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segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Ex-prefeito de São Francisco no EUA luta contra a retinose pigmentar.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Chegamos a marca de mais de 200 mil acessos.
Prezadíssimos amigos e leitores, escrevo hoje somente para agradecer. O blog Retinose pigmentar notícias ultrapassou hoje a marca de 200 mil acessos. Agradeço a todos pela visita e seus comentários, isso nos motiva a manter a página sempre atualizada com novas informações. Quero, assim, finalizar com um agradecimento sincero a vocês, caros leitores, amigo virtual ou real, etc. Sem você não haveria porque manter este espaço, nem porque dedicar boa parte do meu tempo atualizando esta página com novas notícias.
Permaneço aberto às críticas, sugestões e contribuições. Sua opinião é muito importante.
Um forte abraço a todos!
Paulo Ricardo
domingo, 30 de outubro de 2016
Maconha pode trazer benefícios para Retinose pigmentar, glaucoma e outras doenças da retina.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
em 2017 , primeira terapia genética para curar a cegueira de distrofias de retina.
Em 2017, Gene Therapy pode permitir-nos para reverter a cegueira
em Breve
Uma terapia de gene que pode ser capaz de inverter a cegueira causada pela genética está na sua fase final de aprovação da FDA.
A terapia genética é uma nova opção emocionante na medicina que ainda tem alguns obstáculos significativos a superar na busca para provar a si mesmo.
Correção de olho
A primeira terapia genética para curar a cegueira de distrofias de retina tem sido desenvolvido, e é esperado para chegar ao mercado já no próximo ano.
Spark Therapeutics, uma empresa farmacêutica com sede em Filadélfia, fez o anúncio de lançamento da SPK-RPE65 do próximo ano. É uma terapia genética que tem como alvo a mutação hereditária que causa cegueira. Ele funciona através da injeção de novas células que irão corrigir a retina mutação genética. Ele será capaz de lidar com as muitas cepas de distrofias hereditárias de retina. SPK-RPE65 é administrado em um procedimento de anestesia cirúrgica de 45 minutos, e eles alegam que as melhorias na visão de manifesto dentro de trinta dias.
Katherine High, co-fundador da Spark, informou que a empresa irá completar a sua aplicação para os EUA Food and Drug Administration para o tratamento no início de 2017.
desenvolvimento contínuo
terapias genéticas semelhantes, Strimvelis e Glybera, já estão fora da Europa. Glybera empurrou para a aprovação da FDA, bem como, mas a aplicação foi lançada sobre um pedido de mais ensaios clínicos para provar a sua eficácia.
A terapia genética ainda é, em certa medida, envolta em controvérsia após a morte de um homem de 18 anos, que foram submetidos a tratamento para uma doença metabólica hereditária em 1999. O paciente morreu de uma reação imunológica grave à terapia genética. Alta insiste que faísca tem resolvido esses problemas com SPK-RPE65. Ela disse que os fracassos anteriores ocorreu por causa da modelagem insuficiente através de testes em animais, com o qual Spark foi completa.
Alguns médicos especialistas afirmam que é a idade de terapia genética, mas há apenas alguns medicamentos e tratamentos que estão perto de aprovação, Spark entre eles. Alta fez dizer que Spark é completamente com testes clínicos, indicando a confiança da empresa na sua aplicação.
A empresa apresentou o sucesso da terapia SPK-RPE65 na reunião anual da Academia Americana de Oftalmologia do. Dentre 29 pacientes virtualmente cegas, 27 experimentaram um aumento em função da visão. De acordo com o Spark, não foram observados efeitos colaterais adversos nos pacientes.
A terapia genética é um campo médico que continua a amadurecer, e estamos vendo resultados positivos que vai melhorar muito a vida. Parece que há mais deste tipo de tratamento para vir em breve.
Fonte:http://futurism.com/by-2017-gene-therapy-could-allow-us-to-reverse-blindness/
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Novo laser permite tratar doenças da retina sem dor e com total precisão
doenças da retina são as principais causas da perda irreversível da visão. Além disto, tratamentos convencionais, que em boa parte dos casos provocam uma série de incômodos e dor, dificultam a aderência ao tratamento e, por conseguinte, a manutenção da boa qualidade visual.A aplicação de uma nova modalidade de laser, intitulada laser de micropulso amarelo, surge como boa notícia para pôr fim a muitas dessas situações. A técnica tem como principais características o fato de ser indolor, rápido e preciso. O equipamento está na rotina de poucos centros oftalmológicos do país, entre eles o Hospital de Olhos do Paraná.
