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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Médico cego com Retinose pigmentar de SP mantém consultório, atende em hospital e orienta alunos

A rotina do médico endocrinologista Ricardo Ayello Guerra, 47, é pesada como a de qualquer outro profissional de saúde. Ele atende em uma clínica particular e também dá expediente em dois grandes hospitais públicos de São Paulo, onde ainda orienta o trabalho de dezenas de colegas residentes. A diferença é que o doutor Ricardo não tem a visão, é totalmente cego.
Não há segredo nem assistencialismo para o sucesso profissional dele. Sua jornada foi marcada pela construção de um amplo conhecimento técnico e teórico, por adaptações básicas em sua rotina e pela permanente preocupação em prestar um bom serviço ao paciente.

O endocrinologista Ricardo Ayello Guerra, que trabalha sem ajuda da visão - Marlene Bergamo/Folhapress
Ricardo se formou em medicina pela Uerj (Universidade do Estado do Rio do Janeiro), uma das melhores do país, especializou-se em tireoide, cujos problemas são muitas vezes detectados pelo toque do médico. Para rotinas diárias, ele tem sempre ao seu lado um profissional de confiança que lê os resultados de exames e resolve questões práticas.
“Durante o período de faculdade, eu ainda tinha um pouco de visão [ele nasceu com retinose pigmentar] e enfrentava mais dificuldades em locais com pouca luz ou para usar instrumentos como o microscópio, pegar uma agulha. Tentava compensar estudando muito, até seis horas por dia”, afirma o médico.
Embora tenha sempre se deparado com questionamentos sobre sua competência e habilidade, de ter sofrido resistência e algum bullying de seus colegas, Ricardo, com apoio familiar e gosto pela prática médica, convenceu-se de que poderia seguir em frente na carreira.
“Ninguém conseguia me dar uma justificativa convincente para fazer eu desistir de ser médico. Passei num vestibular muito difícil, mas até estava disposto a abrir mão se houvesse algo que me impedisse de continuar. Conversei com vários catedráticos que me falaram que eu tinha, sim, condições de exercer a profissão com adaptações, estudos, com muito aprendizado.”
Em disciplinas muito práticas como pronto-socorro ou cirurgia, cumpriu toda a parte teórica, fez provas e foi aprovado. Em histologia —que estuda composição e função dos tecidos vivos— tomou bomba, pois o professor exigia que ele usasse o microscópio.
“Minha sorte foi que esse professor mais tradicionalista se aposentou e o novo que entrou no lugar dele aceitou e achou natural a forma que eu propus para realizar as avaliações, por meio de fotografias 3D. Não me lembro ao certo se fiquei com 9 ou 10.”
A psiquiatria foi uma das primeiras especialidades sugeridas a Ricardo, que já tinha convicção que poderia ser um bom médico de atendimento clínico, trabalhando em consultório. Escolheu a endocrinologia. Fez residência médica no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, onde, em 2002, prestou concurso para médico endocrinologista e passou em primeiro lugar.
Ele também é concursado no HSPM (Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo), onde ficou em segundo lugar nas provas. Fez mestrado na Universidade Federal de São Paulo com um trabalho já voltado aos estudos da tireoide.
Há 15 anos, a doença do médico começou a progredir e ele passou a perder gradativamente a capacidade de enxergar. Há oito anos ele é considerado totalmente cego. Ricardo ainda faz reabilitação na Fundação Dorina Nowill para lidar melhor com sua situação de forma independente.
Para a médica Daniela Yone Veiga Iguchi Perez, colega de Ricardo no HSPM, ele é “um médico extremamente competente, referência em conhecimento nas áreas em que atua. Um grande exemplo para os residentes e toda a equipe. Sua deficiência visual, que passa totalmente desapercebida no trabalho que desenvolve na assistência e no ensino, apenas aumenta a admiração que todos temos por ele”.
Ricardo Ayello Guerra

Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/10/medico-cego-de-sp-mantem-consultorio-atende-em-hospital-e-orienta-alunos.shtml

