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sexta-feira, 20 de março de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Homem com retinose pigmemtar encherga sua mulher depois de 10 anos.
Olho biónico permite uma Um homem enxergar SUA mulher Pela 1ª vez EM 10 Anos
O americano Allen Zderad, 68, voltou a enxergar Graças à Implantação de Uma Tecnologia Semelhante a hum olho biónico.
O sistema - Chamado Segunda Visão - permitiu uma Zderad enxergar Formas, discernir silhuetas Humanas e inclusive enxergar Seu Proprio Reflexo n'uma superficie de Vidro.
A Emoção maior, porem, Véio nenhum momento em Que ELE conseguiu enxergar SUA mulher Pela Primeira vez em Mais de dez ano.
Ha Quase 20 anos, Allen Zderad foi diagnosticado com hum Doença ocular degenerativa, Chamada retinite pigmentosa, that NÃO possui Tratamento NEM cura, informou a Clínica Mayo. Nos Últimos dez anos, de ele há havia perdido Praticamente uma Visão.
He decidiu ENTÃO Participar dos testes com o novo Sistema. A clínica gravou vídeo hum Que registra a Emoção de Zderad Ao mulher registrar SUA.
"Ainda E básico, mas de e Significativo", afirmou Ao final, fazer teste. "Vai funcionar."
De a Acordo com o oftamologista Raymond Iezzi Jr., Pesquisador da Clínica Maio, ELE estava Desenvolvendo o Sistema Segunda Visão Argus II, Quando conheceu Zderad. Com Uma Família grande, incluíndo dez netos, ELE era o Candidato ideal Pará se submétrico Ao implante.
Iezzi instalou 60 Eletrodos no olho de Zderad, that interagem com Uma Câmera Instalada em SEUS óculos e com o microcomputador that enviar como INFORMAÇÕES AOS Eletrodos implantados na retina. De la, OS Sinais voltam Pará o nervo ótico, explicou o Pesquisador.
"É Incrível Pará uma Família. E tambem nao Comum Que hum Cientista consiga aplicar OS Resultados de Seu Trabalho de Tantos anos Para Ajudar hum Paciente. E Muito Especial", Disse.
Zderad AINDA Não É Capaz de enxergar com Detalhes OS Rostos uma Seu Redor, mas ELE Vê Formas e silhuetas. O Que Já e Mais do Que mulher Suficiente parágrafo reconhecer sua, Carmen. "Fácil de Liberdade de Informação", Disse Allen. "Ela e um Mais Bonita da sala".
Fonte : http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2015/02/23/olho-bionico-permite-a-um-homem-enxergar-sua-mulher-pela-1-vez-em-10-anos.htm
Chip em teste promete fazer cegos voltarem a enxergar.
Chip em teste promete fazer cegos voltarem a enxergar
Um chip milimétrico com propriedades similares às de um painel de energia solar poderá devolver a visão a pessoas com problemas de retina, a membrana que fica no fundo dos olhos e é responsável por captar a luz. A técnica teve sucesso com ratos e deve ser testada em humanos dentro de um ano. Desenvolvido pela Universidade Stanford, da Califórnia, o método foi apresentar no encontro da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), em San Jose. Daniel Palanker, criador da tecnologia, já licenciou sua ideia para a empresa francesa Pixium Vision. O dispositivo é voltado sobretudo a pessoas que sofrem de degeneração macular –uma doença relativamente comum em idosos– causada por morte de células receptoras de luz da retina. Como essas células fotorreceptoras são parte do sistema nervoso, que não se regenera facilmente, a esperança de cura por medicamentos é virtualmente nula. Alex Argozino
A ideia foi substituir as células por pequenos chips de 2 mm, feitos de material similar ao que existe em painéis solares. Quando recebem luz, eles emitem impulsos elétricos que estimulam terminações nervosas da retina e levam informação visual ao cérebro. Esse tipo de técnica vem sendo desenvolvida por vários grupos de pesquisa há mais de duas décadas, mas vinha esbarrando em problemas como falta de resolução e dificuldade de implante. Desde 2013, a empresa Second Sight já vende um tipo de retina artificial, mas o aparelho gera uma visão de baixa precisão –próxima ao limiar pelo qual oftalmólogos consideram alguém cego. Além disso, requer que um cabo entre pela lateral do olho e vá até a retina. O dispositivo criado agora por Palanker não requer cabos, incisões ou perfurações. A própria luz que incide no chip implantado na retina gera a eletricidade que é transmitida aos neurônios visuais. O único problema é que, para conseguir essa geração de energia, é preciso uma quantidade muito grande de luz, e os objetos que enxergamos no dia a dia não estão suficientemente iluminados. O cientista contornou o problema criando um óculos com uma câmera no centro, que projeta as imagens em dois painéis de alto brilho na frente dos olhos. Essas pequenas telas, porém, só emitem luz infravermelha: invisível ao olho humano comum, mas captada pelo chip de Palanker. Para instalar o dispositivo sob a retina, o cientista usa apenas uma agulha especial. Os aparelhos que serão testados no ano que vem pela Pixium possuem 65 micrômetros de largura, uma resolução ainda baixa comparada ao tamanho das células fotorreceptoras naturais do olho humano, com 5 micrômetros. "Mas nós já estamos conseguindo produzir chips com pixels de 40 micrômetros", disse Palanker à Folha. "Essa diminuição em tese seria capaz de dar aos pacientes uma resolução suficiente para reconhecer faces e ler livros."