O médico Carlos Augusto Moreira Júnior, chefe do Serviço de Retina do Hospital de Olhos do Paraná, explica que o laser de micropulso amarelo é um dos principais avanços recentes da oftalmologia, comparável ao advento do laser na remoção da catarata.
O equipamento identifica e trata lesões da nas estruturas mais profundas da retina, por meio de fotoestimulação, através de impulsos de microssegundos. A temperatura da retina não é elevada, tornando o procedimento mais seguro, evitando cicatrizes, "o que não se conseguia pelas formas convencionais", de acordo com Moreira Júnior.
O laser de micropulso amarelo aumenta o espectro de indicações para uma gama importante de doenças. Entre os exemplos, estão a retinopatia diabética, edema da mácula e retinopatia serosa central. Diabéticos, portadores de hipertensos e altos míopes são os principais beneficiários da tecnologia.
DINO
Fonte:https://noticias.terra.com.br/dino/novo-laser-permite-tratar-doencas-da-retina-sem-dor-e-com-total-precisao,915c34fe042b0b86ffe174ebfc6cc8a19s3n79zs.html
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Colírio desenvolvido na Unicamp pode salvar a visão de diabéticos
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Conheça Retinose pigmentar, doença que cegou o maior fenômeno do paratletismo mundial
Fenômeno do esporte mundial, com três ouros conquistados em Jogos Paralímpicos, a velocista mineira Terezinha Guilhermina nasceu no final da década de 1970 sem portar qualquer deficiência. No entanto, repentinamente, na adolescência, passou a ter problemas para enxergar – condição que piorou rapidamente. Quando, aos 16 anos, foi diagnosticada com retinose pigmentar, uma doença congênita que afeta a retina, já havia perdido mais de 95% da visão.
A retinose pigmentar é uma doença hereditária que causa a degeneração da retina, fazendo o paciente perder a visão progressivamente devido à morte dos cones e bastonetes, células responsáveis por receber a luz do meio externo e enviá-la ao cérebro, formando uma imagem.
“No final da infância, a criança começa a reclamar que não está conseguindo enxergar direito. Quando chega à adolescência, a pessoa passa a reclamar também de perda do campo de visão – não consegue mais perceber o que está em volta. Após essa fase, a visão vai 'baixando' cada vez mais”, explica o oftalmologista Marcelo Cavalcante, do Hopital São Camilo.
Os sintomas podem ser mais ou menos agressivos, variando de pessoa para pessoa. A degeneração pode avançar até a cegueira, como no caso de Terezinha, mas nem sempre isso acontece. Como é uma doença hereditária, que ocorre quando os pais têm os genes da doença – e não necessariamente a doença –, a mineira não foi a única a receber o material genético defeituoso: outros quatro irmãos têm a deficiência.
Retinose pigmentar causa a morte das células responsáveis por receber a luz do meio externo e enviá-la ao cérebro
Pixabay
Retinose pigmentar causa a morte das células responsáveis por receber a luz do meio externo e enviá-la ao cérebro
Ainda não existe um tratamento específico para reverter o problema, mas há como cuidar das complicações causadas pela retinose, como catarata e inchaço da retina. “Há estudos para tentar evitar que as células sejam destruídas, além de um chip da retina, que é o chamado olho biônico", afirma o oftalmologista. "Ele é aconselhado para quem já ficou cego. É colocado em cima da retina e, quando a luz incide no mecanismo, consegue transformar em impulso nervoso para enviá-lo ao cérebro. Só que a imagem criada ainda é muito simples."
De acordo com Cavalcante, pacientes com a doença degenerativa costumam aceitar melhor a cegueira ou a baixa visão do que aqueles que ficam cegos subitamente, já que é possível ir aos poucos se adaptando às atividades do dia a dia. Tablets, por exemplo, devido à opção de aumentar e diminuir imagens, podem ser usados para leitura e outras atividades. Aqueles que também desenvolvem fotofobia, uma aversão à luz, têm a oportunidade de usar óculos com lentes mais escuras. “O paciente precisa ser treinado para usar a visão que tem.”
Foi o que fez Terezinha Guilhermina. Nascida em Betim, Minas Gerais, em 3 de outubro de 1978, e diagnosticada com retinose pigmentar, ela hoje coleciona recordes mundiais nas provas de 100m, 200m, 400m e revezamento 4x400. E pode se vangloriar de ser um dos maiores nomes do esporte paralímpico mundial.
Fonte:http://saude.ig.com.br/2016-09-08/retinose-pigmentar-terezinha.html