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

A CURA DEFINITIVA DA CEGUEIRA: PESQUISADORES DESCOBREM COMO CURAR E RESTAURAR A VISÃO

A retina é um tecido sensível à luz, na parte posterior do olho, onde começa o processo de visão.
Ela age como se fosse o filme de uma câmera fotográfica, recebendo e processando tudo o que vemos.
Nela se encontram células denominadas fotorreceptores, porque convertem a luz em impulsos elétricos que levam mensagens ao cérebro, onde o processo da visão realmente ocorre.
Quando essas células se degeneram, perdem a capacidade de transmitir imagens ao cérebro.
É quando ocorre a cegueira.
Curioso, não?
Agora, veja esses dados: 6,5 milhões de brasileiros são portadores de algum tipo de deficiência visual, segundo dados do IBGE.
+Alimentos para evitar quando a pessoa não tem mais vesícula biliar
+Como usar o alecrim para encher o corpo e a mente de energia
Desses, 528 mil são cegos e mais de seis milhões possuem baixa visão, ou seja, têm dificuldade permanente para enxergar.
Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que cerca de 80% dos casos de cegueira ou deficiência visual do mundo poderiam ser evitados por meio de ações preventivas de doenças como glaucoma e degeneração macular.
Mas a boa notícia ainda está por vir.
Parece que já é possível restaurar a visão usando células-tronco da retina, de acordo com pesquisadores do Monte Sinai,  maior sistema de fornecimento integrado de saúde da cidade de Nova Iorque.

Os cientistas restauraram com sucesso a visão em camundongos por meio da ativação de células-tronco da retina, algo que nunca foi feito antes.
O estudo, publicado na edição on-line da revista Nature, poderia transformar o tratamento de pacientes com doenças degenerativas da retina, que atualmente não têm cura.
"Este estudo abre um novo caminho para potencialmente tratar doenças que cegam, manipulando nossa própria capacidade regenerativa de autorreparo", explicou o investigador principal Bo Chen, PhD, professor associado de oftalmologia e diretor do Programa de Células-tronco Oculares da Faculdade de Medicina de Icahn, no Monte Sinai.
"Este é o primeiro passo para encontrar curas promissoras que envolvam a regeneração da retina, em oposição aos já existentes procedimentos invasivos.”
No peixe-zebra, por exemplo, as células gliais de Müller (MGs) são uma fonte de células estaminais da retina que podem reabastecer os neurônios da retina danificados e restaurar a visão.
Nos mamíferos, os MGs não possuem capacidade regenerativa após a perda dos fotorreceptores e, portanto, os danos na retina não podem se corrigir.
Como resultado, em pacientes com doenças como degeneração macular ou retinite pigmentosa, que matam as células da retina, a progressão da doença é muitas vezes irreversível.
Os pesquisadores levantaram a hipótese de que poderiam, de alguma forma, reativar os MGs e trazer de volta a visão.

Uma equipe de cientistas fez uma transferência de genes em duas etapas para reprogramar MGs em ratos cegos.
Primeiro, eles ativaram células-tronco dormentes para se tornarem células-tronco ativas.
A segunda etapa envolveu outra transferência de genes para ajudar as células-tronco a se desenvolverem em células fotorreceptoras de bastonetes.
As células fotorreceptoras da haste são o tipo de célula mais abundante na retina e o primeiro passo para detectar a luz na retina.
Eles então transmitem para outras células da retina, que enviam sinais para o cérebro, permitindo a visão real.
Após essa reprogramação em duas etapas, os pesquisadores descobriram que novos fotorreceptores de haste foram gerados e integrados à estrutura retiniana existente.
Eles não viram diferença entre essas novas células e as células fotorreceptoras de bastão.
Essas células percebiam a luz, que então acionava a informação a ser enviada para o córtex visual (cérebro) e restaurava a função da via visual.
Entre quatro e seis semanas após a reprogramação, os ratos cegos foram capazes de sentir luz e recuperar sua visão.
Embora a visão tenha sido restaurada em algum grau, os pesquisadores não conseguiram medir o grau de melhoria e devem fazer mais testes para descobrir.
"Isso pode levar a oportunidades extraordinárias no futuro, em que poderemos usar a mesma estratégia para reativar essas células-tronco no olho humano doente", disse Chen.
"Se isso funcionar, pode transformar a forma como tratamos pacientes com doença retiniana e possivelmente aprender a curar outros tipos de doenças oculares, como o glaucoma".