Fonte :
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/02/1589884-chip-em-teste-promete-fazer-cegos-voltarem-a-enxergar.shtml?mobile
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Medicamentos não indicados para portadores de retinose pigmentar.
Remédios não recomendados para afetados com retinose pigmentar, podem acelerar a degeneração, sempre é recomendado conversar com o seu médico o uso.
- Inibidores da 5-fosfodiesterasa – usados com a disfunção erétil, como o VIAGRA
- Isotretinoína e outros retinoicos.
- Fármacos antipsicóticos
- Antihistamínicos que contenham fenotiazinas.
- Antiepilépticos, como a VIGABATRINA.
- Antimaláricos, como a AMINOQUINOLINA.
- Antagonistas dos receptores estrogênicos, como o TAMOXIFENO.
- HIDROXICLOROQUINA, usadas somente em altas doses, indicada para o tratamento do Lupus Eritematoso Sistêmico e para a Artrite Reumatoide.
- ETAMBUTOL, para tratamento de tuberculose.
- LINEZOLID, como antibiótico.
- AMIODARONA, usada para tratamento das arritmias cardíacas.
- ANTIDEPRESSIVOS, como os tricíclicos e inibidores seletivos da receptação de cerotonina.
- AGONISTAS BETA 2 ADRENÉÍRGICOS: indicados para o tratamento de asma e o EPOC, enfermidade pulmonar obstrutiva crônica e o Salbutamol.
Fonte:http://www.retinainformativa.com.br/medicamentos-nao-indicados-para-portadores-de-retinose-pigmentar/
- Inibidores da 5-fosfodiesterasa – usados com a disfunção erétil, como o VIAGRA
- Isotretinoína e outros retinoicos.
- Fármacos antipsicóticos
- Antihistamínicos que contenham fenotiazinas.
- Antiepilépticos, como a VIGABATRINA.
- Antimaláricos, como a AMINOQUINOLINA.
- Antagonistas dos receptores estrogênicos, como o TAMOXIFENO.
- HIDROXICLOROQUINA, usadas somente em altas doses, indicada para o tratamento do Lupus Eritematoso Sistêmico e para a Artrite Reumatoide.
- ETAMBUTOL, para tratamento de tuberculose.
- LINEZOLID, como antibiótico.
- AMIODARONA, usada para tratamento das arritmias cardíacas.
- ANTIDEPRESSIVOS, como os tricíclicos e inibidores seletivos da receptação de cerotonina.
- AGONISTAS BETA 2 ADRENÉÍRGICOS: indicados para o tratamento de asma e o EPOC, enfermidade pulmonar obstrutiva crônica e o Salbutamol.
Fonte:http://www.retinainformativa.com.br/medicamentos-nao-indicados-para-portadores-de-retinose-pigmentar/
domingo, 1 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Chegamos a marca de 100 mil acessos!
O blog Retinose Pigmentar Noticias acaba de chegar na marca de mais de 100 mil acessos, e este dado revela uma grande conquista alcançado por este espaço, pois fomenta ainda mais a necessidade de mantê-lo vivo.
