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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Usando o aplicativo Uber com acessibilidade no iphone.

Clique aqui e assista o vídeo.

Antes de começar eu quero deixar aqui um cupom de desconto para futuros usuários do aplicativo Uber, ou você que já tem o aplicativo instalado e ainda não fez a sua primeira viagem. O que você acha de ganhar 20 reais de desconto em suas 2 primeiras viagem com a Uber? Para isso é bem simples basta você cadastrar em seu aplicativo o seguinte código (q7nfan5jue).
O aplicativo Uber pode ser baixado no Androide, no iOS podendo ser utilizado em qualquer cidade que tenha disponibilidade dos serviços do Uber.
O uber aceita pagamentos em dinheiro,mas você também pode cadastrar o seu cartão de crédito ou débito e a corrida é debitada diretamente no cartão.
Os preços do Uber são bem mais baratos se comparado com o preço de táxis convencionais. E Com o código promocional (q7nfan5jue), a sua primeira corrida ainda tem um bom desconto.

Para usar o leitor de telas do iPhone o VoiceOver,no aplicativo da uber  basta seguir o passo a passo abaixo.

PARA ABRIR O APLICATIVO DA UBER:- Passe o dedo até ouvir o anúncio do aplicativo da Uber. Toque duas vezes para abrir ou diga à Siri para “Iniciar Uber”.COMO DEFINIR SEU LOCAL DE PARTIDA:- Com o app aberto, passe o dedo até o item “Local de partida”. Se você já estiver no local desejado, passe o dedo uma vez para a direita para usá-lo como local de partida. Caso queira mudar o local de partida, toque duas vezes nele e use o teclado virtual para inserir o local ou o endereço onde quiser embarcar. Confirme se esse é o local exato que você quer antes de selecioná-lo na lista no topo da tela.
- Quando tiver escolhido o local desejado, toque duas vezes no botão “Definir local de partida” e você será direcionado para a tela de confirmação. Confirme se os detalhes da local estão corretos e se o cartão de crédito que deseja usar está selecionado. Adicione o endereço de destino da mesma maneira que você selecionou seu local de partida. Caso receba um pop-up de preço dinâmico, você pode cancelar, pedir que seja notificado quando terminar ou aceitar o preço mais alto. Se aceitar, é possível que seja direcionado para uma tela com um teclado numérico, onde deverá inserir os dois dígitos do preço dinâmico, tais como 2 1 para 2,1 vezes o preço normal. Finalmente você deverá então selecionar o botão de confirmação para solicitar a viagem com o Uber. Confirme antes de solicitar a viagem que o tipo de veículo selecionado é o que você quer.
PARA SELECIONAR UM VEÍCULO:- Na tela de solicitação, deslize e selecione um tipo de veículo.
- Se o botão selecionado exibir o tipo de veículo de sua escolha, toque duas vezes para ouvir o TEC (Tempo de chegada estimado), o preço mínimo e o número máximo de passageiros.
- Deslize para ouvir os preços. Estes preços podem refletir o multiplicador do preço dinâmico, caso esteja ativo.
PARTIDA:- Quando o motorista estiver a caminho, você poderá entrar em contato com ele pelo menu Opções de viagem, por meio de texto ou chamada. Embora tenha inserido um endereço, é recomendável enviar via texto alguns detalhes para ajudar o motorista a encontrá-lo.
- Você receberá uma notificação push informando que o motorista chegou. Se o VoiceOver estiver habilitado, essa notificação será lida em voz alta.
MENU AÇÕES DA VIAGEM:- Após o motorista ter sido atribuído, deslize para baixo para ouvir o nome dele, o preço e as informações do veículo.
- Deslize para o menu de ações da viagem para dividir a tarifa, compartilhar seu TEC com um amigo, entrar em contato com o motorista, alterar o método de pagamento ou cancelar a viagem.
COMO...:
- Dividir valor: toque no botão “Dividir valor”. Sua lista de contatos aparecerá e você poderá usar a Siri para ditar, ou digitar manualmente o nome de um amigo para dividir o valor.
- Compartilhar o TEC: toque no botão “Compartilhar TEC”. Insira o destino no campo de busca, usando a Siri para ditar ou digitando manualmente. O Uber criará uma nova mensagem de texto para que você envie a um amigo.
- Entrar em contato com o motorista: toque no botão “Entrar em contato com o motorista”. Deslize o botão até “Ligar para o motorista” ou “Enviar mensagem ao motorista” e toque duas vezes para prosseguir.
- Alterar pagamento: toque no botão “Alterar pagamento”. Deslize para baixo para selecionar o cartão de crédito correto a ser cobrado e toque duas vezes para confirmar. Para ativar e desativar os créditos Uber, toque duas vezes para deslizar a barra de créditos.
- Cancelar viagem: toque no botão “Cancelar viagem”. Deslize para “sim” ou “não” para confirmar que deseja cancelar a viagem. Tente não cancelar menos de 5 minutos antes do motorista chegar. Se fizer isso, talvez seja cobrado um preço mínimo, pois o motorista já estará a caminho. Toque duas vezes para prosseguir.
APÓS A VIAGEM:- Quando o motorista finalizar a viagem, aparecerá uma tela de avaliação onde você poderá avaliar o motorista em uma escala de uma a cinco estrelas. Toque duas vezes na quantidade de estrelas que desejar. Selecione o botão Comentários caso queira inserir qualquer comentário.
- Após adicionar seus comentários, deslize para cima para selecionar um tipo de problema. Finalmente, na tela de avaliação, pressione Enviar.