Fonte:https://www.curapelanatureza.com.br/post/08/2018/cura-definitiva-da-cegueira-pesquisadores-descobrem-como-curar-e-restaurar-visao

domingo, 29 de julho de 2018

Você recebe Auxilio Doença ou Aposentadoria por Invalidez?. Então veja se você foi afetado pelo erro de cálculo do INSS. Quem sabe você pode ter um dinheiro a receber.

            Praticamente todos os beneficiários de Auxilio Doença e Aposentadoria por Invalidez que começaram a receber mais de um salário mínimo entre 11/1999 e 05/2012 foram afetados pelo erro de cálculo do INSS. As pensões  de falecidos que recebiam esses benefícios também tem direito à revisão.
A revisão da Aposentadoria por Invalidez e Auxílio Doença pelo artigo 29 é decorrente de uma disposição contida no artigo 32, § 20 do Decreto 3048/99 que determinava a utilização de todos os salários contidos no período de cálculo dos benefícios por incapacidade e não apenas os 80% maiores salários, o que reduzia o valor dos benefícios da Previdência.
Entretanto, o artigo 29 da Lei 8213/91 que é superior hierarquicamente ao Decreto, não determinava essa forma de cálculo.
Assim, inúmeras foram as pressões para que o INSS corrigisse essa injustiça, até que em 2009 o decreto 6939/09 acabou com essa forma de cálculo e em 2010 a autarquia expediu um memorando afirmando que iria revisaria administrativamente todos os benefícios. Em decorrência desse memorando milhares de ações judiciais de revisão de aposentadoria por invalidez e auxílio doença foram cessadas e ficou determinado que o segurado ingressasse com o pedido diretamente na Previdência.
Ocorre que a direção do INSS em ato de má-fé, depois dessa desistência de milhares de ações, revogou o referido memorando e não revisou nada, passando um verdadeiro calote em juízes e beneficiários.
Finalmente, em Maio de 2012 a Associação Nacional dos Aposentados ingressou com uma Ação Civil Pública e realizou um acordo com o INSS, que, como não tinha alternativa, se comprometeu a pagar a revisão da aposentadoria por invalidez e auxílio doença para todos os benefícios concedidos a partir de 17/04/2002 (10 anos), com a prescrição a contar de 17/04/2007, mas em um calendário que vai até 2024 e com valores possivelmente inferiores ao devido.

Fonte:https://koetzadvocacia.com.br/revisao-do-artigo-29/

sexta-feira, 20 de julho de 2018

PRAZO PARA PCD VENDER CARRO COM ISENÇÃO DE ICMS DEVE AUMENTAR DE 2 PARA 4 ANOS

Nos últimos anos, a venda de veículos 0 km às pessoas com deficiência (PCD) vem aumentando constantemente. Apenas no primeiro semestre de 2018, por exemplo, 187 mil automóveis foram retirados com os descontos garantidos pela Lei 8.989, de 1995. Agora, porém, o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) mudou as regras da venda e transferência do automóvel para terceiros não-deficientes. Apesar de publicada no Diário Oficial da União, a medida depende ainda da aprovação dos estados para entrar em vigor.
A portaria do convênio ICMS 50/18 duplicou o prazo de isenção do imposto no ato da alienação ou transferência do veículo para quem não seja portador de deficiência. Hoje é preciso aguardar, no mínimo, dois anos para transferir o automóvel adquirido com isenção por PCD para alguém que não está nesta categoria. O novo período deverá passar para quatro anos.
Ainda, os proprietários PCD também só poderão vender seu carro depois do mesmo período de quatro anos. Antes deste prazo, a alienação só poderá ser realizada caso haja a devida autorização pele Receita Federal.
Por fim, a comprovação da deficiência também mudou. Com a nova portaria, ficaria a cargo de cada estado (com exceção do Distrito Federal) estabelecer suas próprias normas, podendo substituir o processo de comprovação pelo laudo apresentado à Secretaria da Receita Federal. Nesta hipótese, é necessário que o local que emitiu o atestado seja conveniada ao SUS (Sistema Único de Saúde).
Isenção de ICMS
A lei admite que o público PCD seja isento de alguns impostos na aquisição de novos veículos, como o IPI e o ICMS. No caso do segundo, é abatido em casos de pessoas com deficiência, visual, mental (severa ou profunda) ou autistas, e é válida para veículos até R$ 70 mil fabricados no Brasil ou nos países do Mercosul.