Em números, temos registrado centenas de acessos diários, resultando em milhares de visitantes mensais Gostaria, então, de dizer meu muito OBRIGADO a todos e todas que têm contribuído para este crescimento, quer seja por meio das visitas, quer seja por mensagens de apoio enviadas por e-mail e Facebook. Este retorno é muito gratificante para estimular a disseminação de informações do universo da Retinose pigmentar.
Um abraço,
Obs:Descrição da imagem acima:imagem com fundo preto e com letras e números branco escrito a seguinte mensagem:100.000 acessos obrigado!!
Por:Paulo Ricardo
Em números, temos registrado centenas de acessos diários, resultando em milhares de visitantes mensais Gostaria, então, de dizer meu muito OBRIGADO a todos e todas que têm contribuído para este crescimento, quer seja por meio das visitas, quer seja por mensagens de apoio enviadas por e-mail e Facebook. Este retorno é muito gratificante para estimular a disseminação de informações do universo da Retinose pigmentar.
Um abraço,
Obs:Descrição da imagem acima:imagem com fundo preto e com letras e números branco escrito a seguinte mensagem:100.000 acessos obrigado!!
Por:Paulo Ricardo
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Maconha pode atrasar a degeneração da retina, de acordo com um novo estudo.
Observação: Lembrando que é apena uma suposta pesquisa e particularmente não sei afirmar se esta fonte é confiável, mas achei interessante e compartilho com vocês.
Um estudo publicado na edição deste mês da revista experimental eye research, e publicado enlínea Pelo instituto nacional de saúde, foi encontrado que os canabinóides - compostos que se encontram ojodeforma Natural no cannabis - pode atrasar a degeneração da retina em pacientes com retinitis pigmentoso, unaenfermedad Ocular que frequentemente provoca cegueira.
' os canabinóides se demonstrou que exercem efeitos neuroprotectores em diferentes tipos de insultos neurais', Começa resumo do estudo. Segundo os investigadores, o objectivo do estudo é abordar o potencial dos canabinóides theraputic' em ladegeneración Dos fotorreceptores, a conectividade sináptica e a actividade funcional da retina na rato p23h transgénico, Um modelo animal para autosómica dominante retinitis pigmentoso ( rp ).'
Os pesquisadores descobriram que ;' estes resultados indicam que hu210 [ um cannabinoide sintético ] conserva a estructuray Função de cone e o estribo, juntamente com os seus contactos com os neurônios postsinápticas, em ratasp23h .'
Chegam à conclusão ;' estes dados sugerem que os canabinóides são potencialmente úteis para atrasar a degeneraciónde A retina em pacientes com rp.'
O estudo foi realizado por investigadores do departamento de fisiologia da universidade de alicante.
Fonte:- thejointblog
http://thejointblog.com/cannabis-may-delay-retinal-degener…/
Um estudo publicado na edição deste mês da revista experimental eye research, e publicado enlínea Pelo instituto nacional de saúde, foi encontrado que os canabinóides - compostos que se encontram ojodeforma Natural no cannabis - pode atrasar a degeneração da retina em pacientes com retinitis pigmentoso, unaenfermedad Ocular que frequentemente provoca cegueira.
' os canabinóides se demonstrou que exercem efeitos neuroprotectores em diferentes tipos de insultos neurais', Começa resumo do estudo. Segundo os investigadores, o objectivo do estudo é abordar o potencial dos canabinóides theraputic' em ladegeneración Dos fotorreceptores, a conectividade sináptica e a actividade funcional da retina na rato p23h transgénico, Um modelo animal para autosómica dominante retinitis pigmentoso ( rp ).'
Os pesquisadores descobriram que ;' estes resultados indicam que hu210 [ um cannabinoide sintético ] conserva a estructuray Função de cone e o estribo, juntamente com os seus contactos com os neurônios postsinápticas, em ratasp23h .'
Chegam à conclusão ;' estes dados sugerem que os canabinóides são potencialmente úteis para atrasar a degeneraciónde A retina em pacientes com rp.'
O estudo foi realizado por investigadores do departamento de fisiologia da universidade de alicante.
Fonte:- thejointblog
http://thejointblog.com/cannabis-may-delay-retinal-degener…/
domingo, 18 de janeiro de 2015
Lucas Radaelli: Da deficiência visual ao trabalho com programação na Google
Conheça a história de superação do brasileiro que se tornou Engenheiro de Search Quality da Google e como ele faz para programar!