Fonte:https://help.uber.com/pt_BR/h/902465fa-f227-49f1-aee4-59940446e792

Novidades de alta tecnologia ajudam na luta contra a Retinose pigmentar e outras doenças da visão.

Em todo o planeta, 39 milhões de pessoas não conseguem enxergar. Cerca de 240 milhões enxergam mal. Mas as novas tecnologias prometes ajudar a combater esse mal. E muitos pacientes se beneficiam das técnicas usadas na medicina. Veja na reportagem!
CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR!

Fonte:http://noticias.r7.com/domingo-espetacular/videos/novidades-de-alta-tecnologia-ajudam-na-luta-contra-a-cegueira-13112016

domingo, 13 de novembro de 2016

Retinacomplex pode diminuir o avanço da retinose pigmentar.

Retinacomplex  
Há evidências de que os antioxidantes podem retardar o curso da degeneração retiniana em modelos animais de RP. 
Um ensaio clínico humano começou (2008) para estabelecer se Retinacomplex  tratamento irá retardar a taxa de degeneração retiniana em pacientes adultos com retinite pigmentosa (RP). Este julgamento está sendo conduzido em Espanha. 

Retinacomplex :  

1) A luteína e a zeaxantina - carotenóides normalmente presentes na retina e fotorreceptores ( cones e bastonetes ). Eles atuam como antioxidantes, absorvem luz UV e azul e neutralizam oxigênio reativo (forma tóxica de oxigênio). 
2) L-glutationa (GSH) - outro antioxidante importante já presente em todas as células da retina. 
3) Alpha-lipóico - antioxidante. 
4) polissacáridos de Lycium Barbarum Lynn (wolfberries) wolfberries, usado na China há milhares de anos para seu efeito benéfico relatada em muitos órgãos do corpo, incluindo os olhos. 

Os primeiros 12 meses do estudo foram agora concluídos com um total de 44 indivíduos com RP. 23 doentes receberam Retina complex e 21 indivíduos receberam um placebo (comprimidos aparecendo semelhantes sem ingredientes activos) durante 12 meses. Houve alguma evidência inicial sugerindo que Retina complex pode retardar a progressão da doença nos indivíduos tratados em comparação com aqueles que recebem apenas placebo (Setembro de 2009). 

Este estudo em curso foi alargado para investigar este possível efeito benéfico. Espera-se que este ensaio forneça evidências para ajudar a responder à questão de saber se esta ou outras preparações antioxidantes têm algum papel a desempenhar no tratamento da RP. 