Fonte:http://www.gsnoticias.com.br/noticia-detalhe/todas/prazo-pcd-vender-carro-isencao-icms-deve-aumentar

Pesquisadora brasileira recupera visão de idosos usando células-tronco

Uma pesquisadora brasileira recuperou consideravelmente a visão de pacientes idosos utilizando células-tronco. O resultado foi conseguido em um estudo da oftalmologista Carina Costa Cotrim, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP).
A pesquisadora utilizou uma injeção intraocular para realizar um autrotransplante de células-tronco retiradas da medula óssea. Participaram do procedimento dez pacientes com mais de 50 anos que apresentavam degeneração macular seca avançada. O material da medula de cada paciente foi coletado no próprio Hospital das Clínicas.
U"A medula óssea aspirada é rica em células que podem se transformar em outras células e também apresentam grande potencial em liberar fatores de crescimento que melhoram o ambiente da retina e resgatam aquelas células doentes", afirmou a pesquisadora.
O material coletado foi processado e as células-tronco isoladas em laboratórioe injetado em uma quantidade de 0,1 ml no olho de pior visão. Após a injeção, os pacientes foram acompanhados de três em três meses até completar um ano. Nesse período, diz Carina, passaram por avaliações, como tomografia de coerência óptica, para avaliar a função visual e, também, responderam questionários sobre qualidade de vida.
De acordo com a oftalmologista, o estudo é uma análise inicial para o uso dessas células no tratamento da DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) na forma seca, uma doença que leva à cegueira e afeta 8,7% dos idosos no mundo. "Até o momento, não existe nenhum tratamento efetivo e, portanto, é de grande importância estudos nessa área", acredita a pesquisadora.
Durante todo o acompanhamento, o tratamento mostrou-se seguro. O exame de angiofluoresceinografia não apresentou crescimento de vasos indesejados ou tumores na retina.
U"Houve melhora da visão da maioria dos pacientes tratados assim como maior estabilidade na fixação. Os idosos com menor grau da doença, ou seja, menor atrofia, apresentaram melhor evolução que aqueles com maior atrofia."
Para Carina, a explicação está no possível resgate funcional das células que ainda não morreram, mas não funcionam devido ao sofrimento. "Na avaliação da qualidade de vida, houve melhora significativa na visão de cores e na saúde mental desses pacientes já nos seis meses de acompanhamento."
A pesquisadora lembra que diversas células-tronco estão sendo estudadas para as doenças oculares em todo o mundo. Células semelhantes às utilizadas em seu estudo também foram avaliadas pela pesquisadora Susanna Park na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e também mostraram resultados animadores.
A pesquisadora lembra, ainda, que o número de pacientes na pesquisa brasileira foi pequeno, por isso novos estudos devem ser realizados para ampliar os testes e confirmar os resultados.
O artigo com os resultados foi publicado na Revista "Clinical Ophthalmology" como resultado do mestrado de Carina. Assinam também o artigo Luiza Toscano, André Messias, Rodrigo Jorge e o professor Rubens Camargo Siqueira, orientador do mestrado.

Fonte:https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2018/07/19/pesquisadora-brasileira-recupera-visao-de-idosos-usando-celulas-tronco.htm

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Como ver o resultado de perícia médica do INSS na internet

Realizar suas consultas dos resultados de perícia médica do INSS pela internet, é a melhor forma de saber como está o andamento do seu processo. A consulta é fácil, rápida e objetiva, sem que haja a necessidade de esperar por um atendente, como acontece na consulta por telefone.
E para você que deseja realizar a consulta do resultado em relação ao seu benefício ou auxílio doença, de forma totalmente online, hoje estaremos ensinando passo a passo sobre o assunto. Clique no link abaixo e siga o passo a passo.