Lucas Radaelli é engenheiro de Search Quality da Google em Belo Horizonte, ou seja, seu trabalho junto com outros desenvolvedores é tornar diariamente a busca do Google melhor do que ela é! E o mais bacana de tudo isso não é apenas o que o Lucas faz, mas sim quem ele é e sua história de vida! Neste artigo vamos conhecer tudo isso e como ele fez para programar na Google!
Lucas é deficiente visual, nasceu cego do olho esquerdo e perdeu a visão do direito quando tinha 4 anos de idade, consequencias da doença genética Síndrome de Norrie. Aos 21 anos se formou em Ciências da Computação na Universidade Federal do Paraná, chegou ainda a fazer intercâmbio na Alemanha sozinho, proferiu diversas palestras, sempre está participando de podcast e profissionalmente deu consultorias na área de acessibilidade e usabilidade. Lucas Radaelli se define como “leitor compulsivo, projeto de escritor” e, como citado no início desse post, atualmente trabalha na Google programando e melhorando o buscador mais usado no mundo!
Podemos imaginar toda a superação e empenho que o Lucas Radaelli tem e teve para chegar a todos esses resultados! E afinal, como ele faz para programar?
veja no video.
Fonte:http://inspiradanacomputacao.com/lucas-radaelli-da-deficiencia-visual-ao-trabalho-com-programacao-na-google-2/
Lucas Radaelli é engenheiro de Search Quality da Google em Belo Horizonte, ou seja, seu trabalho junto com outros desenvolvedores é tornar diariamente a busca do Google melhor do que ela é! E o mais bacana de tudo isso não é apenas o que o Lucas faz, mas sim quem ele é e sua história de vida! Neste artigo vamos conhecer tudo isso e como ele fez para programar na Google!
Lucas é deficiente visual, nasceu cego do olho esquerdo e perdeu a visão do direito quando tinha 4 anos de idade, consequencias da doença genética Síndrome de Norrie. Aos 21 anos se formou em Ciências da Computação na Universidade Federal do Paraná, chegou ainda a fazer intercâmbio na Alemanha sozinho, proferiu diversas palestras, sempre está participando de podcast e profissionalmente deu consultorias na área de acessibilidade e usabilidade. Lucas Radaelli se define como “leitor compulsivo, projeto de escritor” e, como citado no início desse post, atualmente trabalha na Google programando e melhorando o buscador mais usado no mundo!
Podemos imaginar toda a superação e empenho que o Lucas Radaelli tem e teve para chegar a todos esses resultados! E afinal, como ele faz para programar?
veja no video.
Fonte:http://inspiradanacomputacao.com/lucas-radaelli-da-deficiencia-visual-ao-trabalho-com-programacao-na-google-2/
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Sensor de som criado por brasileiros ajuda pessoas com deficiência visual
Por meio de avisos sonoros, protótipo desenvolvido por pesquisadores brasileiros tem como objetivo dar mais autonomia à portadores de deficiência visual.
Para auxiliar a realização das atividades diárias de pessoas com deficiência visual, pesquisadores do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAP-SoL), sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolveram um protótipo de sistema que permite ao usuário fazer a identificação de obstáculo e ambiente por intermédio do som. O programa computacional denominado GuideMe funciona em um dispositivo pequeno, ajustável à roupa e utiliza processamento de imagem e localização através do eco para reconhecer o ambiente. O protótipo desenvolvido alcançou o primeiro lugar no II Concurso Intel de Sistemas Embarcados realizado durante o IV Simpósio Brasileiro de Engenharia de Sistemas Computacionais (SBESC), que aconteceu de 4 a 7 de novembro, em Manaus (AM).
A equipe de pesquisa é formada pelos doutorandos do programa de pós-graduação em Ciências de Computação e Matemática Computacional (PPG-CCMC) Renê de Souza, Heitor Freitas e Luiz Nunes, com a coordenação do professor Francisco Monaco, do Laboratório de Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente do Departamento de Sistemas de Computação, todos do ICMC. O sistema, por meio de fones de ouvido, estabelece comunicação com o usuário tanto verbalmente, com o uso de um sintetizador de voz, quanto por meio de sons tridimensionais.
“Imagine o deficiente visual aproximando-se de um balcão para pedir informações; se não houver ninguém para atendê-lo, o sistema diz: “ninguém à vista”. Em outra situação, podemos imaginar o deficiente visual procurando por uma pessoa conhecida em um local público; caso a pessoa seja detectada pela câmera, o sistema aponta para a aproximação dela e pode, inclusive, guiar o usuário até o seu amigo”, explica o professor Monaco.