Fonte :
http://www.rpfightingblindness.org.uk/index.php?tln=research&pageid=22
Créditos página doenças da visão.

sábado, 12 de novembro de 2016

Aos poucos vou perdendo minha visão

lendo o histórico de minhas publicações em uma página sobre Retinose pigmentar, me deparei com uma publicação minha de 2012, na ocasião eu estava falando da minha dificuldade de enxergar no celular. Então 4 anos se passaram e hoje eu não consigo ler mais nada na tela do aparelho, é inevitável não bater uma certa tristeza nestas horas. E ontem em uma consulta com meu oftalmologista só confirmou o quanto minha visão bem declinando, pois no teste na Tabela de Snellen em comparação ao ano passado minha visão caiu ainda mais, ano passado com uma certa  dificuldade conseguia enxergar a primeira linha de letras da tabela, desta vez não consegui ver mais nada.Sei que nos últimos anos eu progredi  bastante na questão de auto aceitação, mas Não existe a possibilidade de seguir em frente, de virar a página,  sem viver a perda.  É preciso respeitar a tristeza e o tempo. Nós somos pessoas, nós somos humanos, não somos máquinas. Nós sentimos mesmo, e se sentimos, temos que viver isso.Em fim vida que segue, afinal  a vida não espera  agente ficar pronto, ela faz da gente forte o suficiente para suportar e seguir em frente.

Paulo Ricardo

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Ex-prefeito de São Francisco no EUA luta contra a retinose pigmentar.

Da Mayor e o ensaio clínico que poderia ajudar a salvar a sua visão 

O ex-prefeito de San Francisco e presidente da Assembléia Estadual da Califórnia Willie Brown é muitas coisas, mas tímido não é um deles. Um perfil dele no San Francisco Chronicle uma vez o descreveu como "Brash, inteligente, confiante". Mas durante anos, o prefeito de Da - como ele é carinhosamente conhecido na Cidade - disse muito pouco sobre uma condição que está destruindo lentamente sua visão. Prefeito Brown tem retinite pigmentosa (RP). 
RP é uma doença degenerativa que destrói lentamente a visão de uma pessoa atacando e destruindo fotorreceptores na retina, a área sensível à luz na parte de trás do olho que é crítica para a visão. Em uma recente conferência realizada pela Fundação Everylife para as Doenças Raras , o prefeito Brown deu a palestra e falou sobre sua vida com RP. 

Ele descreveu como as pessoas pensavam que ele estava sendo rude porque ele andaria por eles nas ruas e não dizer olá. A verdade é que ele não podia vê-los. 
Era famoso para dirigir carros extravagantes como Bentleys, Maseratis e Ferraris. Quando ele parou de fazer isso, ele disse, "as pessoas pensavam que eu estava sem dinheiro porque eu já não tinha carros caros." A verdade é que sua visão era muito pobre para ele dirigir. 
Apesar de seu impacto em sua vida RP não diminuiu o prefeito Da para baixo, mas agora há um novo ensaio clínico em andamento que pode ajudá-lo, e outros como ele, recuperar alguma daquela visão perdida. 
O julgamento é o trabalho do Dr. Henry Klassen na Universidade da Califórnia, Irvine (UCI). Dr. Klassen acaba de anunciar o tratamento de seus primeiros quatro pacientes, dando-lhes células estaminais que esperamos irá abrandar ou mesmo reverter a progressão de RP. 
"Estamos muito satisfeitos por estar se movendo para a clínica depois de muitos anos de pesquisa banco", disse Klassen em um comunicado à imprensa . 
Cada paciente recebeu uma única injecção de células progenitoras da retina. Espera-se que estas células ajudem a proteger os fotorreceptores na retina que ainda não foram danificados pela RP, e até mesmo reavivar aqueles que se tornaram prejudicados, mas ainda não foram destruídos pela doença. 
O ensaio irá recrutar 16 doentes nesta fase 1 do ensaio. Todos receberão uma única injeção de células retinianas no olho mais afetado pela doença. Depois disso, eles serão seguidos por 12 meses para se certificar de que a terapia é segura e para ver se ele tem quaisquer efeitos benéficos sobre a visão no olho tratado, em comparação com o não tratada. 
Em um comunicado de imprensa Jonathan Thomas, Ph.D., JD, presidente do Conselho CIRM disse que é sempre emocionante quando uma terapia sai do laboratório e em pessoas: 
"Este é um passo importante para o Dr. Klassen e sua equipe, e esperemos que um ainda mais importante para as pessoas lutando contra esta doença devastadora. Nossa missão no CIRM é acelerar o desenvolvimento de terapias de células-tronco para pacientes com necessidades médicas não satisfeitas, e isso certamente se encaixa nesse projeto de lei. É por isso que investimos quase US $ 19 milhões em ajudar esta terapia a atingir este ponto. " 
RP não derrotou o prefeito Da. Willie Brown ainda é conhecido como uma cômoda afiada e uma mente política ainda mais nítida. Sua mensagem para as pessoas na conferência Everylife Foundation foi, "nunca desista, continue lutando, continue empurrando, continue esperando". 