CLIQUE AQUI
Criamos aqui uma série de dicas para você estar preparado para a revisão, ter os documentos corretos, não perder prazos, etc:
1. Faça uma consulta imediatamente com o médico especialista que te trata, e peça atestado médico de incapacidade atualizado, com a CID da doença. Como o prazo para se apresentar após o recebimento da carta é curto (e a carta pode demorar para chegar), o ideal é que você se antecipe e esteja pronto antes de receber o chamado do INSS;
2. Peça a requisição de um novo exame médico atualizado, que comprove a real incapacidade para o trabalho, se for o caso. Peça para seu médico uma requisição do exame mais adequado para a doença que lhe incapacitou;
3. Após pegar o resultado do exame, retorne ao médico especialista e peça um laudo detalhado da evolução da doença. Em resumo, esteja munido de tudo que puder comprovar sua incapacitação para permanecer no mercado.
Cumprindo esses 3 passos, mantenha toda esta documentação em um local seguro, pois serão seus recursos em caso de uma perícia médica surpresa.

Caso você já tenha sido chamado e perdeu o beneficio, não precisa entrar em desespero. Da mesma forma, siga nossas 3 dicas e providencie os recursos mencionados. Após isso, procure um advogado especializado em direito previdenciário. Ele saberá tomar as providências corretas para tentar restabelecer o seu benefício.

Fonte:http://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-invalidez-auxilio-doenca-pente-fino/

Aposentado por invalidez cortado após pente-fino terá benefício temporário por até 18 meses

Se o benefício foi pago por mais de cinco anos, considerando o tempo de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, o bônus será pago por um ano e meio e será reduzido de forma gradativa. “Para os primeiros seis meses o valor será integral, para o segundo semestre diminuirá para 50%, e por fim, os últimos 6 meses será 25% do valor. A contagem é feita a partir da data que for verificada a capacidade de voltar ao trabalho”, informa o advogado especialista em Direito Previdenciário Murilo Aith.
Mas é preciso que o segurado tenha sido aposentado por invalidez. Se recebeu somente o auxílio-doença, não terá direito ao abono, segundo a legislação. “A lei se refere a aposentadoria por invalidez, mas pode ser estendida aos benefícios de auxílio-doença por analogia e dependerá de posicionamento de cada juiz até formar jurisprudência”, alerta Aith.
De acordo com a regra, também não tem direito ao bônus quem ficou afastado por menos de cinco anos, estava com a carteira assinada quando começou a receber o benefício por incapacidade e pode retornar ao trabalho. Nestes casos, o segurado terá que ser reintegrado pela empresa e pode ser demitido na sequência, tendo direito apenas às verbas rescisórias.
O pagamento das parcelas é feito de forma automática quando o INSS der alta ao segurado, de acordo com a advogada do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) Adriane Bramante. “O INSS deve fazer o pagamento das ‘parcelas de recuperação’, como chamamos esse período. Não havendo o pagamento, o segurado pode entrar com ação judicial”, orienta Adriane.
O advogado Eurivaldo Bezerra, especialista em Direito Previdenciário, alerta para os casos em que o INSS dá alta indevida ao segurado mesmo com a apresentação de laudos e exames que provem o contrário. “Alta programada para o segurado ir se acostumando é um absurdo”, critica. “Ou tem condições reais de retorno ao trabalho ou não tem”, diz.

Fonte:https://odia.ig.com.br/_conteudo/economia/2016-08-20/abono-por-ate-18-meses-para-quem-for-pego-no-pente-fino.html

Cientistas irlandeses usam o gene cavalo de Tróia para combater a cegueira hereditária

A professora Jane Farrar que está realizando ensaios clínicos sobre retinite pigmentosa
Cientistas irlandeses estão trabalhando em um avanço para curar uma das formas mais comuns de cegueira através da terapia genética.
A retinite pigmentosa (RP) que afeta cerca de 1.500 pessoas na Irlanda, é causada por um gene defeituoso onde a retina sensível à luz no olho se rompe e não pode mais funcionar, resultando na perda gradual da visão da pessoa.
Ensaios clínicos estão sendo realizados em um tratamento pioneiro para a forma hereditária de cegueira que apresenta sintomas como dificuldade para enxergar à noite, manchas e visão de túnel.
A professora Jane Farrar revela que o potencial de cura envolve injetar um vírus na parte de trás do olho para corrigir o gene defeituoso que causa a doença.
Podemos usar vírus não prejudiciais e colocar o gene correto. É um pouco como um cavalo de Tróia.
Podemos adicionar um vírus que transporta a célula correta para esse gene. É uma tecnologia incrível , disse o professor Farrar especialista em genética e pesquisador .
Embora não exista tratamento aprovado para qualquer forma de RP , os pesquisadores
desenvolveram uma cura potencial para um subtipo que afeta cerca de uma em 30.000 pessoas.
Até agora existem oito formas diferentes da doença que estão sendo abordadas com ensaios clínicos visando genes individuais .
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
https://www.independent.ie/life/health-wellbeing/eye-health/irish-scientists-using-trojan-horse-gene-to-fight-inherited-blindness-36396256.html
Irish scientists using 'Trojan horse' gene to fight inherited blindness
independent.ie