O professor menciona ainda que, em uma situação na qual o usuário caminhe por um corredor, em linha reta, ele deve ouvir um som (suave) que pareça vir de sua frente. Caso o usuário ande em direção a uma das paredes, o som modifica sua direção e passa a ser ouvido como se viesse do lado da parede. Assim, o usuário pode utilizar essa dica sonora para conhecer a geometria do ambiente e corrigir seus passos.
Visão computacional
O sistema explora duas técnicas inovadoras. Uma é baseada em visão computacional que utiliza um webcam convencional e algoritmos de processamento de imagem para detectar a presença de pessoas e identificar rostos conhecidos. A outra técnica é apoiada em psicoacústica (estudo da relação entre estímulos sonoros e suas sensações decorrentes) e utiliza sensores de ultrassom para localizar obstáculos. Porém, em vez de emitir bipes, como sensores de estacionamento utilizados em veículos, por meio de um algoritmo de geração de áudio 3D, o dispositivo produz um som que aparenta surgir da direção e da distância em que está o obstáculo.
O GuideMe utiliza conceitos de wearable computing (tecnologia portátil como peça de vestuário) e sensor fusion (geração de informação combinando múltiplos sensores) e em sua especificação completa, utilizará sensor GPS, bússola e conexão wireless para prover auxílio à locomoção em áreas abertas. O objetivo inicial do projeto foi de aperfeiçoar os algoritmos que utilizam processamento espacial e de imagem. O protótipo atual foi produzido em um equipamento de hardware fornecido pela empresa de tecnologia Intel.
“Pretendemos migrar para um hardware menor, mais leve e com maior eficiência energética, para que possa ser utilizado por mais tempo com auxílio de bateria. Em longo prazo, pretendemos aprimorar a utilidade do dispositivo a partir da avaliação dos usuários”, explica Monaco. Durante o desenvolvimento a equipe fez testes preliminares utilizando o sistema para guiar-se em corredores com outras pessoas presentes. As funções do dispositivo foram executadas como o esperado. O próximo passo é realizar testes em pessoas com deficiência visual. O programa que foi desenvolvido em software livre será disponibilizado para a sociedade.
“Todas as especificações, artefatos de software e aplicações são livres para beneficiar a população e, sobretudo, às pessoas que possam fazer uso do sistema. Acreditamos nos conceitos de free open source software (software livre e de código aberto) e de free open source hardware (hardware livre de projeto livre e aberto) como facilitadores para que a pesquisa possa virar produto, este evolua livremente e chegue às pessoas a custos acessíveis”, complementa o professor “O sistema de orientação psicoacústico utilizado é baseado em técnicas de processamento de áudio tridimensional estudados por pesquisadores na Alemanha. Em conjunto, pretendemos intensificar as pesquisas”, planeja Monaco.
O II Concurso Intel de Sistemas Embarcados é destinado a estudantes de graduação e pós-graduação e tem a intenção de promover o desenvolvimento de sistemas inteligentes e inovadores com base em tecnologia embarcada. A equipe fará uma visita técnica ao laboratório da Intel nos Estados Unidos, como parte da premiação, e integrará o programa Intel Developer Forum, além de estar pré-classificada para a edição de 2015. A proposta apresentada para o concurso foi uma das aprovadas que recebeu uma placa de desenvolvimento (hardware) para produzir um protótipo em três meses. Além da continuidade do projeto, a equipe visa a investir em pesquisa na área de acessibilidade.
fonte:https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/
Para auxiliar a realização das atividades diárias de pessoas com deficiência visual, pesquisadores do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAP-SoL), sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolveram um protótipo de sistema que permite ao usuário fazer a identificação de obstáculo e ambiente por intermédio do som. O programa computacional denominado GuideMe funciona em um dispositivo pequeno, ajustável à roupa e utiliza processamento de imagem e localização através do eco para reconhecer o ambiente. O protótipo desenvolvido alcançou o primeiro lugar no II Concurso Intel de Sistemas Embarcados realizado durante o IV Simpósio Brasileiro de Engenharia de Sistemas Computacionais (SBESC), que aconteceu de 4 a 7 de novembro, em Manaus (AM).