Fonte :
https://blog.cirm.ca.gov/2015/08/12/da-mayor-and-the-clinical-trial-that-could-help-save-his-vision/

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Chegamos a marca de mais de 200 mil acessos.

Prezadíssimos amigos e leitores, escrevo hoje somente para   agradecer. O blog Retinose pigmentar notícias  ultrapassou hoje a marca de 200 mil acessos.   Agradeço a todos pela visita e seus comentários, isso nos motiva a manter a página sempre atualizada com novas informações.  Quero, assim, finalizar com um agradecimento sincero a vocês, caros leitores, amigo virtual ou real,  etc.  Sem você não haveria porque manter este espaço, nem porque dedicar boa parte do meu tempo atualizando esta página com novas notícias.

Permaneço aberto às críticas, sugestões e contribuições. Sua opinião é muito importante.


Um forte abraço a todos!

Paulo Ricardo


domingo, 30 de outubro de 2016

Maconha pode trazer benefícios para Retinose pigmentar, glaucoma e outras doenças da retina.

Na Jamaica – e onde mais poderia ser? – um grupo de pescadores, sem nenhum equipamento, pescava com facilidade durante à noite, guiando seus barquinhos no breu. Eram todos fãs de cannabis.


A história atiçou a curiosidade de alguns pesquisadores locais, há mais de duas décadas. Outros relatos e experimentos com haxixe sugeriam que, de fato, a visão noturna melhorava em quem fumava maconha. Mas foi só em 2016 que a ciência conseguiu entender qual o mecanismo biológico por trás desse “superpoder”.

Para isso, pesquisadores do Instituto Neurológico de Montreal decidiram estudar girinos. Eles criaram uma cópia sintética da maconha e aplicaram a substância no tecido dos olhos de cada filhote de sapo. Depois, usaram eletrodos minúsculos para acompanhar como as células da retina dos bichinhos reagiam.

A experiência mostrou que substâncias presentes na maconha se prendem a receptores no nervo óptico dos girinos, diminuindo a concentração de cloretos dentro das células da retina. A consequência é que os olhos se tornavam mais sensíveis à luz, mesmo em lugares pouco iluminados.


Só essa descoberta já comprovou que os efeitos da maconha eram sentidos diretamente no olho e não no cérebro, como “parte da brisa”. Até aí, tudo bem, mas os pesquisadores queriam confirmar se o aumento de sensibilidade também melhorava a visão no escuro.

Em uma segunda etapa do estudo, eles colocaram os girinos em placas de Petri – metade deles “chapados”, e os demais sem maconha. No meio da placa, os cientistas adicionaram pontos pretos, que os girinos associam a predadores.

No experimento, eles observaram que os dois grupos se movimentavam do mesmo jeito com as luzes acessas: nadando livremente e evitando ao máximo os pontos pretos. Já quando diminuíram a iluminação, mudou tudo.

Sem enxergar os pontos pretos, os girinos sóbrios esbarravam neles com frequência. Já os bichos tratados com canabinóides seguiam desviando das ameaças com muito mais eficiência, mesmo sem luz.

Os resultados mostram que os pescadores jamaicanos não estavam só viajando, mas também enxergando melhor. E a descoberta abre espaço para que a maconha seja explorada para o tratamento de doenças na retina, como retinite pigmentosa. Hoje, nos EUA, a droga já é recomendada para casos de glaucoma, outro mal que afeta os olhos.

Para os pesquisadores, resta entender se é possível desassociar a visão noturna acima do normal com os outros efeitos recreativos da maconha – e com que frequência os candidatos a X-Men precisariam consumir a erva para manter o efeito sobre os olhos.


Fonte:http://super.abril.com.br/ciencia/maconha-ajuda-a-enxergar-no-escuro/

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

em 2017 , primeira terapia genética para curar a cegueira de distrofias de retina.

