de proatividade, misturada com indignação'. Sabendo do problema, não dá só para se lamentar e buscar culpados. Todos podem, à sua maneira, propor e viabilizar alternativas, a indignação, somada à vontade de fazer, tem por resultado a atitude e a transformação da realidade. . Então vamos lá pessoal é neste mês de dezembro que vai ser lançada no brasil a bengala verde para as pessoas com baixa visão, então pessoal vamos aderir a esta pratica quebrar a resistência ao uso de uma bengala e quebrar este estereótipo de quem usa uma bengala é uma pessoa frágil e coitadinha.Mais informações sobre o lançamento da bengala verde no site do Grupo Retina SP www.retinasp.org.br.
Carlos Ferrari
Fonte:http://www.dgabc.com.br/Noticia/468980/bengala-verde?referencia=buscas-lista
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Campanha Bengala Verde.
VENHA DE VERDE!
Dia 13 de Dezembro (sábado)
Caro afiliado,
No próximo dia 13 de dezembro, no verde do Parque Trianon, todos juntos, instituiremos a Bengala Verde para as pessoas com baixa visão. Sua participação será de suma importância para juntos iniciarmos nossa campanha de conscientização da população sobre a baixa visão, aproveitar para nesse momento apresentar a bengala verde e informá-los o porque da bengala verde.
O evento terá inicio às 10 horas e encerramento previsto para 13 horas. O Parque Trianon fica na Av. Paulista em frente ao MASP, na Estação de Metrô Trianon Masp.
Mais informações sobre a campanha e como adquirir a sua bengala verde entre em contato conosco ligando para nossa sede 5549.2239 ou retinasp@retinasp.org.br.
Participe! Todos juntos de verde!
Maria Julia da Silva Araujo
Grupo Retina São Paulo
O que é baixa visão?
Ter baixa visão significa enxergar bem menos que as pessoas normais, mas não ser cego. Para sermos considerados pessoas com baixa visão temos de ter a acuidade visual igual ou menor que 20/200 e o campo visual menor que 20 graus no melhor olho e após todos os procedimentos clínicos, cirúrgicos e de correções com lentes.
Quer dizer, que temos dificuldade em reconhecer fisionomias, ler placas de ruas, letreiros de ônibus, atravessar ruas, e em certos casos a claridade, tanto o excesso quanto a falta dela nos prejudica ainda mais. Profundidade e lateralidade são coisas que muitos de nós com baixa visão sequer conhecem. Ou seja, nossa vida não é fácil, mas todos os dias, estamos nas ruas, frequentando escolas que na maioria das vezes não estão preparadas para nos receber, estamos trabalhando utilizando recursos nem sempre adequados.
Por que a Bengala Verde?
Somos repetidamente confundidos com pessoas cegas, quando fazemos uso da bengala branca que nos auxilia muito na locomoção, ou com alguém com problemas mentais por demorarmos um pouco a mais para tomarmos decisões sobre que alimento pegar na fila do quilo, por exemplo. E pior de tudo, quando usamos a bengala,e utilizamos transporte coletivo o que é a nossa realidade diária e somos contemplados com o uso do banco preferencial par o qual temos o direito garantido, mas depois tiramos de nossos bolsos ou bolsas um celular ou livro e resolvemos usa-los porque nosso resíduo visual nos permite que usemos. Daí, prepare-se para tentar explicar a quem lhe cedeu o assento e aos que estão ao redor que você não é uma pessoa de mau caráter, tentando se passar por cego, mas sim uma pessoa com baixa visão, já que nossos olhos podem não aparentar ter qualquer problema .
E, é por estas e muitas outras razões que estamos lançando a Campanha Bengala Verde, onde as pessoas com baixa visão passarão a utilizar bengalas na cor verde o que nos diferenciará dos cegos.
Através de uma campanha maciça junto à sociedade, esperamos conscientizar o povo sobre nossa existência, importância produtiva, nossos deveres e principalmente nossos direitos.
Participe! Divulgue nossa causa.
Grupo Retina São Paulo
www.retinasp.org.br/bengalaverd
Dia 13 de Dezembro (sábado)
Caro afiliado,
No próximo dia 13 de dezembro, no verde do Parque Trianon, todos juntos, instituiremos a Bengala Verde para as pessoas com baixa visão. Sua participação será de suma importância para juntos iniciarmos nossa campanha de conscientização da população sobre a baixa visão, aproveitar para nesse momento apresentar a bengala verde e informá-los o porque da bengala verde.
O evento terá inicio às 10 horas e encerramento previsto para 13 horas. O Parque Trianon fica na Av. Paulista em frente ao MASP, na Estação de Metrô Trianon Masp.
Mais informações sobre a campanha e como adquirir a sua bengala verde entre em contato conosco ligando para nossa sede 5549.2239 ou retinasp@retinasp.org.br.
Participe! Todos juntos de verde!
Maria Julia da Silva Araujo
Grupo Retina São Paulo
O que é baixa visão?
Ter baixa visão significa enxergar bem menos que as pessoas normais, mas não ser cego. Para sermos considerados pessoas com baixa visão temos de ter a acuidade visual igual ou menor que 20/200 e o campo visual menor que 20 graus no melhor olho e após todos os procedimentos clínicos, cirúrgicos e de correções com lentes.
Quer dizer, que temos dificuldade em reconhecer fisionomias, ler placas de ruas, letreiros de ônibus, atravessar ruas, e em certos casos a claridade, tanto o excesso quanto a falta dela nos prejudica ainda mais. Profundidade e lateralidade são coisas que muitos de nós com baixa visão sequer conhecem. Ou seja, nossa vida não é fácil, mas todos os dias, estamos nas ruas, frequentando escolas que na maioria das vezes não estão preparadas para nos receber, estamos trabalhando utilizando recursos nem sempre adequados.
Por que a Bengala Verde?
Somos repetidamente confundidos com pessoas cegas, quando fazemos uso da bengala branca que nos auxilia muito na locomoção, ou com alguém com problemas mentais por demorarmos um pouco a mais para tomarmos decisões sobre que alimento pegar na fila do quilo, por exemplo. E pior de tudo, quando usamos a bengala,e utilizamos transporte coletivo o que é a nossa realidade diária e somos contemplados com o uso do banco preferencial par o qual temos o direito garantido, mas depois tiramos de nossos bolsos ou bolsas um celular ou livro e resolvemos usa-los porque nosso resíduo visual nos permite que usemos. Daí, prepare-se para tentar explicar a quem lhe cedeu o assento e aos que estão ao redor que você não é uma pessoa de mau caráter, tentando se passar por cego, mas sim uma pessoa com baixa visão, já que nossos olhos podem não aparentar ter qualquer problema .
E, é por estas e muitas outras razões que estamos lançando a Campanha Bengala Verde, onde as pessoas com baixa visão passarão a utilizar bengalas na cor verde o que nos diferenciará dos cegos.
Através de uma campanha maciça junto à sociedade, esperamos conscientizar o povo sobre nossa existência, importância produtiva, nossos deveres e principalmente nossos direitos.
Participe! Divulgue nossa causa.
Grupo Retina São Paulo
www.retinasp.org.br/bengalaverd
Assinar:
Postagens (Atom)