A equipe de pesquisa é formada pelos doutorandos do programa de pós-graduação em Ciências de Computação e Matemática Computacional (PPG-CCMC) Renê de Souza, Heitor Freitas e Luiz Nunes, com a coordenação do professor Francisco Monaco, do Laboratório de Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente do Departamento de Sistemas de Computação, todos do ICMC. O sistema, por meio de fones de ouvido, estabelece comunicação com o usuário tanto verbalmente, com o uso de um sintetizador de voz, quanto por meio de sons tridimensionais.
“Imagine o deficiente visual aproximando-se de um balcão para pedir informações; se não houver ninguém para atendê-lo, o sistema diz: “ninguém à vista”. Em outra situação, podemos imaginar o deficiente visual procurando por uma pessoa conhecida em um local público; caso a pessoa seja detectada pela câmera, o sistema aponta para a aproximação dela e pode, inclusive, guiar o usuário até o seu amigo”, explica o professor Monaco.
O professor menciona ainda que, em uma situação na qual o usuário caminhe por um corredor, em linha reta, ele deve ouvir um som (suave) que pareça vir de sua frente. Caso o usuário ande em direção a uma das paredes, o som modifica sua direção e passa a ser ouvido como se viesse do lado da parede. Assim, o usuário pode utilizar essa dica sonora para conhecer a geometria do ambiente e corrigir seus passos.
Visão computacional
O sistema explora duas técnicas inovadoras. Uma é baseada em visão computacional que utiliza um webcam convencional e algoritmos de processamento de imagem para detectar a presença de pessoas e identificar rostos conhecidos. A outra técnica é apoiada em psicoacústica (estudo da relação entre estímulos sonoros e suas sensações decorrentes) e utiliza sensores de ultrassom para localizar obstáculos. Porém, em vez de emitir bipes, como sensores de estacionamento utilizados em veículos, por meio de um algoritmo de geração de áudio 3D, o dispositivo produz um som que aparenta surgir da direção e da distância em que está o obstáculo.
O GuideMe utiliza conceitos de wearable computing (tecnologia portátil como peça de vestuário) e sensor fusion (geração de informação combinando múltiplos sensores) e em sua especificação completa, utilizará sensor GPS, bússola e conexão wireless para prover auxílio à locomoção em áreas abertas. O objetivo inicial do projeto foi de aperfeiçoar os algoritmos que utilizam processamento espacial e de imagem. O protótipo atual foi produzido em um equipamento de hardware fornecido pela empresa de tecnologia Intel.
“Pretendemos migrar para um hardware menor, mais leve e com maior eficiência energética, para que possa ser utilizado por mais tempo com auxílio de bateria. Em longo prazo, pretendemos aprimorar a utilidade do dispositivo a partir da avaliação dos usuários”, explica Monaco. Durante o desenvolvimento a equipe fez testes preliminares utilizando o sistema para guiar-se em corredores com outras pessoas presentes. As funções do dispositivo foram executadas como o esperado. O próximo passo é realizar testes em pessoas com deficiência visual. O programa que foi desenvolvido em software livre será disponibilizado para a sociedade.
“Todas as especificações, artefatos de software e aplicações são livres para beneficiar a população e, sobretudo, às pessoas que possam fazer uso do sistema. Acreditamos nos conceitos de free open source software (software livre e de código aberto) e de free open source hardware (hardware livre de projeto livre e aberto) como facilitadores para que a pesquisa possa virar produto, este evolua livremente e chegue às pessoas a custos acessíveis”, complementa o professor “O sistema de orientação psicoacústico utilizado é baseado em técnicas de processamento de áudio tridimensional estudados por pesquisadores na Alemanha. Em conjunto, pretendemos intensificar as pesquisas”, planeja Monaco.
O II Concurso Intel de Sistemas Embarcados é destinado a estudantes de graduação e pós-graduação e tem a intenção de promover o desenvolvimento de sistemas inteligentes e inovadores com base em tecnologia embarcada. A equipe fará uma visita técnica ao laboratório da Intel nos Estados Unidos, como parte da premiação, e integrará o programa Intel Developer Forum, além de estar pré-classificada para a edição de 2015. A proposta apresentada para o concurso foi uma das aprovadas que recebeu uma placa de desenvolvimento (hardware) para produzir um protótipo em três meses. Além da continuidade do projeto, a equipe visa a investir em pesquisa na área de acessibilidade.
fonte:https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/
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