Em 2017, Gene Therapy pode permitir-nos para reverter a cegueira


em Breve


Uma terapia de gene que pode ser capaz de inverter a cegueira causada pela genética está na sua fase final de aprovação da FDA.

A terapia genética é uma nova opção emocionante na medicina que ainda tem alguns obstáculos significativos a superar na busca para provar a si mesmo.


Correção de olho


A primeira terapia genética para curar a cegueira de distrofias de retina tem sido desenvolvido, e é esperado para chegar ao mercado já no próximo ano.


Spark Therapeutics, uma empresa farmacêutica com sede em Filadélfia, fez o anúncio de lançamento da SPK-RPE65 do próximo ano. É uma terapia genética que tem como alvo a mutação hereditária que causa cegueira. Ele funciona através da injeção de novas células que irão corrigir a retina mutação genética. Ele será capaz de lidar com as muitas cepas de distrofias hereditárias de retina. SPK-RPE65 é administrado em um procedimento de anestesia cirúrgica de 45 minutos, e eles alegam que as melhorias na visão de manifesto dentro de trinta dias.


Katherine High, co-fundador da Spark, informou que a empresa irá completar a sua aplicação para os EUA Food and Drug Administration para o tratamento no início de 2017.

desenvolvimento contínuo


terapias genéticas semelhantes, Strimvelis e Glybera, já estão fora da Europa. Glybera empurrou para a aprovação da FDA, bem como, mas a aplicação foi lançada sobre um pedido de mais ensaios clínicos para provar a sua eficácia.


A terapia genética ainda é, em certa medida, envolta em controvérsia após a morte de um homem de 18 anos, que foram submetidos a tratamento para uma doença metabólica hereditária em 1999. O paciente morreu de uma reação imunológica grave à terapia genética. Alta insiste que faísca tem resolvido esses problemas com SPK-RPE65. Ela disse que os fracassos anteriores ocorreu por causa da modelagem insuficiente através de testes em animais, com o qual Spark foi completa.


Alguns médicos especialistas afirmam que é a idade de terapia genética, mas há apenas alguns medicamentos e tratamentos que estão perto de aprovação, Spark entre eles. Alta fez dizer que Spark é completamente com testes clínicos, indicando a confiança da empresa na sua aplicação.


A empresa apresentou o sucesso da terapia SPK-RPE65 na reunião anual da Academia Americana de Oftalmologia do. Dentre 29 pacientes virtualmente cegas, 27 experimentaram um aumento em função da visão. De acordo com o Spark, não foram observados efeitos colaterais adversos nos pacientes.


A terapia genética é um campo médico que continua a amadurecer, e estamos vendo resultados positivos que vai melhorar muito a vida. Parece que há mais deste tipo de tratamento para vir em breve.

Fonte:http://futurism.com/by-2017-gene-therapy-could-allow-us-to-reverse-blindness/

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Novo laser permite tratar doenças da retina sem dor e com total precisão

doenças da retina são as principais causas da perda irreversível da visão. Além disto, tratamentos convencionais, que em boa parte dos casos provocam uma série de incômodos e dor, dificultam a aderência ao tratamento e, por conseguinte, a manutenção da boa qualidade visual.A aplicação de uma nova modalidade de laser, intitulada laser de micropulso amarelo, surge como boa notícia para pôr fim a muitas dessas situações. A técnica tem como principais características o fato de ser indolor, rápido e preciso. O equipamento está na rotina de poucos centros oftalmológicos do país, entre eles o Hospital de Olhos do Paraná.



O médico Carlos Augusto Moreira Júnior, chefe do Serviço de Retina do Hospital de Olhos do Paraná, explica que o laser de micropulso amarelo é um dos principais avanços recentes da oftalmologia, comparável ao advento do laser na remoção da catarata.


O equipamento identifica e trata lesões da nas estruturas mais profundas da retina, por meio de fotoestimulação, através de impulsos de microssegundos. A temperatura da retina não é elevada, tornando o procedimento mais seguro, evitando cicatrizes, "o que não se conseguia pelas formas convencionais", de acordo com Moreira Júnior.


O laser de micropulso amarelo aumenta o espectro de indicações para uma gama importante de doenças. Entre os exemplos, estão a retinopatia diabética, edema da mácula e retinopatia serosa central. Diabéticos, portadores de hipertensos e altos míopes são os principais beneficiários da tecnologia.