Resultados de testes clínicos em Retinose pigmentar

A empresa de terapia celular jCyte anunciou os resultados de um estudo clínico de fase 1 / 2 para seu produto experimental, o jCell, na retinite pigmentosa (RP). Apresentado por David S. Boyer, MD
o estudo de 12 meses mostrou um perfil de segurança favorável e indicações de benefício potencial. A jCell recebeu a designação de Medicamento Órfão e Terapia Avançada de Medicina Regenerativa pelo FDA.
Neste estudo inicial, aberto, houve tendências de melhora na melhor acuidade visual corrigida (BCVA) nos olhos tratados em comparação com os olhos não tratados , disse o co-fundador da jCyte, Henry Klassen, MD, PhD. Os melhores resultados foram observados no grupo de dose mais alta.
RP é uma condição genética que destrói progressivamente os fotorreceptores de bastonetes e cone na retina. Muitas vezes atinge as pessoas na adolescência, com muitos pacientes legalmente cegados pela meia idade. Em todo o mundo, cerca de 1,5 milhão de pessoas sofrem da doença, tornando-se a principal causa de cegueira hereditária.
Neste tratamento, as células progenitoras da retina são injetadas na cavidade vítrea do olho sob anestesia tópica. A esperança é resgatar e reativar fotorreceptores doentes antes que eles morram.
Nosso objetivo inicial era encontrar uma maneira de diminuir a taxa de perda visual, por isso é gratificante ver possíveis melhorias , disse Klassen. Fomos encorajados pelo FDA a explorar doses mais altas.
Para avaliar as alterações na acuidade visual, o estudo avaliou a diferença média na alteração BCVA entre olhos tratados e não tratados em pontos de tempo especificados ao longo do estudo. No grupo de menor dose (500.000 células) a diferença média foi de 1 letra aos 12 meses após o tratamento, enquanto na dose mais alta (3 milhões de células), a diferença média foi de 9 letras.
O estudo da fase 1 / 2a incluiu 28 sujeitos. Os efeitos colaterais observados foram geralmente menores, transitórios e consistentes com uma injeção intra ocular. Não houve eventos de grau 4 associados ao tratamento.
O comentários dos pacientes foi particularmente encorajador. Muitos relataram melhor visão, incluindo maior sensibilidade à luz, melhor discriminação de cores e capacidade de leitura e melhor mobilidade. Além disso , 22 dos 28 pacientes foram tratados em seu outro olho como parte de um estudo de extensão subseqüente.
Estamos muito animados com esses resultados , disse o CEO da jCyte, Paul Bresge. Atualmente, não existem terapias eficazes para oferecer pacientes com RP. Estamos avançando o mais rápido possível para remediar isso .
A empresa lançou um estudo de fase 2b, mascarado e controlado, para avaliar a eficácia do jCell. Apoiado pelo Instituto de Medicina Regenerativa da Califórnia
o estudo randomizado está recrutando até 85 pacientes com BCVA não melhor que 20/80 e não pior que 20/800 em seu olho de estudo. Os participantes receberão uma única injeção de jCell ou controle simulado. A eficácia será avaliada testando o BCVA, os campos visuais, a sensibilidade ao contraste, as medidas de qualidade de vida e a capacidade dos participantes de navegar em um labirinto.
O comentários que recebemos dos participantes do teste foi notável , disse Bresge. Estamos ansiosos para passar pelo processo de regulamentação e trazer esta terapia potencial de fácil administração para pacientes em todo o mundo.
Publicação Feita Pela Pagina Doenças Da Visão
Fonte :
https://www.newswise.com/articles/jcyte-presents-results-of-clinical-testing-in-retinitis-pigmentosa2#.WjLlsNVr500.twitter
Results of Clinical Testing in Retinitis Pigmentosa
newswise.com