 DINO

Fonte:https://noticias.terra.com.br/dino/novo-laser-permite-tratar-doencas-da-retina-sem-dor-e-com-total-precisao,915c34fe042b0b86ffe174ebfc6cc8a19s3n79zs.html

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Colírio desenvolvido na Unicamp pode salvar a visão de diabéticos

Um colírio desenvolvido por pesquisadores da Unicamp em Campinas (SP) pode evitar que os cerca de 422 milhões de diabéticos no mundo, sendo 16 milhões no Brasil, segundo cálculos da Organização Mundial de Saúde (OMS), desenvolvam uma doença ocular que pode levar à cegueira. A retinopatia diabética, atualmente, só tem tratamentos invasivos, com o uso de laser, injeções e cirurgias.
“O número de diabéticos está aumentando muito no mundo, principalmente pela má alimentação e falta de exercícios."
Jacqueline Mendonça Lopes de Faria, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp
O novo medicamento ainda está em fase de estudos com ratos de laboratório e precisa ser testado em seres humanos. Mas, para isso, é preciso que alguma indústria farmacêutica se interesse pelo produto, adquirindo a patente, e banque as pesquisas.
“Essa fase de estudos em humanos é muito cara e precisa envolver vários centros de pesquisa. A primeira fase é feita em pessoas saudáveis para saber se o colírio é seguro. A segunda fase é em pessoas com a doença para saber se ele é eficiente em humanos.”, diz Jacqueline Mendonça Lopes de Faria, da Faculdade de Ciências Médicas, uma das responsáveis pela pesquisa.
Depois dessas fases ainda há testes em grupo maiores, com milhares de pessoas, e por um período maior de tempo. Com investimento nesses testes, o medicamento poderia ser habilitado para ser colocado no mercado em cerca de cinco anos.
 
Estudos
Ela estuda a doença há 20 anos, mas foi em 2008 que começou com um grupo de oito pesquisadores a desenvolver o colírio.
Primeiro foram estudados os possíveis mecanismos para o tratamento. Depois estudadas as substâncias que poderiam atuar para controlar a doença. Após o grupo da FCM, se juntaram ao trabalho pesquisadores da Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Unicamp.
Os primeiros testes foram feitos em ratos de laboratório e, além de resultados positivos no tratamento, não apresentaram reações adversas. O principal desafio foi desenvolver um produto que conseguisse driblar as barreiras oculares e chegar até a retina levando o princípio ativo.
Se não for tratado, o glaucoma pode levar à cegueira (Foto: Reprodução/EPTV)
Diabéticos precisam passar por exames
constantes (Foto: Reprodução/EPTV)
Doença
A retinopatia diabética afeta cerca de 40% dos diabéticos. As altas taxas de glicemia degeneram a retina e, com o tempo, a visão pode ser afetada. No início a doença é imperceptível, mas depois podem aparecer manchas na visão e, em casos mais graves, ocorrência de edemas que podem lavar à cegueira.
“O número de diabéticos está aumentando muito no mundo, principalmente pela má alimentação e falta de exercícios. Junto a isso, com os novos medicamentos e tratamentos, quem tem a doença está vivendo mais. Por isso, as complicações da retinopatia se tornam mais frequentes”, diz Jacqueline.
As intervenções cirúrgicas, uso de injeções e laser para o tratamento muitas vezes precisam ser repetidos, o que aumenta os riscos e as sequelas aos pacientes. O colírio, além de não ser invasivo, pode ser aplicado preventivamente, impedindo o desenvolvimento da doença.
Além da retinopatia, há a possibilidade do colírio poder ser usado para o tratamento de outros distúrbios oculares, como o glaucoma. Mas isso ainda depende de novos testes e adaptações para os diferentes tratamentos.
Empresas interessadas no licenciamento da tecnologia podem entrar em contato com o Setor de Parcerias da Agência de Inovação Inova Unicamp pelo e-mail parcerias@inova.unicamp.br ou pelos telefones (19) 3521-2552 ou 3521-2607.

Fonte:http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/10/colirio-desenvolvido-na-unicamp-pode-salvar-visao-de-diabeticos.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1